Tears For Fears
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HISTÓRIA
   Todas as coisas pareciam estar se movendo rápido e mais rápido - Tears For Fears pareciam explodir na cena, eles estavam em toda a parte, apareciam em numerosos shows de T.V. e revistas - o ano sem dúvida estava no devido lugar para eles. Um colossal tour mundial estava empreendido, deixando ambos os jovens rapazes se sentindo pior para se vestir às vezes. Neste ponto eles definitivamente tiveram um ouvido coletivo do mundo, não para chamar a atenção daqueles na indústria...
   O resultado de tudo isso, além de fazer dos Tears For Fears um grupo músical descontroladamente bem sucedido, fez que os executivos industriais aclamassem para um outro álbum de sucesso. Isso iria demonstrar uma tarefa nada fácil, já que a dupla sentiu que precisaria mudar de novo a direção musical. Tendo achado a si próprios acorrentados às seqüências durante os shows ao vivo, eles compreensivelmente se sentiram limitados. Recordação de um incidente durante o “SFTBC” tour... Uma noite depois de apresentarem um desconcertante show na cidade de Kansas, eles foram de cabeça baixa para o bar do hotel para apanhar um par de drinks...
   Naquela noite, no bar, uma cantora/pianista chamada Oleta Adams estava se apresentando. Enquando Oleta apresentava a música de Quincy Jones, "Everything Must Change", Roland brevemente encontrou ele próprio chorando, pelo claro, comovente e honesto desempenho de Oleta. Ele conhecia exatamente o que precisava ser feito - todas as coisas devem mudar e, de fato, mudariam...
   O próximo álbum dos Tears For Fears “The Seeds Of Love” parecia que nunca iria se materializar. O pai de Roland (George), com quem ele tinha tido um acrimonioso relacionamento, morreu, Curt estava se divorciando de sua primeira esposa Lynn (ele é agora casado com Frances [Pennington] Smith) e as pessoas da Mercury / Phonogram estavam ficando nervosas, palavra era que eles “tinham soprado aquilo”. Finalmente lançado em 1989, o álbum levou quase quatro anos, durante os quais os Tears For Fears trabalharam com quatro produtores em nove estúdios.
   O resultado, na minha honesta opinião foi espectacular, o alcance do projeto faz daquilo um prêmio jóia em qualquer coleção de fãs dos Tears For Fears / Roland Orzabal. Roland recrutou Oleta Adams para cantar “Woman In Chains”, e, de fato, Oleta aparece no álbum em outros números de exibição apresentando suas capacidades de voz e piano.
   O álbum teve críticas em seus ouvidos. A maioria dos fãs estava contente com a nova direção que as composições de Roland tomaram. A música tinha ultrapassado as expectativas da maioria das pessoas. Aquilo era como se Tears For Fears estivessem prestes a recuperar o seu trono!
   Contudo, não estava tudo adequado. A amizade de Curt e Roland e a sociedade musical estavam desintegrando-se. Encerrando seu tour mundial com um desempenho em Knebworth '90, a dupla tinha que lidar com o fato que o diretor Paul King, tinha saído com a maior parte do lucros do tour “TSOL”. King imediatamente reclamou, deixando Roland e Curt com a responsabilidade de pagar as vários dívidas associadas com o álbum e com o tour. Curt e Roland dividiram a dívida e Roland guardou o nome. Em 1991, Curt "oficialmente" anunciou sua partida dos Tears For Fears para proseguir com projetos solo. A dupla conhecida como Tears For Fears essencialmente tornou-se uma atuação de apenas um. Roland e Curt não iriam se falar de novo por quase oito anos.
   Roland manteve-se ocupado produzindo e tocando no primeiro álbum de Oleta Adams, "Circle Of One", no qual Oleta gravou uma música de Roland originalmente escrita para 'TSOL' chamada, “The Rhythm Of Life”. Curt lançou seu primeiro projeto solo, “Soul On Board” e mudou-se para os EUA, alternando entre Nova Iorque e Los Angeles. Tears For Fears – Greatest Hits Collection, “Tears Roll Down” foi lançada em 1992 ajudando a satisfazer os o apetite dos fãs das músicas do grupo. Em 1993, Roland, sob o nome Tears For Fears, lançou “Elemental” considerado por muitos o primeiro projeto solo dele...
  Escrevendo para este álbum, ele iria unir-se com um amigo e guitarrista Alan Griffiths, que tocou no tour “Songs From The Big Chair”. O álbum foi gravado na casa de Roland em seu próprio estúdio Neptune’s Kitchen. Não só foi ali por causa das considerações orçamentárias da queda de “TSOL”, mas, Roland agora tinha um jovem filho chamado Raoul para o qual ele queria estar disponível.
CONTINUA...
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