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Hierarquia do Templo.

André Ranulfo

1128- O papa Hon�rios II lhes passa uma constitui��o. Essa constitui��o dizia que: Os cavaleiros de nobre origem seram cavaleiros; Os sargentos ajudavam os cavaleiros, os padres eram encarregados das coisas religiosas e os servos ou ajudantes faziam os trabalhos menos nobres. Sendo criado assim uma hierarquia, j� n�o dava para Hughes comandar sozinho. Tornando-se uma ordem altamente organizada, disciplinada e habilidosa. O Gr�o-mestre era respons�vel pela ordem como um todo. Mestres em separado, foram para outras prov�ncias

A regra original em latim de 1128 consistiu em somente quatro est�gios. Isto quer dizer, como neste est�gio adiantado (onze anos ap�s funda��o da ordem), havia ainda muito poucos membros. Alguns historiadores reivindicam que a ordem n�o recebeu nenhum recruta novo pelos primeiros nove anos, embora as novas evid�ncias pare�a reivindicar que tinham dificuldades em encontrar membros:

" um documento original de 1123 nomeia Hugues como o mestre dos Cavaleiros do Templo mas seu cargo era meramente um irm�o volunt�rio; pesquisas recentes parece indicar que [ Os Templ�rios ] tinham a dificuldade em encontrar recrutas e estavam na beira da dissolu��o. Hugues tinha vindo [ a Bernard de Clairvaux ] junto de um outro cruzado, n�o para uma regra. "

" Monks of war" - Desmond Seward

Se isto for verdade ent�o Bernard sustentou a ordem trazida � luz em sua " Em elogio a nova Cavalaria" (Uma carta manifesto, onde ele exaltava os nobres cavaleiros de cristo) pode n�o somente aumentar a sociedade, mas conservado lhe de uma extremidade adiantada. De qualquer maneira, os Cavaleiros Templ�rios sobreviveriam para ver n�meros enormes, que requereram uma hierarquia maior do que as quatro divis�es originais. O que segue s�o os ranques do Templo:

Gr�o-Mestre: Comando absoluto sobre a ordem respondida somente ao Papa.

Senescal: agia como o deputado e o conselheiro ao mestre grande.

Comandante do reino de Jerusal�m Estava no encargo da �rea e tinha mesmas pot�ncias que o Gr�o-mestre dentro da sua pr�pria jurisdi��o

Comandante da cidade de Jerusalem Estava encarregado da �rea e tinha mesmas pot�ncias que o Gr�o-Mestre dentro de seu pr�prio jurisdi��o

Comandante de Tr�poli e de Antioquia: Estava encarregado da �rea e tinha mesmas pot�ncias que o Gr�o-Mestre dentro de seu pr�prio jurisdi��o

Drapier: Os Drapiers estavam encarregados das vestimentas dos Templ�rios .

Comandante das casas: Agiam como tenentes �s autoridades mais elevadas dentro da ordem mas carregando pouca pot�ncia real.

Comandante dos cavaleiros Como o comandante das casas, agiam como tenentes �s autoridades mais elevadas dentro da ordem. Carregaram pouca pot�ncia.

Irm�os Cavaleiros Estes eram os guerreiros que usavam a tunica branca com a cruz vermelha. Cada um foi equipado com os tr�s cavalos e armamentos.

Turcoplier A finalidade do Turcoplier era comandar os sergentos do irm�o na batalha. O Turcopolier conduziria a marcha junto para prote��o dos cavaleiros.

Sub-Marechal O Sub-Marechal estava na carga dos soldados a p� e do equipamento.

Portador simplessO portador simples era um dos sargentos.

Sargento Irm�o Estes guerreiros eram tropas da sustenta��o e n�o tinham que nascer nobres. Embora equipado similarmente a um cavaleiro, os sargentos n�o tinham um cavalo..

Turcopoles Estas eram as tropas locais que lutariam ao lado dos Templ�rios. Similar aos sargeantos.

Irm�o velhos ou doentes

Fonte de pesquisa:

Este material faz parte do livro: Cavaleiros do Templo - Os segredos dos Templ�rios - Andr� Ranulfo (autor desse site) que ser�; publicado no pr�ximo ano.

 

 

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