
A Regra Primitiva do Templ�rios
Vers�o francesa (76 artigos)
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Esta tradu��o da original, ou primitiva, Regra do Templ�rios est� baseado na edi��o de 1886 de Henri de Curzon, iuLa R�gle du Temple como um Manual Militar, ou Como Entregar uma Carga de Cavalaria.. Representa a Regra dada aos jovens Cavaleiros do Templo pelo Conselho de Troyes, em 1129, embora irm�o deva ser esquecido que a Ordem tenha existido durante v�rios anos e tenha constru�do suas pr�prias tradi��es e costumes antes do aparecimento de Hugues de Payens ao Conselho de Troyes. Para uma extens�o consider�vel, ent�o, a Regra Primitiva � baseada em pr�ticas existentes. (Upton-Ward, p�g. 11)
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Aqui come�a o pr�logo para a Regra de Templo
A
Regra Templ�ria de Bernardo de Clairvaux
1. N�s falamos primeiramente a todos aqueles que secretamente menosprezam o pr�prio testamento e desejam com um cora��o puro servir o rei soberano como um Cavaleiro e com cuidado estudioso desejam usar, e usar permanentemente, a armadura muito nobre de obedi�ncia. E ent�o n�s repreendemos voc�, voc� quem at� agora conduziu as vidas de Cavaleiros seculares, no qual Jesus Cristo n�o era a causa, mas que voc� s� abra�ou por favores humanos, para seguir aqueles quem Deus escolheu da massa de perdi��o e quem ele ordenou atrav�s de sua graciosa clem�ncia para defender a Santa Igreja, e que voc� acelere para se unir a eles para sempre.
2. Acima de todas as coisas, seja quem for um Cavaleiro de Cristo, escolhendo tais ordens santas, voc� em sua profiss�o de f� tem que unir pura dilig�ncia e firme perseveran�a, que � t�o merecedor e t�o santo, e � conhecido por ser t�o nobre, que se � preservado imaculado para sempre, voc� merecer� manter companhia com os m�rtires que deram as almas por Jesus Cristo. Nesta ordem religiosa floresceu e revitalizou a ordem da Cavalaria. Esta Cavalaria menosprezou o amor de justi�a que constitui seus deveres e n�o fez o que deveria, que � defenda os pobres, vi�vas, os �rf�os e igrejas, mas se esfor�ou para saquear, despojar e matar. Deus trabalha bem conosco e nosso salvador Jesus Cristo; Ele enviou seus amigos da Cidade Santa de Jerusal�m para as marchas da Fran�a e Borgonha, que para nossa salva��o e a expans�o da verdadeira f� n�o deixam de oferecer as suas almas a Deus, um sacrif�cio bem-vindo.
3. Ent�o n�s, em toda a alegria e toda a fraternidade, a pedido do Mestre Hugues de Payens, por quem a Cavalaria acima mencionada foi fundada pela gra�a do Esp�rito Santo, ajuntou a Troyes de prov�ncias distantes al�m das montanhas no banquete de meu senhor St Hilary, no ano da encarna��o de Jesus Cristo 1128, no nono ano depois de fundar a supracitada Cavalaria. E a conduta e come�o da Ordem de Cavalaria que n�s tivemos not�cias em cap�tulo comum dos l�bios do Mestre acima mencionado, Irm�o Hugues de Payens; e de acordo com as limita��es de nossa compreens�o o que parecia a n�s bom e ben�fico n�s louvamos, e o que parecia errado n�s nos esquivamos.
4. E tudo aquilo que aconteceu �quele conselho n�o pode ser contado nem pode ser recontado; e de forma que isto n�o deveria ser levado levianamente por n�s, mas considerado em s�bia prud�ncia, n�s deixamos isto para a crit�rio do nosso honor�vel lorde padre Honorius e do nobre patriarca de Jerusal�m, Stephen que conheceu os assuntos do Oriente e os Pobres Cavaleiros de Cristo, pelo conselho dos comuns n�s louvamos isto por unanimidade. Embora um grande n�mero de padres religiosos que ajuntaram �quele conselho louvaram a autoridade de nossas palavras, n�o obstante n�s n�o dever�amos passar em sil�ncio as verdadeiras ora��es e ju�zos que eles pronunciaram.
5. Ent�o eu, Jean Michel, para quem foi confiado este of�cio divino, pela gra�a de Deus servi como o humilde escritur�rio do documento presente por ordem do conselho e do vener�vel padre Bernard, abade de Clairvaux. Os Nomes dos Padres que Assistiram o Conselho
6. O primeiro era Matthew, bispo de Albano, pela gra�a de Deus legada � Santa Igreja de Roma; Renaud, arcebispo de Reims; Henri, arcebispo de Sens; e ent�o seus sufragistas: Gocelin, bispo de Soissons; o bispo de Paris; o bispo de Troyes; o bispo de Orl�ans; o bispo de Auxerre; o bispo de Meaux; o bispo de Chalons; o bispo de Laon; o bispo de Beauvais; o abade de V�zelay que foi feito o arcebispo de Lyon e legado da Igreja de Roma depois; o abade de C�teaux; o abade de Pontigny; o abade de Trois-Fontaines; o abade de St Denis de Reims; o abade de St-Etienne de Dijon; o abade de Molesmes; o acima nominado Bernard, abade de Clairvaux: de quem palavras o acima mencionado louvou liberalmente. Tamb�m presente estava o mestre Aubri de Reims; mestre Fulcher e muitos outros que tornaria tedioso o registro. E dos outros que n�o foram listados isto parece vantajoso fornecer garantias neste assunto, que eles s�o amantes de verdade: eles s�o o conde Theobald; o conde de Nevers; Andr� de Baudemant. Estes estavam no conselho e agiram de tal uma maneira que atrav�s de perfeito e estudioso cuidado que eles procuraram descobrir o que era bom e desaprovaram o que n�o parecia certo.
7. E tamb�m presente estava o Irm�o Hugues de Payens, Mestre da Cavalaria, com alguns dos seus irm�os quem trouxe consigo. Eles eram Irm�o Roland, Irm�o Godefroy, e Irm�o Geoffroi Bisot, Irm�o Payen de Montdidier, Irm�o Archambaut de Saint-Amand. O mesmo Mestre Hugues com os seus seguidores relataram aos padres supra nomeados os costumes e observ�ncias dos seus humildes come�os e do que um disse: Ego principium qui et loquor vobis, que quer dizer: �Eu que falo a voc� sou o come�o, de acordo com a mem�ria de algum.
