1-
Por que acabou o grupo punk
Passeatas?
1- Como o baixista EMC trabalhava em uma empresa
familiar, em mais de um Estado,
ele não poderia se comprometer em estar todo
final de semana em um ensaio do grupo,
o grupo punk Passeatas não era uma
prioridade
na vida dele, por motivos profissionais familiares,
isso desde o início.
Após o tempo gasto com os estudos,
e fora do horário de trabalho dele,
o grupo Passeatas foi, no início,
algo importante na vida dele,
incluindo nisso o público do grupo
que também era público de outros grupos do ABCD...
e também de SP, mas ele também queria gastar
o tempo restante fora do trabalho e dos estudos
com ... ele só pensava em namorar; incrível.
Ele administrou o tempo dele
da melhor maneira possível,
mas conflitos surgiram com
o passar do tempo,
com os familiares dele e no grupo.
E de tanto só pensar em namorar,
aconteceu aquilo que era previsível acontecer,
ele fabricou o primeiro e talvez único filho,
com uma das irmãs do ALT (ALTmiro pun'),
que mais adiante participaria no Libertação
Radical,
convidado pelo FJGR.

Acima
EMC tocando o baixo em 1982/11 em SP-SP-BR.

B.,
a cara do pai, EMC, em tinta acrílica sobre
prancha, por FJGR.
Quem me pediu para pintar o quadro foi a mãe dele, M.
Atualmente ele está com mais de vinte um anos de
idade.
Conversei rapidamente com ele após o término da
banda LR,
e perguntei para ele qual era o gosto musical dele, não
era rock.
2- No início o grupo não tinha um lugar
fixo para ensaiar, algo que foi resolvido
com a entrada de um baterista fixo, LG,
mas após vários anos ensaiando na chopana
do baterista LG, que ficava no terreno da casa
dos pais dele, a mãe dele, M.,
não queria mais o grupo e o público
circulando lá; usar os vizinhos
como justificativa para acabar
com um local de ensaio era
relativamente comum,
algo que poderia ser verdade, ou não.
Com a perda do local de ensaio,
a qualidade das músicas existentes
em apresentações ao vivo ficariam piores,
e novas músicas deixariam de existir.
3- Com o passar do tempo, estava ocorrendo
um distanciamento entre as letras de músicas
escritas por FJGR dentro do grupo
punk Passeatas em relação
aos outros participantes no grupo,
especificamente em relação ao baixista, EMC,
e também em relação ao vocalista, APNV.
O baixista EMC estava se posicionando
nas conversas com FJGR da seguinte maneira:
As pessoas são aquilo que elas são e tentar
mudá-las talvez fosse algo não mais coerente.
Ou seja, estava se tornando algo sem sentido
tudo aquilo dentro do grupo,
e talvez também para com o público.
Se fosse isso, as novas letras de músicas
teriam que falar sobre aquela nova situação,
e até apoiando-a, algo que FJGR não pensava
daquela maneira enquanto autor.
A única música que poderia ser próxima
daquela situação, seria a música
Lixo da Sociedade, na realidade nem ela.

O grupo ficou dividido em dois pares
antes do término, FJGR + LG,
EMC + APNV.
4- Após o resultado das eleições
para o Governo do Estado de SP
no final do ano 1982, e principalmente
após o início da nova administração
em janeiro do ano 1983, quando foi mudada
a função da polícia,
a opressão policial diminuiu,
e isso influenciou também
o posicionamento do grupo,
também o resultado das eleições
nos outros estados influenciou a visão geral
do núcleo FJGR + EMC em relação ao futuro
de tudo aquilo, sendo que do ponto de vista do FJGR
seria uma continuidade com mais liberdade,
e também do ponto de vista do EMC,
mas da maneira que foi comentada
no motivo três.
Portanto, aquilo que foi defecado na tese
mentirosa
do ALTmiro pun', não era a explicação correta
para o término do grupo punk Passeatas.
2- O vocalista ter perdido a mão dele
foi um dos motivos para o término do grupo?
Não. Dentro do grupo ele poderia usar a outra mão,
ou um pedestal se fosse necessário,
mas ele não gostava muito de pedestal,
preferia segurar o microfone.
Todos os participantes no grupo o apoiaram
dentro do grupo incentivando-o,
sem problemas em relação.
Ninguém no grupo chamava-o de gancho.
3- Você estava com ele quando ele perdeu a mão?
Não, não estava.
4- Você em algum momento sentiu-se culpado
pelo que aconteceu com ele?
Não, nunca.
Quando ele se acidentou, eu estava
ou no lar da família da minha namorada
naquela época, ou no ônibus, ou no metrô,
ou com 99,99% de certeza no lar dos meus pais
assistindo televisão, ou dormindo com a TV ligada.
Se alguma pessoa tentar me fazer
se sentir culpado, não conseguirá,
nem se for um classe média mal informado
que aparece em fotografias com personalidades
do meio rock que eu gostava, será uma total
perda de tempo.
Se fui bem informado, em um passado
a cada dia mais distante,
ele ter perdido a mão não o impediu
de fabricar um talvez único filho
(1985? 1986?), alguns anos após
o término do grupo punk Passeatas,
com uma moça estilo hippie,
que não fazia parte do movimento punk.
O filho dele, que eu nunca conheci,
nem nunca conversei com ele,
se realmente existiu,
está com mais de vinte um anos de idade.
Ele foi a segunda pessoa que foi membro
da banda punk Passeatas
a fabricar um filho,
o primeiro foi o baixista EMC,
o terceiro foi o baterista LG
quando ele estava no
grupo Libertação Radical.
5- Em algum momento da sua vida
você se arrependeu de ter sugerido ele
para ser o (ex-)vocalista
do (extinto) Passeatas?
Naquela época eu fiquei com um pé atrás
em sugerir um marrom para fazer parte da banda,
não apenas ele, por causa da época
e do conteúdo das letras das músicas.
Nos dias atuais eu não mais montaria uma banda,
eu iria em frente trabalhando sozinho.
Abaixo imagem encontrada na
internet relacionada com o tal
Botinada - A História do Pun' no BR.
O ex-vocalista da extinta
banda punk Passeatas tentando enganar
a opinião pública, tentando sugerir que a extinta
banda punk Passeatas ainda existia na época
que o DVD foi lançado, algo que não era
verdade,
ele até aparece naquele DVD
sem nenhum membro da banda,
nem nenhum público,
se comportando como se estivesse
no SESC Pompéia no ano 1982,
algo que também não era verdade,
aparentemente ele estava usando
a aparelhagem de palco da equipe de som
que fornecia equipamento para os atos políticos
da CUT
(& PT) em SBC (SP-BR),
mas ele nunca tinha tido qualquer
relação com a CUT, menos
ainda com o PT.
Aparentemente
ele estava sendo orientado
por um tal Gastão A. Ratoeira.

