SCUDERIA
ITALIA DALLARA
| ENTRADA NA F1: 1988 | SAÍDA: 1992 | ANOS NA F1: 4 |
| DONO: GIAN PAOLO DALLARA | |
| ÚLTIMOS PILOTOS: Jyrki Jarvilehto Lehto | Pierluigi Martini |
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| 1988 | 1989 | 1990 |
A graduada da engenharia aeronáutica no Politecnico di Milano, Dallara juntou o departamento competindo de Ferrari em 1959. Permaneceu somente momentaneamente antes de mover-se para Maserati e de lá a ser desenhador principal da companhia nova de Lamborghini em 1961. Seu projeto de Miura estabeleceu Lamborghini como um rival a Ferrari em 1966.
Em 1972 Dallara decidiu-se ir sozinho e ele estabeleceu-se sua própria companhia do projeto do carro em Varano, trabalhando como um coordenador do consultante a Lancia no projeto de Stratos e nos esportes construindo e nos carros de GT.
Embora Dallara fosse para trás ao projeto sportscar no sócio 1977 de Williams lobo de Walter que pediu que construísse um carro da fórmula 3. Isto foi competido na ocasião em 1978 por Bobby Rahal e desenvolvido em vários formulários até que Guido Pardini ganhou o championship italiano em 1980. Era o começo de um período enormemente bem sucedido para Dallara com o excesso Europa do sucesso da fórmula 3 toda.
Em 1987 Dallara
foi pedido por Beppe Lucchini de Scuderia Italia para projetar um
carro da fórmula 1 para 1988. Esta promessa mostrada e o
relacionamento cresceram até 1992 em que Scuderia Italia fêz a
decisão desastrosa para comutar ao chassi de Lola.
Em 1991 alguns projetistas consideraram a forma do bico mais
alto, com sete das dezoito equipes - Tyrrell, Brabham, Williams,
Footwork, Benetton, Dallara e Jordan - usando-os em 1991. Este
quadro subiu para 14 em 16 equipes em 1992, com a McLaren
notavelmente ficando com o bico baixo. A Dallara tinha uma asa
dianteira plana na altura do bico, com placas laterais muito
profundas, enquanto a Brabham tinha apenas uma placa montada da
frente do bico até o meio da asa dianteira. A decisão da
Footwork foi a mais diferente, com um plano simples e vertical da
extremidade frontal do bico até uma asa dianteira plana, de
extensão completa.
Dallara, enfim, não foi uma grande equipe ficando entre a parte intermediaria para trás, mesmo que fosse parecida com a Ferrari, tendo sua melhor colocação com 10 pontos em seu último ano na F1, dois podiums e somando 15 pontos no total. Dallara passou para a Formula Indy.
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| 1991 | 1992 |
Danilo Cardoso© 2003