8. Agradou o conselho dos comuns que as delibera��es que l� forem feitas e a considera��o das Escrituras Santas que foram examinadas diligentemente com a sabedoria de meu senhor Honorius, Papa da Santa Igreja de Roma, e do patriarca de Jerusal�m e com o consentimento do cap�tulo, junto com o acordo dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo que est� em Jerusal�m, deveriam ser postas por escrito e n�o deveria ser esquecido, persistentemente mantiveram de forma que por uma vida vertical a pessoa possa vir ao criador; a compaix�o da qual o Senhor [� mais doce] que mel quando comparado com Deus; cuja clem�ncia se assemelha a um, e nos permite vir a Ele quem eles desejam servir. Per infinita seculorum secula. Amen.
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Aqui
Come�a a Regra da Pobre Cavalaria do Templo
9. Voc�s que renunciam seus pr�prios testamentos, e voc�s outros que servem o rei soberano com cavalos e bra�os, pela salva��o de suas almas, por um per�odo fixo, esfor�a-se em todo lugar com puro desejo de ouvir matinas e o servi�o inteiro de acordo com a lei can�nica e os costumes dos mestres regulares da Cidade Santa de Jerusal�m. Voc�s irm�os vener�veis, similarmente Deus est� com voc�s, se voc�s prometerem desprezar o mundo enganoso em perp�tuo amor por Deus, e desprezar as tenta��es de seu corpo: sustentado pelo alimento de Deus e mergulhado e instru�do nas ordens de Nosso Senhor, ao t�rmino do of�cio divino, que nenhum deveria temer entrar em batalha se ele daqui em diante usar o tonsurado.
10. Mas se qualquer irm�o for enviado pelo trabalho da casa e do Cristianismo no Oriente � algo que n�s acreditamos acontecer� freq�entemente e n�o pode ouvir o of�cio divino, ele deveria dizer em vez de matinas treze Pais nossos; sete para cada hora e nove para as v�speras. E junto todos n�s ordenamos que ele fa�a assim. Mas aqueles que forem enviados por tal raz�o e n�o puderem vir a hora estabelecida para ouvir o of�cio divino, se poss�vel as horas fixas n�o deveriam ser omitidas, em ordem a render a Deus seu d�bito.
A
maneira na qual deveriam ser recebidos os Irm�os
11. Se qualquer Cavaleiro secular, ou qualquer outro homem, deseja deixar a massa de perdi��o e abandonar aquela vida secular e escolhe sua vida comunal, n�o consinta receb�-lo imediatamente, pois assim disse meu senhor S�o Paulo: Probate spiritus si ex sunt de Deo. Quer dizer: Teste a alma para ver se vem de Deus. Ainda, se a companhia dos irm�os ser� concedida a ele, deixe a Regra ser lida a ele, e se ele desejar obedecer estudiosamente as ordens da Regra, e se agrada o Mestre e os irm�os receb�-lo, deixe-lhe revelar o seu desejo perante todos os irm�os juntos em cap�tulo e lhe deixe fazer o pedido com um cora��o puro.
Em
Cavaleiros Excomungados
12. Onde voc� souber que Cavaleiros excomungado se re�nem, l� n�s comandamos voc� a ir; e se qualquer um deseja se unir a ordem da Cavalaria de regi�es ultramarinas, voc� n�o deve considerar lucro mundano tanto quanto a salva��o eterna da alma dele. N�s ordenamos que ele seja recebido contanto que ele compare�a ante o bispo daquela prov�ncia e faz a sua inten��o conhecida por ele. E quando o bispo ouviu e o absolveu, ele deveria o enviar ao Mestre e aos irm�os do Templo, e se a vida dele � honrada e merecedora de suas companhias, se ele parece bom ao Mestre e irm�os, deixe-o ser recebido misericordiosamente; e se ele deva morrer entretanto, pela ang�stia e tormenta que tenha sofrido, deixe ser dado a ele todos os benef�cios da fraternidade devido a qualquer um dos Pobres Cavaleiros do Templo.
13. Sob nenhuma outra circunst�ncia os irm�os do Templo deveriam compartilhar a companhia de um homem obviamente excomungado, nem levar as suas pr�prias coisas; e isto n�s proibimos fortemente porque seria uma coisa temerosa se eles fossem excomungados como ele. Mas se s� lhe pro�bem que ou�a o of�cio divino, � certamente poss�vel manter companhia com ele e levar a propriedade dele para a caridade com a permiss�o do comandante dele.
Em
n�o receber crian�as
14. Embora a regra dos santos padres permita a recep��o de crian�as em uma vida religiosa, n�s n�o lhe aconselhamos que fa�a isto. Porque ele que deseja dar sua crian�a eternamente � ordem da Cavalaria deveria o trazer at� tal tempo que ele possa ser capaz de suportar armas com vigor, e libertar a terra dos inimigos de Jesus Cristo. Ent�o deixe a m�e e o pai o conduzirem para a casa e que fa�am o pedido conhecido aos irm�os; e � muito melhor se ele n�o faz o voto quando for uma crian�a, mas quando for mais velho, e � melhor se n�o lamentar do que se lamentar disto. E daqui em diante deixe-lhe ser testado de acordo � sabedoria do Mestre e dos irm�os e de acordo com a honestidade da vida do quem pede ser admitido � fraternidade.
Em
Irm�os que se levantam muito longe na capela
15. Foi tomado conhecimento por n�s e n�s ouvimos isto de verdadeiras testemunhas que imoderadamente e sem restri��o que voc�s ouvem o servi�o divino ainda de p�. N�s n�o ordenamos que voc� se comporte desta maneira, pelo contr�rio n�s desaprovamos disto. Mas n�s comandamos que tanto o forte como tamb�m o fraco, para evitar um espalhafato, deveriam cantar o salmo que � chamado Venite, com o invitat�rio e o hino sentando-se, e dizer as suas ora��es em sil�ncio, suavemente e n�o ruidosamente, de forma que o proclamante n�o perturbe as ora��es dos outros irm�os. 16. Mas ao t�rmino dos salmos, quando o Gl�ria Pai � cantado, por rever�ncia � Santa Trindade, voc� subir� e se curvar� para o altar, enquanto o fraco e doente inclinar� sua cabe�a. Assim n�s comandamos; e quando a explica��o dos Evangelhos � lida, e o Te deum laudamus � cantado, e enquanto todos o louvores s�o entoados, e as matinas est�o acabadas, voc� estar� em p�. N�s lhe comandamos igualmente que esteja em seus p�s nos matinas de tal maneira e em todas as horas de Nossa Senhora.
