Uma Transa a Três



Meu nome é Iarina, sou casada e eu e meu marido Maninho sempre fizemos um sexo "normal". Saíamos sempre com um casal de amigos, Valter e Eliane, que sempre nos acompanhavam em noitadas de boates. O marido de Eliane já havia dado em cima de mim, tendo inclusive em certa ocasião dentro de seu carro junto com outro amigo Laerte, colocado sua rola na minha boca, alternando minhas chupadas entre a dele e seu amigo. Mas não passou disso, uma pena. Seguiram-se várias cantadas e fantasias de sexo a três ou a quatro. Havíamos inclusive planejado colocar os dois casais juntos para dividirmos nossos parceiros, mas nunca deu certo. Tentei dentro destas tentativas, convencer meu marido a comer Eliane, instigando-o durante nossas trepadas a imaginar que eu éra ela, simulando inclusive que quem o chupava éra minha amiga. Isto o deixava maluco de tesão. Contudo, o inverso não ocorria na mesma intensidade, pois ele relutava em me fazer imaginar que ele éra o Valter e que este me comia. Acreditei no entanto, que faltava pouco para surgir uma oportunidade de juntos, os quatro, curtirmos a loucura de uma noite de suruba. Certa noite, numa dessas idas a boates, após várias bebidas, meu marido e eu fomos provocados por Eliane, que insinuou saber o que queríamos, e então excitados, propomos irmos juntos a um motel. A excitação éra tanta que enquanto isto, já dentro do carro, tirei o cacete do Maninho prá fóra da calça e masturbei-o, colocando a seguir seu cacete na boca, aguardando a resposta do casal amigo. Elaine olhou para trás e ficou assustada. Valter aparentemente excitado aceitou e consultou Eliane, mas esta insegura, recuou e não concordou o que esfriou a situação. Depois disso a minha relação esfriou e já não tinha mais vontade de nada, colocando a vontade de transar sempre de lado. Deixamos inclusive de ver os amigos. Decorrido algum tempo, eu e Maninho assistimos certa vez, uma fita pornô, onde uma mulher transava com dois homens, um por baixo dela penetrando a vagina, e o outro por tras, penetrando o cuzinho dela. Depois de uns dias ele teve um sonho, onde eu transava com ele na nossa cama (eu estava por cima dele) e, de repente, o amigo Valter entrou nú no quarto, e veio por trás de mim. Ele disse que acordou com o pau duro por causa do sonho, foi beber água e voltou a dormir. No dia seguinte ele ficou pensando sobre o sonho e ficou excitado. Ele passou a gostar da idéia de convidar mais um homem para me comer junto com ele, e isso passou a ser a fantasia secreta dele. Uma vez, estávamos transando e eu pedi a ele que falasse umas coisas bem loucas no meu ouvido, para me deixar mais excitada. Então ele começou a dizer que iria me colocar em cima da mesa da cozinha, iria espalhar geléia no meu corpo e me lamber todinha, e foi dizendo várias outras coisas, até que ele não conseguiu imaginar mais nada e ficou mudo. Eu estava ficando excitada e sussurrava para ele: "Fala mais, fala mais". Ele não sabia mais o que dizer, daí ele falou: "Vou te contar um sonho que tive uma vez." E enquanto ele transava comigo devagarinho contava o sonho dele nos mínimos detalhes. Eu fiquei calada e fui ficando com muito tesão enquanto ouvia aquela história do sonho dele, eu comecei a mexer mais rápido, e ele, entendendo o meu tesão, continou contando o sonho e foi mexendo mais rápido também. Até que cheguei ao orgasmo. Foi muito bom. Ficamos na cama e eu disse para ele: "Que sonho mais esquisito esse, né?" E ele respondeu com um simples "pois é". Ficamos em silêncio por uns segundos, até que ele perguntou: "E se tudo aquilo no meu sonho acontecesse de verdade?" Eu fiquei surpresa com ele, e perguntei se ele iria permitir uma coisa dessas. Ele respondeu: "é que no sonho parecia ser tão bom para nós três..., e confesso que fiquei excitado com