Sempre me considerei, sem falsa modéstia, uma mulher muito sensual. Morena, 1,60 m., cabelos negros longos, seios firmes bem modelados, bundinha durinha e arrebitada, sempre fiz questão de me vestir bem, geralmente de forma a realçar meus atributos de forma bastante sexy. Adoro me sentir olhada, admirada, despertar o desejo nos homens. Afinal, ser desejada é o que toda mulher quer. Só não podia imaginar que isto me levaria a atitudes de que eu jamais me julgaria capaz.
Meu pai adora pescar e, como todo pescador, tem a sua turma de amigos. Entre eles, está o “seu” Marcos, um senhor de quase 70 anos, grandalhão, ainda bastante forte, que sempre participa destas pescarias. O “seu” Marcos é o que costumamos chamar de “velho sem-vergonha”, daquele tipo que não pode ver uma perna de mulher que fica todo assanhado. As mulheres da família (eu e minhas três cunhadas) costumam evitar ficar por perto porque basta meus pais virarem as costas que ele já fica olhando com aquela cara de tarado prá qualquer uma de nós. Isto sempre me irritou, porque ele já tem até netas da minha idade.
Até um belo sábado, em que eu estava tranqüilamente assistindo TV, vestindo uma mini-blusa daquelas bem soltinhas e decotadas, com dois botões na frente e uma mini-saia, e nada mais, quando tocou a campainha. Como minha mãe havia saído e meu pai estava no fundo do quintal, fui atender ao “seu” Marcos, que vinha combinar a pescaria do domingo. Abri o portão, e ao entrar, senti aquele olhar descarado do velho me seguindo, aliás, me comendo com os olhos. Só que ao contrário do que sempre acontecia, desta vez aquilo me excitou profundamente, tanto que senti os bicos dos seios endurecerem imediatamente, e aquela conhecida umidade na xoxota. Surpresa com minha própria reação, acomodei o velho na sala e fui chamar meu pai, com a cabeça dando voltas. Ao invés de ir para meu quarto, voltei prá sala, sentando na poltrona e fingindo assistir TV, enquanto meu pai e o velho tarado conversavam.. Após alguns minutos de conversa, meu pai pediu licença e foi acabar de arrumar algumas coisas que estava consertando no quintal, enquanto o “seu” Marcos ficou assistindo TV. Quando percebi que meu pai já estava no quintal, e sentindo um tesão totalmente desconhecido, levantei-me e fingi pegar uma revista na mesinha de centro, o que fez com que meus seios praticamente saltassem fora da blusa. Ainda abaixada, olhei para o velho e vi aqueles olhos arregalados com o espetáculo, até que ele percebeu que eu o estava olhando, o que o deixou atordoado, porque ele viu que eu estava fazendo de propósito. Sem tirar os olhos dele, e sem que ele tirasse os olhos de mim, fui em sua direção, abrindo os botões da blusa, o que o deixou sem respiração. Na hora, lembro de ter pensado de relance que o velho poderia ter um troço, mas o tesão era maior que qualquer coisa, e eu parei na frente dele, com os seios até doendo de tão duros. O velho, sem piscar e de boca aberta, colocou as mãos nos meus seios, cobrindo-os completamente. O contato daquelas mãos grandes, enrugadas e cheias de calos me deixou mais louca ainda, e eu puxei sua cabeça, fazendo com que mergulhasse o rosto no meio das minhas tetinhas. O velho então começou a me chupar, me abraçando e me passando aquelas mãos enormes e grosseiras. Quando ele enfiou a mão embaixo da saia e encontrou minha xoxotinha completamente ensopada, soltou um gemido. Neste momento eu o empurrei, levantando a saia e me expondo totalmente, deixando que ele me visse praticamente nua. O velho estava simplesmente babando, e então eu subi no sofá, ficando de quatro, com a bunda praticamente enfiada no seu rosto, e falei prá ele: “Chupa, velho sem-vergonha, ou você não sabe mais como fazer?”. Mas ele sabia sim. O velho ajoelhou-se no chão e enfiou a cara na minha bunda, chupando, mordendo, lambuzando toda minha bunda, minha xoxota e minhas coxas, enfiando a língua no meu cuzinho e na minha xoxotinha. A excitação de pensar no prazer que eu estava dando para aquele velho, que com certeza há muitos anos não via nem de longe uma mulher gostosa e tesuda como eu fizeram, mais a fome com que ele mordia e chupava, esfregando a barba por fazer e as mãos enormes, pesadas e grosseiras, misturando o verdadeiro rio de melado que jorrava da minha xoxota com a babação do velho, tudo isso fez com que meu tesão explodisse numa série de gozadas incríveis, em que eu tive que morder a almofada prá não urrar de prazer, com meu corpo tremendo incontrolavelmente a cada orgasmo, um mais intenso que o outro.
Ainda bem que ainda consegui ouvir, bem ao longe, o barulho do meu pai abrindo a porta da cozinha, o que permitiu que nos recompuséssemos a tempo. Quer dizer, eu me recompus, porque o pobre velho ficou sentado, completamente atordoado, enquanto meu pai falava animadamente dos preparativos, enquanto eu olhava prá ele com uma cara de fêmea satisfeita. Ainda pude perceber um volume sob a calça do “seu” Marcos, o que me deixou imaginando se aquela vara ainda funcionava, mas isto fica prá próxima pescaria...
Pescaria Gostosa
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