
A EPOPÉIA DO TEMPLO
Uma breve história da Ordem do Templo.
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Os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo do Rei Salom�o |
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I - Deus le volt!!!
Numa
Ter�a-feira, 27 de Novembro, 1095, O Papa Urbano II come�a a 1a Cruzada
com o grito "Deus lo volt!" ("Deus assim o deseja!").
O mesmo lema no qual Normandos usaram quando invadira a Inglaterra).
O Papa envia as Cruzadas por causa da persegui��o dos l�deres mu�ulmanos em Jerusal�m. Isto era uma mentira pois os l�deres mu�ulmanos eram tolerantes a religi�o de todas as na��es. O l�der crist�o no Império Bizantina requisitou um pequeno ex�rcito ao Papa a fim de ajud�-lo a proteger as fronteiras. Um imenso ex�rcito de cavaleiros Crist�os, muitos sedentos por terras invadiram o Oriente M�dio. Os mu�ulmanos na �poca n�o estavam preparados e sucumbiram a ferocidade da Cruzada. Ent�o, no ano 1099, Numa boa ofensiva liderada por Godofredo de Bulhão, Jerusal�m cai, e os principais cidades em volta da Terra-Santa. Eram os Reinos Crist�os que se estabeleciam.
Em cinq�enta anos, os turcos sarracenos tinham
feito severas investidas no Reino de Outremer O nome franc�s
para "Terras do ultramar ou al�m-mar"- Havia ataques cont�nuos e assaltos
a habita��es crist�s. Os desavisados peregrinos viajando por terra desde a costa
de Jerusal�m at� Jafá
eram presas f�ceis. Num �nico incidente, um grupo de peregrinos foram cercados
por bandidos sarracenos e 300 foram mortos. Em 1120, guerras entre os sarracenos
podiam ser observados das muralhas de Jerusal�m.
Nessa �poca, muitos dos cruzados tinham regressado com as suas riquezas saqueadas a Europa. Agora a miss�o do Papa para recapturar as Terras-Santas estava completa, seu trabalho estava feito. Na Europa, suas fam�lias esperavam-nos para os receber como her�is salvadores de almas. Isto fez com que muitos soldados h�beis ficassem a defender os novos residentes e seus visitantes peregrinos.
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II- Nasce a Ordem dos Templ�rios.
Duas
Novas ordens militares tinham aparecido com a igreja centradas em Jerusal�m
Uma das quais eram os Hospital�rios Hospital de São João
de Acre Cujo o objetivo pac�fico era cuidar dos doentes e feridos em
Outremer. Hoje nos Estados Unidos e alguns pa�ses, as ambul�ncias do St. Johns
Hospital e a famosa Cruz-Vermelha s�o descend�ncias dessa ordem. E ela sobrevive
como a Ordem de Malta, na Ilha de Malta.
A Segunda ordem, foi criada 1118 por Hugh de Payens e oito cavaleiros. Se comprometeram a uma causa mon�stica e militar. Muitos Cavaleiros, naqueles tempos, lutavam por dinheiro, terra ou poder. Fizeram um voto de pobreza assim como castidade. Sua missão era proteger os peregrinos no caminho da Terra-Santa.
Baldu�no II os cedeu o est�bulo ao lado da mesquita de Al-Aqsa como quartel general. Este local sup�e-se que era o exato local do Templo do Rei Salom�o.
Os cavaleiros tomaram a estilo de vida das ordens mon�sticas e pobreza. E se auto-entitularam : Os Pobres cavaleiros de Cristo. Adotaram como s�mbolo dois cavaleiros em um s� cavalo para mostrar sua pobreza pois n�o tinham dinheiro para comprar um cavalo e tamb�m seu seu companheirismo
Tamb�m adotaram o nome do local onde se estabeleceram ficando ent�o nomeada a ordem como: Pauperes Commilitones Christi Templique Salomonis ( Os pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo do Rei Salom�o) mas ficaram conhecidos como: os Cavaleiros Templ�rios. (algumas vezes chamados de : Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobre Cavaleiros, Ordem do Templo. O Templo, etc.)
Nos primeiros nove anos, a ordem n�o crescia. Ningu�m havia se recrutado a Ordem dos Templários..
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III- Pobres (ricos) cavaleiros de Cristo.
