o abandono ideológico.

hoje

não

tem

tecnologia.

31 de outubro de 2007.
tato avulso: o original

a maré levou a gente.
a correnteza não perdoa. nem perde.
utopizei meu discurso, cativei o início do delírio.
pra quê?
o barco rema contra, mas também voa na onda...

brincar com o inexistente cria o primórdio de tudo.
palavras avulsas também estilhaçam o vitral.
o medo do pecado transfigura a essência.

o breve logo é poesia,
logo se torna nostálgico,
logo desaparece da lembrança..
logo logo é levado à existência,
logo logo transforma-se em verso.

o todo que surge
de surgimento surgido
que sugestiona a valsa
é o ponto final do poeta.

e então o batuque dos galhos
traduz a vida do vento...

afinal, é tudo a origem do todo.

linguagem do descontrole: maniqueísmo claustrofóbico e gritante.
pedro

breviagem:
preciso?
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