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Karaz Strongarm
Raça: Anão |
Classe: Clérigo |
Especialização:
Guerra |
Sexo: Masculino |
Nível: 1 |
Tendência:
Bondoso |
Idade: 70
anos |
Altura: 1,40
m |
Divindade: Onurb
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Cabelo: Prateado |
Pele: Morena |
Peso: 140
kg |
Olhos: Castanhos |
Traços: Cabelos e barbas trançados |
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História
A minha infância eu passei com medo. Eu morava com meus pais em uma cidade no extremo sul do territórios clamado por nossa raça. A fronteira sul do
reino necessitava de vigilância constante para proteção da via de comércio com o resto do mundo. Como sempre vivemos abaixo da terra, era necessário
uma porta para com a superfície e a proteção à essa porta era de responsabilidade de meu pai. Todos os invernos a porta era atacada e não foram poucas
as vezes que bestas me acuaram em algum canto e meu pai veio me salvar.
Nos tempos que eu era apenas uma criança anã, minha mãe vivia a receber soldados feridos em combates no lado externo da montanha. Desde cedo eu e
minha mãe notamos que eu tinha uma grande facilidade (e sempre me sentia feliz) para ajudar as pessoas que ali se recuperavam.
Meu pai vivia dizendo para todos que aquela porta estaria segura por, pelo manos, mais uma geração pois seu filho estava ficando de idade para entrar no
treinamento militar e seguir seus passos.
Sempre pensei em assumir esse posto, mas ainda não estava pronto a me dedicar à essa carreira. Penso que meu pai é jovem e pode sobreviver mais
alguns anos no cargo. E eu? Eu quero é conhecer o mundo. Meu pai vivia dizendo que nunca saiu de baixo da montanha, e pouco anões realmente saem!
Eu iria sair, mas não conseguia me livrar do fato de que não importa onde esteja, um dia vou ter que voltar para debaixo da montanha para assumir o posto
que é dever meu.
Se eu fosse fazer isso não poderia depender de um custeio de meu pai, e na milícia estaria subordinado ao comando dele. Quando pude, me fui ao templo
de Ornub, onde fui batizado, e que frequentava desde criança. Muitas sagas eram contadas na cidade a respeito dos clérigos de Ornub que ìam além das
fronteiras de nossas terras, tendo aventuras em outras nações com outros povos.
Me alistei no Educandário de Ornub e fui treinando e aprendendo e me dedicado no últimos cinquenta anos à palavra de meu deus. Dedicação essa que
cobrou seu preço ao deixar todos meus cabelos brancos muito antes de atingir a velhice.
É chegada a hora de partir agora, meu treinamento está concluído. É hora de retribuir ao mundo a chance de clarividência que me foi dada. Compromisso
esse que assumi em minha investidura. É hora de provar ao meu pai que o filho que ele criou vai fazer algo para o mundo e não só para si. Ele não entendeu
isso quando recusei o posto na milícia. Espero que ele esteja vivo para ver o que fiz pelo mundo de bom!
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