Todos unidos contra
o governo do
PT & CUT?
Hand
= mão.
Arm = braço.
Army
= Exército.
APNV
prestou serviço militar, Exército,
Tiro de Guerra de SBC,
no amplo ABCD...,
em alguma data nos
anos setenta.
Não use o nome
Passeatas
se você for montar
uma banda.
A banda terminou definitivamente no ano 1983.
...

...

Na
velocidade da vida, e morte,
na cidade grande,
uma rápida fotografia por FJGR,
data 2016/07,
em um início de noite com
uma temperatura amena.
Meu nome não é Johnny,
nem Severina.
6- Mais algum comentário?
A intenção inicial do grupo punk
Passeratas
era durar muito, muito tempo,
e terminou durando uma quantidade de tempo
maior do que muitos outros grupos.
Naquela época surgiram grupos que somente
existiam na teoria, não na prática.
Grupos com membros sem nenhuma experiência
em instrumentos musicais, sem terem instrumentos
musicais, que até apareciam em uma fotografia como
se o grupo realmente existisse, inclusive com um nome
para o grupo, mas não existiam na prática,
somente na fotografia, nisso até pessoas
que tentaram
assumir a identidade de algum grupo,
inativo ou extinto,
sem autorização do grupo original,
exemplo de falsificação logo abaixo:

Acima uma ilustração fotográfica para
mostrar a tentativa de assumir na
internet a identidade do extinto
grupo punk Passeatas
no serviço last.fm,
cinco pessoas que não tocavam
nenhum instrumento musical,
e nunca foram de nenhuma banda.
Se ainda me lembro,
o segundo da esquerda para a direita,
era relacionado com a casa onde foi
o último local de ensaio do atualmente
extinto grupo punk Passeatas,
em SBC (SP-BR).
Obrigado pelo curtíssimo tempo
naquele local de ensaio.
2017/09:
Estou
cansado de tudo isso.
2019/03:
Estou cansado de tudo isso.
2026/05:
Há muito tempo isso não mais
é algo agradável.
...

Na animação acima, produzida pelo
usuário e desenvolvedor fjgr,
a banda Sham 69
em revista comprada pelo
fjgr em uma das
poucas
livrarias em SP-SP-BR
que trabalhavam
com publicações
importadas no final
dos anos 70 e início
dos anos 80.
Não sei se foi a partir
da banda Sham 69
que surgiu no
serviço last.fm
o nome de usuário
Necrophilia69.
Também haviam grupos com membros que
tinham
os instrumentos musicais, mas nem sabiam afiná-los,
o simples ato de produzir algum barulho naqueles
instrumentos musicais era considerado pelos
membros daqueles grupos a genuína música punk.
Esses tipos de grupos, mencionados
logo acima, tiveram uma vida extremamente curta,
eles seriam no máximo 'conceituais'.
Isso logo acima aconteceu porque a propaganda
que era feita para o estilo musical punk,
era que qualquer um poderia montar uma banda punk
sem conhecimento de algum instrumento musical,
serviu como incentivo, mas na prática era uma
mentira.
O ex-baixista do extinto Passeatas constatou isso
na prática, quando FJGR ensinou-o a tocar o baixo
que ele havia comprado incentivado por FJGR,
ele foi perseverante e ultrapassou as dificuldades
normais do aprendizado que FJGR já havia
ultrapassado,
mas no aprendizado para tocar guitarra elétrica,
portanto também do baixo.

Na primeira fita (BASF) o grupo punk The
Clash
no primeiro LP e no segundo LP, importados,
na segunda fita (Sony) o grupo The Plasmatics
que fazia uma ótima mistura de punk rock
com hard rock e heavy metal.
Esse primeiro LP do The Clash
foi trazido pela mãe de um amigo do FJGR
dos USA importado da England
para ser vendido para o EMC,
naquela época baixista do grupo punk
Passeatas,
capa com o uso de cores fluorescentes.
7- Você gostaria de mencionar um grupo e uma
música
para finalizar nessa sétima pergunta?
Passeatas - Eu Não Quero Ser.

Foi a maneira conceitual como tudo começou
enquanto alternativa, de uma negação.

...