No
vestido dos Irm�os
17. N�s comandamos que os h�bitos de todos os irm�os sempre deveriam ser de uma cor, que � branca ou negra ou marrom. E n�s concedemos a todos os irm�os Cavaleiros no inverno e no ver�o se poss�vel, capotes brancos; e a nenhum que n�o perten�a aos Cavaleiros de Cristo acima mencionados � permitido ter um capote branco, de forma que esses que abandonaram a vida de escurid�o um ao outro reconhecer� como sendo reconciliado ao seu criador pelo sinal dos h�bitos brancos: que significa pureza e castidade completa. Castidade � certeza de cora��o e sanidade do corpo. Para qualquer irm�o que n�o fizer o voto de castidade n�o poder� vir ao descanso eterno nem poder� ver Deus, pela promessa do ap�stolo que disse,: Pacem sectamini cum omnibus et castimoniam sine qua nemo Deum videbit. Quer dizer: �Se esfor�a para trazer paz para todos, mantenha-se puro, sem o qual nenhum pode ver Deus.
18. Mas estas batas devem estar sem qualquer vestu�rio elegante e sem qualquer demonstra��o de orgulho. E assim n�s ordenamos que nenhum irm�o ter� um peda�o de pele nas suas roupas, nem qualquer outra coisa que perten�a aos usos do corpo, nem mesmo uma manta a menos que seja da l� de cordeiro ou a l� de ovelha. N�s comandamos a todos para ter o mesmo, de forma que cada um pode se vestir e se despir, e cal�ar e descal�ar suas as botas facilmente. E o negociante de tecidos ou um que esteja no lugar dele deveriam refletir estudiosamente e se preocupar em ter a recompensa de Deus em todas as coisas acima mencionadas, de forma que os olhos do invejoso e mal intencionado n�o possam observar que as batas s�o muito longas ou muito curtas; mas ele deveria distribu�-los de forma que esses que os t�m que usar os ajustem, de acordo com o tamanho de cada um.
19. E se qualquer irm�o fora de um sentimento de orgulho ou arrog�ncia desejar ter como sua d�vida um h�bito melhor e melhor, deixe ser dado a ele o pior. E esses que recebem batas novas t�m que devolver o velho imediatamente, para ser dado aos escudeiros e sargentos e freq�entemente para o pobres, de acordo com o que parece bom ao que preenche o of�cio.
Em
Camisas.
20. Entre as outras coisas, n�s misericordiosamente regulamentamos que, por causa da grande intensidade de calor que existe no Oriente, da P�scoa at� Todos os Santos, por compaix�o e de nenhuma maneira como um direito, uma camisa de linho ser� dada a qualquer irm�o que desejar us�-la.
Em
linho de cama
21. N�s comandamos por consentimento comum que cada homem ter� roupas e linho de cama de acordo com o crit�rio do Mestre. � nossa inten��o que aparte de um colch�o, uma almofada e uma manta deveriam ser suficientes para cada um; e ao que faltar um destes pode ter um tapete, e ele pode usar uma manta de linho a qualquer hora, que quer dizer com uma pilha suave. E eles dormir�o vestidos em camisa e cal��es e sapatos e cintos a toda hora, e aonde eles dormirem ser� iluminado at� de manh�. E o negociante de tecidos deve assegurar que os irm�os s�o t�o bem tonsurados que eles podem ser examinados de frente e de costas; e n�s lhe comandamos que adira firmemente a esta mesma conduta com respeito a barbas e bigodes, de forma que nenhum excesso possa ser notado nos seus corpos.
Em
sapatos e la�os apontados
22. N�s proibimos sapatos e la�os apontados e proibimos qualquer irm�o de us�-los; nem n�s permitimos a esses que servem a casa por um per�odo fixo; mais n�s lhes proibimos que tenham sapatos com pontas ou la�os de forma alguma. Porque � manifesto e bem conhecido que estas coisas abomin�veis pertencem aos pag�os. Nem eles deveriam usar o cabelo ou os h�bitos deles muito tempo. Para esses que servem o criador soberano deva necessariamente nascer com e sem pela promessa do pr�prio Deus que disse: Estote mundi quia ego mundus sum. Quer dizer: "Nasce como eu nas�o".
Como
eles deveriam comer
23. No pal�cio, ou no que deva ser chamado de refeit�rio, eles deveriam comer juntos. Mas se voc� est� em falta de qualquer coisa porque voc� n�o � acostumado aos sinais usados por outros homens da religi�o, quieta e reservadamente voc� deveria pedir o que voc� precisa a mesa, com toda a humildade e submiss�o. Para o que o ap�stolo disse: Manduca panem tuum cum silentio. Quer dizer: "Coma seu p�o em sil�ncio". E o salmista: Posui ori meo custodiam. Quer dizer: "Eu segurei minha l�ngua". Que �, "eu pensei que minha l�ngua me fracassaria". Que �, "eu segurei minha l�ngua de forma que eu deveria falar nenhuma doen�a". Na leitura da li��o
24. Sempre, ao jantar e ceia do convento, deixe a Sagrada Escritura ser lida, se poss�vel. Se n�s amamos Deus e todas Suas santas palavras e seus santos mandamentos, n�s dever�amos desejar escutar atentamente; o leitor da li��o lhe pedir� que mantenha sil�ncio antes que comece a ler.
Em
tigelas e bebendo vasilhas
25. Por causa da escassez de tigelas, os irm�os comer�o em pares, de forma que a pessoa pode estudar o outro mais de perto, e de forma que severidade nem abstin�ncia de segredo seja introduzida na refei��o comunal. E s� parece a n�s que cada irm�o deveria ter a mesma ra��o de vinho na sua x�cara.
No
comer de carne
26. Deveria ser suficiente para voc�s comer carne tr�s vezes por semana, excluindo a Natal, Todos os Santos, a Assun��o e o banquete dos doze ap�stolos. Porque � entendido que o costume de comer carne corrompe o corpo. Mas se um jejum quando deve ser renunciada a carne cai em uma ter�a-feira, que no pr�ximo dia seja dado aos irm�os em abund�ncia. E nos domingos todos os irm�os do Templo, ser�o dados aos capel�es e aos escreventes duas refei��es de carne em honra da santa ressurrei��o de Jesus Cristo. E o resto da gente da casa, quer dizer os escudeiros e sargentos, estar� contente com uma refei��o e ser� grato a Deus por isto.
