Minha namorada, Lu, é uma gata maravilhosa, do tipo que exala sensualidade só de passar por perto, é daquelas mulheres que chamam a atenção dos homens naturalmente, pois ela desperta aquele instinto animal inconsciente que nós temos. É morena do tipo miudinha, cabelos pretos longos, lindos olhos e uma boca sedutora, além de um corpo delicioso, tetinhas lindas, e uma bundinha durinha e empinada, de parar o trânsito. Esta sensualidade natural dela é causada pelo fato de que ela realmente adora sexo, de todas as formas, e ela transpira isso, adora se exibir com roupas provocantes, que realcem seus atributos maravilhosos. Por isso nos damos tão bem, nos completamos tão harmoniosamente.
Nós adoramos experimentar, ousar, fazer coisas diferentes. Estamos sempre procurando novas fontes de excitação, que estimulem nossas fantasias e nosso apetite, que já é enorme. Uma de nossas fantasias mais excitantes é a de transarmos com mais pessoas, uma suruba. Ela sempre me diz que uma das suas maiores taras é de se exibir, ser desejada por muitos homens, ver todos de pau duro por ela, ser cobiçada. Quando pergunto se ela, além de ser vista, deseja ser possuída por estes homens, ela sempre fica em dúvida, diz que não sabe, desconversa, e isto que me faz desconfiar de que, no fundo, ela adoraria transar com todos, adoraria ser “currada”. Quanto a mim, apesar de morrer de ciúmes, procuro sempre encarar esta idéia como forma de proporcionar a ela um prazer que ela realmente merece, pois ela é um tesão de mulher. Além do mais, como tenho certeza de que ela realmente me ama, sei que isto é apenas uma fantasia, apenas sexo, e sexo só faz bem, até porque a coisa que mais me dá tesão é vê-la excitada, é a coisa mais linda do mundo a minha gata gozando. Entretanto, nunca tivemos oportunidade, ou talvez coragem, de realizarmos estas fantasias.
Um dia, resolvemos ir a uma boate recém inaugurada, que apresentava shows eróticos. Antes de levá-la, eu já tinha ido até a boate para verificar o ambiente, pois jamais a exporia a um ambiente desagradável ou até de risco. Assim, fomos na noite de quarta-feira, que eu já sabia que quase não havia movimento, o que nos facilitaria manter a discrição, já que nossa intenção era apenas assistir o show, por pura curiosidade.
Ao chegarmos minhas informações foram confirmadas, pois havia apenas dois homens na boate, sentados separadamente, e com expressão de total desinteresse. Nos sentamos bem em frente ao palco, distantes dos demais, o que nos dava a sensação de que o show seria exclusivo para nós. Pedimos nossos drinques e ficamos conversando enquanto o show não começava. Não demorou muito e as luzes, que já eram mínimas, foram diminuídas para o início do show. A escuridão reforçou ainda mais a nossa sensação de exclusividade, já que em todo o salão apenas nós éramos atingidos pela luz do palco, mesmo assim ficávamos na penumbra, e o resto eram apenas sons vindos das outras mesas. Então uma bela loira entrou no palco e começou um strip-tease muito sensual. Enquanto dançava, ela olhava muito em nossa direção, e comentei com Lu que ela estava dançando apenas para nós. Fomos nos deixando contagiar pela sensualidade da dançarina, e, aproveitando o clima e a escuridão, começamos a nos acariciar cada vez mais a vontade. Abraçados, beijava seu pescoço, o que a deixa louca, enquanto acariciava suas coxas, deslizando minha mão cada vez mais alto, curtindo o calor e a umidade crescentes, até descobrir que ela não usava nada por baixo. Como não esperava por isso, a surpresa me deixou mais excitado ainda, e quando olhei para seu rosto vi que tinha os olhos fixos no palco e uma expressão de tesão que eu conheço muito bem. Observei mais atentamente e vi que a loira dançava realmente para nós, olhando e fazendo movimentos em nossa direção. Comentando com Lu, ela me disse que também tinha essa sensação, e que parecia que nossa “malhação” tinha mexido com a loira. Logicamente, a partir daí nosso tesão aumentou ainda mais, e com ele nossas carícias. Lu já tinha quase deitado na poltrona, escorregando para a beirada, o que fez com que minhas carícias levantassem a sua saia até quase a cintura, praticamente expondo sua xoxotinha que eu deliciosamente masturbava. Nisso, a loira já estava nua, e quando achávamos que o show estava acabando, entrou um rapaz negro no palco, também dançando, sinalizando que o show iria esquentar ainda mais.