isso." Eu fiquei muda depois da resposta dele, achando que estava me testando ou desconfiando de Valter. Então ele disse: "você gostou quando eu contei o sonho no seu ouvido, amorzinho?". Ele perguntou isso já sabendo que eu tinha gostado, e eu respondi que realmente tinha ficado com tesão naquela hora. Mas eu insisti: "Mas você deixaria outro homem comer a tua mulher?" Daí ele me explicou que tinha pensado bastante nesse assunto e me disse que não se tratava de qualquer outro homem, que era um amigo dele, uma pessoa boa, que tanto ele como eu conhecíamos bem. Ele continuou dizendo que se um dia nós três fizéssemos alguma coisa juntos, não seria nada forçado, todos teriam que estar afim, caso contrário não faríamos nada. Não seria uma coisa vulgar, seria uma troca de afeto, faríamos tudo com carinho. Diante de tantos argumentos eu comecei a pensar se isso não seria bom. Ter dois homens na cama me dando prazer. Se com um já é gostoso, com dois deve ser melhor ainda. Melhor ainda se fossem vários. Fiquei imaginando a cena: eu, meu marido e o nosso amigo, nós três numa cama, várias posições diferentes..., eu fiquei muito excitada e transei novamente com meu marido. Enquanto ele me comia eu perguntei para ele como iria fazer para chamar o nosso amigo. O Maninho disse que iria falar com o Valter no final de semana, e, se ele aceitasse, poderíamos experimentar já nesse mesmo final de semana. "Isso vai ser bem gostoso, né amorzinho?", ele disse, enquanto me fodia. Eu respondia sussurando: "sim, vai sim." Eu senti que mais um orgasmo se aproximava, e tomada completamente pelo tesão, eu falava baixinho para ele: "Fala com ele logo, chama ele benzinho. Eu tô morrendo de vontade de dar para ele, eu quero foder bem gostoso com vocês dois. Vai, vai, me fode, me fode! Ahhh!" E gozei com tanta intensidade que quase perdi os sentidos por alguns segundos. Depois que eu recobrei as minhas forças, o Maninho perguntou se eu realmente queria, pois ele não queria fazer nada contra a minha vontade. Eu disse que sim, que estava afim de experimentar. Então ele falou que quando tivesse chance iria conversar com o Valter. Durante esse tempo eu o Maninho nutríamos a nossa fantasia. Quando estávamos transando e eu ía por cima dele, ele colocava um travesseiro sobre mim, apertando-o contra a minha bunda, para simular que o Valter também estava me comendo, e para completar enfiava um consolo por trás, na minha vagina, junto com seu caralho. E foi também durante essas semanas que tivemos várias penetrações anais. O Maninho preparou meu rabinho, para a nossa grande experiência sexual. Depois disso eu fiquei viciada em sexo anal. Não me conformava que eu tinha perdido esse prazer por tanto tempo. Enquanto aguardávamos a oportunidade de convidar o Valter, o Maninho comeu o meu cuzinho em quase todas as vezes que transamos. Eu estava vendo que estava demorando muito para o Maninho falar com nosso amigo e sugeri que ele telefonasse para o Valter. Então, o Maninho telefonou e convidou-o para conversar em um barzinho, com bastante cuidado para não assustá-lo e para despertar nele interesse por mim.. O Maninho então foi ao bar e encontro o Valter que disse que não sabia o que dizer sobre o assunto, e deu um jeito de negar a proposta. O Maninho voltou para casa e ao me contar o ocorrido, bateu o arrependimento em nós. Eu disse que o Valter não gostou da idéia, apesar de saber que ele estava louco para que isso acontecesse, e que não devíamos ter feito isso. O Maninho concordou. Então, alguns dias depois, numa sexta-feira o Maninho recebeu um telefonema do Valter. Para nossa surpresa, este disse que tinha pensado bem no assunto e resolvido aceitar o convite. E no sábado ele veio em casa. Logo que o vi ele me cumprimentou, e ficou me olhando com uma expressão de embaraço