TEAM SAUBER
| ANOS DE F1: 10 | PROJETOR DO CARRO: Leo Ress |
| COMEÇO NA F1: 1993 |
| PILOTOS ATUAIS Heinz Harald Frentzen | Nick Heidfeld |
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| 1993 | 1994 | 1996 |
Fundada em 1970, a companhia construiu carros esportivos que obteve sucesso tanto em campeonatos nacionais como em campeonatos internacionais. A equipe entrou na F1 em 1993 e tem continuado na competição, ganhando pontos desde então
De todas as equipes surgidas nos anos
90, sem dúvida a Sauber foi a que teve o começo mais
impressionante. Nascido de uma parceria entre Peter Sauber e a
Mercedes-Benz no extinto Mundial de Esporte-Protótipos, o Team
Sauber apareceu pela primeira vez na Fórmula 1 em 1993, no GP da
África do Sul. Um de seus pilotos, JJ Lehto, surpreendeu ao
obter a sexta colocação no grid de largada da primeira corrida,
e tanto ele quanto seu companheiro Karl Wendlinger andaram boa
parte da prova entre os seis primeiros colocados. Lehto marcou
dois pontos ao chegar em quinto lugar, e o mundo percebeu
admirado que a Mercedes estava de volta à Fórmula 1. Mas se a
estréia foi espetacular, o restante do ano não repetiu o mesmo
script. Enquanto as demais equipes evoluíam desenvolvendo
suspensões ativas e controles de tração, a Sauber preferiu
manter seu carro convencional, experimentando uma certa
estagnação com relação às demais. Acabou o ano em sexto
lugar, com 12 pontos, o que não deixou de ser muito positivo
para uma estreante.
Um desenvolvimento maior era esperado para o ano de 1994,
principalmente por causa da proibição dos dispositivos
eletrônicos de auxílio ao piloto. Como a Sauber era uma das
poucas equipes que não fazia da eletrônica uma parte importante
de seu projeto, imaginava-se que o time suíço levasse alguma
vantagem, ainda mais com a Mercedes-Benz assumindo oficialmente o
preparo dos motores. O começo foi promissor, tal qual em 1993,
com o estreante Heinz-Harald Frentzen alinhando em quinto no GP
do Brasil. Seis pontos foram somados nas três primeiras
corridas, mas um grave acidente de Karl Wendlinger nos treinos
para o GP de Mônaco abalou as estruturas da equipe. O austríaco
ficou vários dias em coma e Peter Sauber retirou seus carros da
prova. O desempenho de 1993 se repetiu: 12 pontos, mas a Mercedes
não estava satisfeita. Os alemães tinham pressa em obter
resultados e viram na McLaren uma estrutura mais organizada para
que seus esforços fossem transformados em vitória.
Sem motores e sem patrocinadores, Peter Sauber quase fechou suas
portas no começo de 1995, até que conseguiu junto à Ford os
motores Zetec campeões do ano anterior. Mas os resultados não
foram os esperados, vitórias não vieram e desde então a equipe
enfrenta uma certa estagnação. Desde 1997 seus carros são
impulsionados pelos motores Ferrari com a marca da petrolífera
malaia Petronas, mas nem um coração rampante tem sido
suficiente para dar à equipe um empurrão que a leve ao grupo
das grandes. Apesar de organizada e séria, a equipe ainda
permanece no pelotão do meio, somando alguns pontos quando as
grandes enfrentam problemas. O segundo lugar no grid de Jean
Alesi no GP da França com certeza foi a maior glória do time em
1999, mas deve-se levar em conta que o tempo foi obtido em
condições meteorológicas anormais.
O experiente piloto francês deixou a equipe agora em 2000, sendo
substituído pelo finlandês Mika Salo, que viveu breve
experiência na Ferrari ano passado. A vaga de primeiro piloto
desta vez fica para, Pedro Paulo Diniz, que espera conduzir a
Sauber a algum crescimento. O carro C19 agradou nos primeiros
testes de inverno, mas ainda é necessário um confronto direto
com os rivais para prever se o ano será mesmo bom. Não se
espera vitórias, mas um pódio não seria surpresa.
Nos anos seguintes a Sauber deu uma grande evoluída. Pois sempre
estão entre os 6 primeiros a única mancada da equipe foi de
tirar em 2002 o brasileiro Felipe Massa, que mesmo em seu ano de
estréia estava alcançando bons resultados.
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| 1998 | 1999 | 2001 |
Danilo Cardoso© 2003