Em
refei��es de dias de semana
27. Nos outros dias da semana, que � segunda-feira, quarta-feira e at� mesmo s�bados, os irm�os ter�o duas ou tr�s refei��es de legumes ou outros pratos comidos com p�o; e n�s pretendemos que isto seja suficiente e comandamos que adiram. Porque se um n�o come uma refei��o o outro comer�.
Em
Comidas de sexta-feira
28. Nas sextas-feiras, deixe carne de quaresma ser dada na comunh�o � congrega��o inteira, fora de rever�ncia para a paix�o de Jesus Cristo; e voc� jejuar� de Todos os Santos at� a P�scoa, com exce��o do Dia de Natal, a Assun��o e o banquete do doze ap�stolos. Mas n�o ser�o obrigados os irm�os fracos e doentes a isto. Da P�scoa a Todos os Santos eles podem comer duas vezes, contanto que n�o haja nenhum jejum geral.
Em
dizer a Gra�a
29. Sempre depois de todo jantar e ceia todos os irm�os deveriam dar gra�as a Deus em sil�ncio, se a igreja est� perto do pal�cio onde eles comem, e se n�o � perto, no pr�prio lugar. Com um cora��o humilde eles deveriam dar gra�as a Jesus Cristo que � o Senhor Provedor. Deixe os restos dos p�es partidos ser dado aos pobres e os inteiros serem mantidos. Embora a recompensa do pobre, que � o reino de c�u, deve ser dado sem vacila��o, e a f� Crist� o reconhece voc� indubitavelmente entre eles, n�s ordenamos que uma d�cima parte do p�o seja dada a seu Hospitaleiro.
Em
tomar a cola��o
30. Quando luz do dia enfraquece e a noite cai escute o sinal do sino ou a chamada a ora��es, de acordo com os costumes do pa�s, e todos v�o cumprir o estipulado. Mas n�s lhe comandamos primeiro que tome a cola��o; embora n�s coloquemos esta leve refei��o debaixo do arb�trio e crit�rio do Mestre. Quando ele quer �gua e quando ele ordena, fora de clem�ncia, vinho dilu�do, deixe ser dado sensivelmente. Verdadeiramente, n�o deveria ser levado ao excesso, mas em modera��o. Salom�o disse: Quia vinum facit apostatare sapientes. Que quer dizer que vinho corrompe a sapi�ncia.
Em
manter sil�ncio
31. Quando os irm�os saem do estipulado eles n�o t�m nenhuma permiss�o para falar abertamente exceto em uma emerg�ncia. Mas deixe cada um ir quietamente para sua cama e em sil�ncio, e se precisa falar ao seu escudeiro, ele deveria dizer o que tem que dizer suave e quietamente. Mas se por casualidade, ao sa�rem do estipulado, a Cavalaria ou a casa tem um problema s�rio que deva ser resolvido antes da manh�, n�s entendemos que o Mestre ou uma por��o dos irm�os mais velhos que governam a Ordem sob o Mestre, podem falar adequadamente. E por isto n�s comandamos que deveria ser feito de tal forma.
32. Porque � escrito: In multiloquio non effugies peccatum. Quer dizer que falar muito n�o � sem pecado. E em outro lugar: Mors et vita in manibus lingue. Quer dizer: "Vida e morte est�o no poder da l�ngua". E durante aquela conversa��o n�s proibimos palavras inativas e estouros de riso completamente. E se qualquer coisa � dita durante que conversa��o que n�o deveria ser dita, quando voc� for para cama n�s lhe comandamos que diga a ora��o de Pater Noster em toda a humildade e pura devo��o.
Em
Irm�os doentes
33. Podem ser permitidos para irm�os que sofrem enfermidade pelo trabalho da casa subir durante os matinas com o acordo e permiss�o do Mestre ou dos que est�o encarregados com este of�cio. Mas eles deveriam dizer ao inv�s dos matinas treze paternosters, como � estabelecido acima, de tal forma que as palavras reflitam o cora��o. Davi assim disse: Psallite sapienter. Quer dizer: "Cante sabiamente". E em outro lugar o mesmo Davi disse: In conspectu Angelorum psallam tibi. Quer dizer: "Eu cantarei a voc� antes dos anjos". E deixe isto estar a toda hora � crit�rio do Mestre ou dos que est�o encarregados com este of�cio.
Na
vida comunal
34. L�-se nas Sagradas Escrituras: Dividebatur singulis prout cuique opus erat. Quer dizer que para cada um era determinado de acordo com a necessidade dele. Por isto n�s dizemos que nenhum deve ser elevado entre voc�s, mas todos deveriam tomar cuidado dos doentes; e ele que est� menos doente deveria agradecer a Deus e n�o deveria se aborrecer; e deixe quem � pior humilhar-se pela debilidade dele e n�o fique orgulhoso por piedade. Deste modo todo os membros viver�o em paz. E n�s proibimos qualquer um de abra�ar abstin�ncia excessiva; mas firmemente mantenha a vida comunal.
Do
Mestre
35. O Mestre pode dar a quem quer que o agradar o cavalo e armadura e tudo que do que gostar de outro irm�o, e o irm�o para quem a determinada coisa pertence n�o deveria ficar vexado ou bravo: pois esteja certo que se ele se chateia que ele ir� contra Deus.
Em
dar delibera��o
36. Deixe s� esses irm�os quem o Mestre sabe que dar�o sabedoria e conselho ben�ficos serem chamados ao conselho; para isto comandamos n�s, e por nenhum modo todo o mundo deveria ser escolhido. Para quando acontecer que eles desejam tratar assuntos s�rios como o dar de terra comunal, ou falar dos neg�cios da casa, ou receber um irm�o, ent�o se o Mestre deseja, � apropriado ajuntar a congrega��o inteira para ouvir o conselho do cap�tulo inteiro; e o que parecer melhor e mais ben�fico Mestre, deixe-lhe faz�-lo.
