Já pensou se sua mãe fosse a favor do aborto?
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A Questão do Aborto
É claro que todos já ouviram críticas sobre os "fanáticos" que tentam impedir a legalização do
aborto. Segundo alguns, a "Lei" inclusive já existia. Tudo já foi dito. Faltou apenas a verdade...
A tal "Lei" é somente um artigo, o de número 128 do Código Penal, inserido na seção
entitulada "DOS CRIMES CONTRA A PESSOA".
Como o próprio nome diz, o artigo não tem a intenção de apoiar o aborto, mas apenas prevê a
não punição do médico pela prática do ato, caso não se haja outro meio de salvar a vida da
gestante, ou mesmo em caso de estupro.
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Vejamos:
Uma "legalização" do aborto, visa autorizar a eliminação da vida humana enquanto feto, nos casos de estupro ou risco de vida da mãe.
A situação aí colocada, é totalmente diversa da prevista pelo código. Num caso, não se pune (em caráter excepcional) o médico e no outro, se autoriza e quase que se incentiva o ato.
O que é risco de vida?
Seria uma gravidez que "pode" apresentar complicações? Seria a situação das pessoas que vivem a insegurança diária nos morros do Rio de Janeiro? Seria o cotidiano dos que moram nos grandes centros urbanos, onde reina a insegurança, a violência e a inversão de valores?
Que garantias legais tem uma pessoa que ao sofrer uma real ameaça de morte, procura a polícia para relatar os fatos e dar os nomes dos envolvidos, se a polícia só age diante de um caso concreto?
Que garantias legais tem tido quem procura a saúde pública para atendimento de emergência e morre nas filas sem este atendimento?
Que garantias de vida tem você, se o mesmo governo que não tem dinheiro para melhorar o atendimento, sede vagas e investimentos para tirar vidas?
Finalmente a questão do aborto decorrente de estupro.
É indiscutível que o estupro é um ato horrendo e que o estuprador deve responder legalmente por seus atos e que o feto é tão vítima quanto a mãe.
Numa imagem minimalista temos:
O PAI: o réu A MÃE: a vítima
O FILHO: o condenado - pena de morte!
Não podemos deixar que a conveniência daqueles que se beneficiam com a lei do aborto e
com a morte dos que poderiam reivindicar que cada qual cumpra o seu papel (política, segurança e
saúde), nos convença de que queremos legalizar a morte. Não vamos admitir que os países
interessados nos ditem regras. Não vamos admitir que nos enganem porque, muito mais que
espertos, somos vivos!!!
Vamos manter a vida!!!
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