misturado com desejo e tesão. O Maninho combinou com ele para irem a um motel, à noite durante a semana. O Valter iria dizer à esposa que iria sair com o Maninho para conversar e iria demorar prá voltar. Assim nunca levantaríamos nenhuma suspeita, pois eles já tinham feito isso algumas vezes. Então, numa terça-feira, me preparei toda, ficando a tarde toda em casa, passando cremes e alisando o cabelo, deixando-o bem bonito. Pintei as unhas e depilei-me toda, tirando todos os pelos, tanto da buceta quanto do cuzinho. À noite, o Valter passou em casa e eu e o Maninho entramos no seu carro e fomos para um barzinho longe da cidade. A conversa no início éra tensa e nervosa, e sentí que o Maninho estava com ciúmes e talvez fosse desistir. Mas, após alguns drinques os três já estavam falando dos desejos mútuos e me deixaram molhada a ponto de deixar a calcinha enxarcada. Fomos então em direção ao motel, bem distante da cidade onde moramos, estando o Valter na direção do carro e eu no banco do passageiro. O Maninho sentou no banco de trás. Durante o trajeto tentei manter a calma, mas a excitação éra enorme. Valter então pegou minha mão e colocou-a sobre sua calça, bem em cima do cacete, que já estava rijo e latejando. Já Maninho colocou a mão esquerda em meu seio, por trás do banco e começou a masturbar-se, dizendo palavras no meu ouvido,me deixando mole de tanto tesão: "Sua puta, nós vamos te foder todinha...você vai saber o que é levar duas picas ao mesmo tempo...". Chegamos perto do motel e Valter pediu para Maninho abaixar atrás do banco, escondendo-se na hora de entrar no motel. Entramos com o carro e estacionamos na garagem. Subimos e Maninho me disse que queria que eu ficasse um tempo a sós com o Valter no quarto, para "quebrar o gelo". Ele queria que nós dois fôssemos começando, que ele entraria depois. O Maninho deu uma piscada discreta para mim e disse: "vocês me dão licença um instante, porque eu preciso ir no banheiro. Só vou deixar cair umzinho e já venho", e entrou no banheiro. Ficamos só eu e o Valter na ante-sala do quarto. Ficamos calados por um tempo, pois estavamos meio sem jeito e um pouco nervosos.Aquele silêncio estava se tornando constrangedor e eu resolvi tomar a iniciativa. Peguei na mão do Valter, me levantei do sofá e fui levando ele para o quarto. A mão dele estava fria e suada do nervosismo. Quando chegamos no quarto ficamos de pé, de frente um para o outro. O ambiente estava com pouca luz, mas nos permitia enxergar bem. Me aproximei dele e dei um beijo em sua boca. Ele retribuiu colocando as mãos na minha cintura. Fui passando as mãos pelas costas dele enquanto o beijava, até apalpar a bundinha dele. Ele também desceu as mãos e ficou pegando nas minhas nádegas. Aí eu fui passando a mão no pau dele, por cima das calças e notei que estava ficando duro. Eu tirei a camisa, tirei o sutiã e deixei que ele adimirasse os meus seios. Ele colocou as mãos nos meus seios e ficou massageando de uma maneira que me deixou com muito tesão. Eu aproveitei aquele carinho por uns instantes e resolvi tirar toda a roupa. Enquanto eu tirava a minha saia ele tirou a camisa dele. Ele ainda estava de calças, e eu nuazinha. Me ajoelhei na frente dele e o ajudei a desabotoar e baixar o zíper. Puxei a calça para baixo trazendo junto a cueca, e o pauzão duro dele ficou bem na minha frente. Não resisti e abocanhei. Fiquei chupando aquele pinto, enfiando a metade na boca e tirando para fora bem devagar, pressionando um pouco com os lábios. Segurei o pau dele com a mão, colocando-o um pouco para cima, e passei a minha língua quente e molhada de saliva no saco dele, sentindo que os testículos estavam duríssimos. Eu percebi que estava molhadinha, prontinha para ele. Fiquei de pé, fui até a cama, deitei e o chamei: "vem cá meu gatinho." Ele se colocou