Logo o casal no palco partia para um show de sexo explícito, e a loira ajudava o rapaz a se despir. O negro era também bastante sensual, e quando a loira tirou-lhe a última peça de roupa, surgiu um cacete enorme, que devia ter uns 23 ou 24 cm, o que fez Lu arregalar os olhos, pois ela sempre tivera muita curiosidade de ver um membro enorme como aquele. Enquanto os dois continuavam seu show, eu e Lu também estávamos quase gozando. Ela tirou meu pau prá fora, rindo e dizendo que meus 16 cm eram tudo que ela queria. Estávamos nessa situação, eu e Lu nos masturbando, e o casal no palco transando, quando percebi que a loira cochichava alguma coisa com o rapaz. Em seguida, eles vieram bem na beirada do palco, a poucos centímetros da nossa mesa, e com o negro abraçando-a por trás com aquele cacete enorme entre suas pernas, ela olhou bem prá Lu e, com um gesto, a chamou. Completamente surpresos, ficamos estáticos, mas ela insistiu e estendo a mão, convidou Lu a subir no palco. Imediatamente, percebi que aquela era uma oportunidade única para realizarmos algumas das nossas fantasias mais loucas, e incentivei: - Vai !
Lu pegou na mão que lhe era estendida e, subindo na poltrona, chegou ao palco, ainda aturdida. A loira, se desvencilhando do negro, começou a dançar, envolvendo Lu e, suavemente, fazendo-a se soltar. Em minutos, elas já se abraçavam, e a loira, habilmente, ia beijando-a e tirando sua roupa, enquanto eu e o negro olhávamos fascinados aquela cena linda, de duas mulheres maravilhosas e famintas por sexo, aguardando o desenrolar do show que elas nos proporcionavam. A esta altura as duas gatas já se beijavam e se acariciavam, daquele jeito que só duas mulheres sabem fazer, e a loira, que era mais alta, foi descendo os lábios até as tetinhas de Lu, enquanto as mãos corriam por suas pernas, bunda e xoxota. Suavemente, foram deitando, o que me fez subir ao palco para poder acompanhar a cena melhor. O ambiente recendia a sexo. A loira continuou beijando Lu, chupando suas tetinhas, descendo até a bucetinha, que, eu sabia, já estava latejando de tesão. Lu gemia e se contorcia, e gozou gritando alto e puxando a cabeça da loira, querendo enterrá-la dentro da buceta. Sem parar, a loira subiu novamente pelo seu corpo até encontrar sua boca, dividindo com Lu o suco da sua própria xoxotinha, o que ela adora. Para minha surpresa e deleite, Lu virou por cima da loira e retribuiu as carícias que havia recebido. Depois de dar-lhe um beijo chupado, veio lambendo o corpo perfeito, os seios fartos, a barriga, até chegar à bucetinha raspada. Nesse momento, eu, que sempre sonhara em ver minha gata transando, faminta, com outra mulher, me realizei, pois Lu não vacilou e caiu de boca naquela xoxota, pela primeira vez na sua vida. A princípio suavemente, depois loucamente, ela beijou, lambeu e chupou até fazer a loira gozar. Nisso, o companheiro da loira já não agüentava mais, e ajoelhou-se ao lado dela, colocando ao seu alcance aquele imenso cacete. A loira começou a chupá-lo, enfiando o pau quase inteiro na boca, ao mesmo tempo em que Lu, hipnotizada por aquele monstro, foi se aproximando, e ao chegar perto, começou a chupá-lo também. A loira deixou-a cuidar do cacete, que Lu pegou com as duas mãos, lambendo-o fascinada, e, para minha completa surpresa, enfiando-o também quase por inteiro na boca, deliciada. Enquanto isso, como Lu estava de quatro se deliciando com aquela vara, a loira começou a lamber e beijar sua bundinha, enfiando