A bailarina O b�bado estava no metr� quando viu uma mulher que n�o depilava as axilas. O b�bado ficou observando a mulher em p�. Olhou para ela, deu uma mirada e falou: Bailariiiinaaa! � bailarina, vem caa�! A mulher percebeu que era com ela mas n�o deu a menor aten��o. E o b�bado continuou provocando: � bailarina! Olha pra mim, bailarina! O b�bado, inconveniente, continuou a chamar a mulher que n�o se depilava e a mulher foi ficando cada vez mais irritada. At� que ela n�o se conteve mais e falou para o b�bado: Que bailarina coisa nenhuma. Onde � que o senhor t� vendo bailarina, b�bado chato? ; Se a senhora n�o � bailarina, como � que consegue botar a perna a� em cima? -------------------------------------------------------------------------------- O enterro O enterro vinha pela rua e ia passando em frente ao boteco quando um b�bado, vestido com uma camisa verde e rosa, saiu cambaleando e gritou levantando os bra�os: Olha a mangueira a���, pessoaaal! Os acompanhantes n�o gostaram nem um pouco daquela brincadeira de mau gosto e ca�ram de pau em cima do b�bado: N�o respeita nem os mortos, �h palha�o! E tome cacete em cima do b�bado. O cortejo continuou e, mais na frente, um dos homens que carregavam o caix�o trope�ou na mangueira d'�gua estendida na rua derrubando tudo: morto e caix�o. O b�bado, agora al�m de b�bado, machucado, gritou l� do boteco: Eu avisei, n�o avisei. -------------------------------------------------------------------------------- Dessa, n�o! Era um b�bado muito inconveniente e o dono do bar n�o estava mais disposto a atur�-lo. Quando ele apareceu naquele dia foi logo pedindo j� com a voz bem pastosa: Me d� uma daquela que matou o guarda. Tomou. Pediu mais outra e mais outra. Desta vez o dono do bar foi l� dentro e encheu o copo com �cido. O b�bado fez careta, mas bebeu tudo de uma s� talagada, pagou e foi embora. O tempo passou e passou e nada de o b�bado aparecer novamente A� o dono do bar come�ou a ficar com remorsos achando que tinha matado o desinfeliz. Uma noite, o b�bado reapareceu e pediu uma cacha�a. O dono do bar p�s uma dose, o b�bado tomou um gole, cuspiu fora e devolveu o copo reclamando: Dessa, n�o! Eu quero daquela que quando a gente mija, a cal�ada fica toda cheia de buraquinho. -------------------------------------------------------------------------------- Essa � muito velha! Depois de muita cacha�a, os dois amigos j� estavam muito embriagados e um deles resolveu ir embora. J� bebi al�m da conta hic! hic!... Agora quero ir pra casa...hic! disse um deles. Eu tamb�m hic! Mas primeiro vamos tomar a saideira hic! Depois eu vou te levar a um lugar que tem umas meninas... ; falou o outro. Cara, p�, n�o sei se vou poder ir. � qui tou com pouco dinheiro e sacum�, isso custa dinheiro. Que nada. � um lugar simplesinho, barato...� bem verdade que n�o tem nenhuma Sharon Stone por l�, mas d� pro gasto. Voc� vem no meu carro. O outro b�bado ficou meio cabreiro porque numa dessas sa�das j� se metera numa enrascada, mas n�o tinha for�as para resistir e l� foram os dois. N�o demorou muito e o motorista percebeu que n�o tinha mais g�s para ir a lugar algum e resolveu ir para casa dormir. Mas se esqueceu de avisar o amigo, meio adormecido no banco ao lado, que mudara de id�ia. Quando chegassem � sua casa, pensou o motorista, deixaria o amigo dormindo no sof� e pela manh� resolveria o que fazer. E assim, os dois chegaram em frente � casa e sa�ram abra�ados pelo jardim a fora. Depois de v�rias tentativas de meter a chave na fechadura, o dono da casa viu que n�o conseguiria abrir a porta de t�o embriagado que estava e tocou a campainha. A m�e dele veio atender. Quando a porta se abriu, o convidado, que n�o tinha sido avisado da mudan�a de planos e continuava pensando que iriam para um bordel, acordou, tomou o maior susto ao ver a m�e do amigo e exclamou: P�, que puta feia, gorda e velha. N�o foi isso que tu me falou n�o. Hei, pera�, p�. Essa a� � a minha m�e! O convidado deu uma nova espiada na velha e falou resignado: ; T� bom, t� bom. Mas s� vou comer porque sou teu amigo. -------------------------------------------------------------------------------- Alta madrugada O b�bado vem descendo a ladeira escura cambaleando, abra�ado a uma garrafa de cacha�a quando trope�a e cai sobre a garrafa. Com muito esfor�o ele se levanta, apalpa a camisa toda molhada e diz preocupado: Tomara que seja s� sangue. |
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