entre as minhas pernas, eu peguei o pauzão dele com a mão e coloquei a cabeça bem na entrada da minha buceta. Ele foi empurrando devagarinho e me penetrando, até estar com o pinto todinho dentro de mim. Ele começou a mexer para frente e para trás bem gostoso, e ficamos fazendo assim. Eu quase não acreditava que estava fazendo aquilo de verdade. Eu estava dando para outro homem, e ainda por cima era o marido da minha amiga! Mil coisas estavam passando pela minha cabeça naquela hora, mas nada era maior que o prazer e o tesão que eu estava sentindo. Enquanto mexia, ele apertava os meus seios, dando umas beliscadas de leve nos biquinhos. Parecia que eu ia explodir de tando tesão, estava quase gozando. Ficamos transando assim por mais uns minutos, e eu ainda não tinha chegado ao orgasmo, quando então ví o Maninho nú, espiando pela fresta do banheiro.Estava com o pau duro e se masturbava admirando-nos na cama. Olhava com tesão sua mulher sendo fodida. Então abriu a porta e entrou no quarto. Quando ele entrou, não sei porque, mas tanto eu quanto o Valter ficamos um pouco envergonhados. Não havia motivo para nos sentirmos assim, pois tinhamos combinado aquilo. O Maninho deitou ao meu lado na cama, o Valter saiu de cima de mim e deitou do outro lado. Eu fiquei no meio deles e virei para o Maninho. Nós dois ficamos deitados de lado. Eu peguei o pau do Maninho e coloquei no meio das minhas pernas, para ele me penetrar. Ele enfiou o pau em mim e ficou me beijando, e eu notei que o Valter ficou parado, sem fazer nada. Coloquei o braço para trás e o puxei para junto de mim. Segurei no pau dele e o coloquei no meio da minha bunda. Eu estava com os dois bem coladinhos em mim, um pela frente e o outro por trás. Enquanto o Maninho me penetrava, o Valter ficava roçando o pau dele no meio da minha bunda. Ele ficava esfregando a cabeça do pinto no meu cuzinho, e isso me deixava louquinha. Aquilo estava demais, muito gostoso. Pela primeira vez na vida eu sentia dois pintos duros em mim. Eu tinha dois homens ao mesmo tempo só para mim. Eu me entreguei totalmente aos dois. "Façam o que quizerem comigo, eu sou todinha de vocês", eu dizia baixinho para eles. Ficamos naquela posição por mais um tempo, até que o Maninho resolveu mudar. Ele disse para eu ir por cima do Valter. Eu fiquei de joelhos em cima do Valter e ele colocou a cabeça do pau na minha vulva. Eu fui baixando devagarinho e o pau foi entrando. Quando entrou tudo eu me deitei em cima do Valter e aproveitei para beijar a boca daquele safado. Enquanto isso, sem avisar, o Maninho se colocou atrás de mim e foi pressionando o meu cuzinho com a cabeça do pau. O meu cuzinho ficou muito sensível naquele momento e se contraíu, dificultando a penetração. O Maninho tentava enfiar com mais força, e começou a doer um pouco. Eu disse para ele: "tá doendo, amor." Então, o Maninho ficou massageando o meu rabinho com os dedos, para me relaxar. Agachou-se e lambeu o meu cú, deixando-o molhado e escorregadio. De repente ele enfiou o dedo no meu cú, que agora estava mais receptivo e prontinho para uma pica dura. Ele pegou o pauzão dele e foi enfiando: a cabeça entrou bem devagar, para não machucar. O resto entrou bem fácil, mas ele enfiou somente a metade do pau. Os dois ficaram mexendo, fazendo o movimento de vai-e-vem, me fodendo bem gostoso. Eu estava alucinada com tanto tesão. Eu me apoiava na cama, com os braços estendidos e jogava a bunda para trás, para o pau do Maninho entrar mais no meu cú, mas quando eu fazia isso o pau do Valter quase saía da minha buceta. Então eu jogava o quadril novamente para frente, para o pau do Valter entrar mais em mim. Ai, que gostoso. Eu fico morrendo de tesão enquanto relembro e escrevo isso. Eu dizia para eles: "Mexe! Mexe! Vai, me fode! Me fode!" O Maninho metia em mim com