Certas coisas acontecem com a gente de forma totalmente inesperada, de maneira surpreendente, o que as torna especiais. Como esta aventura que vou contar agora, que veio provar mais uma vez que há males que vêm para bem, o que no caso resultou na realização de uma grande fantasia.
Sempre me considerei, sem falsa modéstia, uma mulher muito sensual. Morena, 1,60 m., cabelos negros longos, seios firmes bem modelados, bundinha durinha e arrebitada, sempre fiz questão de me vestir bem, geralmente de forma a realçar meus atributos de forma bastante sexy. Adoro me sentir olhada, admirada, despertar o desejo nos homens. Afinal, ser desejada é o que toda mulher quer. Aprendi a me curtir, me gostar e liberar meus desejos e fantasias com meu namorado, que também adora exercitar esse lado de puro erotismo que eu sempre tive, mas que somente com ele consegui descobrir. Ele sempre me incentiva a fantasiar, a desejar, de modo que estou sempre a fim de sexo. Para ele, o mais importante é o meu prazer, ele diz que o seu maior tesão é me ver louca de desejo, perdendo o controle e gozando como uma louca. Por isso, por viver permanentemente nesse estado de constante tesão, acho que acabamos transmitindo vibrações, sinais inconscientes que somente são percebidos por outras pessoas que também estejam no mesmo nível de tesão explícito. Mas vamos aos fatos:
Tudo começou quando eu, prá variar atrasada, corria prá buscar alguns documentos, enfrentando o trânsito infernal do horário de almoço. De repente, o carro à minha frente parou, fazendo com que eu tivesse que frear bruscamente. Mal me dei conta de ter conseguido parar a tempo quando ouvi o barulho e senti uma grande pancada no meu carro. Alguém havia me acertado, e com vontade. Ainda bem que estava com o cinto de segurança e com o carro bem freado, senão as conseqüências teriam sido graves.
Com o susto, fiquei completamente paralisada no carro, e mal consegui olhar pelo retrovisor, para ver que o carro atrás também era dirigido por uma mulher, e ao seu lado um homem tentava acudia-la. Passaram-se longos minutos até que consegui escutar alguém me chamando, e ao olhar, me deparei com o mesmo homem que tinha visto no carro me perguntando, com expressão preocupada, se eu estava bem. Lentamente, comecei a recobrar meu controle e consegui sair do carro, com a porta aberta pelo rapaz. Daí prá frente, me lembro de ter visto vagamente que ele tomava a direção do meu carro, levando-o até um estacionamento poucos metros a frente. A moça que dirigia o outro carro também apareceu ao meu lado, aparentando estar tão chocada com o acidente quanto eu. Após guardar os carros, o rapaz, que se apresentou como Marcos, sugeriu que fôssemos até o apartamento de Vera, a moça que guiava o outro carro, e que era a poucos metros dali. Gentilmente, ele abraçou a nós duas e nos conduziu até lá.
Enquanto andávamos, fui tomando consciência da situação e do casal ao meu lado. Marcos era um sujeito do tipo grandalhão, com mais de 1,80 m., moreno, cabelos curtos, por volta dos 35 anos. Vera era morena, mais ou menos da minha altura, olhos verdes, cabelos pretos, e apesar de também já ter passado dos 30 anos, era uma mulher muito atraente. Marcos me abraçou, colocando sua mão em minha cintura, fazendo o mesmo com Vera. Estranhamente, uma sensação conhecida começou a me dominar. Ele ia conversando calmamente conosco, fazendo com que relaxássemos e nos recuperássemos do susto. Em poucos minutos chegamos ao prédio, e já no elevador, Vera me abraçou, pedindo desculpas pelo acidente. Falei que não havia problema, que acidentes acontecem, e Vera, ainda abraçada a mim, acariciou ternamente meu rosto, olhando-me nos olhos. Fascinada por aquele olhar e pelo abraço, não pude esconder minha excitação. Quando o elevador parou, Vera beijou-me no rosto, roçando o canto dos meus lábios, o que me deixou mais excitada ainda. Marcos nos olhava calmamente, com um leve sorriso.
