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| Trata sobre a igreja local (batistas B�blicos), corpo de Cristo, Noiva de Cristo, reuni�o dos crentes nascidos de novo, congrega��o, assembl�ia, corpo local de crentes. separa��o, fundamentalismo. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Eclesiologia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 4 Tipos de Igrejas. Zipado.(muito Bom.) NOVO!!! | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| S�o Patrick- Um batista.Dr. L. K. Landis | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Por s�culos o Catolicismo Romano tem defendido a hip�tese de que Patrick da Irlanda tenha sido um sacerdote romano. Entretanto a mais de 100 anos atr�s W. A. Jarrel, um autor e historiador da igreja muito respeitado publicou aquilo que j� era conhecido dos Batistas desde muito tempo, que Patrick n�o foi um sacerdote romano, mais particularmente um mission�rio batista. Por causa deste fato t�o negligenciado � que n�s publicamos este artigo para que a presente gera��o possa conhecer a verdade e a grande heran�a deste que foi um dos precursores mission�rios batistas na Irlanda. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Ordena��o feminina:o que o Novo Testamento tem a dizer? Augustus Nicodemus Lopes(Novo) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A quest�o se mulheres podem ser ordenadas, ou n�o, como pastoras, presb�teras e diaconisas, tem ocupado o centro do debate entre protestantes ao redor do mundo, em d�cadas recentes. N�o raro, o assunto tem dividido igrejas e denomina��es, como por exemplo, nos Estados Unidos e na Europa. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| (artigo tem algumas restri��es[analise com a B�blia e a posi��o de f� Batista Fundamentalista],cuidado!) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O QUE A B�BLIA ENSINA SOBRE A CERIM�NIA DO LAVA P�S?HELIO MENESES.(Novo) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| UM �TIMO ESTUDO PARA TIRAR SUAS D�VIDAS SE ESTE ATO DEVE OU N�O SER PRATICADO NAS IGREJAS BATISTAS FUNDAMENTALISTAS. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ALGUNS ASSUNTOS POL�MICOS SOBRE CERIM�NIAS EM IGREJAS.Helio de Meneses.(Novo) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O irm�o Helio responde sobre cerim�nias religiosas em igrejas de acordo com a B�blia. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Osculo santo, o que � e o que ensina a B�blia?Helio de Meneses(Novo) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Que a B�blia fala do �sculo santo? � ele obrigat�rio? Deve a igreja Pratic�-lo? | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Pode um divorciado ser pastor? (Novo) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Dez motivos que o impedem desta fun��o. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Confiss�o de f� Batista de 1689. Uma confiss�o de f� mais antiga dos batistas. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| OS 4 N�VEIS DE APOSTASIA NOS �LTIMOS DIASLuis Henrique L?Astorina PROVAS DA APOSTASIA NOS �LTIMOS DIAS |
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| ADORA��O,AS ORIGENS DE TANTAS DISTOR��ES? Wilson Franklim | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Nesse pequeno artigo pretendo identificar nas diversas correntes filos�ficas, aquelas, cujas ideologias que tem influenciado negativamente � adora��o crist�. Neste contexto, muitos crentes, est�o iludidos em seus cultos, por desconhecerem as verdadeiras origens de suas pr�ticas. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Amando Qual Jesus?David Cloud. O movimento ecum�nico de nossos dias reclama que � suficiente que uma pessoa "ame Jesus" e "acredite no evangelho." Todos aqueles que "amam Jesus" devem ser capazes de ter companheirismo e trabalhar juntos. Existe um s�rio problema com esta filosofia. Ignora o fato que existem muitos falsos cristos e falsos evangelhos. |
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| Carta aos Brasileiros.Airton Evangelista da Costa. Uma Carta de sat� ao brasileiros, sobre seus planos, estrat�gias e vontades. |