No
Outono de 1127- Hugues e mais 5 cavaleiros, v�o a Roma pedir o reconhecimento
do papa e a busca de novos cavaleiros. L� entraram em contato com Bernard de
Clairveaux que se interessa pela ordem. Bernard era l�der da ordem Cistercense
(ou menges-brancos uma decidência dos monges beneditinos). Em13 de janeiro
de 1128 foi realizado ent�o o Conselho de Troyes, presidido pelo legado do Papa
Mathieu dAlbano. os bispos de Troyes e de Auxetrre, muitos �bades, entre
eles o abade de Citeaux, e provavelmente Bernard..
Bernard ent�o com 28 anos, era sobrinho de Andr� Montbard (um dos nove cavaleiros originais) Antes de sua convers�o, seu destino era a cavalaria mas por problemas g�stricos trocou a espada pela cruz.
Quando se une a Ordem, foi imbu�do com os ideais e convic��es do Cavaleiros da Borgonha. Ele era contra os cavaleiros que usavam cabelos longos, jóias, sedas e plumas. Bernard foi chamados pelo Concelho de Troyes, para criar as regras da Ordem.(que foi discutida e um pouco modificada com o passar dos anos)
Levanta a bandeira e pede o suporte com a ordem com terras e dinheiro. Exortando os homens de boa fam�lia para largar a vida de pecados e entrem na ordem.
Bernard reconhece o significado de canalizar a energia da nobreza. Manda uma carta a Hugues de Payens pedindo a coopera��o da Ordem para rebilitar e converter "Criminosos sem Deus, ladr�es, assassinos e ad�lteros". Redigiu uma carta manifesto chamada "Em prece de uma nova cavalaria" Exortava a todos para se alistarem nas fileiras cruzadas e lutar a batalha do Senhor e ser soldados de Cristo para a salva��o da Terra-Santa das garras dos infi�s. (mu�ulmanos e judeus) São Bernard, foi quem com uma retórica exemplar, provou que matar infiéis não era um homicídio, mas um malicídio.
Sendo ele o agraciado pelas terras de Champanhe por Hugues de Payens, montou o seu pequeno imp�rio, Vira patrocinador e patrono oficial; da Ordem e assegura o reconhecimento Papal no Concelho de Troyes.
O
Papa Hon�rio II lhes passa um constitui��o. Essa constitui��o dizia que: Os
cavaleiros do nobre origem lutavam; Os sargentos ajudavam os Cavaleiros, Os
padres eram encarregados das coisas religiosas e os servos ou ajudantes faziam
os trabalhos menos nobres. Criando assim uma hierarquia, j� n�o dava para Hughes
comandar sozinho. Al�m de se tornar uma organiza��o altamente organizada, disciplinada
e habilidosa.
Bernard, estava disposto a destruir os inimigos da igreja. De mu�ulmanos ou quem se opusesse a m�quina de matar crist�. Ele sozinho com sua influ�ncia construiu a magnitude na qual a Ordem dos Cavaleiros do Templo iriam se tornar, al�m de ter redigido a Santa-Regra da Ordem do templo. Exortou a reis e nobres a doar terras, dinheiro, tempo pessoal aos Templ�rios. No mesmo ano o Mestre Robert de Craons obt�m do Papa Inocencio II no dia 29 mar�o a Bula "Omne datum Optimum" (Todas as maiores dádivas) que concedia privil�gios a Ordem. A mais importante era que os Templ�rios eram isentos da jurisdi��o episcopal s� prestavam obedi�ncia ao Papa - Podendo ter at� mesmo seus pr�prios padres e capel�es, n�o dependendo do bispo local. Foram isentos de "d�zimos" ou taxas, mas podereiam receber doações. Podiam construir orat�rios e cemitérios onde podiam ser enterrados. Foram autorizados a receber donativos come�ando a fortuna templ�ria.
Era tamanha a fortuna dos Templ�rios, que chegaram ao ponto de fazer empr�stimos a reinos (crist�os e mu�ulmanos sendo assim a ordem crist� maisn tolerante da Idade-M�dia )
Os Templ�rios planejaram um m�todo permitindo as pessoas que depositavam com eles uma maneira segura transferir sua riqueza, por uma taxa de interesse moderada, naturalmente. Os escreventes altamente literatdos da ordem inventaram cifras ing�nuas de modo que o ouro depositado em uma preceptoria, como exemplo, pudesse ser reivindicado e retirado em outro seja l� onde for no mundo usando as partes de um documento firmado com inscritas com c�digos intricados - os precursores do cheque e do sistema banc�rio que n�s nos usamos hoje.