a língua no cuzinho e na xoxotinha. Chegando mais perto, vi minha gata completamente “atolada” com aquela vara que ela segurava com as duas mãos, lambendo toda a extensão, indo até as bolas, subindo metros de pica, enfiando na boca, de olhos fechados para curtir melhor a pica enorme dos seus sonhos e as chupadas que levava da loira. De repente, Lu enfiou o pau até o fundo da garganta e começou a gozar novamente, com a loira chupando sua xoxota e com um dedo todo enfiado no seu cuzinho. Depois da gozada intensa e ainda sem largar o cacete do negro, Lu foi subindo pelo corpo do rapaz, beijando e chupando sua barriga e peito e guiando o pau até sua xoxotinha, que latejava de vontade de ser rasgada por aquele colosso, como ela sempre sonhara. Encaixando-o na entrada de sua bucetinha, começou a descer lentamente, engolindo-o milímetro a milímetro, com uma expressão de dor e felicidade no rosto como eu nunca tinha visto. Quando já havia entrado pela metade, ela sentou de uma vez, soltando um grito e tendo um orgasmo intenso, que a fez estremecer toda. Sem parar, começou a mexer e rebolar naquela vara, que eu mal podia acreditar que tivesse entrado com tanta facilidade e que dava tanto prazer à minha gata. De repente, o negro virou-se por cima dela e começou a meter com força, levando-a a vários orgasmos seguidos, até que ele também gozou, metendo violentamente na minha gata, que cravava as unhas em suas costas. Quando o rapaz tirou o cacete ainda duro Lu, mostrando que queria mais, imediatamente recomeçou a chupá-lo, limpando toda a porra misturada com seu próprio suco. Então eu não resisti e resolvi entrar na festa. Me despi rapidamente e colocando Lu de quatro, meti naquela bucetinha deliciosa. Mas ela estava completamente arreganhada pelo caralho do negro, e o meu pau nem fazia efeito. Aproveitando a posição e a lubrificação proporcionada pela xoxota, coloquei meu pau no cuzinho de Lu, que adora uma enrabada, e cravei fundo, fazendo-a gritar, largando por apenas um instante o pau que chupava. Com todo o tesão acumulado, não demorei a gozar, enchendo de porra o cuzinho da minha gatinha. Foi então que tomamos um susto, pois os outros dois homens que estavam na platéia, dos quais simplesmente nem lembrávamos mais, haviam resolvido participar da festa, e tinham subido ao palco, já se despindo. Como o clima era de puro tesão e ambos tinham boa aparência, o susto rapidamente se transformou em mais excitação, dando a mim e a Lu a certeza da realização de mais uma fantasia. Os dois partiram para cima de Lu, que como sempre, exalava sexo por todos os poros, atraindo os homens imediatamente. Ela parecia já esperar por isso e, totalmente dominada pelo tesão, se contorcia, dominada e entregue ao prazer. Era a realização de sua fantasia, minha gata estava sendo devorada por quatro homens e uma mulher totalmente alucinados por ela, pois era ela, com seu tesão à flor da pele que tinha levado todos àquela loucura. Eram bocas, mãos, paus, que a tocavam, lambiam, mordiam, chupavam, penetravam em todos os buracos. Nos revezávamos, a cada momento trocávamos de posição e uma boca chupava uma tetinha enquanto a outra tetinha já tinha outra boca sobre ela e uma outra a lambia e chupava em outro lugar. A cada momento ela tinha um pau enfiado na sua buceta, no seu cu, engolido por sua boca faminta, acariciado por suas mãos, numa orgia inigualável. Ela tinha um orgasmo atrás do outro, num êxtase descontrolado. Todos nós gozamos mais