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| Na verdade, em 2004 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Repensando o uso da Internet | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Atualizada em agosto/04 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Alguma bibliografia e refer�ncias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| sobre o autor | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| links | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| LEIA SUA A OPINI�O NO MURAL | fale conosco | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| N�o quero s� bater na utilidade da internet. Quero fazer refletir, quero saber que as pessoas reconhe�am que t�m menos tempo porque t�m mais informa��o a processar e que, portanto, devem produzir mais. E essa produ��o inclui a leitura de livros (cl�ssicos e n�o cl�ssicos), o costume do cinema, do teatro, da galeria de arte, a leitura de seman�rios e di�rios e que encontrem ainda tempo para trabalhar no sonho. No seu projeto de vida. Na capacidade de ver e descrever o belo, o l�dico, de sorrir e chorar com toda a hist�ria j� contatada e que possa, ainda contar a sua. Isso, � claro, al�m de trabalhar regularmente, estudar e etc. Ou seja: o mundo e a vida tornaram-se pequenos demais, curtos demais. � preciso abrir os olhos porque temos direito ainda �s nossas fantasias, aos nossos del�rios, ao nosso mundo de espelhos e nossos buracos negros. � sob essa �tica que dispenso a internet em troca da reflex�o, em troca do amor, em troca da leitura ou de qualquer outra coisa. Como explicar o prazer t�ctil de uma caneta tinteiro a um menino alfabetizado num PC? Como contar e mostrar Victor Hugo fora de um verbete do Google? Como mostrar que o dinheiro de mais 128 de mem�ria pode ser muito mais bem aplicado num sebo? � preciso ter tempo para contarmos as nossas hist�rias, para sentarmos � escrivaninha, para que nossos filhos saibam que existem escrivaninhas, existem folhas de papel de verdade e que impress�o � algo que fazemos com a m�o e n�o com cartuchos de jato de tinta. Nem que seja para saber, para conhecer. Mas n�o � esse o caminho que estamos tomando, n�o � essa a educa��o que estamos dando. N�o h� mais a preocupa��o est�tica fora do photoshop. � exatamente dessa retomada que estamos tratando. Da retomada do homem com seu justo tempo e com o direito de conhecer o lado de c� dos computadores. jan/2004 |
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| Visite o escritor Olavo de Carvalho | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| NOVO BLOGS II 1/01/04 ...Pelo que sabemos, hoje em dia quase todos os usu�rios da internet t�m o seu blog e com isso come�a a existir uma certa acuidade, um certo cuidado com o que estamos colocando l�. � incr�vel, mas podemos ver no livro �Psicologia da Arte� de Vig�tski, por exemplo, v�rios textos, v�rias compara��es que o autor faz entre a arte e a psicologia ou a arte e a sociologia...O blog hoje em dia � arte, � psicologia de infovia, � a possibilidade do indiv�duo se expressar com a certeza de que ser� lido, ser� correspondido e essa troca possibilita uma esp�cie de infind�vel terapia de grupo em rede. Cada vez mais os autores levam � s�rio seus blogs, o produto de seus trabalhos e na elabora��o de seus sentimentos e de sua filosofia de vida. Sabendo que seus posts, seus textos ser�o acessados por muitas pessoas, o autor procura escrever de maneira mais coerente, mais correta, procura expressar de maneira mais l�gica sua vis�o de vida, sua preocupa��o com o mundo em seu entorno... � sempre um prazer acompanharmos o que determinado autor anda postando em seu blog, o que tem acontecido em sua vida, quais os momentos de felicidade e quais as dificuldades e como ele vem agindo para supera-las Ele exp�e, ele se dilacera diante de milhares ou milh�es de pessoas, ele recebe opini�es, agrados e cr�ticas. Ele � s� psicologia e arte posta � disposi��o de todos, seu psiquismo est� ali, como no div� de um terapeuta e esse psiquismo nada mais � o subsolo comum de todas as ideologias da sua �poca. (Leia a �ntegra aqui) Visite o SOBRETUDO DE LONA |
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| LIBERDADE DE IMPRENSA (Liberdade, abre as asas sobre n�s) A proposta de morda�a, de censura na imprensa brasileira pelo governo federal ati�ou a aten��o de jornalistas de todos os matizes (inclusive petistas). Acreditamos que n�o v� se concretizar um projeto t�o hediondo porque o pa�s mudou, a sociedade est� mais esclarecida e atenta ao que vem pela frente. J� tivemos o esc�ndalo do �udio visual � tamb�m censura para as produ��es culturais e agora a imprensa. N�o vi nenhum jornalista concordar, aceitar a id�ia e parece que o presidente da Rep�blica j� est� brincando com a id�ia, preparando-se para voltar atr�s. Sempre que ele tenta um ato de trucul�ncia e percebe que a sociedade reage, volta atr�s de maneira brincalhona como se a proposta n�o tivesse existido de verdade. Mas existiu. J� existiram outras como a expuls�o do