força e dizia: "Toma puta, não éra isso que você queria, vagabunda? Dá esse cú e essa buceta!! Só falta outro pau na boca, piranha! Quer mais??". Eu então endoidecí e me abrí toda, deixando seu pau e do Valter me foder por inteiro. Maninho não aguentou mais e gozou dentro de mim, eu percebi isso quando ele enfiou o pau inteiro no meu rabinho com extrema violência, e urrava enquanto gozava. Sentí um jato quente e o latejar de seu pau, com várias golfadas de porra inundando meu reto. Eu disse para não tirar o pau e continuar mexendo, pois eu estava quase lá. O Valter me disse baixinho que também estava quase ejaculando e eu disse para ele: "goza, goza lá dentro". Não me preocupei em ficar grávida, pois desde o começo do casamento tomo anticoncepcional. O Valter não resistiu ao meu pedido e gozou. Eu pedi para continuarem mexendo, que eu iria gozar também. Minha buceta e o cú estavam melados de porra. Os paus deles já estavam ficando meio moles e com as palavras de tesão que eu falava e a forma animal que agia, como uma puta, uma vagabunda sendo estuprada por dois homens, fui provocando-os e em instantes os dois estavam duros, mais duros e latejantes do que antes. Foi quando eu senti aquela sensação gostosa chegando, aquele prazer intenso, e gozei alucinadamente, travando os dois cacetes dentro de mim, apertando-os tanto no cú quanto na buceta: "Ahhh, Ahhh, que tesão! Ahhh, Ahhh!" Eu gemia alto, quase berrando, de tão bom que foi. Deitamos um ao lado do outro na cama e descansamos um pouco. O Maninho se levantou e foi no banheiro, lavar o pau, para poder me penetrar novamente na vagina. Manter a higiene é sempre bom, principalmente para evitar doenças. Enquanto isso o Valter foi passando a mão nos meus seios. O pau dele já começava a ficar duro e eu fiquei com vontade de chupá-lo novamente. Ele ficou deitado na cama e eu fiquei de quatro lambendo a cabeça do pau dele, que em questão de segundos ficou totalmente ereto. Eu enfiei aquele pintão na boca e dei umas cinco chupadas, quando o Maninho voltou e disse para o Valter: "quer ver uma coisa gostosa? Come ela por trás." O Valter se levantou e ficou de joelhos atrás de mim. Eu arrebitei bem a bunda, para deixar a vulva bem acessível ao pau dele, e ele foi enfiando devagarinho, até entrar tudo na minha buceta. O meu marido ficou de pé, do lado da cama, e pediu para eu chupar o cacete dele. Ele viu o Valter me fodendo bem gostoso e disse: "eu preciso ver isso de camarote". Saiu da minha frente, pegou uma cadeira, sentou e ficou de longe nos observando e batendo uma punheta. O Valter mexia freneticamente para frente e para trás, me fodendo pra valer. O Maninho falou para ele meter no meu rabinho, para ele sentir que "maravilha era aquela jóia", ele disse. Ele mexeu mais um pouco e tirou o pau para fora, colocou na entrada do meu cuzinho e empurrou. Desta vez foi fácil, pois o Maninho já tinha aberto o caminho. Eu estava arrombada literalmente. Ele enfiou só um pouquinho, e eu pedi para que fosse enfiando mais. Ele enfiou mais um pouco e parou. Eu pedi novamente para ele enfiar mais. E ele foi introduzindo até enfiar tudo. Eu queria sentir aqueles testículos, que mais pareciam duas batatas petrificadas, tocarem as minhas nádegas. O Valter ficou mexendo pra frente e pra trás bem devagar, pois agora com a secura do semem estava bem apertadinho, e o saco dele dava leves toques na minha bunda. Eu olhei para o Maninho e vi que ele estava quase arrancando o pau fora, de tão rápido que se masturbava. Ele levantou e veio perto de mim. Disse que estava quase gozando e queria me dar todo o leite. Ele se masturbou mais um pouco e mandou eu abocanhar o pau dele. Enquanto observava o Valter comendo a minha bundinha, ele ejaculou fartamente dentro da minha boca. O esperma encheu a minha boca e escorria