uma vez, eu na sua xoxota, o negro na sua boca, e os outros dois sobre seus seios e sobre sua bunda, deixando-a totalmente encharcada de porra. Demonstrando querer ainda mais, Lu, insaciável, se atracou com a loira, e enquanto nós nos refazíamos, elas se beijavam, se chupavam, e foram para um 69 delicioso, uma chupando a outra gulosamente. Como Lu estava por cima, eu aproveitei e, já de pau duro com aquela cena linda, me posicionei para comer seu cuzinho mais uma vez. A loira, para ajudar, deu uma chupada no meu pau antes de guiá-lo até a buceta de Lu, onde dei algumas estocadas para lubrificá-lo, e em seguida meti naquele cuzinho que eu adoro tanto. Enquanto metia no cuzinho, a loira chupava a xoxota de Lu, lambendo também meu saco. Já refeito, o negro tomou posição entre as pernas da loira, que era chupada por Lu, que também resolveu ajudar, dando uma bela chupada naquele caralhaço, deixando-o bem lubrificado, e em seguida enfiou na buceta da loira de uma só vez.. Nosso tesão era tão grande que as duas logo gozaram com nossas picas e as chupadas que uma dava na outra. Ainda sem tirar o meu pau do cuzinho da minha gatinha, puxei-a para cima de mim, dizendo ao seu ouvido um monte de sacanagens, chamando-a de minha cadelinha, e dizendo que ela era a maior e mais gostosa putinha do mundo, que todo mundo estava tarado por causa da sua buceta gostosa, e que ela tinha que agüentar muita vara mesmo, pois era isso que ela gostava, o que a excitou ainda mais. Fiz sinal para o negro chegar mais perto, deitando-se ao nosso lado, e levei Lu para cima dele, de maneira que ela, entendendo minha intenção, ajeitou aquele cacete imenso na sua xoxota, e sem pestanejar, desceu sobre ele, engolindo-o de uma só vez. Assim, ela realizava mais um sonho, de ser possuída por dois homens ao mesmo tempo, e com um cacete enorme entupindo sua buceta e o meu pau castigando seu cuzinho. Para completar sua felicidade, os outros dois homens já estavam refeitos, e ela os chamou para perto, pegando um em cada mão e chupando ambos alternadamente, esfregando-os no rosto, nos seios, enfim, se deliciando por inteiro. Com tudo isso, o tesão foi a mil em todos nós, e começamos a gozar. Lu gozou seguidas vezes, eu gozei no seu cuzinho, os dois gozaram na sua boca e rosto, e finalmente o negro encheu sua xoxota de porra novamente. Completamente extenuados, finalmente conseguimos desvencilhar nossos corpos e só então percebemos que a música já tinha acabado há tempos, e que a nossa suruba tinha ido além de nossos sonhos mais ousados e ultrapassado todos os limites do prazer que sonhávamos. Os dançarinos, que soubemos chamarem-se Carlos e Sandra, e os outros dois homens, Gilberto e André, todos também exaustos e saciados, apresentamo-nos, conversando sobre aquela maravilhosa experiência e combinamos novos encontros, de preferência em um local mais adequado, já que só agora notávamos que aquele palco não era o local mais confortável para aquele tipo de aventura. Completamente extenuada, minha gata era a própria expressão da felicidade, e apesar de estar toda marcada, lambuzada, arreganhada e dolorida, me beijou carinhosamente, com a boca impregnada do gosto de sexo, dizendo que jamais imaginara poder sentir tanto prazer e me agradecendo por ter lhe proporcionado uma noite tão inesquecível, o que me fez ter certeza de que o mais importante é esquecer os ciúmes e buscar a felicidade da mulher que eu amo.
Surpresa
Envie seu relato para [email protected]