pa�s do jornalista americano e outras vir�o. Esse governo tem a tend�ncia a ditadura, quer sempre que poss�vel, ditar regras que o beneficiem e calem as opini�es contr�rias. N�o h� mais o que fazer, � um governo eleito legitimamente, agora se tem que ag�entar at� o final. O importante mesmo � a sociedade estar atenta, estar de olho nos projetos governamentais em todas as �reas de comunica��o e art�sticas. E saber que sempre haver� tentativas coercitivas. A trucul�ncia n�o morre, est� ali, fingindo-se adormecida para dar o bote na primeira oportunidade. Os artistas e jornalistas do pa�s bem como observadores internacionais ter�o de tutelar esses anos que vem pela frente para manter a democracia no pa�s, teremos todos que zelar pelas nossas liberdades, pela nossa capacidade de rea��o imediata porque um pa�s sem artes e imprensa livres n�o � um pa�s democr�tico. |
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| NOVO De Novo a TV P�blica Tenho lido alguma coisa sobre televis�es p�blicas em alguns pa�ses do mundo, televis�es que, apesar das dificuldades, conseguem estabelecer com a popula��o uma cumplicidade interessante, onde verdades s�o ditas, fatos apresentados e discutidos por todos, democraticamente. No Brasil, atrv�s de v�rios governos, v�rias gest�es, n�o percebo essa sintonia produ��o/p�blico espectador. Brasileiro acha a sua televis�o dita p�blica chata e n�o � o povo que est� errado, ela realmente � chata ou, quando n�o �, tem apenas momentos interessantes e n�o uma programa��o, uma grade interessante. Da�, sem op��o inteligente ou instigadora, o telespectador migra para qualquer outro canal, ainda que seja pior, mas que possui algum tipo de identidade. Nesse ponto, o telespectador fica discutindo a qualidade ou n�o daqueles canais que falam alguma coisa ainda que n�o seja a expectativa do p�blico. Existem v�rios exemplos de intera��o dos meios de comunica��o p�blicos na sociedade e vou citar dois que considero primordiais. Primeiro, evidentemente, a internet. No mundo de hoje eu n�o conhe�o nenhuma crian�a, nenhum adolescente, nenhum adulto com interesse em informa��o que n�o tenha a internet como seu ponto de partida na busca, na pesquisa. Pensando assim, se essa afirmativa for realidade, um canal de comunica��o p�blica tem que possuir um site que atenda a todas as necessidades do usu�rio tais como, informa��o (not�cias e seus desdobramentos), entretenimento, cultura, etc. fazendo uma ponte com a televis�o e r�dio. O que dever�amos entender como sistema p�blico de divulga��o � isso, um meio e n�o apenas uma televis�o ou apenas uma r�dio: � um trip� que trabalha em igualdade de condi��es dando cada um deles aquilo que � espec�fico do meio. A TV p�blica brasileira n�o tem investimento na �rea da internet, a internet � quase um favor da TV, o site n�o tem autonomia n�o � consultado, n�o participa nas decis�es da empresa, � marginal. Da� n�o t�o bem acabado, insipiente �s vezes. A produ��o televisa n�o se reporta � internet, considera dar informa��es ao site como um fardo e n�o um est�mulo, uma complementa��o do que � tratado em sua programa��o. Como resultado imediato, temos menos acessos ao site, este tem menos credibilidade e leva menos pessoas � televis�o e � r�dio. Um c�rculo vicioso de informa��o �s avessas, de desinforma��o e desinteresse. O outro aspecto sobre o qual n�o vou me estender � a falta de trabalho comunit�rio, de campo, dos produtores dos ve�culos com as comunidades, n�o ouvindo, n�o se mostrando presente e pronta a atender as demandas sociais. Assisto apenas � mudan�a dos discursos, mas nenhuma a��o concreta, nenhuma atitude, que definitivamente, coloque efetivamente a televis�o, a r�dio e a internet no seu devido lugar de servi�o p�blico, mas �til e atraente com o trip� de meios anteriormente mencionados. Jan 2004 |
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| A n�o est�tica da internet O que aflige na internet � a falta de arte, a incapacidade da psicologia, da est�tica estarem presentes nos sites, blogs e demais s�tios. Conversando com uma amiga artista, ela me falava da sua ang�stia diante da internet com todas as suas exig�ncias de c�digos e padr�es pr�-estabelecidos. N�o pensamos na internet como arte, como prazer, como indu��o ao l�dico. Vemos apenas a fonte de pesquisa, a fonte do conhecimento fugaz. N�o se pensa na psicologia, na an�lise, na arte quando tratamos das infovias. Pensamos imediatamente na troca de informa��es breves e, na maioria das vezes, comerciais. Seguindo esse caminho a internet est� fadada ao fracasso como meio de comunica��o. Nosso psiquismo n�o suporta nenhum instrumento que constantemente aplique determinados conceitos e fun��es sem pensar no amor, na poesia, no sentimento e, principalmente, na arte. O ser humano �, essencialmente, art�stico, sua vis�o de mundo contempla enorme espectro de est�tica, seja ela no corpo, na forma das coisas, em suas cores, em sua singularidade. A internet n�o tem nenhum desses requisitos e n�o se pensa neles quando sentamos em frente a um