Em
Irm�os enviados ao Ultramar (Outremer)
37. Irm�os que s�o enviados ao longo de pa�ses distantes do mundo devem esfor�ar-se para manter as ordens da Regra de acordo com suas habilidades e viver sem repreens�o com respeito a carne e vinho etc. de forma que eles possam receber um bom relat�rio de estranhos e possam n�o se sujar atrav�s de a��o ou palavras os preceitos da Ordem, e de forma que eles fixem um exemplo de trabalhos bons e sabedoria; acima de tudo de forma que os com quem eles se associem e cujas pousadas eles se hospedam possam ser dados com honra. E se poss�vel, a casa onde eles dormem e se hospedam n�o deveria estar � noite sem luz, de forma que inimigos sombrios pode n�o os conduzir a maldade que Deus lhes pro�be.
Em
manter a paz
38. Cada irm�o deve assegurar que ele n�o incita outro irm�o para a ira ou o enfurece, pois a clem�ncia soberana de Deus mant�m o irm�o forte e fraco igual, em nome de caridade.
Como
os Irm�os deveriam andar
39. Em ordem de levar a cabo os seus santos deveres e ganhar a gl�ria da alegria do Senhor e para escapar do medo de inferno de fogo, est� certo que todos os irm�os que s�o professados estritamente obedecem ao seu Mestre. Pois nada � mais querido a Jesus Cristo que a obedi�ncia. Pois assim que algo seja comandado pelo Mestre ou por quem o Mestre deu autoridade, deveria ser feito sem demora como se o pr�prio Cristo tenha comandado. Pois Jesus Cristo assim disse pela boca de Davi, e � verdade: Ob auditu auris obedivit mihi. Quer dizer: "Ele me obedeceu assim que ele me ouviu".
40. Por isto n�s rezamos e firmemente comandamos os irm�os Cavaleiros que abandonaram os pr�prios seus testamentos e todos os outros que servem por um per�odo fixo para n�o presumir sair da cidade sem a permiss�o do Mestre ou do que foi determinado tal of�cio; exceto � noite para o Sepulcro e os lugares de ora��o que est�o dentro das paredes da cidade de Jerusal�m.
41. L�, irm�os podem entrar em pares, mas caso contr�rio n�o pode sair de dia ou de noite; e quando eles pararem em uma pousada, irm�o nem escudeiro nem sargento pode ir para outro hospedaria para ver ou falar a ele sem permiss�o, como � dito acima. N�s comandamos por consentimento comum isso nesta Ordem que � governada por Deus, nenhum irm�o deveria lutar ou deveria descansar de acordo com o pr�prio desejo, mas de acordo com as ordens do Mestre, a quem deveriam submeter tudo, que eles podem seguir este pronunciamento de Jesus Cristo que disse: Non veni facere voluntatem meam, sed ejus que misit me, patris. Quer dizer: "Eu n�o vim cumprir meu pr�prio desejo, mas o desejo de meu pai que me enviou".
Como
eles devem efetuar uma troca
42. Sem permiss�o do Mestre ou do que ocupe o of�cio, n�o deixe nenhum irm�o trocar uma coisa por outra, nem pergunte, a menos que seja uma coisa pequena ou insignificante.
Em
fechaduras
43. Sem permiss�o do Mestre ou do que ocupe o of�cio, n�o deixe nenhum irm�o ter uma bolsa ou sacola com fechaduras; mas n�o est�o inclu�dos os chefes de casas ou prov�ncias e Mestres nisto. Sem o consentimento do Mestre ou do chefe dele, n�o deixe nenhum irm�o ter cartas dos seus parentes ou de qualquer outra pessoa; mas se ele tem permiss�o, e se agrada o Mestre ou o chefe, as cartas podem ser lidas para ele.
Em
presentes seculares
44. Se qualquer coisa que n�o possa ser conservada, como carne, � cedida a qualquer irm�o por uma pessoa secular em agradecimento, ele deve apresentar isto ao Mestre ou ao Chefe de Alimentos. Mas se acontece que quaisquer dos amigos dele ou parentes tem algo que eles desejam s� dar a ele, n�o lhe deixe levar isto sem a permiss�o do Mestre ou do exerce o of�cio. Al�m disso, se � enviado ao irm�o qualquer outra coisa pelos seus parentes, n�o lhe deixe levar isto sem a permiss�o do Mestre ou do que exerce o of�cio. N�s n�o desejamos incluir os chefe ou bailios, que especialmente s�o encarregados para levar a cabo este of�cio nesta regra acima mencionada.
Em
faltas
45. Se qualquer irm�o, ao falar ou servindo como soldado, ou de qualquer outro modo comete um pecado leve, ele deveria fazer conhecer de boa vontade a falta ao Mestre, para indenizar com um cora��o puro. E se ele normalmente n�o falha deste modo deixe-lhe ser dada uma pena leve, mas se a falta � muito s�ria deixe-o afastado da companhia dos irm�os de forma que ele n�o coma ou beba a qualquer mesa com eles, mas sozinho; e ele deveria submeter � clem�ncia e ju�zo do Mestre e irm�os que ele pode ser salvo no Dia do Ju�zo.
Em
faltas s�rias
46. Acima de todas as coisas, n�s dever�amos assegurar que nenhum irm�o, poderoso ou n�o poderoso, forte ou fraco, que deseja se promover gradualmente e ficar orgulhoso e defender seu crime, permane�a impune. Mas se ele n�o deseja se reconciliar d�-lhe um castigo mais severo. E se atrav�s de ora��es de delibera��o piedosas � dito a Deus por ele, e ele n�o deseja fazer indeniza��es, mas deseja ostentar cada vez mais, deixe-o ser erradicado do rebanho piedoso; de acordo com o ap�stolo que diz: Auferte malum ex vobis. Quer dizer: "Remova o mau dentre voc�s". � necess�rio para voc�s remover a ovelha m� da companhia de irm�os fi�is.
47. Al�m disso o Mestre que deveria manter em sua m�o o cajado e a vara - o cajado com que sustenta as fraquezas e for�as dos outros; a vara para bater os v�cios desses que pecam para amor de justi�a por delibera��o do patriarca, deveria se preocupar em fazer isto. Mas tamb�m, como meu senhor S�o M�ximo disse: "Possa a indulg�ncia ser n�o maior que a falta; nem castigo excessivo cause o pecador a retornar a a��es m�s".
