MINARDI EUROPEAN

ANOS DE F1: 18 PROJETOR: Gustav Brunner
COMEÇO NA F1: 1985 DONO: Paul Stoldan

PILOTOS ATUAIS

Just Wilson Jos Verstappen
   
1988 1992 1995 1997    

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A equipe compete na F1 desde 1985 e nos finais da temporada de 1997 havia alcançado a marca de 205 GP's. Minardi tem a posição 11º de sua história de campeonatos de F1.

minardi 94

Sem sombra de dúvida, Giancarlo Minardi e sua turma são os heróis da resistência na Fórmula 1. Sempre cercado de dívidas e maus resultados, este apaixonado italiano continua se fazendo presente na categoria há mais de quinze anos. A Minardi é a única das equipes pequenas a conseguir sobreviver aos anos 90 da Fórmula 1, cujos orçamentos astronômicos obrigaram nada menos que 16 equipes a fecharem suas portas, entre elas as tradicionais Brabham e Lotus. Mas se sobreviver é um mérito, provavelmente é o único do Minardi Team em toda sua trajetória na Fórmula 1. Seus carros sempre estiveram entre os últimos do grid e jamais conseguiram colocar um piloto no pódio. Apenas uma vez na "corrida maluca" em Luxemburgo em 1999, quase a Minardi vai para o pódio, pena que o motor na Minardi de Luca Badoer não aguentou. Paciência!!

No final de 1989 o time viveu uma excelente fase, quando Martini chegou a liderar o GP de Portugal e obteve um terceiro lugar no grid do GP da Espanha. O ano de 1990 também começou bem, com Martini largando na primeira fila do GP dos Estados Unidos. Entretanto, o restante do ano foi cercado de decepções, até que um acordo com a Ferrari para a cessão de motores V12 foi fechado para 1991. Contando com propulsores bem mais potentes que os anteriores Ford, a Minardi conseguiu consolidar uma posição de destaque entre as equipes médias.

No entanto, no final do ano a Ferrari decidiu levar seus motores para a Scuderia Italia. Assim, a equipe entrou em nova decadência, vindo a recuperar-se em 1993 com Christian Fittipaldi somando alguns pontos. Mas a falta de dinheiro já se tornava crítica, sendo Giancarlo obrigado a demitir Christian para ceder um cockpit ao piloto pagante Jean-Marc Gounon nas últimas duas provas do ano.

A solução encontrada para evitar a falência foi uma fusão com a Scuderia Italia em 1994, o que deu ao time uma certa sobrevida. A temporada foi ainda pior, com o time voltado a figurar entre os últimos carros do grid. No começo de 1995 a equipe recebeu um forte baque quando Flavio Briatore interferiu de forma discutível nas negociações da Minardi com a Mugen-Honda. O acordo de fornecimento de motores estava praticamente fechado, quando Briatore seduziu os japoneses a acertarem com a Ligier, de quem ele havia retirado os motores Renault para ceder à Benetton. O caso foi resolvido quando o italiano prometeu ajuda financeira e know-how administrativo ao time de Faenza.

Em a temporada de 2000, não foi uma temporada não muito diferente das anteriores. Com o apenas correto Marc Gené e o imprevisível Gastón Mazzacane ao volante (que comprou seu passe na equipe) , não deve-se esperar nenhum rompante de brilho, apesar do aumento significativo do budget da Telefónica de España na equipe. Aliás, muitos afirmam que durante a temporada os espanhóis devem oficializar a compra da Minardi, terminando assim com a saga destes verdadeiros heróis da resistência.

Em 2001 os pilotos da nova Minardi (Minardi European), marcaram história na Minardi, pois esse ano foi o pior de todos. Usando seu motor Hart, isso é, o usado na temporada de 1997 a equipe com Fernando Alonso e Tacio Marques ficaram só praticamente entre o 21º e o 22º quando não era isso não era nenhuma outra posição.

Em 2002 não foi muito diferente, mas o que os consolaram é o 6º lugar do estreiante e milagroso Mark Webber no GP da Austrália. Neste ano a equipe usou o motor de temporadas passadas e a equipe fez história com Maik Yoong que batia e rodava sozinho.

1998 1999 2000 2001 2002
 

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Danilo Cardoso© 2003

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