Agradecimentos: USP que me inspirou e University
Of London que me incentivou acreditando em mim.
Geografia
A água ao Planeta Terra.
A NASA com base em fotos tiradas por
telescópios mostraram indícios de já ter havido
água no planeta vermelho, mas como ela saiu de lá ainda
é um mistério. Na Geografia trabalhamos com
hipóteses, experimentos, conclusões e teses. A tese mais
conhecida é de Einstein com a teoria da relatividade que foi
considerada plausível pela comunidade científica depois
de sua apresentação na Intentona.
A contribuição que Einstein nos deu,
que sinteticamente vou utilizar, é a, do saber,
movimentação dos astros e dos planos. Os planos
representam um conjunto de vias contendo astros e planetas e outros
blocos rochosos que se movimentam distintamente em outra
dimensão em relação à dos planos, e neles
há astros formando alguns sistemas estelares. Os astros possuem
grande energia cósmica e possuem algumas determinadas
movimentações, há astros que circundam em volta de
si mesmo, há astros que viajam pelo Universo e há astros
que se movimentam em relação a outros astros por
atração gravitacional.
Pois bem,
graças a este presuposto de Einstein, posso levantar uma
hipótese de ter havido água em Marte, o qual proponho
experimentos para ela ser invalidada ou continuada, apenas como
contribuição científica.
Hipótese: Haveriam dois astros de energia
cósmica muito consideráveis, sendo que um continha alguns
planetas transladando em volta dele, e este foi repulso ao outro, e
estes dois entraram em movimentação gravitacional,
rodeavam entre si até ocorrer um grande encontro, e alguns
desses planetas mudou de movimento de translação para o
outro astro temporariamente, e um deles pôde captar água
uma massa de água congelada, talvez de outra via que ali estava,
e este planeta que vou denominar de planeta A continha água
líquida, em sua superfície por atração
gravitacional, pois uma processo térmico fez ela descongelar.
Enquanto isto, o astro de menor energia gravitacional, que vou
denominar por astro B foi repelido embora ao espaço até
estacionar ou viajar em algum espaço de equilíbrio
gravitacional que o condicionara.
O planeta A que ainda possuía uma
força resultante do impacto saiu do movimento de
translação do astro maior e também foi repelido ao
espaço, juntamente com outro planeta que vou denominar de
planeta C, até chegar próximo ao Sol quando ficou muito
quente e se separou da porção de água que ele
continha deixando à no Universo e posteriormente entrando em
movimento de translação solar. Enquanto isto o astro B
virou uma estrela anã se apagou e foi outra vez repelido, desta
vez em direção ao Sol antigo, e foi quando antes de
chegar perto do Sol, atraiu a porção de água para
o planeta C, provavelmente Marte, e começou a rodear o Sol.
As condições para o planeta A e
planeta C ficarem em órbitas eram pouco prováveis sem
água, mas graças a ela eles não saíram pela
tangente quando o planeta C seria tocado pelo planeta A por estar muito
grande, captando mais detritos rochosos do espaço, e o papel da
água foi de repelir um pouco esta colisão. O astro B, que
rodeava ao Sol entrou em colapso com o planeta A e o fragmentou em
alguns blocos rochosos, dando origem à outros planetas,
provavelmente um deles sendo O Planeta Terra, e soltou uma energia
resultante que tirou a água de Marte para um lugar
longínquo e esta porção de água ali em
órbita do Sol correndo o risco de ser consumida por ele, outros
desses fragmentos que vou denominar de planeta D, também foi
para este mesmo lugar longínquo, onde jorra água por
lugares alcançáveis, e atraiu a água novamente
para o seu campo gravitacional, enquanto era atraído novamente
ao Sol, isto se dá quando a aceleração
centrípeta é maior que a aceleração
centrífuga, e este ao chegar sofreu processo exotérmico,
o mesmo acontece na Terra contemporânea que intercala em tempos o
pico mais alto do planeta, e
expeliu a água até O Planeta Terra e um restante
até Plutão. Enquanto o astro B, responsável pelo
Sistema Solar seguiu sua trajetória de repulsão
gravitacional.
Posteriormente, um conjunto de blocos rochosos que
passara ali, deu condições dos planetas serem eixo de
órbita de satélites naturais de acordo com cada
força peso deles, a Lua por exemplo, depois de se colidir com
alguns deles orbitou o Planeta Terra e sendo representada com algumas
crateras a olho nú, provocadas por atividades vulcânicas
em detrimento deste impacto, o mesmo se deu com O Planeta Terra que
também se colidiu com algum deles, apresentando atividade
vulcânica e expelindo até um futuro cometa O Halley
através de fendas ligadas à astenosfera.
A água no Planeta Terra.
A água é divida no Planeta Terra em
92,3% de água salgada, 2,7% de água doce e o restante em
água subterrânea.
O território brasileiro possui uma vasta
região para abrigar águas pois é detentor de uma
costa banhada pelo Oceano Atlântico, é rico em
águas subterrâneas que ao longo do tempo por
ações de intemperismo físico ou intemperismo
químico ou transgressões marinhas ou eras glaciais que
propiciaram o surgimento de lagos e geleiras por
deposição de gelo e posterior descongelamento ou
coalescência de partículas de água.
No Vale Do Paraíba percorre um rio de
água doce que aflora em Paraibuna com águas
subterrâneas em contato com águas salgadas de sulcos
rochosos de horizontes mais distantes em contato e desemboca na Baixada
Fluminense com um delta no litoral com deposições
próprias no Oceano Atlântico formando uma restinga.
Entre seu percurso encontra-se de um lado a
Serra Da Mantiqueira e a Escarpa Do Mar. A Serra Da Mantiqueira
é derivada da deriva das placas tectônicas, graças
a este movimento, origina-se uma subducção de uma das
placas originando orogênese e sobemergindo rochas cristalinas,
que representam 36% da litosfera, 51% de rochas sedimentares e o
restante de rochas vulcânicas; de acordo com as estruturas
mineralógicas de cada formação presente na Serra
Da Mantiqueira.
A Serra Da Mantiqueira é dividida em
altimetrias distintas graças à:
- Falhas geológicas -
Algumas falhas geológicas notadas por propensões de
inúmeras resultantes naturais modelam o cenário, e
erosões eólicas devido à circulação
atmosférica que isto propicia.
- Brisas Marinhas - O local
é propício ao atrito com partículas de água
vindas da Escarpa Do Mar, através de intemperismo físico,
também modelando o cenário.