Em
rumor
48. N�s o comandamos atrav�s de delibera��o divina evitar uma pestil�ncia: inveja, rumor, ofensa, cal�nia. Assim cada um se guardar� zelosamente contra o que o ap�stolo disse: Ne sis criminator et susurro in populo. Quer dizer: "N�o acusa ou difama as pessoas de Deus". Mas quando um irm�o sabe com certeza que o irm�o da mesma categoria dele pecou, quietamente e com clem�ncia fraternal deixe-o ser castigado reservadamente entre os dois, e se ele n�o deseja escutar, outro irm�o deveria ser chamado, e se ele despreza ambos ele deveria retratar-se abertamente ante o cap�tulo inteiro. Esses que desacreditam outros sofrem de uma cegueira terr�vel e muitos est�o cheio de grande afli��o que eles n�o guardam contra inveja para outros; pelo qual eles ser�o mergulhados na antiga maldade do diabo. N�o deixe nenhum se orgulhar de suas faltas
49. Embora todas as palavras ociosas geralmente s�o conhecidas por serem pecaminosas, elas ser�o faladas por aqueles que se orgulham do pr�prio pecado ante o r�gido juiz Jesus Cristo; que � demonstrado pelo que Davi disse: Obmutui et silui a bonis. Quer dizer que deve se abster de falar at� mesmo o bem, e observar o sil�ncio. Igualmente a pessoa deveria guardar contra falar o mal para escapar da penalidade de pecar. N�s proibimos e firmemente proibimos para qualquer irm�o que conte a outro irm�o nem para qualquer outro as a��es valentes que ele fez em vida secular, que deveria ser chamada de tolice t�o cometida no desempenho de deveres cavalheirescos, e os prazeres da carne que ele teve com mulheres imorais; e se acontece que ele lhes ouve ser contado por outro irm�o, ele deve silenci�-lo imediatamente; e se ele n�o pode faz�-lo, ele deve deixar aquele lugar imediatamente e n�o deve dar uma orelha do seu cora��o ao mascate de sujeira. N�o deixe nenhum perguntar
50. Este costume entre os outros n�s lhe comandamos que adira estritamente e firmemente: que nenhum irm�o deveria pedir o cavalo ou armadura de outro explicitamente. Ser� feito ent�o desta maneira: se � conhecida a debilidade do irm�o ou a debilidade dos seus animais ou a armadura dele tal que o irm�o n�o pode sair para fazer o trabalho da casa sem dano, deixe-lhe ir para o Mestre, ou para o que est� no lugar dele naquele of�cio ap�s o Mestre, e fa�a-o conhecer a situa��o em pura f� e verdadeira fraternidade, e daqui em diante permane�a � disposi��o do Mestre ou do que exer�a este of�cio.
Em
animais e escudeiros
51. Cada irm�o Cavaleiro pode ter tr�s cavalos e nenhum mais sem a permiss�o do Mestre, por causa da grande pobreza que existe na atualidade na casa de Deus e do Templo de Salom�o. A cada irm�o Cavaleiro n�s concedemos tr�s cavalos e um escudeiro, e se aquele escudeiro serve a caridade de boa vontade, o irm�o n�o o deveria bater para qualquer pecado que ele cometa. Que nenhum Irm�o possa ter uma r�dea ornada
52. N�s proibimos totalmente para qualquer irm�o ter ouro ou prata na sua r�dea, nem nos estribos, nem nas esporas. Quer dizer, se ele os compra; mas se acontece que uma coura�a � dada a ele em caridade que � t�o velha que o ouro ou prata � manchada, que o resplendorosa beleza n�o � vista por outros nem os orgulha: ent�o ele pode os ter. Mas se lhe � determinado equipamento novo deixe o Mestre lidar com isto como ele achar apropriado.
Em
coberturas de lan�a
53. N�o deixe nenhum irm�o ter uma cobertura em seu escudo ou lan�a, porque n�o � nenhuma vantagem, pelo contr�rio n�s entendemos que seria muito prejudicial.
Em
bolsas de comida
54. Este comando que � estabelecido por n�s � ben�fico para todos manterem e por isto n�s ordenamos que seja mantido daqui em diante, e que nenhum irm�o possa fazer uma saco de comida de linho ou l�, principalmente, ou qualquer outra coisa menos um profinel.
Em
ca�ar
55. N�s proibimos coletivamente para qualquer irm�o que cace um p�ssaro com outro p�ssaro. N�o � certo para um homem de religi�o sucumbir a prazeres, mas ouvir de boa vontade os mandamentos de Deus, estar freq�entemente em ora��o e cada dia confessar comovidamente a Deus em suas ora��es os pecados que cometeu. Nenhum irm�o pode presumir em ir particularmente com um homem que ca�a um p�ssaro com outro. � bem certo para todo homem religioso simplesmente ir e com humildade sem rir ou falar muito, mas razoavelmente e sem elevar a voz e por isto n�s especialmente comandamos para todos os irm�os que n�o entrem nos bosques com arcos longos ou arcos em cruz para ca�ar animais ou acompanhar qualquer um que assim fa�a, exceto para o salvar de pag�os incr�dulos por amor. Nem voc� deveria perseguir cachorros, nem gritar ou tagarelar, nem esporeie um cavalo em desejo de capturar uma besta selvagem.
No
le�o
56. � a verdade que voc�s especialmente est�o encarregados com o dever de dar suas almas para seus irm�os, como fez Jesus Cristo, e de defender a terra dos pag�os n�o crentes que s�o os inimigos do filho da Virgem Maria. Esta acima mencionada proibi��o de ca�a por nenhum meios pretendeu incluir o le�o, porque ele vem cercando e procurando o que ele pode devorar, as m�os dele contra todo homem e a m�o de todo homem contra ele. Como eles poder ter terras e homens
57. Este tipo de nova ordem que n�s acreditamos que estava fora das Sagradas Escrituras e provid�ncia divina na Terra Santa do Jejum. Quer dizer que esta companhia armada de Cavaleiros pode matar as inimigas da cruz sem pecar. Por isto n�s o julgamos ser chamamos de Cavaleiros do Templo justamente, com o duplo m�rito e beleza de prova��o, e que voc�s possam ter terras e manter os homens, vilarejos e campos e govern�-los justamente, e leva seu direito a eles como especificamente � estabelecido.
