clique aqui!
by Banner-Link

Mestre Robert de Craons obt�m do Papa Inocêncio II no dia 29 mar�o 1134. a Bula "Omne datum optimum". que concedia privil�gios a Ordem. A mais importante era que os Templ�rios eram isentos da jurisdi��o episcopal. Podendo ter at� mesmo seus pr�prios padres e capel�es, n�o dependendo do bispo local. Foram  isentos de d�zimos ou taxas. Podiam construir orat�rios onde podiam ser enterrados. Podendo at� receber donativos come�ando assim fortuna templ�ria.

jewelsbar1.gif (3833 bytes)

Mesmo que os membros da ordem, individualmente juravam uma vida da pobreza, n�o era   proibido a ordem de angariar doa��es. Mas toda doação era benvinda. Ao paso que a Ordem não podia dispor de seus bens.                    

Quando um novato incorporava a ordem, entregava todas as suas riquezas e possess�es, e como a maioria dos cavaleiros eram nobres estas doa��es deviam ser valiosas. As quantidades do montante em dinheiro e de propriedade foram dadas tamb�m � ordem por reis, por rainhas, por pr�ncipes e por outros governantes. Acoplado com o fato que o papa Inocente II tinha feito a ordem isenta de pagar taxas, t�tulos, impostos, d�zimos e etc... em 1139, fica f�cil ver porque se transformaram uma das organiza��es as mais ricas no mundo.                                          

Armado com tal riqueza os Cavaleiros do Templo criaram  o primeiro sistema de opera��o banc�ria internacional do mundo. Emprestaram  vastas somas do dinheiro aos monarcas europeus assim como as Sult�es mu�ulmanos.                  

Os Templ�rios planejaram um m�todo permitindo as pessoas que depositavam com eles uma maneira segura transferir sua riqueza, para uma taxa de interesse moderada, naturalmente. Os escreventes altamente literatdos da ordem inventaram cifras ing�nuas de modo que o ouro depositado em uma preceptoria, como exemplo, pudesse ser reivindicado e retirado em outro seja l� onde for no mundo usando as partes de um documento firmado com inscritas com c�digos intricados - o precursor do cheque que n�s nos usamos hoje.

Este m�todo seguro e eficiente de transferir fundos foi dado boas-vindas com os bra�os abertos pela classe dos comerciantes que se tornou totalmente dependente da ordem.                                                                                                                          

Muito requisitada, tornou-se renomada por sua honestidade em uma hora em que a maioria dos facilitadores de cr�dito operavam como o equivalente medieval dos empr�stimo-tubar�es. A ordem fez de sua reputa��o muito s�ria e a fraude eram pun�veis com a morte.

Um menos de um século, o Templo se tornou a instituição mais poderosa da Europa, e uma das mais poderosas do mundo. Com o passar do tempo, se tornou internacional. Engajavam-se na politica e problemas diplomáticos e em muitos casos eram conselheiros reais.

Os templários eram a união das duas maiores virtudes da Idade-média: a cavalaria e a religião. Sendo assim, muitas famílias nobres tinham seus principes faziam votos temporários a ordem (usandio uma capa marrom ou preta) - Algumas famílias nobres além de ter membros na Ordem, eram constantes patrocinadoras. Chegando ao ponto de ser "status" fazer parte direta ou indiretamente da ordem.

Os templários possuiam: terras, frotas de navios e muitos tesouros. Assim como financiadores, muitos dos reis da época, deviam a Ordem, que pouco a pouco a tornava cada vez mais arrogante.A queda dos Templ�rios foi ligado exatamente com essas suas atividades da opera��o banc�ria.

Felipe IV, conhecido como "Felipe, o belo" era o  rei da Fran�a e quebrou tamb�m, pediu por v�rias vezes ajuda aos templ�rios. Mas come�ou a dever a ordem, e tra�ou um plano de dissolu��o da ordem para adquirir a riqueza que tiveram acumulado por todos aqueles anos...

Embora fosse bem sucedido em destruir a ordem nunca come�ou p�s as  m�os em todo seu dinheiro. E a quem diga que esses tesouros est�o guardados at� hoje em algum lugar.

O último grão-mestre templário, Jaques de Molay, sabia de boatos de ações e conspirações contra a Ordem. Logo após as prisões, Molay requisitou vários livros e os mandou queimar.

Boatos surgiram na época que uma frota de navios templários zarparam sem explicações. Muitos hstoriadores também duvidam que já não havia mais tesouro algum, pois depois da queda de São João de Acre, pouco havia restado.

Fonte de pesquisa:

Este material faz parte do livro: Cavaleiros do Templo - Os segredos dos Templ�rios - Andr� Ranulfo (autor desse site) que ser�; publicado no pr�ximo ano

 

VOLTAR

1
Hosted by www.Geocities.ws