JORDAN GRAND PRIX
| ANOS DE F1: 13 | ENGENHEIRO: Gary Anderson |
| COMEÇO NA F1: 1991 | DONO: Eddie Jordan |
| PILOTOS ATUAIS GianCarlo Fisichella | Ralf Firman |
GRÁFICO DE RENDIMENTO DA EQUIPE
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| 1991 | 1994 |
Eddie Jordan Racing foi fundada em 1980, tendo sua primeira vitória no Campeonato Britanico de F3 em 1987. Em 1991 se fundou a Jordan Grand Prix. Uma das melhores temporadas da Jordan foi em 1997, conquistando o 5º lugar nos construtores.

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| 1992 | 1995 |
Foi uma estréia e tanto. Contando
com um excelente projeto de Gary Anderson (atualmente a Jaguar) e
com motores Ford, o carro 191 comportou-se muito bem nas mãos de
Andrea de Cesaris e Bertrand Gachot, que fizeram uma ótima
temporada. Foram 13 pontos e uma melhor volta, resultando na 5ª
posição no mundial de construtores, feito simplesmente
sensacional para uma estreante. A intenção de fazer boa figura
no primeiro campeonato para atrair algum grande patrocinador ou
alguma fábrica de motores para o ano seguinte deu certo, e a
Jordan deixou de ser cliente da Ford em 1992 e passou a ser
equipe oficial da Yamaha. Uma parceria que trouxe muitos
dólares, mas poucos resultados. Os motores V12 japoneses eram
fracos e quebravam muito, o que fez a Jordan marcar apenas um
ponto naquela temporada. A parceria foi desfeita e Eddie Jordan
encomendou motores a Brian Hart para 1993. A equipe voltou a
crescer, apoiada pela petrolífera sul-africana Sasol, e Rubens
Barrichello esteve muito próximo de um pódio no GP da Europa,
traído que foi pelo sistema de alimentação de seu motor nas
últimas voltas. A equipe seguiu crescendo e em 1994 Barrichello
classificou-se entre os seis primeiros no mundial de pilotos,
além de marcar a pole position para o GP da Bélgica. No ano
seguinte, a Jordan aproveitou-se do rompimento da McLaren com a
Peugeot e associou-se com a fábrica francesa.
Os resultados demoraram um pouco a aparecer, com a Jordan
mantendo-se no pelotão intermediário até 1997. Nesta
temporada, Giancarlo Fisichella esteve muito próximo de vencer
na Alemanha e na Bélgica, mas à essa altura a Peugeot já havia
caído no canto da sereia de Alain Prost, que desejava formar um
time 100% francês. As equipes trocaram de motores e quem acabou
beneficiada foi a Jordan, que impulsionada pelos Mugen-Honda V10
desprezados pela Prost, conquistou sua primeira vitória no GP da
Bélgica de 1998, com Damon Hill. Foi a primeira vitória e a
confirmação da Jordan no grupo das quatro melhores equipes da
Fórmula 1 naquele mundial de construtores, desbancando a
Benetton. Em 1999, a escuderia seguiu numa impressionante
ascenção, com Heinz-Harald Frentzen conquistando duas
vitórias na França e na Itália, terminando o campeonato de
pilotos em terceiro lugar e brigando pelo título até a
penúltima prova.
Em 2000 se esperava muito da Jordan e do Frentzen, mas a Jordan já não foi aquelas coisas. Esperava muito dela devido ao tal "casamento" com a equipe e a Honda, mas por causa da BAR que estava na briga pelos motores Honda a Jordan não consegiu um associação segura e não teve muitos bons resultados. Em 2002 ficou apenas no sexto lugares nos construtores.
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| 1997 | 1998 |
Danilo Cardoso© 2003