Em
D�zimos
58. Voc�s que abandonaram as riquezas agrad�veis deste mundo, n�s acreditamos que t�m se sujeitado de boa vontade para pobreza; ent�o n�s estamos certos que voc� que vive a vida comunal pode receber d�zimos. Se o bispo do lugar, a quem o d�zimo deveria ser feito atrav�s de direito, deseja distribuir isto a voc� de caridade, com o consentimento do cap�tulo dele pode dar esses d�zimos que a Igreja possui. Al�m disso, se qualquer leigo mant�m os d�zimos do patrim�nio dele, para o detrimento dele e contra a Igreja, e deseja os deixar para voc�, ele pode fazer assim com a permiss�o do prelado e do cap�tulo dele.
Em
dar ju�zo
59. N�s sabemos, porque n�s vimos isto, que perseguidores e as pessoas que gostam de disputas e empreendem a cruelmente atormentar aqueles fi�is � Igreja Santa e os seus amigos, est� sem n�mero. Pelo claro ju�zo de nosso conselho, comandamos que se h� qualquer um nas partes do Oriente ou em qualquer lugar outro que pergunta qualquer coisa de voc�, para os homens fi�is e amor de verdade voc� deveria julgar a coisa, se a outra parte deseja permitir isto. Esta mesma ordem deveria ser mantida a toda hora quando algo � roubado de voc�.
Em
Irm�os anci�os
60. N�s comandamos por delibera��o piedosa que os irm�os fracos e velhos sejam honrados com dilig�ncia e determinada considera��o de acordo com as suas debilidade; e, mantida pela autoridade da Regra nessas coisas que s�o necess�rias ao bem-estar f�sico deles, devem de nenhuma maneira estar em ang�stia.
Em
Irm�os doentes
61. Deixe aos irm�os doentes ser dada considera��o e cuidado e serem servidos de acordo com a declara��o do evangelista e Jesus Cristo: Infirmus fui et visitastis me. Quer dizer: "Eu estava doente e voc� foi me visitar" e que n�o seja esquecido. Esses irm�os que s�o miser�veis devem ser tratados quietamente e com cuidado para cada servi�o, levado a cabo sem vacila��o, voc� ganhar� o reino de c�u. Ent�o n�s comandamos o enfermeiro a estudiosa e fielmente providenciar essas coisas que s�o necess�rias aos v�rios irm�os doentes, como carne, polpa, aves e todas as outras comidas que trazem sa�de boa, de acordo com os meios e a habilidade da casa.
Em
Irm�os falecidos
62. Quando qualquer irm�o passa da vida a morte, uma coisa da qual ningu�m est� isento, n�s lhe comandamos que cante a missa para sua alma com um cora��o puro, e que tenha o of�cio divino executado pelos padres que servem o rei soberano e voc� que serve a caridade por um per�odo fixo e todos os irm�os que est�o presentes aonde o corpo repousa e serve por um per�odo fixo deveriam dizer cem pais nossos durante os pr�ximos sete dias. E todos os irm�os que est�o sob as ordens daquela casa onde o irm�o faleceu deveriam dizer os cem pais nossos, como � dito acima, depois que a morte do irm�o � conhecida, pela clem�ncia de Deus. Tamb�m n�s rezamos e comandamos por autoridade pastoral que um indigente seja alimentado com carne e entretido durante quarenta dias em mem�ria do irm�o morto, da mesma maneira como se ele estivesse vivo. N�s expressamente proibimos todos os outros oferecimentos que eram feitos � vontade e sem crit�rio pelo Pobres Cavaleiros do Templo na morte de irm�os, no banquete de P�scoa e em outros banquetes.
63. Al�m disso, voc� deveria professar sua f� com uma noite e dia de cora��o puro para que voc� possa ser comparado a este respeito ao mais s�bio de todos os profetas que disseram: Calicem salutaris accipiam. Quer dizer: "Eu tomarei o c�lice da salva��o". Que �: "Eu vingarei a morte de Jesus Cristo por minha morte. Pela mesma maneira que Jesus Cristo deu seu corpo para mim, eu estou da mesma maneira preparado a dar minha alma a meus irm�os". Este � um oferecimento satisfat�rio; um sacrif�cio vivente e muito agrad�vel a Deus. Nos padres e escreventes que servem a caridade
64. O todo da c�mara dos comuns lhe comanda que fa�a todos os oferecimentos e todos os tipos de esmolas de qualquer maneira que podem ser dados, para os capel�es e escreventes e para outros que permanecem em caridade por um per�odo fixo. De acordo com a autoridade do Senhor Deus, os criados da Igreja podem ter s� alimento e vestimentas, e n�o pode presumir ter qualquer outra coisa a menos que o Mestre deseje lhes distribuir de boa vontade qualquer coisa da caridade.
Em
cavaleiros seculares
65. Esses que servem fora da piedade e permanecem com voc� por um per�odo fixo s�o Cavaleiros da casa de Deus e do Templo de Salom�o; ent�o fora da piedade rezamos e finalmente comandamos que se durante a perman�ncia dele o poder de Deus pegar qualquer um deles, por amor de Deus e fora de clem�ncia fraterna, um indigente ser� alimentado durante sete dias por causa da sua alma, e cada irm�o naquela casa deveria dizer trinta pais nossos. Em cavaleiros seculares que servem por um per�odo fixo
66. N�s comandamos todo o Cavaleiros seculares que desejam com um cora��o puro servir Jesus Cristo e a casa do Templo de Salom�o por um per�odo fixo para fielmente comprar um cavalo satisfat�rio e armas, e tudo o que ser� necess�rio para tal trabalho. Mais adiante, n�s comandamos ambas as partes para p�r pre�o no cavalo e p�r o pre�o por escrito de forma que isto n�o seja esquecido; e deixe tudo que o Cavaleiro, o seu escudeiro e as necessidade da montaria, at� mesmo ferraduras, seja distribu�do da caridade fraternal de acordo com os meios da casa. Se, durante o per�odo fixo, acontecer por casualidade que o cavalo morra no servi�o da casa, se a casa puder dispor, o Mestre deveria substitu�-lo. Se, ao t�rmino da sua posse, o Cavaleiro desejar retornar ao pr�prio pa�s, ele deveria deixar para a casa, fora da caridade, metade do pre�o do cavalo, e o outro meio ele pode, se desejar, receber das esmolas da casa.
No
compromisso de sargentos
67. Como os escudeiros e sargentos que desejam servir caridade na casa do Templo para a salva��o das suas almas e por um per�odo fixo vem de regi�es distantes, parece-nos ben�fico que as suas promessas sejam recebidas, de forma que o inimigo invejoso n�o ponha isto nos seus cora��es para arrepender ou renunciar as suas boas inten��es.
