DINÂMICA
DOS NÚMEROS
Objetivo: Despertar para a originalidade de cada pessoa como ser único.
Material: Papéis numerados do 1 ao número de participantes do grupo (sem repetir número).
Processo : Cada participante recebe um papelzinho com um número qualquer
e deve sair procurando outro que tenha número correspondente ao seu.
Nesta procura, ninguém encontrará seu número correspondente,
ou seja, o número de seu parceiro. É importante ao final, discutir
sobre a originalidade de cada um de nós. Somos seres irreptíveis.
Devemos respeitar a singularidade do outro e a nossa própria singularidade.
Avaliar a experiência e os sentimentos.
CONFIANÇA NO GRUPO
Objetivos: Testar o grau de confiança no grupo. Desenvolver o espírito de confiança.
Material: Não é necessário.
Processo: Formam-se pequenos grupos
espalhados pela sala. Em cada grupinho, uma pessoa de cada vez irá
para o centro e se deixará cair. Os outros membros deverão segurá-la
antes que caia no chão. Assim que todos(as) tiverem feito a experiência,
partilhar um pouco sobre os sentimentos (segurança / insegurança,
confiança / desconfiança, etc.).
Em plenário, podem refletir melhor sobre a sensação que
experimentaram e sobre o nível de confiança existente, os medos,
bem como sobre o que fazer para melhorar a confiança no grupo.
HISTÓRIA DO MARINHEIRO
Objetivos: Despertar no jovem a valorização dos seus próprios objetivos, fazendo com que eles se sintam protagonistas, agentes de transformação.
Material: Pode-se utilizar um espelho para todos.
Processo: Formar uma grande roda e
entregar um espelho para cada participante. Pedir para que todos (as) se concentrem
na história que irão ouvir:
Era uma vez, um peixe chamado Indeciso. Ele vivia no Reino das Águas,
no fundo do mar. Um belo dia, aconteceu um fato, que estaria mudando toda
a sua concepção de um jovem peixe. Um conjunto de marinheiros,
estavam sobre às águas, conversando sem cessar. O mais distraído
de todos, acabou derrubando para dentro do mar, um espelho o qual manuseava
com descuido. E lá fora o belo objeto para as profundezas do mar. O
senhor Indeciso, não entendera qual era a importância daquele
espelho, por isso resolveu perguntar ao peixe Sábio. Foi nadando a
uma velocidade incalculável a casa desse peixe. Chegando lá,
relatou tudo o que havia acontecido. O peixe Sábio, muito esperto por
sinal, pediu para o jovem peixinho, se afastar desse objeto, pois ele não
era bom, revelava coisas que causavam mal para os peixes. Meio desconfiado,
Indeciso parte em busca de outras opiniões. Vai ao encontro do peixe
chamado Poder. Quando soube do acontecido, imediatamente o Poder, ordenou
que Indeciso se livrasse daquele objeto, ou melhor, que trouxesse para ele
dar um fim, pois esse espelho, fazia revelações monstruosas.
Na realidade, o peixe Poder, não queria que os demais, pudessem enxergam
a realidade, pois assim ele deixaria de mandar e acabaria se enfraquecendo.
Ainda na dúvida, Indeciso, sai meio que desanimado e vai em busca do
peixe Vidente. Logo que se aproximou, o Vidente comunicou que Indeciso deveria
se livrar daquele espelho o mais rápido possível, pois ele possuía
uma magia, que acabava ocultando uma de suas faces. O peixe Vidente não
era bobo. Como ele fazia muitos truques, o espelho poderia lhe render alguma
fortuna, então, era melhor que essa arma, ficasse em mãos de
quem saberia administrá-la. Por fim, Indeciso volta nadando sem saber
o que fazer, vai rumo ao objeto que tanto lhe intrigá-la. Chegando
próximo ao espelho, teve uma grande decepção. Sua imagem
não podia ser mais refletida, pois com o passar do tempo, a água
do mar, acabou ofuscando o brilho do espelho.
Reflexão
“A hora é agora e o tempo
é pra nós”. Pedir para que todos (as) olhem para o espelho
que possuem em mãos e depois reflitam: Eu sou como o peixe Indeciso?
Dependo sempre da opinião das outras pessoas para tomar um decisão?
Sei o que eu quero? Tenho consciência da importância de ser agente
de transformação e não somente mero participante? Vejo
o que eu quero ver, ou somente as coisas que as pessoas gostariam que fossem
vistas?
QUEM SOU EU?
Objetivo: Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.
Material: papel e caneta.
Processo:
1- Cada um recebe uma folha com o título: “Quem sou eu?”
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relação
a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita será fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silêncio pela sala,
ao som de uma música suave, enquanto lêem a respeito do outro
e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5-Logo após reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar
para se conhecerem melhor. Nesse momento é possível lançar
perguntas que ordinariamente não fariam.
Reflexão: Para que serviu o exercício? Como nos sentimos?
CARTÃO MUSICAL.
Objetivo: Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.
Material: cartão (papel) , lápis e alfinete
Processo:
1- Coordenador distribui um cartão, um lápis e um alfinete para
cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o
na blusa. (Não pode ser apelido)
2- Os participantes sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no
centro e convida os demais a cantar:
“Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador
escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a)
chamei.
Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos caminhar”(bis).
(Melodia: Oh,Suzana!!)
3- O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a
canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador
fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham
se apresentado.
4- A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:
“Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não
tinha nome, de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei.
Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar
(bis)”
Reflexão: Para que serviu a dinâmica? Como nos sentimos?
EPITÁFIO
Objetivo: Apresentar os participantes de um grupo que vão trabalhar juntos.
Material : folha de sulfite, caneta
Processo:
1- O coordenador distribui uma folha de sulfite para cada participante do
grupo e explica que cada um deve escrever seu epitáfio (lápide
de seu túmulo).
2- Os participantes preparam seu epitáfio. Todos devem fazê-lo.
3- Uma vez escrito, prendem o epitáfio junto ao peito e passeiam pela
sala, a fim de que todos leiam o epitáfio de todos.
4- No passo seguinte, as pessoas se reúnem, aos pares, com aqueles
cujo epitáfio tenha coincidências com o seu. Conversam durante
seis minutos.
5- Feito isso, a critério do coordenador cada par poderá reunir-se
a outro e conversar por 10 a 12 minutos.
Reflexão: O que aprendemos com esta dinâmica? Como nos sentimos após essa experiência? Já tivemos a oportunidade de parar e refletir sobre o que fizemos durante toda a nossa vida?
IDENTIFICAÇÃO PESSOAL COM A NATUREZA
Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na
natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi?
O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo
escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo
uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25 Sn 3,57-82
DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO
Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.
Desenvolvimento:
Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha
a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando
um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.
Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.
Palavra de Deus: Ap. 2,17, Salmo 139 (138)
APRESENTAÇÃO ATRAVÉS DE
DESENHOS
Objetivo: Se conhecer melhor e se apresentar para o grupo
Material: Uma folha para desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para cada participante.
Processo:
1.Distribuídos os materiais da dinâmica, o animador explica o
exercício: Cada qual terá que responder, através de desenhos,
à seguinte pergunta:
Quem sou eu?
Dispõem de 15 minutos para preparar a resposta.
2.Os participantes desenham sua resposta
3. A apresentação dos desenhos é feita em plenário
ou nas respectivas equipes. O grupo procura interpretar as resposta. Feita
essa interpretação, os interessados, por sua vez, comentam a
própria resposta.
Reflexão:
- O que aprendemos com este exercício?