computador. H� alguns anos encontrou-se um pouco de humaniza��o atrav�s dos blogs que, a meu ver, n�o est�o trilhando o caminho mais coerente com o meio. Mas ainda assim, s�o eles fonte de humaniza��o. Entretanto, parou-se a�. N�o se pensa em psicologia e em arte. Buscamos arte em museus e livros n�o porque queremos apenas isso, mas porque nossa intelectualidade ainda n�o foi capaz de traze-la para a rede de computadores o que � um contra senso j� que vivemos numa sociedade em rede e dela n�o mais sairemos. E se � um fato, por que n�o trazer para c� a cultura verdadeira, dissociada da informa��o ordin�ria? Qual o caminho devemos perseguir para trazer a psicologia da arte para a internet? Quanto tempo mais faremos pesquisas r�pidas sem nos determos em artistas. Por que n�o Goya, Shakspeare, Callas e tantos outros? Falta uma semana de arte, como a de 22, na internet e esse � o desafio que imponho a mim e aos leitores. Janeiro/2004 |
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| DO HOMEM Ainda que de forma amb�gua, existe uma proximidade entre o mito e o �cone, entre o sagrado e o profano, entre o desejo de imortalidade n�o dito do homem e sua perpetua��o em sua obra. Conforme j� dissemos antes, hoje � poss�vel recriar pessoas, c�rebros e mundos onde a impossibilidade inexiste. O mundo cabe nas m�os do homem e ele, perplexo, ajoelha-se ex-machine ao mesmo tempo em que hordas ajoelham-se frente ao objeto que cultua e serve. � tempo de disc�rdia e luta. Tempo tamb�m de progresso confuso quando o que cura, devasta. De todo modo, o homem, �nico no planeta, sobreviveu e venceu. Caminha agora para outros mundos ao mesmo tempo em que recria, de outra forma, o mundo aqui. Mundo impalp�vel nem por isso menos real. Homero, bem o sabemos torna-se bin�rio, quem sabe sempre o foi e o m�stico perde ser cerne t�o pr�ximos estamos da uni�o extra mundos. A cada cem anos uma grande obra do homem vai para o fundo do mar e a cada segundo nascem milhares de novos homens para prosseguir recriando-as. E, apesar de tudo, renasce em cada homem, a cada dia, a certeza da liberdade, da cria��o, do belo. O homem � belo. Mesmo travestido, mimetizado e, em ess�ncia ou bites, a est�tica e o sentimento sobrevivem. Geraldo Iglesias Mar�o 01 |
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| Marcelo Yuka, com �dio, deturpa fatos e estimula a revolta | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Mande seus Textos (que n�s publicamos) PARTICIPE DOS DEBATES! | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| EMIR SADER E A DITADURA ESTATIZANTE | Educa��o a Dist�ncia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Por qu� o mist�rio? Como o fato real vira hist�ria? � hist�ria? Avisem! |
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| TV WEB | A Hist�ria | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O APARENTE FRACASSO DA INTERNET NA DIFUS�O DA EDU��O E DA CULTURA - NOSSOS ERROS POL�TICOS | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O FUNK � O C�NCER DO TECIDO SOCIAL - LEIA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Drogas ... quando come�amos a tratar do assunto das drogas com nossos filhos acreditamos que nossa rela��o de amizade e confian�a bastar�... e basta... mas como tratar a m�dia com suas m�sicas que falam da maresia, que falam das ervas e tantas outras formas enaltecendo, estimulando o uso da maconha e outras drogas? A internet tem milhares de sites estimulando mesmo que sub-repticiamente o uso de drogas, os �dolos da m�sica, os artistas, a m�dia, principalmente a m�dia estimulando de forma dissimulada, de forma desavergonhada para n�o ser punida... esse � o desafio dos respons�veis: tratar o assunto droga sem mitifica-lo e mostrar que essa m�dia podre que aceita e produz esse est�mulo � careta, � hip�crita a canalha. Os raps, o n�o sei quem pensador, essas bandas, enfim � uma produ��o enorme de indu��o � droga e usando todas as m�dias dispon�veis com a permissividade dos respons�veis por esses canais de difus�o... canais de s�o concess�o p�blica ou seja, eu �ltima an�lise, cabe ao governo coibir toda a canalhice, impedir mesmo a propaganda irrespons�vel coma censura na medida exata. Mas a m�dia (internet, televis�es, r�dios, jornais) favorece o governo acobertando aqui e ali atos se n�o il�citos, pelo menos estranhos, pelo menos fatos que o governo n�o tem interesse que venham a p�blico. E nessa troca de favores canalha temos figuras nitidamente pe�onhentas como Gabriel, o Pensador (ris�vel) e tantos outros cantando as maravilhas da maresia. Com o descaso de todos, com a falta de escr�pulos dos dirigentes de tvs apaniguados pelo governo, ficam os pais lutando sozinhos para impedir a entrada se seus filhos no catastr�fico mundo das drogas. Que interesse ent�o t�m o governo em que haja est�mulo �s drogas? O que se espera criando uma gera��o de poss�veis drogados. E, ainda, se o governo n�o age, qual o papel real da m�dia nisso tudo? Janeiro 2004 |