Com todos essas vantagens e privil�gios, os Templ�rios contru�ram o alicerce que seria uma estrutura internacional. Constru�ram ex�rcitos e esquadras para o com�rcio. Para alimenta��o e equipamentos, recebiam doa��es de fazendas e pequenas industrias. A us�ria pessoal era proibida (por causa do voto de pobreza), mas o ordem podia fazer uso dela para manuten��o. A ordem podia receber donativos, e gratifica��es por m�ritos. O exercito dos Templ�rios era bem treinados fisicamente e espiritualmente. (S� na hora do almo�o eram 28 "Pai-nossos"). Tinham reuni�es e rituais inici�ticos segretos. Que foi a um dos motivos usados para a queda da ordem.
A Ordem era baseada em tr�s pontos b�sicos das institui��es reliogiosas da �poca, s�o elas castidade, pobreza e obedi�ncia. Em geral eram de fam�lias abastadas. Mas s� podia se tornar um cavaleiro propriamente dito os filhos de nobres. Os cavaleiros tinha o direito de usar (n�o possuir) 3 cavalos, um escudeiro e duas tendas.
Homens
casados tamb�m eram aceitos, mas deixavam metades de seus bens a ordem. E serviam
por tempo limitado, trajando um manto negro ou marrom. Havia uma parte religiosa
propriamente dita, com Padres, Capel�os, Di�conos, Bispos. E por causa da bula
"Omne datum optimum", tamb�m s� prestavam
obidi�ncia ao Mestre da Ordem e ao Papa.
As confiss�es tamb�m eram ouvidas pelo corpo-clerical do Cap�tulo (como era chamado os "monast�rios-quat�is-generais"). Havia tamb�m servidores, cozinheiros... Sendo assim uma Ordem extremamente orgazizada, com uma Hier�rquia bem definida.
Ap�s a constru��o de um imenso ex�rcito, Os Templ�rios se voltaram para seu prop�sito inicial, a prote��o dos peregrinos. Ajudaram as tropas Crist�s nas batalhas crist�s de expans�o e defesa contra os ataques mu�ulmanos.
Para exacerbar essa situa��o, St. Bernard (com sua influ�ncia) Clama por uma nova cruzada. Posteriormente, o Papa Eugenio chama mais uma cruzada, que por sua vez pede apoio ent�o aos Pobres Cavaleiros.
Foi quando o distintivo dos Templ�rios foi adotado. Uma cruz de oito pontas acima do cora��o e em seus mantos brancos. A id�ia era que com aquela cruz, n�o temeriam nenhum inimigo infiel. Os verdadeiros Cavaleiros de Cristo. (Essa foi a mesma cruz usada por Ricardo Cora��o de Le�o (Richard Coeur de Lion) em na vers�o de Robin Hood de 1933)
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IV - Guardi�es das sagradas rel�quias.
Eram os tamb�m protetores das rel�quias sagradas. As rel�quias eram os restos das pessoas ou coisas que tinham sido caracterizadas nas hist�rias do Novo e Velho Testamento, assim como de pessoas canônizadas.. Uma rel�quia popular naquele tempo era um peda�o de madeira da cruz verdadeira - a cruz em que Jesus fora crucificado. Outra era a cabe�a de S. Jo�o Batista, que foi decapitado ap�s ter sido enfeiti�ado pela sedutora dan�a de Salom�. Os povos na idade m�dia tinham uma adora��o desesperada por rel�quias, que veneravam com admira��o. Mas logicamente fraudes existiam. Se junt�ssemos todas as lascas de "cruzes de Cristo", e pregos da crucifcação, daria para fazer uma ponte até a lua!.
� sabido que os cavaleiros de Cristo, fizeram v�rias escava��es sob as suas depend�ncas em Jerus�lem (que era o Templo do Rei Salom�o) Se realmente encontraram algo como o Santo-Graal ou a Arca da Alian�a, n�o se tem provas. Mas com certeza, encontraram algo mais precioso: um estilo de arquitutura, baseado em uma santa-geometria cheia de significados gn�sticos, cabal�stico, alquimicos e m�sticos conhecido como o G�tico.