pelos meus lábios, misturado com minha saliva. Uma parte pingou na cama, e a outra parte eu engoli. O Valter viu aquilo e não agüentou. Ele deu um gemido alto e gozou dentro do meu cuzinho. Mais uma vez deitamos os três na cama, para descansar um pouco. Acabamos adormecendo, e quando eram 2 horas da madrugada eu os acordei, pois o Valter não poderia dormir fóra de casa, senão daríamos muita bandeira. O Maninho disse para descansarmos mais um pouco. Então eu coloquei um relógio com alarme na cabeceira que havia ao lado da cama para despertar às 3h30. E ficamos bem juntinhos, eu no meio deles, dormindo por mais uma hora e meia. O relógio despertou e levantamos. Eu sugeri tomarmos um banho, e fomos os três para o banheiro. Entramos no box e comecei a tomar uma chuveirada. O Maninho pegou o sabonete foi passando em mim e pediu para o Valter ajudar a me ensaboar. Eu fechei os olhos e senti as mãos quentes deles alisando o meu corpo. Eles me ensaboaram toda, passando a mão nas minhas costas, nos meus seios, nos braços, pernas, na minha bunda, e até na minha buceta. Eu também ajudei o Valter a tomar banho, e depois o Maninho. Na hora de se enxugar também foi assim. Os dois me enxugaram, e depois eu ajudei cada um a se enxugar. Fomos para o quarto nos vestir, mas eu me atirei nua na cama, fiquei deitada com as pernas abertas olhando para eles e disse: "Nossa! como isso foi gostoso. Precisamos repetir mais vezes." O Maninho ficou me olhando e disse: "eu não posso ver essa franguinha assim, dando sopa, que já me dá vontade de chupar. Não é uma beleza, Valter?" O Valter concordou dizendo: "ô, se é." O Maninho disse para ele fazer um 69 comigo, mas só se ele quizesse. O Valter disse que sim. Ele se deitou na cama e eu fui em cima dele, que logo foi lambendo a minha xana. Ele afastou os grandes lábios com os dedos e ficou passando a língua no meu grelinho, que estava inchado como uma bola de gude. Enquanto isso eu chupava o pau dele com muita vontade, que àquela altura, já estava quase completamente duro. O Maninho ficou de pé, punhetando o pau devagar enquanto nos observava. Foi aí que eu descobri que ele tem um prazer especial em ficar olhando a mulher dele transando com outro homem. Ele me confirmou isso depois. Ele também ficou com vontade de participar e sentou-se na cama, ao meu lado. Foi beijando as minhas costas e passando a mão na minha bunda, enquanto isso o Valter se deliciava com o mel da minha bucetinha. O Maninho foi beijando e passando a língua nas minhas costas até chegar no meu traseiro. Ele dava umas mordinhas nas minhas nádegas que me arrepiavam toda e foi chegando cada vez mais perto do meu cuzinho. De repente eu senti a língua quente e úmida dele tocar o meu cú. Ele lambia de leve, para me excitar, mas depois foi lambendo vigorosamente, esfregando com força a língua no meu cú. Nossa! Há pouco era o pau deles que dava prazer, agora era a língua deles, eu pensei. Aí o inesperado. O Maninho me tirou de cima do Valter e me colocou ao contrário. Mandou eu segurar seu pau e enfiar novamente no cú. Resisti no início mas resolvi que tinha que aproveitar tudo, mesmo que sentisse dor. Sentei com vontade e enfiei tudo de novo lá dentro. O Maninho então colocou na minha boca e segurou meus cabelos com uma mão, enfiando minha boca no seu pau, com força: "Chupa puta, chupa!" . Aí tirou repentinamente e pulou prá minhas costas, e sem que eu tivesse tempo de esboçar reação, enfiou seu pau junto com o de Valter no meu cú. Gritei de dor e depois de duas estocadas sentí um relampago correr meu corpo. Já não tinha forças para resistir e sentí uma vibração forte dentro de mim, que me fez mudar de dor para prazer intenso. Gritava de prazer e pedia: "Me fode, me fode, sou puta de voces dois. Me comam seus putos. Fodam esse cú, ele é dos