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| Arte no Brasil Independente da velha discuss�o se a televis�o faz cultura ou n�o, � indiscut�vel o baixo desempenho que essa m�dia vem tendo nos �ltimos anos, desempenho esse que cai � cada ano, com menos produ��es, produ��es mais baratas, com menos criatividade, com menos car�ter cultural. N�o existe dinheiro do governo, as empresas antes patrocinadoras se fecham, � novas propostas e os artistas se encolhem, baixam a cabe�a e lambem as botas de qualquer patr�o para garantir sua sobreviv�ncia. Essa posi��o vai se tornando cada vez mais imobilizadora na medida em que o artista tem medo porque n�o h� teatro, cinema e televis�o sem a cria��o, sem a figura do criador independente, do artista que inventa, traduz, instiga. N�o s�o as empresas, ao contr�rio do que muitos pensam, que fazem cultura. Quem faz � o artista contratado, o artista que tem liberdade, que se permite criar livremente sem o pavor constante do desemprego. E n�o havendo dinheiro dispon�vel para a produ��o cultural cria-se um c�rculo vicioso onde nada acontece, como estamos vendo nos tempos atuais. (Continua) fev/04 |
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| PALIMPSESTO | PALIMPSESTO | PALIMPSESTO | PALIMPSESTO | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Funk, c�ncer do tecido social | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Absurdo totalitarismo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Que Mundo! | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Direita Volver | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Paulo Paim e a Escravid�o | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Aben�oadas Cabecinhas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Prud�ncia na Internet | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Interatividade nas novelas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Preconceito com a �ustria | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| M�dia, Viol�ncia & Crian�as | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| TVE, novas possibilidades | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Paulo Francis faz falta | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Doce Mundo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Nem tudo... | Ainda �rf�os de Francis | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| �tica II | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A superioridade de Francis | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Meios de Educa��o | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Programas para jovens? | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Espa�o de resposta | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Mal entendido | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Brasil 500 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A Viol�ncia Infantil | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Fac��o Aeroporto | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Cacos da Democracia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Ano Gilberto Freyre | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 2001 - As Patrulhotas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O Sonho Come�ou | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Modernidade | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Manifesto pela Direita | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Admir�vel Mundo Novo | Democracia Amea�ada | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A Estrutura da Favela | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| TV P�blica | Esparsas&Controversas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A Pra�a Global | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| �tica | O Forr� e Robertinha | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O PORQU� DO PORTAL | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Pol�cia no Formigueiro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| ACONTECEU! | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Zumbi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A M�dia, o Homem e o Meio | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| N�s, Semideuses | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| 2004, Uma Odiss�ia Virtual | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Os livros e os peri�dicos | M�dia e Cidadania | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Homossexualismo e M�dia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Do Homem | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A Inqui��o e a CPI | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Computadores de 500 | Nosso Incr�vel Frei Betto | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Multim�dia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A M�dia como Prtodutora de Deesejos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| A n�o est�tica da internet | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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