<%@ Language=VBScript %> Experiência de vida - ciclismo parado

 

 

Início deste bloco

 

 

luta pela reabilitação

 

Corrida quilométrica 

 

 

 

 

            Em sua luta, dançou literalmente. Certa vez, estava numa festa de aniversário. Alguém tocava teclado. De repente, sentiu vontade de dançar. Foi o que fez, só. Cai, mas não cai, saiu a ensaiar passos de dança. Com seu jeito sem jeito, deve ter feito rir aos presentes. Bom, não chegou a ser apenas um dançarino regular, muito longe de um pé-de-valsa. Como deficiente físico, deve ter ido ao fundo do poço nesse particular. 

 

            A dança é excelente para os músculos bem como para o equilíbrio entre o corpo e a mente, podendo ajudá-lo muito. Esse balançado mágico nos acompanha desde a concepção por meio do bailado dos espermatozóides -- explicou-lhe uma especialista.

 

Moda

 

            Com o passar do tempo, deixou de bailar. Continuou dançando de outro modo. Provou de outras coisas na área: hidroterapia, ioga, massagens, técnicas orientais, música e mais. Mudava e muita muito de opção. Mas todas devem ter ajudado e o ajudam, com certeza. E, em geral, vão e voltam como numa moda. O gosto de variar deve vir de algum tipo de enjôo. O que vale é que não pára de exercitar-se, de uma forma ou de outra.

 

Bicicleta e pedal

 

            Uma coisa não varia para: o uso da bicicleta ergométrica, diariamente, Pedala desde 1993. Já fez mais de 30 mil quilômetros. Se falta o exercício, o que é raro, uma luz vermelha acende na maior rigidez muscular. No presente, pedala uma hora por dia. Sessenta minutos, sim, marcados no relógio. De domingo a domingo. Pedal leve, claro.  Um detalhe: para proteger a coluna, faz tudo isso sentado numa cadeira de plástico com a bicicleta à frente, enquanto ler jornal, revista, livro e o que aparecer. Não sente incômodos. Ao contrário, sente-se bem. Não faz caminhadas porque não suporta andar muito. Desconta no ciclismo.

 

Revisada em 12/06/2004 .

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