BMW
WILLIAMS GRAND PRIX
| ANOS DE F1: 25 | PROJETOR DO CARRO: Gavin Fisher |
| COMEÇO NA F1: 1978 | DONO: Frank Williams |
| PILOTOS ATUAIS Ralf Shumacher | Van Pablo Montoya |
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1980 |
1992 |
1999 |
2000 |
Frank Williams tem liderado a equipe apesar de muitos problemas que ocorreu, fazendo com que quase desistisse de usar homens menos fortes. A equipe é uma das mais profissionais e vitoriosas equipes da F1. Em 1997 obteu seu 9º campeonato mundial nos construtores.
Em 1978 foi para a pista o primeiro Williams, o FW06, guiado por Alan Jones e patrocinado pela companhia aérea Saudia Airlines. O carro era bastante confiável. Logo na terceira corrida, Jones obteve um quarto lugar e na penúltima prova da temporada, em Watkins Glen, o primeiro pódio com um belíssimo segundo lugar. O caminho natural era o primeiro título mundial e ele chegou com Alan Jones, em 1980. Keke Rosberg repetiu o feito em 1982, mas à essa altura os motores Ford-Cosworth já entregavam os pontos devido à invasão dos turbos.
A Williams relutou em adotar os propulsores turbocomprimidos, mas quando o fez, fez como precisão. Fechou um acordo com a Honda, que em dois anos se tornou o fabricante dos melhores motores da Fórmula 1. Os resultados da parceria poderiam ter sido melhores não fosse um sério acidente automobilístico de Frank Williams em março de 1986.
O dono da
escuderia passou muitos meses numa difícil recuperação no
hospital, e enquanto isso seus pilotos Nigel Mansell e Nelson
Piquet se tornavam verdadeiros inimigos. O brasileiro havia
assinado contrato com a Williams acreditando ter regalias de
primeiro piloto, mas Mansell não concordava com isso e fazia
pressão dentro da equipe. Os pilotos passaram a se degladiar na
pista e roubavam pontos preciosos um do outro. O campeonato de
construtores foi um consolo, mas no ano seguinte, já novamente
sob o comando do agora paraplégico Frank, a equipe não deixou
escapar a conquista. Piquet sagrou-se tricampeão e a Williams
levou seu quarto título de construtores, mas o deslize de 1986
tinha sido marcante para a Honda.
A solução improvisada foi um acordo com a Judd em 1988, mas
para 1989 Frank Williams já armava o pulo do gato. A Renault
estava voltando à Fórmula 1 e via na Williams uma grande
parceira. Nos dois primeiros anos tudo andou meio devagar, com
algumas vitórias ocasionais, mas no momento em que a equipe
colocou em competição suas armas tecológicas desenvolvidas em
anos de testes, a concorrência desabou. Construindo bólidos com
suspensões ativas e controles de tração, mais o fundamental
apoio do mago da aerodinâmica Adrian Newey, a Williams-Renault
iniciou uma série de vitórias que se estendeu por mais de cinco
anos, não importando o piloto. Assim foi com Nigel Mansell e
Alain Prost, e mais tarde, já sem as ajudas eletrônicas, com
Damon Hill. Foram quatro títulos de pilotos e cinco de
construtores no período entre 1992 e 1997, um domínio só
comparável ao da McLaren nos anos 90.
No entanto, no final de 1997 a Renault abandonou a Fórmula 1 e a
Williams se viu sem um fornecedor de motores à altura. Uma
subsidiária da fábrica francesa, a Supertec, se encarregou de
continuar desenvolvendo os propulsores, mas os resultados não
foram mais os mesmos. Mas para solucionar problema, uma nova
parceira foi encontrada: a BMW. Incentivada pelo sucesso da
concorrente Mercedes, a fábrica alemã retorna à Fórmula 1 em
2000.
1998
Isso foi devido a decadência dos motores Renaut fornecidos a equipe. Depois de seu último título mundial a equipe sofreu uma enorme decadência em desempenho. Em 1998 mundou-se completamente seu visual, de lá em diante a equipe se perdeu, se achando agora em 2002 com seu novo motor BMW, só que por enquanto embora esse motor demonstra muita potência, mostra não muita resistência.
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1993 |
1995 |
1997 |
2002 |
Danilo Cardoso© 2003