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| O crist�o e a Internet.Marcio Rodigues Marques | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Esta obra encerra em si um tema urgente A fiz com inten��o de alertar pais e pastores para uma obra diab�lica que esta sendo feita atrav�s da internet que visa destruir a mente de crian�as e adultos formando uma sociedade violenta, auto-destrutiva e mergulhada | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| em formas doentias de sexo O mundo n�o ter� chances contra ela, E n�s devemos vacinar a igreja evang�lica, enquanto � tempo O diabo e sutil. A marretada vai vir pelas costas. Quando a sociedade acordar ser� tarde. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| DEFENDENDO A F� B�BLICANephtali Matos Bitencourt Filho | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Artigo forte contra as Heresias e Igrejas Moderninhas. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O evangelho antigo x o evangelho moderninho. H�lio de M. Silva. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Artigo importante sobre a diferen�a do evangelho de Deus do "evangelho" dos homens. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O Evangelho que Salva.Dave Hunt | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A fim de ganhar aceita��o ainda maior que o primeiro ECT (Evangelicals and Catholics Together: The Christian Mission in the Third Millenium Evang�licos e Cat�licos Juntos: A Miss�o Crist� no Terceiro Mil�nio", assinado em 29 de mar�o de 1994 nos EUA), dezenove l�deres evang�licos ? dentre os quais alguns bastante respeitados e conhecidos ? e quinze l�deres cat�licos [americanos] assinaram h� algum tempo o ECT2. E esse documento d� a entender que os evang�licos e cat�licos [nos EUA] concordam quanto ao Evangelho. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O EVANGELHO MODERNO EST� EM PAZ COM OS INIMIGOS DE DEUSWilson Franklim | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| H� uma doen�a virulenta, altamente contagiosa que j� contaminou praticamente todas as denomina��es hist�ricas. � um v�rus, extremamente, perigoso, criado ?geneticamente? no inferno para infectar as igrejas de Jesus com m�cula das heresias. Deus j� o identificou no seu laborat�rio (A B�blia) como apostasia. Seus efeitos s�o devastadores para adora��o crist�, enfraquece a f� dos mais antigos, neutraliza e cauteriza o fr�gil sistema de defesa dos novos convertidos, criando uma gera��o de adoradores que adoram a si mesmo atrav�s do entretenimento. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A Falsa Religiosidade.Portela Neto. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Em 1 Reis 18.22-30 lemos o conhecido incidente no qual Elias confronta os profetas de Baal. � correto identificarmos Elias com o lado de Deus vivo e verdadeiro, enquanto que os profetas de Baal representam as for�as que agem contra o leg�timo Povo de Deus. Naquela ocasi�o o Povo de Deus se identificava com os israelitas e hoje com a Igreja Crist�. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Os ?deuses? do S�CULO XX.Marcelo Gross. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Trata sobre Freud, Max e Darwin. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| FRUTOS PR�TICOS DA JOCUM EM MINHA IGREJA.Marcelo Gross Um tremendo alerta sobre pr�ticas da Jocum, heresias abomin�veis. |
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| Fundamentalismo e Fundamentalistas.1� Ig. Presbiteriana do Recife. Augustus Nicodemus Lopes. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Para muitas pessoas, o tema deste segundo Caderno B�blico pode parecer �rido, acad�mico e sem qualquer import�ncia. Entretanto, considerando os argumentos abaixo, sua relev�ncia ficar� clara. Primeiro, o fundamentalismo est� em evid�ncia no mundo. Em todo o mundo, grupos religiosos fundamentalistas est�o crescendo rapidamente. Na Am�rica Latina, grupos pentecostais radicais se multiplicam e mudam as estat�sticas gerais. Na Cor�ia do Sul e no Taiwan, centros do Confucionismo neotradicionalista se firmam. No Jap�o, uma nova vers�o radical do Budismo cresce rapidamente. E o fundamentalismo do mundo isl�mico � conhecido por todos. Nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, o fundamentalismo crist�o ganha for�a, ap�s um per�odo de aparente extin��o. Muito embora existam profundas diferen�as entre estes grupos mencionados, eles t�m em comum o desejo de retornar aos fundamentos e �s origens de sua religi�o, e est�o dispostos a lutar para isto. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| IGREJA PRAGM�TICA, VOLTADA PARA RESULTADOS.Noemi Campelo. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| "Ent�o disse Jesus aos doze: Quereis v�s tamb�m retirar-vos?" Jo�o 6:67-ACF. Jesus Cristo nunca demonstrou esperar que as multid�es O seguissem. Ali�s, quando as multid�es O seguiram, ap�s a multiplica��o dos p�es, Ele afirmou: "Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, n�o pelos sinais que vistes, mas porque comestes do p�o e vos saciastes." Jo�o 6:26-ACF. |