Ao entrarmos no apartamento, Vera me levou até o sofá, onde sentamos enquanto Marcos entrava na cozinha para preparar alguma coisa para bebermos. Comecei a dizer alguma coisa, mas Vera simplesmente continuava me olhando nos olhos, e quando ela tocou meus cabelos, perdi a fala. Minha excitação era visível, pois estava com uma blusa decotada e sem soutien, e os bicos dos meus seios estavam prestes a romper o tecido. Naquele momento, percebi que estava prestes a realizar uma das minhas maiores fantasias, de transar com uma mulher linda e tesuda como eu. Por instantes, pensei em meu namorado, desejando que ele estivesse ali comigo para curtirmos juntos, mas tive a certeza que ele aprovaria o que estava acontecendo, pois ele sempre me incentivou a aproveitar todas as oportunidades de obter prazer, colocando como única condição contar-lhe tudo, e isso eu naturalmente faria, pois ele adoraria ouvir todos os detalhes.
Vera começou a acariciar e beijar meu rosto, lenta e suavemente, beijando meus olhos, queijo, pescoço, deixando-me completamente entregue a suas carícias. Com os lábios entreabertos e ofegante, não ofereci resistência quando ela beijou meus lábios, a princípio suavemente, explorando, sentindo, acariciando, e quando ela me tocou com sua língua, eu não resisti mais e retribui o beijo, chupando vorazmente seus lábios e sua língua. Vendo que eu me entregava, Vera começou a percorrer meu corpo com suas mãos ágeis, acariciando meus seios, deslizando suas mãos pelas minhas pernas, subindo por baixo da saia, pela parte interna das coxas, enquanto beijava minha boca e meu pescoço, o que me deixa louca. Lenta e carinhosamente, me deitou no sofá, tirando minha blusa, chupando e lambendo meus seios. Descendo mais, tirou minha saia, esfregando o rosto em minha xoxotinha, que a esta altura estava completamente ensopada. Tirando minha calcinha, Vera passava a língua em volta da minha buceta, lambendo e aspirando o perfume do sexo. Quando ela finalmente enfiou a língua bem fundo e começou a lamber com toda a vontade, não resisti mais e perdi o controle, puxando sua cabeça como se quisesse enterrá-la dentro de mim, esfregando minha xoxota em seu rosto, completamente dominada pelo maior tesão que já havia sentido, até que gozei, gozei como nunca, uma, duas, três vezes seguidas. Quando finalmente desci das nuvens, vi Vera me olhando por entre minhas coxas, com uma expressão maravilhosa de tesão estampada em seu rosto. Então foi minha vez de lhe dar prazer. Com a maior naturalidade, deitei-a no sofá, e comecei a beijar seu rosto, como ela tinha feito comigo, e como eu jamais imaginei fazer com uma mulher. Mas o tesão me dominava, e sentindo uma enorme “fome” daquela mulher que me dera tanto prazer, beijei seus olhos, sua boca, seu pescoço, voltando mais uma vez para aquela boca deliciosa, ainda com o gosto da minha própria xoxota. Tirei-lhe a roupa, e a cada peça ia beijando seus seios, mamando aquelas tetas deliciosas, bem maiores que as minhas, chupando, lambendo, descendo pela sua barriga, coxas, e, finalmente, chegando até sua buceta. Muitas vezes havíamos, eu e meu namorado, fantasiado uma transa com outra mulher, mas a realidade era muito melhor do que eu jamais havia imaginado. O cheiro, o sabor, a sensação de chupar uma buceta eram simplesmente deliciosos. Principalmente porque podia ver a reação que minha boca provocava em Vera. Ela, assim como eu, começou a gemer, esfregando-se em meu rosto, fazendo com que eu cada vez mais devorasse aquela xoxota deliciosa. Lambi, chupei, enfiei a língua naquela delicia de buceta e também no seu cuzinho, até que ela também explodiu numa série de gozadas incríveis e deliciosas.
Saciadas, nos abraçamos e beijamos, quando de repente me lembrei de Marcos, que havia sido completamente esquecido por nós duas, de tão envolvidas que estávamos com nosso próprio prazer. Nós o vimos ao mesmo tempo, sentado numa poltrona no canto da sala, completamente nu e se masturbando lentamente, deliciado com o espetáculo que nós duas havíamos proporcionado.