Essas constru��es foram resgatadas pelos Cavaleiros do Templo, e utilizado para construir igrejas e catedrais. Obras magn�ficas como Notre-Dame e Chartes. Suas contru��es ficaram a cargo das Sociedades de Pedreiros-Livres, que assimilou os conhecimentos inici�ticos desses monumentos, e at� hoje os guardam.
Os
Templ�rios tinham em sua posse o corpo da m�rtir Santa Euf�mia de Chalcedon
(julgava-se ter poderes de cura divinos). Tiveram uma cruz feita de um banho
usado supostamente por Jesus, uma cruz de bronze feita da bacia que Jesus usava
para lavar os p�s dos seus disc�plos na �ltima ceia, o Santo-Sepulcro local
do repouso final de Jesus, e uma cole��o apreci�vel de outras rel�quias. O escritor
popular Ian Wilson, no seu livro best-seller O Santo Sudário,
levanta a quest�o que eles (os Templ�rios) gurdavam tamb�m o Santo Sudário.
Mas a rel�quia mais com mais controv�rsias � o Santo Graal - o c�lice que Jesus usou na �ltima ceia. Que dão margens a várias toerias.
Com todas esse conhecimentos lit�rgico, os Templ�rios eram uma grande ordem ocultista e inici�tica. E seus mist�rios s� eram passados para pessoas escolhidas a dedo, em se��es fechadas, com rituais simb�licos. Muito se cogitou o que eles faziam em suas reuni�es secretas: Adoravam um dem�nio de nome Bafom�, sodomia, pisar e cuspir na cruz, conspira��es, etc...
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V - A cruz e a espada
Nos s�culos seguinte os Templ�rios lutaram ao lado dos cruzados. Lutaram ao lado de Ricardo Coração de Leão. Tinham at� o respeito de Saladin. Mas os Templ�rios cometeram um erro fatal. Se envolveram com pol�ticos da Europa (Eles estavam at� o pesco�o com os pol�ticos de Outremer Como eram tamb�m chamada as Terras-Santas). Inocêncio III estava preocupado com as autoridades que desafiava sua autoridade na Terra-Santa. Uma religião "herege"conhecida como os C�taros achavam que podiam ir ao c�u sem se misturar com o Papa e acreditavam na reencarna��o da alma. Ele chamou a cruzada no extremo sul da Fran�a para expurgar esses "hereges" de Outremer Os Templ�rios não tomaram parte.
Agora,
misturados com pol�ticos Europeus, as coisas pioraram. Ataques contra os estados-cruzados
eram cada vez mais constantes. V�rias cidades foram caindo uma ap�s uma, em
batalhas sangrentas.
Muitos erros militares foram cometidos nesse per�odo, sem falar no esp�rito da Jihad (guerra-santa) promovida pelos mul�umanos e um homem chamado Saladin, que unificou os povos mu�ulmanos. A maior batalha foi nos Ch�fres de Hatin onde 300.000 mu�ulmanos retalharam 1200 Crist�os dentre eles Templ�rios. O maior forte em Sidon caiu finalmente em 1291, A Ordem perdeu todas suas bases em Outremer. Para eles, foi o seu pior per�odo. Infelizmente, As coisas ficaram ainda piores.
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VI - O fim da Ordem.
O �ltimo mestre da ordem foi Jacques de Molay. Arrogante e iletrado fez duas coisas para chegar ao poder. Republicou a antiga regra da Ordem do Templo que eles n�o podiam possuir livros. Achava que isso os mantinham distra�dos da arte da guerra. Preparou outra cruzada para reconquistar a Terra-Santa.O motivo mais plausivel é que sem a Terra-Santa para defender, a Ordem do Templo poderia ser extinta.
Outras Ordens co-irmãs já haviam se estabelecido em principados próprios. Os Hospitalários na Ilha de Malta e os Cavaleiros Teotônicos em Ondersland. Os templários por sua vez tinham suas vistas para a área do Languedoc. (Onde fora a cruzada Albigence, onde acabaram com os Cátaros)
Ao mesmo tempo, A ordem tinha feito um empr�stimo consider�vel a coroa Francesa. O Rei Filipe IV Conhecido também como Filipe, o belo. Arranjou um Papa-fantoche.
