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No
século XVIII, por volta de 1840, iniciou o primeiro curso a
distância, por correspondência, em Boston;
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A
partir do Séc. XIX, os cursos por correspondência se tornaram
populares. Em 1920, a União Soviética criou os semi-cursos, em
que havia aulas presencias;
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Por
volta de 1940, foi implantado os cursos a distância no Brasil,
em que utilizaram materiais impressos distribuídos pelo correio como meio de ensino;
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Antes
da internet tínhamos uma EaD que utilizava apenas de tecnologias
de comunicação de um-para-muitos (rádio, TV) ou de um-para-um (ensino
por correspondência). Via internet, temos as três possibilidades
de comunicação reunidas numa só mídia: um-para-muitos, um-para-um
e sobretudo, muitos-para-muitos;
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Durante muito tempo, a educação a distância foi considerada um
espécie de “estepe” do ensino, utilizada principalmente quando
outras modalidades de educação falhavam.
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A
sociedade se acostumou a olhar para a EaD como uma educação “de
segunda categoria”, feita por aqueles que não tiveram oportunidade de
um educação presencial convencional.
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Com
a internet, os congressos e encontros de Educação a Distância,
juntam-se pessoas interessadas em conhecer as novas tecnologias a
ela aplicadas. Jornais e revistas começam a dar destaque a
projetos de escolas e universidades virtuais. Mundialmente, as
melhores e mais caras universidades começam a montar seus campi
virtuais e a oferecer em Educação a Distância via internet;
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Hoje,
tudo o que envolve a Internet chama a atenção de muitas pessoas.
Estamos diante de
uma tecnologia que permite coisas impensáveis em outras
modalidades que não utilizam outras tecnologias. Via Internet,
por exemplo, pode-se experimentar a aprender junto com os outros, interagindo
com muitos, independente do tempo e do lugar de cada um.
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No
mundo inteiro as instituições de ensino estão procurando se
informar e acompanhar esta verdadeira revolução educacional que
está acontecendo.
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Aluno
e professor passam a ser companheiros de comunidade de
aprendizagem. O professor tem uma função de liderança.
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O aluno
virtual deve ser capaz de atender às demandas dos novos
ambientes online de aprendizagem, de se perceber como parte de
uma comunidade virtual de aprendizagem colaborativa e
desempenhar o novo papel a ele reservado nesta comunidade.
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Professor virtual precisa ser antes de mais nada, um conhecedor
da
nova pedagogia. Não é apenas mais um novo meio no qual ele tem
que aprender a se movimentar, mas é uma nova proposta pedagógica
que ele tem de ajudar a criar com sua prática educacional.
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O talento
do professor, deverá se concentrar não apenas no
domínio de um conteúdo ou de técnicas didáticas, mas na
capacidade de mobilizar a comunidade de aprendizes em torno da
sua própria aprendizagem, de fomentar o debate, manter o clima
para a ajuda mútua, incentivar cada um a se tornar responsábel
pela motivação de todo o grupo.
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O novo aluno e
o novo professor ainda não existem. Precisam ser
formados e aperfeiçoados continuamente nesta nova área de prática
educativa.
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Nosso
país ocupa posição de destaque no campo de infra-estrutura de
comunicação de dados para suporte a projetos de Educação à
Distancia via internet. Temos empresas que exportam
software para educação online para o mundo inteiro. Ainda
estamos muito aquém de nossas necessidades em peopleware, em
professores e alunos capazes de ensinar e aprender à distância. Esta
é a outra dificuldade enfrentada atualmente no desenvolvimento de
programas de educação online. Faltam pessoas especializadas
e capacitadas em educação a distância.
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