<%@ Language=VBScript %> Experiência de vida - assistência médica - reflexões

 

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luta pela reabilitação

 

Reflexões

 

  

 

            Seu caso conduz a certas meditações. Deve ter escapado por graça divina. Membro de classe média, teve a sorte de ter seguro-saúde a custear o gasto hospitalar no tempo certo. Depois, pôde comprar remédios caros e bancar cuidados extras ao sair do hospital.

            Mas o que pensar de pessoa de faixa mais pobre (são milhões no País) com mal semelhante, sem ter seguro-saúde e sem poder custear essas despesas extras. Tem que se valer de hospitais públicos onde a carência, em geral, é grande, correndo o risco de morrer à míngua? 

Disparidade

 

            É incrível, mas o Brasil cobra impostos de Primeiro Mundo e presta serviços públicos essenciais de Terceiro ou Quarto Mundo. E a grana das privatizações? Para onde vai, se ao menos a Saúde Pública melhora, indo de mal a pior? 

            Parece até que vale a cruel lógica  do mercado: quem pode, pode, quem não pode se sacode ou recorre à assistência oficial, em regra de má qualidade. Ter essas coisas assim é, na prática, não tê-las.

Meta primeira

 

            Essa privação imposta a muitos brasileiros está em desacordo com uma democracia cristã. Os serviços básicos precisam entrar, de fato, no terreno das realizações com prioridade zero, passando na frente, por exemplo, de bancos quebrados onde enterraram bilhões de reais do Banco Central, cobres do povo.

 

Revisada em 12/06/2004 .

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