dois". Depois de um certo tempo tanto o Maninho quanto o Valter pareciam estar um pouco cansados. Não era para menos, pois eles ficaram quase meia hora com os paus para dentro e fora me fudendo. Eu disse para eles que queria chupar o pau dos dois e que eles me lambuzassem toda de esperma. Tirei-os de dentro de mim e sentí meu cú aberto, com líquidos escorrendo de dentro de mim, numa mistura de fezes e porra. Fiquei sentada na cama e eles de pé na minha frente, e enquanto eu abocanhava e chupava o pau de um, o outro fica batendo uma punheta. E eu ficava alternando, ora chupando um, ora o outro. Eu disse para eles gozarem no meu rosto quando fosse a hora. O Valter parecia que logo iria gozar, e se controlou um pouco para esperar o Maninho. Eu chupei o pau do Maninho bem rápido e ele disse estava pronto. Eu fiquei olhando eles masturbarem o pau bem rápido, e de repente, o Valter aproximou o pinto de mim e jorrou todo o esperma dele no meu rosto. O Maninho fez o mesmo em seguida. Eu espalhei o leite todo no rosto, pescoço e nos seios, com as mãos, enquanto eles limpavam as últimas gotas do pinto com a toalha que estava no chão. Não fiquei completamente lambuzada como eu queria porque essa já era a terceira ejaculação deles, e a quantidade de esperma não foi muito abundante, mas valeu. O Valter disse que tinhamos que ir embora logo e saímos correndo para casa. O Maninho disse para ele voltar outro dia, para conversarmos um pouco e combinarmos a próxima transa. E ficamos em casa. No outro sábado à tarde, a mulher dele foi à casa dos pais perto dali e o Valter aproveitou que não havia mais ninguém em casa para vir aqui. Ele estava louquinho para me foder novamente. Ele chegou e ficamos conversando um pouco na sala, junto com o Maninho. Nesse momento já estávamos bem mais à vontade um com o outro, e aquela timidez do dia anterior, antes da transa, desapareceu totalmente. O Valter estava sentado no braço do sofá, ao meu lado e eu perguntei para ele, pegando no pinto dele por sobre a roupa: "como é que ele está hoje?" O Valter disse: "ele está prontinho para outra." Ele tirou o pau para fora da bermuda e me ofereceu, para eu chupá-lo. O Maninho, que estava sentado na frente da televisão, falou: "Oba! Vão esquentado os motores aí e já vou também." Eu levantei a saia que eu estava usando e abaixei a calcinha. Fiquei batendo uma siririca enquanto me deliciava com o pau do Valter. Quando vi que estava molhadinha, fiquei de joelhos no sofá, com o corpo inclinado para frente, apoiando os cotovelos no encosto. O Valter se colocou atrás de mim e foi penetrando a minha bucetinha. Quando o pau dele estava quase todo dentro de mim escutamos uma buzina de carro. Ficamos parados, um olhando para a cara do outro, na dúvida se era realmente aqui em casa e imaginando quem poderia ser. Ouvimos vozes de crianças e eu disse: "É o Odairto!". Meu irmão havia chegado com a mulher e a filha aqui em casa. O Valter tirou o pau da minha franguinha rapidamente e subiu a bermuda. Eu vesti a calcinha e abaixei a saia também bem rápido e fui receber a visita, enquanto o Valter e o Maninho ficaram na sala disfarçando um pouco. Naquele dia não pudemos fazer mais nada, pois meus parentes também logo chegaram. Mas ficamos certos de que no próximo final de semana poderíamos repetir a dose. E assim foi. Até agora ninguém percebeu nada, mas eu o Maninho estamos pensando em adiantar nosso plano de comprar uma casa só nossa. Assim poderemos fazer o quizermos sem nos preocupar com nada. E estamos convencendo o Valter a colocar a Eliane na fita e até pensamos em amarrá-la e forçá-la a transar conosco. Garanto que ela não vai reagir. Mas isso é outra história. E assim foi a primeira vez que transei com meu amigo junto com meu marido.


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