Artigo1-Mitologia N�rdica
Odin deus de Asgard e seu cavalo sleiphnir
Com as duas maiores os deuses realizaram o Sol e a Lua, colocando-as sobre duas carruagens que girariam sem parar sobre Midgard, revelando-se incessantemente no c�u, carro�as guiadas pelos dois filhos do gigante Mundilfari, a sua filha Sol e seu filho Mani.

Ambas as carruagens, para manter viva a luta constante entre o bem e o mal, seriam eterna e inutilmente perseguidas pelos dois lobos Skoll e Hatri � encarna��es vivas da repulsa e do �dio, que tratavam de alcan��-los, sem o conseguirem salvo em alguma rara ocasi�o (quando da terra se podia ver um eclipse do Sol ou da Lua), para conseguir o seu malvado objetivo de devorar o Sol e a Lua e fazer com que a escurid�o perp�tua ca�sse de novo sobre o Universo...
Para fazer o dia e a noite encarregou-se ao belo Dag, filho da deusa da noite Naglfari, que levasse a carro�a do dia, puxada por Skin (brioso cavalo branco que produzia com os seus cascos a brilhante luz do dia), enquanto Note, a filha do gigante Norvi, encarregava-se de conduzir a carro�a preta da noite, puxada pelo seu negro cavalo Hrim (o que lan�ava � Terra o orvalho e a geada produzido pelo seu trotar).

Mais tarde, foram-se acrescentando ao cortejo celeste as seis horas e as duas grandes esta��es: o inverno e o ver�o. J� estava a Terra pronta para ser ocupada pelos primeiros seres criados pelos deuses...

Os dois primeiros seres...

Mas era necess�rio muito mais do que os elfos, bons e maus para dar sentido ao Universo, e os deuses pensaram que o acabado Midgard exigia a presen�a da mulher e do homem... Vendo perante si um Olmeiro (Embla) e um Salgueiro (Askr) juntos, a beira mar, Odin compreendeu imediatamente que dessas duas �rvores teria que criar o homem e a mulher, a estirpe dos humanos

Deu-lhes Odin a alma; Hoenir, o movimento e os sentidos; Lodur, o sangue e a vida. O primeiro homem, Askr, e a primeira mulher Embla, estavam vivos e eram livres, tinham recebido o dom do pensamento e da linguagem, o poder de amar a capacidade da esperan�a e a for�a do trabalho, para governarem o seu mundo...

Deram origem a uma nova ra�a, sobre a qual eles, os deuses, estariam exercendo permanente a sua tutela. Mas Odin, deus da sabedoria e da vit�ria, era o protetor dos guerreiros aos quais proporcionava um especial afeto, cuidando deles da altura do seu trono, o Hlidskialf, enquanto vigiava o resto do Universo, no n�vel dos deuses, no dos humanos e no dos elfos.
Perto de l� estava Valhalla, a sala dos mortos escolhidos, o para�so dos homens escolhidos entre os ca�dos em combate her�ico. Era um pal�cio magn�fico, ao qual se acedia por qualquer das quinhentas e quarenta portas, imensas portas (por cada uma podia passar uma forma��o de oitocentos homens em fundo), que davam para uma grande sala coberta de espadas t�o brilhantes que iluminavam a est�ncia, refletindo-se a sua luz no artesanato feito de escudos de ouro e nos peitilhos e malhas que decoravam os bancos, a sala de jantar e o lugar de reuni�o para os Einheriar trazidos entre os mortos pelas Valqu�rias montados nas suas cavalgaduras, ap�s cavalgarem atrav�s do Bifrost...

O ocaso dos deuses...

E o dia da vingan�a do lobo Fenris (chamado tamb�m no velho n�rdico de �Wolf-Joint�) chegou por fim. O �ltimo dia, o da batalha entre as for�as do bem e as do mal. Loki (o diabo), que tinha vivido entre os doze deuses, levava a maldade no seu seio, e quando foi expulso de Asgard, tamb�m a levou para os humanos, fazendo com que o mundo se convertesse no lugar de todos os crimes; em breve as divindades viram que tinha chegado o tempo do seu ocaso...

O Sol e a Lua deixaram de brilhar nos c�us, ao serem alcan�ados e devorados pelos lobos engendrados por Fenris; a neve e o vento invadiram tudo durante tr�s anos, e depois outros tr�s anos de pesar ca�ram sobre o aterrado Universo. O drag�o devorou a raiz do salgueiro Yggdrasil (�rvore do Mundo) e Heimdall (deus do arco-�ris) deu toque de alarme...

Os deuses saltaram dos seus pal�cios e sa�ram nos seus cavalos para combaterem os gigantes do gelo e a sua banda de renegados e monstros horrendos. Ia dar-se in�cio � luta final sobre a plan�cie de Vigrid, segundo o que o destino tinha marcado desde o princ�pio dos tempos...
A batalha derradeira entre o ex�rcito do bem, formado pelos deuses do Aesir, os guerreiros escolhidos do Einheriar e os deuses do vento, os Vanas e as for�as poderosas e heterog�neas do mal, em cujas sinistras filas estavam desde a deusa da morte, Hel, at� Loki e o seu filho, o lobo Fenris, passando pelos sempre temidos gigantes do gelo e de todos os monstros aliados.

Um instante depois, entre o estrondo da tempestade e a f�ria de todos os elementos desatados, todos os inimigos estavam combatendo a morte, numa luta sem quartel, na qual dificilmente podia haver um vencedor.

Cada um dos combatentes selecionou o inimigo do seu tamanho, e assim Odin enfrentou o lobo Fenris; Thor lan�ou-se contra a serpente do Midgard; Heimdall escolheu o traidor deus Loki como seu rival; Tyr balan�ou-se contra o c�o Garn; sem dar-se um segundo de descanso, todos os advers�rios lutaram desesperadamente enquanto puderam manter-se em p�...
Anterior    Pr�xima
Voltar para Mat�rias do site
Hosted by www.Geocities.ws

1