Mais uma vez, senti um sobressalto, pensando em meu namorado. Afinal, transar com outra mulher era algo bem diferente de transar com outro homem. Mas me lembrei de todas as vezes em que ele me encorajara a realizar minhas fantasias, curtindo as oportunidades que aparecessem, e me garantindo que tudo que ele desejava era o meu prazer. E naquele momento, eu me decidi a aproveitar mais aquela oportunidade, de transar com outro homem, experiência inédita, pois o meu namorado foi o primeiro e, até então, único homem na minha vida. Tudo isso passou pela minha cabeça em segundos, pois eu já estava fascinada com a visão daquele homem que nos olhava com uma expressão de desejo que me fez arrepiar todinha. Não conseguia tirar os olhos do seu pau, que ele lentamente masturbava. Era enorme, devia ter uns 20 cm de comprimento e era grosso, tão grosso que mesmo a mão enorme de Marcos mal se fechava em torno daquele caralho. Vera foi até ele e ajoelhando-se, começou a beijar e lamber aquele cacetão, que ele continuava a movimentar com a mão, enquanto me olhava, deixando claro que me desejava. Aquele olhar faminto tirou minhas últimas dúvidas, e fui ajoelhar-me junto a Vera.
Comecei então a dividir com Vera as lambidas naquele caralho, que de perto me pareceu ainda maior e mais grosso. Percebendo que eu estava deslumbrada com ele, Vera deixou-o só para mim, e ficou observando enquanto eu tentava chupá-lo, engolindo o quanto podia daquela vara enorme. Mesmo com todo meu esforço, eu mal conseguia enfiar até a metade na minha boca. Enquanto eu chupava, lambia, chupava seu saco, enfiando as bolas na boca, sempre olhando seu rosto para ver sua reação de tesão, Vera começou a me beijar novamente, correndo a língua pelas minhas costas até chegar na minha bundinha, que eu, de joelhos, deixava bem arreganhada para ela. Enquanto ela chupava minha bunda, enfiando a língua em meu cuzinho e na minha xoxotinha, eu me deliciava com aquele cacete fantástico, até que Vera se levantou e me fez sentar no colo de Marcos. Eu não sabia se conseguiria agüentar aquela vara enorme, achei que ele me rasgaria, mas mesmo assim, ajeitei a cabeçorra na minha bucetinha, que piscava de vontade, e comecei a descer meu corpo sobre o cacete, lentamente, sentindo que ele me invadia, me preenchia inteira. Quando ainda não havia entrado nem a metade, Marcos me puxou, enterrando de uma só vez todo aquele cacete até o fundo. A sensação, misto de dor e prazer, me fez perder o fôlego. Após alguns segundos, Marcos começou a mexer, com suas mãos poderosas em minha bunda, me erguendo facilmente, metendo e tirando lentamente. Desta vez, aquele cacete enorme me proporcionava puro prazer, um tesão imenso, e minha buceta abraçava, agasalhava, “chupava” aquele monstro. Marcos também lambia meu pescoço, alcançando minhas tetas, que ele mamou com vontade. Vera voltou a me beijar, e eu chupava seus seios, era uma loucura só. Marcos metia seu monstro com vontade, e eu logo deixei Vera para apenas curtir aquele pau delicioso, o que fez com que ele acelerasse suas metidas. Vera não se fez de rogada e começou a me lamber novamente, chegando à minha bundinha, onde enfiava a língua no meu cú e chupava minha buceta e o pau de Marcos ao mesmo tempo. Não agüentando mais, comecei a gozar de novo, desta vez com mais intensidade, gritando e cavalgando aquele caralho até não agüentar mais. Quando finalmente parei, ainda com Marcos dentro de mim, percebi que ele ainda não havia gozado. Levantei-me e me ajoelhei novamente, porque eu queria lhe dar prazer, retribuir um pouco do muito que ele havia me dado. Peguei aquele monstro, totalmente molhado pelos meus próprios sucos, e chupei, lambi, beijei, até que senti que ele começava a pulsar, e, encantada, fiquei observando aquele caralho delicioso inchar, e finalmente gozar. O primeiro jato me pegou ainda “namorando” o pau, atingindo meu rosto, então enfiei-o na boca e sorvi toda a porra do seu gozo, que era tão intenso que escorria pelo pau, o que Vera não desperdiçou, lambendo o que eu não conseguia engolir. Marcos urrava de prazer, e nós duas dividimos o seu gozo com um longo beijo.
Quando finalmente nos recuperamos, tomamos aquela cerveja que Marcos havia buscado, e combinamos um novo encontro, desta vez sem acidente e com a presença de meu namorado, para que a festa ficasse completa.
O Inesperado
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