![]() A volúpia de te amar me
consome...
Enleada nas lembranças, uma ânsia de provar outra vez, dos beijos gulosos, dos toques atrevidos, do banho de saliva... De ouvir-te os gemidos... Deito-me na cama, lasciva, frêmitos de prazer me consome, na mente, tua imagem ganha forma... Vem! Esparge teu amor em mim, de uma forma despojada, atrevida e tarada, quero por ti ser amada, A cama, vazia de uma lado, espera-te... Vem! Deixa no amanhecer as marcas e o cheiro de ti em minha fronha amarfanhada... Vem! Acabe com urgência, com esta minha querência. 27/07/03
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