"criar
não representa um relaxamento ou esvaziamento pessoal,
nem uma substituição imaginativa da realidade;
criar representa uma intensificação
do viver; um vivenciar-se no fazer; e em vez de
substituir a realidade, é a realidade; uma realidade
nova que adquire dimensões
novas pelo fato de nos articularmos, em nós mesmos,
em níveis
de consciência mais elevados e mais complexos.”
(Fayga
Ostrower – 1977)