| COMBATE A PESCA PREDAT�RIA | ||||||
| Suami Vivecananda Alves Bahia | ||||||
| COMBATE A PESCA PREDAT�RIA Suami Vivecananda Alves Bahia O combate � Pesca Predat�ria na Ba�a de Todos os Santos n�o � tarefa f�cil dada a sua �rea de aproximadamente 1100km2 com muitas reentr�ncias, extensos manguezais, mais de 50 ilhas, 14 munic�pios no entorno da ba�a, desembocadura de grandes rios como o Paragua�u e o Suba�, ba�as internas como a Ba�a do Iguape, Ba�a de Aratu, etc. A pesca predat�ria � largamente praticada dentro e fora desta grande ba�a. � uma atividade que remonta de muitas d�cadas e que rende lucro f�cil. Os explosivos s�o facilmente adquiridos pelos �Bombistas� que associados a outros delinq�entes, os �Cors�rios�, dizimam cardumes e mais cardumes por toda Ba�a. Tanto em Salvador como na contra-costa da Ilha de Itaparica (Em rela��o sua posi��o a Salvador) esta modalidade de pesca � praticada por grupos organizados e bombistas conhecidos das autoridades (Fifiu, Adalberto, Hamilton, Bigo, Da Guerra, Meco e Fof�o, Messias, etc.) que em canoas, catraias, pranchas de surf, embarca��es a motor e at� mesmo por terra detonam explosivos indiscriminadamente acobertados com a escassa fiscaliza��o, facilidade da evas�o atrav�s do emaranhado do manguezal, canais rasos onde � imposs�vel o acesso com embarca��o motorizada e, em locais onde a pr�pria popula��o � conivente com este tipo de crime. Os bombistas t�m vigias para avisar quando a fiscaliza��o est� nas proximidades, e o tempo para catar o pescado e abandonar o local a p�s as detona��es n�o passa dos 20 minutos. O QUE PODE SER FEITO 1 � Controlar o com�rcio de explosivos para as pedreiras e outras empresas que deles se utilizam. 2 � Fiscalizar, nos pontos estrat�gicos (Av. Suburbana, Ponte do Funil, etc) o tr�fico desses explosivos. Sabe-se que � feito at� utilizando transporte escolar na ilha de Itaparica. 3 � � preciso criar um grupo especial composto por t�cnicos de �rg�os Ambientais, Policiais Federais Militares e Civis, Minist�rio P�blico, pessoal da Marinha e do Ex�rcito. 4 � A Educa��o Ambiental da popula��o ribeirinha deve ser feita atrav�s de palestras nas Col�nias de Pesca, Escolas, Associa��es, etc. 5 � Apresentar alternativas de sobreviv�ncia como aulas de conserva��o de pescado (Salgar, defumar, empacotar) e vender os produtos com uma margem de lucro maior, curso de artesanato utilizando a mat�ria prima local (Fibras, conchas, corais, etc). 6 � Cadastrar as Marisqueiras e Pescadores em Col�nias de Pesca para futuros benef�cios legais, e fins estat�sticos. 7 � Cria��o de N�cleos com a participa��o de empresas que de uma forma ou de outra prejudicaram ou ainda causam problemas para as localidades com salas para aulas, creches, e mesmo para alfabetiza��o da coletividade envolvida no processo. |
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