BENETTON
GRAND PRIX
RENAULT GRAND PRIX
| ANOS DE F1: 15 | SAÍDA DA F1: 2001 |
| COMEÇO NA F1: 1986 | COMEÇO NA F1 COMO RENAUT: 2002 |
| PILOTOS ATUAIS Jeasan Button | Fernando Alonzo |
| ÚLTIMOS PILOTOS COMO BENNETON: Gian Carlo Fisichella - Jeasan Button |
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| 1990 | 1991 | 1992 | 1993 |
A equipe Bennetton começou como patrocinadora da Formula 1 e se converteu numa vitoriosa equipe com 3 títulos mundiais
Como Renaut, a equipe está começando muito bem, ficando em 4º lugar no mundial de construtores.
De grife de roupas
a equipe vitoriosa na Fórmula 1: esta é a trajetória da
Benetton. O empresário italiano Lucciano Benetton sempre viu na
Fórmula 1 um grande veículo para a divulgação de sua marca
pelo mundo, e começou a investir na categoria no princípio dos
anos 80, inicialmente patrocinando a equipe Tyrrell, depois a
Alfa Romeo, até chegar à Toleman, em 1985.
Desta forma, Lucciano decidiu comprar a Toleman, uma equipe do
pelotão intermediário, mas com bom potencial de crescimento. No
último ano sob o nome de Terry Toleman, o time havia conquistado
uma pole no GP da Alemanha, apesar de não ter somado nenhum
ponto.
A idéia de Benetton era montar um time de primeira linha já em 1986, por isso foram recrutados os serviços de Gerhard Berger (jovem piloto que despontava na época) e Peter Collins (ex-piloto que trabalhava como diretor na Williams). Além disso, foi fechado um acordo com a BMW para a fornecimento de motores turbo. Todos os esforços foram recompensados com uma bela vitória de Berger no GP do México, no final da temporada. Sem motores para 1987, visto que a BMW tinha deixado a Fórmula 1, a equipe associou-se à Ford. Assim, o time manteve-se na posição de aspirante a grande, sem no entanto conhecer mais vitórias. Desagastado junto à equipe, Peter Collins saiu no final de 1988, cedendo lugar a Flavio Briatore.
E o administrador de confecções Briatore, que antes nunca havia tido maior contato com automobilismo, assumiu a chefia da equipe e imprimiu a ela um novo ritmo. Se no campo esportivo pecava pela falta de experiência, foi como homem de negócios e excelente marqueteiro que o novo dirigente fez sucesso. Foi sob seu comando que a Benetton conheceu mais uma vitória, em 1989, com Alessandro Nannini. Para 1990, o italiano decidiu trazer Nelson Piquet, um piloto experiente que seria fundamental na caminhada rumo ao grupo das principais equipes da Fórmula 1. E a participação de Piquet foi mesmo de extrema importância, com o brasileiro conquistando duas vitórias consecutivas nos GPs do Japão e da Austrália e ajudando a desenvolver o B191: carro que deu origem aos B194 e B195 bicampeões do mundo.
Mas o primeiro salto do time rumo às suas primeiras conquistas ocorreu em 1991, quando Lucciano trouxe para seu staff o escocês Tom Walkinshaw, diretor esportivo campeão de marcas pela Jaguar, para gerenciar a parte esportiva da equipe. Num golpe de mestre bastante discutível, ele e Briatore tiraram o novato Michael Schumacher da Jordan. Ao mesmo tempo, trouxeram o projetista Ross Brawn para acompanhar Rory Byrne e substituir John Barnard, que viveu rápida passagem pela equipe. O grupo foi amadurecendo e em 1994 emergiu como grande força da Fórmula 1, dando o primeiro título mundial a Michael Schumacher.
Foi uma temporada
conturbada e cheia de artimanhas de Briatore, que sofreu diversas
acusações de irregularidades em seus carros, jamais comprovadas
oficialmente. No ano seguinte, Briatore e Walkinshaw compraram a
equipe Ligier e, desta forma, conseguiram trazer o contrato da
Renault para a Benetton. Agora contando com o melhor motor da
época, a equipe dominou a temporada e conseguiu seu primeiro
título de construtores, além de dar a Schumacher o bicampeonato
mundial.
No entanto, a partir de 1996 a equipe começou a esvaziar-se,
quando Schumacher levou para a Ferrari o projetista Rory Byrne, e
também mais tarde Ross Brawn. Walkinshaw à esta época já
tinha administrado a Ligier, e estava prestes a comprar a Arrows,
deixando de lado a Benetton. Jean Alesi e Gerhard Berger foram
chamados para substituir o piloto alemão, mas nenhum deles
correspondeu. Daí se seguiu uma impressionante derrocada da
equipe, que viu sua última vitória no GP da Alemanha de 1997,
com Gerhard Berger.
No final daquele ano, tanto a Renault quanto Flavio Briatore
deixaram a Fórmula 1. Os motores ficaram por conta da Supertec,
subsidiária da Renault, e a direção da equipe coube a David
Richards, campeão mundial de Rali no time Subaru, com o piloto
Colin McRae. Como a reformulação era geral, foram trazidos dois
pilotos jovens e promissores: Giancarlo Fisichella e Alexander
Wurz. No entanto, nenhum deles ainda pôde mostrar todo o seu
potencial por causa dos sucessivos fracassos tanto dos carros
quanto dos motores. Richards saiu no final de 1998 e o bastão
passou para Rocco Benetton, jovem sobrinho de Lucciano.
Para 2000 já foi encontrado o bode expiatório: o projetista Nick Wirth (ex-Andrea Moda e Simtek) foi demitido e todo o projeto do B200 ficou por conta de Pat Symonds. A dupla de pilotos permanece pela terceira temporada seguida, assim como os motores Supertec batizados de Playlife (grife esportiva da Benetton). Desta forma, não se deve esperar grandes resultados. Vale lembrar que a temporada de 1999 foi a pior desde que o time se chama Benetton: apenas 16 pontos marcados.
A equipe continuou em declínio até 2001 mas a Renaut comprou as ações da Benetton, mundando o nome (Renaut), desde então, Renaut (antiga Benetton), vem crescendo e lutando por pontos em cada corrida.
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| 1994 |
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1997 | 1998 |
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| 1999 | 2002 |
2000
Danilo Cardoso© 2003