Como já disse em outra história, eu e minha namorada sempre gostamos de ficar imaginando todos os tipos de loucuras possíveis numa cama. Lú é uma morena fantástica, do tipo miudinha, com um corpo maravilhoso, tetinhas lindas, e uma bundinha durinha e empinada, de parar o trânsito. E, principalmente, um apetite insaciável por uma trepada bem dada. Outra das taras que mais nos excitam é ficar imaginando que ela é uma prostituta. Essa fantasia já rendeu trepadas memoráveis, até que um dia resolvemos aprontar mais uma loucura.
Comprei um pequeno aparelho de microfone sem fio e receptor-gravador, daqueles que ficam escondidos na roupa, e um binóculo, e Lú colocou uma roupa bem provocante, com uma camisa minha, bem comprida, uma saia curtíssima, sapatos de salto alto, e sem nada por baixo, e fomos prá região da avenida 9 de julho, área onde as prostitutas fazem ponto na cidade. Chegando lá, deixei-a numa esquina e fui estacionar meu carro no meio do quarteirão, num local onde eu pudesse vê-la claramente, e de onde poderia alcançá-la rapidamente se houvesse qualquer problema. Testado o microfone, vimos que o som chegava até o carro com perfeição. Daí foi só esperar. Alguns minutos depois, um Vectra com dois homens encostou no meio-fio, bem próximo a Lú, que caminhava lentamente. Daí pra frente, transcrevo o que ocorreu, e que eu, com meu binóculo e o receptor-gravador acompanhei:
- E aí, gostosura, quanto é? O motorista do Vectra não podia ser mais direto. Lú, que, pude perceber, estava tanto excitada quanto nervosa, deu um sorriso, e se aproximou do carro:
- Quanto é o quê, garanhão? Dizendo isso, debruçou-se sobre a janela do motorista, o que fez com que a camisa, que estava com vários botões abertos, expusesse totalmente suas tetinhas deliciosas. Os dois “clientes” ficaram, com certeza, mais excitados ainda com a beleza da “minha putinha”.
- O que vocês vão querer? É prá um só ou prá dois?
- Serviço completo. Queremos tudo.
- São trezentos reais.
- È muito dinheiro. Será que vale? Dizendo isso, o motorista esticou o braço e começou a acariciar a tetinha dela, por dentro da camisa aberta.
Completamente excitada, Lú continuou o jogo: - Vocês nunca tiveram uma trepada igual, vou acabar com vocês.
Os rapazes, já loucos, tiraram os paus pra fora, o que fez com que ela ficasse mais louca ainda, pois eram dois cacetes enormes. Esticando a mão, agarrou o do motorista, que já estava até molhado, e a sua mão nem fechava, de tão grosso que era o pau. O rapaz, por sua vez, enfiou a mão por baixo da saia dela, e ao sentir que não havia nada entre a mão e a bocetinha encharcada, ficou louco.
- Vem gostosa, que eu quero te foder inteira. O que é que você sabe fazer?
Para minha completa surpresa, Lú abriu a porta do carro, e ajoelhou-se perto do motorista.
- Você quer ver o que eu sei fazer? Sei meter como você nunca meteu, sei fazer você ficar louco como nunca ficou. E meteu a boca naquele cacete enorme, o que fez o cara gemer, enquanto o outro se masturbava. Após algumas chupadas, ela levantou-se e sentando-se no colo do motorista, alcançou o pau do passageiro, que acabou na sua boca também.
Eu, no meu carro, fiquei completamente louco de tesão, e também de preocupação com o que poderia acontecer, já que estávamos todos no meio da rua.
Enquanto isso, no carro, Lú continuava sentada no colo do motorista, que enfiou dois dedos na sua bocetinha e chupava suas tetas, enquanto ela chupava o pau do passageiro e com a mão livre masturbava o motorista.
De repente, o motorista quis arrancar a roupa dela, e ela levantou-se rapidamente, saiu do carro toda desarrumada, e correu na minha direção. Dei partida no carro, e quando ela entrou, saí cantando pneu. Ainda passei pelo Vectra, e pudemos ver os dois ainda completamente aturdidos e excitados, sem entender nada. Fomos a um motel, e trepamos loucamente a noite toda, tarados com a realização de mais uma fantasia.
Noite de Trabalho
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