Em 1306, Filipe estava desesperadamente quebrado. Tinha previamente quitodo seus d�bitos com os Judeus e Lombardos da Fran�a prendendo exilando-os. (assim at� eu acabava com minhas d�vidas!)
Ele bolou um audacioso plano para conseguir os lend�rio tesouro Templ�rio. Mas s� uma crime poderia conden�-los (visto que s� respeitavam obedi�ncia ao Papa) e no caso dos Pobres Cavaleiros, seria a heresia.
Teve ajuda de um ex-cavaleiro templ�rio Esquieu de Floryan, que pessoalmente queria a demoraliza��o da Ordem. E um perito em criar heresias chamado Guillaume de Nogaret. Foi numa Sexta-feira 13 de outubro de 1307, Todos os Templ�rios na Fran�a foram presos (Da� a cren�a que sextas-feiras 13 d�o azar) O Papa de Filipe enviou ordens de pris�o dos Cavaleiros de Cristo. E pediu que todo os reis crist�os fizessem o mesmo. Foram torturados. Cada Templ�rio preso foi torturado de alguma forma. Foram for�ados a confessar coisas absurdas tais como:
Nos anos que se seguiram, a ordem foi quebrando em v�rios pa�ses. Na Espanha e Portugal, continuou ativa na guerra contra os mu�ulmanos. Foi fundada por D.Dinis de Portugal, a Ordem de Cristo, que era a mesma coisa, mas com outro nome. Posteriormente j� no s�culo XV o infante D.Henrique se torna Mestre da Ordem de Cristo e inicia as Grandes Navega��es Portuguesas. Na Alemanha, os Templ�rios desafiaram a todos para provar sua inoc�ncia. Na Inglaterra. torturas eram proibidas pelas leis Inglesas, a primeira execu��o por inquisi��o em solo Ingl�s foi de um Cavaleiro do Templo. nenhum deles confessaram.
Na
Esc�cia a bula Papal nunca foi lida e nenhuma pris�o foi feita, pois a Escócia
fora escomungada. E mais tarde seriam uma das influ�ncias de uma nova Ordem
que surgiria junto as sociedades dos pedreiros-livres (os mesmos que contruiam
as catedrais g�ticas lebram!?), Formando a Francoma�onaria ou apenas Ma�onaria.
Em 14 mar�o, Os tr�s �ltimos Templ�rios foram queimados na estaca. Eram eles Hugo de Pairaud, Godofredo de Charney e o Gr�o-Mestre Jacques De Molay.
De
Molay (pelo que diz alguns cronistas da época) n�o demonstrou nenhuma
express�o de medo na hora de sua execu��o, ao contr�rio de seu amigos de desenfado
Geoffroy Charnay.
Contrariando a todos, afirma antes de morrer que os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo do Rei Salom�o eram inocentes de todos as acusa��es, exceto de uma: A de ter sucumbido a dor, e confessar aquelas coisas bizarras contra a Ordem.
Diz uma lenda, que De Molay enquanto queimava, chamou o Papa Clemente e o Rei Filipe para se encontrarem no tribunal dos c�us em um ano. no m�s seguinte Clemente morre, vítima de diarréia. E em sete meses Filipe o Belo o seguiria, sendo atacado por um javali. (nenhum documento da �poca comprova a lenda)
Filipe "destruiu" a ordem, mas nunca tocou com suas patas sujas em seus tesouros.
Se os Templ�rios cometeram algum pecado, talvez seja o da cobi�a. Se mataram foi porque acreditavam na sua causa. Se morreram... Bem, se morreram, pelo menos, vamos aprender com esses erros e tentarmos tirar alguma li��o.
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"Non Nobis Domine. Non Nobis, sed Nomini Tuo da Gloriam" "N�o por n�s, Senhor, n�o por n�s, mas para que teu nome tenha a gl�ria" Salmos 115, 1 |
Fonte de pesquisa:
Este material faz parte do livro: Cavaleiros do Templo - Os segredos dos Templ�rios - Andr� Ranulfo (autor desse site) que ser�; publicado no pr�ximo ano.
