|
NESTA SESSÃO, PARA MELHOR
RESOLUÇÃO USE A 800por600
VOLTAR
A equipe compete na F1 desde
1985 e nos finais da temporada de 1997 havia alcançado a
marca de 205 GP's. Minardi tem a posição 11º de sua
história de campeonatos de F1.
minardi 94
Sem sombra
de dúvida, Giancarlo Minardi e sua turma são os heróis
da resistência na Fórmula 1. Sempre cercado de dívidas
e maus resultados, este apaixonado italiano continua se
fazendo presente na categoria há mais de quinze anos. A
Minardi é a única das equipes pequenas a conseguir
sobreviver aos anos 90 da Fórmula 1, cujos orçamentos
astronômicos obrigaram nada menos que 16 equipes a
fecharem suas portas, entre elas as tradicionais Brabham
e Lotus. Mas se sobreviver é um mérito, provavelmente
é o único do Minardi Team em toda sua trajetória na
Fórmula 1. Seus carros sempre estiveram entre os
últimos do grid e jamais conseguiram colocar um piloto
no pódio. Apenas uma vez na "corrida maluca"
em Luxemburgo em 1999, quase a Minardi vai para o pódio,
pena que o motor na Minardi de Luca Badoer não aguentou.
Paciência!!
No final
de 1989 o time viveu uma excelente fase, quando Martini
chegou a liderar o GP de Portugal e obteve um terceiro
lugar no grid do GP da Espanha. O ano de 1990 também
começou bem, com Martini largando na primeira fila do GP
dos Estados Unidos. Entretanto, o restante do ano foi
cercado de decepções, até que um acordo com a Ferrari
para a cessão de motores V12 foi fechado para 1991.
Contando com propulsores bem mais potentes que os
anteriores Ford, a Minardi conseguiu consolidar uma
posição de destaque entre as equipes médias.
No
entanto, no final do ano a Ferrari decidiu levar seus
motores para a Scuderia Italia. Assim, a equipe entrou em
nova decadência, vindo a recuperar-se em 1993 com
Christian Fittipaldi somando alguns pontos. Mas a falta
de dinheiro já se tornava crítica, sendo Giancarlo
obrigado a demitir Christian para ceder um cockpit ao
piloto pagante Jean-Marc Gounon nas últimas duas provas
do ano.
A solução encontrada para evitar a falência foi uma
fusão com a Scuderia Italia em 1994, o que deu ao time
uma certa sobrevida. A temporada foi ainda pior, com o
time voltado a figurar entre os últimos carros do grid.
No começo de 1995 a equipe recebeu um forte baque quando
Flavio Briatore interferiu de forma discutível nas
negociações da Minardi com a Mugen-Honda. O acordo de
fornecimento de motores estava praticamente fechado,
quando Briatore seduziu os japoneses a acertarem com a
Ligier, de quem ele havia retirado os motores Renault
para ceder à Benetton. O caso foi resolvido quando o
italiano prometeu ajuda financeira e know-how
administrativo ao time de Faenza.
Em a
temporada de 2000, não foi uma temporada não muito
diferente das anteriores. Com o apenas correto Marc
Gené e o imprevisível Gastón Mazzacane ao
volante (que comprou seu passe na equipe) , não deve-se
esperar nenhum rompante de brilho, apesar do aumento
significativo do budget da Telefónica de España na
equipe. Aliás, muitos afirmam que durante a temporada os
espanhóis devem oficializar a compra da Minardi,
terminando assim com a saga destes verdadeiros heróis da
resistência.
Em 2001 os
pilotos da nova Minardi (Minardi European), marcaram
história na Minardi, pois esse ano foi o pior de todos.
Usando seu motor Hart, isso é, o usado na temporada de
1997 a equipe com Fernando Alonso e Tacio Marques ficaram
só praticamente entre o 21º e o 22º quando não era
isso não era nenhuma outra posição.
Em 2002
não foi muito diferente, mas o que os consolaram é o
6º lugar do estreiante e milagroso Mark Webber no GP da
Austrália. Neste ano a equipe usou o motor de temporadas
passadas e a equipe fez história com Maik Yoong que
batia e rodava sozinho.
|