Em
mantos brancos
68. Por delibera��o comum de todo o cap�tulo proibimos n�s e ordenamos expuls�o, por v�cio comum, de qualquer um que sem crit�rio estava na casa de Deus e do Cavaleiros do Templo; tamb�m que os sargentos e escudeiros n�o deveriam ter h�bitos brancos, cujo costume grande dano vinha causando para a casa; j� que nas regi�es al�m das montanhas falsos irm�os, homens casados e outros que disseram que eles eram os irm�os do Templo costumavam jurar que eram; enquanto eles eram do mundo. Eles trouxeram tanta vergonha para n�s e dano � Ordem da Cavalaria que at� os escudeiros deles ostentavam isto; por isto numerosos esc�ndalos surgiram. Ent�o os deixe assiduamente ser dada a veste negra; mas se estes n�o podem ser achados, deve ser dado o que estiver dispon�vel naquela prov�ncia; ou o que for menos caro, isso �, que forme rebarbas.
Em
Irm�os casados
69. Se homens casados pedem ser admitidos � fraternidade, benef�cios e devo��es da casa, n�s lhe permitimos os receber nas seguintes condi��es: que depois da morte deles eles lhes deixem uma parte das suas propriedade e tudo aquilo que eles obtiverem daqui em diante. Enquanto isso, eles devem conduzir vidas honradas e devem empreender agir bem para com os irm�os. Mas eles n�o deveriam usar h�bitos brancos ou capotes; al�m disso, se o senhor morrer antes da senhora dele, os irm�os deveriam levar parte da propriedade dele e deveriam deixar para a senhora ficar com o resto para suportar durante a vida dela; porque n�o nos parece certo que tais confrades morem em uma casa com irm�os que prometeram castidade a Deus.
Em
irm�s
70. A companhia de mulheres � uma coisa perigosa, pois por isto o velho diabo retirou muitos do caminho direto para o Para�so. Daqui em diante, n�o deixe as senhoras serem admitido como irm�s na casa do Templo; isso � por que, muito queridos irm�os, daqui em diante n�o est� certo seguir este costume, que a flor de castidade sempre � mantida entre voc�s. N�o lhes deixe ter familiaridade com mulheres
71. N�s acreditamos que � uma coisa perigosa para qualquer religioso olhar muito na face de uma mulher. Por isto nenhum de voc�s pode presumir beijar uma mulher, seja vi�va, menina jovem, m�e, irm�, tia ou qualquer outra; e daqui em diante a Cavalaria de Jesus Cristo deveria evitar os abra�os de mulheres pelas quais os homens t�m a todo custo perecido muitas vezes, de forma que eles possam permanecer eternamente ante a face de Deus com uma pura consci�ncia e vida segura. Sendo padrinhos
72. N�s proibimos daqui em diante todos os irm�os que ousem criar crian�as em cima do manancial e nenhum deveria estar envergonhado de recusar ser padrinho ou madrinha; esta vergonha traz mais gl�ria que pecado.
Nas
ordens
73. Todas as ordens que s�o mencionadas e s�o escritas acima nesta presente Regra est�o a crit�rio e ju�zo do Mestre. Dias de banquete e jejuns que os Irm�os devem celebrar e observar
74. Que seja conhecido a todos os presentes e futuros irm�os do Templo que eles deveriam jejuar �s vig�lias dos doze ap�stolos. Quer dizer: S�o Pedro e S�o Paulo; Santo Andr�; S�o Thiago e S�o Filipe; S�o Tom�s; S�o Bartolomeu; S�o Sim�o e Judas S�o Thiago; S�o Mateus. A vig�lia de S�o Jo�o Batista; a vig�lia da Ascens�o e os dois dias antes, os dias de roga��o; a vig�lia de Pentecostes; os dias de brasa; a vig�lia de S�o Laurence; a vig�lia de Nossa Senhora na meta de agosto; a vig�lia de Todos os Santos; a vig�lia de Epif�nio. E eles deveriam jejuar em todos os dias acima mencionados de acordo com o mandamentos do Papa Inoc�ncio no conselho que aconteceu na cidade de Pisa. E se quaisquer dos dias de banquete acima mencionados cair em uma segunda-feira, eles deveriam jejuar no S�bado precedente. Se o nascimento de Nosso Senhor cair em uma sexta-feira, os irm�os deveriam comer carne em honra do festival. Mas eles deveriam jejuar no dia de banquete de S�o Marcos por causa do Lit�ni: porque � estabelecido por Roma para a mortalidade de homens. Por�m, se cai durante a oitava da P�scoa, eles n�o deveriam jejuar. Dias de Banquete que devem ser observados na casa do Templo
75. O nascimento de Nosso Senhor; o banquete de S�o Estev�o; S�o Jo�o o Evangelista; os Santos Inocentes; o oitavo dia de Natal que � o Dia de ano novo; Epifania; Santa Maria Candlemas; S�o Matias o Ap�stolo; a Proclama��o de Nossa Senhora em mar�o; A P�scoa e o tr�s dias seguintes; S�o Jorge; S�os Filipe e Tiago, dois ap�stolos; o achado da Santa Cruz; a Ascens�o de Nosso Senhor; Pentecostes e o dois dias seguintes; S�o Jo�o Batista; S�o Pedro e S�o Paulo, dois ap�stolos; Santa Maria Madalena; S�o Tiago o Ap�stolo; S�o Laur�ncio; a Anuncia��o de Nossa Senhora; o nascimento de Nossa Senhora; a Exalta��o da Santa Cruz; S�o Mateus o Ap�stolo; S�o Miguel; S�o Sim�o e Judas; o banquete de Todos os Santos; S�o Martin no inverno; Santa Catarina no inverno; Santo Andr�; S�o Nicolas no inverno; S�o Tom�s o Ap�stolo.
76. Nenhum dos menores banquetes deveria ser mantido pela casa do Templo. E n�s desejamos e aconselhamos que isto seja estritamente mantido e aderido: que todos os irm�os do Templo deveriam jejuar no domingo antes de S�o Martin para o nascimento de Nosso Senhor, a menos que enfermidades os previnam. E se acontecer do banquete de S�o Martin cair em um domingo, os irm�os deveriam ficar sem carne no domingo precedente.