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| A Intoler�ncia B�blicaD. M. Lloyd-Jones Gostaria de enfatizar esta verdade, asseverando que existe, na f� crist�, um lado de intoler�ncia. Vou mais al�m e afirmo que, se n�o temos visto este lado intolerante da f�, provavelmente nunca vimos verdadeiramente a f�. Existem muitos mandamentos nas Escrituras que substanciam a afirmativa de que colocar mais algu�m ao lado de Jesus, ou falar de salva��o a parte dEle, ou sem que Ele seja o centro dela, � trai��o e nega��o da verdade. O ap�stolo Pedro, dirigindo-se ao sin�drio em Jerusal�m, disse: "porque abaixo do c�u n�o existe nenhum outro nome dado, entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (At.4:12). |
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| O Liberalismo � Mesmo T�o Nocivo? | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A palavra Liberalismo assume uma grande variedade de significados de acordo com o contexto em que � aplicada. Neste artigo, utiliz�-la-emos para descrever a tend�ncia teol�gica que minimiza a autoridade da B�blia e que adota inova��es n�o embasadas nas Escrituras com vistas a tornar a Igreja mais compat�vel com o mundo ao seu redor. Os Malditos.Anderson Lopes. |
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| Passava com minha esposa pela esquina de uma rua em minha cidade, quando deparamos com uma faixa estendida no p�rtico de uma igreja dita evang�lica, com os seguintes dizeres: ?Ora��o forte, atendimento com revela��o?. Muito embora ocorra j� de maneira comum no meio evang�lico, tais artif�cios ainda me deixam muito incomodado sempre que os testemunho. As pessoas que ali ?atendiam? estavam � porta, todas vestidas de branco da cabe�a aos p�s. |
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| O Neo-evangelicalismo.Noemi Campelo. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O neo evangelicalismo das facilidades, barateando o evangelho, mercadejando a Palavra ou minimizando o que de fato seguir a Cristo como Seu disc�pulo implica, n�o � uma mensagem �ntegra, e portanto, n�o cont�m a mensagem de Deus de forma completa ao homem pecador e perdido. A NOVA INTERPRETA��O LAODICEIANA DA B�BLIA: "PARA OS feiticeiros DRU�DAS EU ME FIZ UM feiticeiro DRU�DA!"Joey Faust. |
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| Eu acredito que mais pecado � perpetrado sob as desculpas da frase "isto � somente para ajudar outros (que t�m perdido conex�o com a igreja) a acharem o caminho para se reconectarem," do que, provavelmente, sob o pretexto de quaisquer outras frases, em �pocas modernas. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Princ�pios da Separa��o B�blica e o Surgimento do Anticristo Miguel Angelo Luiz MacielEm um de seus livros intitulado "Para al�m do Bem e do Mal - Prel�dio de uma Filosofia do Porvir", escrito entre os anos de 1885 e 1886, Nietzsche pressup�e que � imposs�vel crer em um nascer de novo, pois os opostos n�o podem se gerar mutuamente. Ele diz que � imposs�vel ao homem deduzir tal coisa em um mundo de ilus�o. Ent�o, afirma ele, quando o homem encontra a resposta, tem que os valores supremos v�m de "outra origem, uma origem pr�pria...no imperec�vel...em Deus1." |
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| Princ�pios da Separa��o B�blica e o Surgimento do Anticristo - Parte 2. Miguel Angelo Luiz Maciel. |
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| A BATALHA DA F� E O PROP�SITO DA IGREJA. Pr. Jos� Laerton | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - Somente a igreja que vive e tudo faz para o louvor da Gl�ria de Deus tem direito de ser chamada igreja de Cristo e para Cristo. As outras que vivem para a gl�ria dos homens, s�o igreja de homem, para o homem e at� para o diabo, mas n�o para Deus (Ef 1:6,12). | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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