Redes
PLC
-
Internet
via
Rede
Elétrica
Com
o
desenvolvimento
da
tecnologia
Power
Line
Communication
(PLC),
que
permite
transmissões
de
sinais
por
onda
portadora
em
redes
de
distribuição
de
energia,
surge
mais
uma
opção
de
conectividade
em
banda
larga,
além
dos
sistemas
wireless,
de
satélite
e
cabos
coaxiais
das
operadoras
de
TV
por
assinatura.
Com
o
passar
do
tempo
os
meios
de
comunicação
vão
se
integrando
e
a
exigência
de
novos
meios
de
velocidade
na
transmissão
de
dados,
além
da
busca
pelo
último
usuário
faz
com
que
a
PLC
seja
a
alternativa
mais
barata
e
viável,
a
velocidade
de
transmissão
numa
rede
PLC
pode
chegar
até
14
Mbps
dependendo
da
quantidade
de
usuários
conectados.
Um
mercado
eletrônico
que
cresce
tão
incrivelmente
está
sendo
sufocado
pelo
pouco
espaço
e
velocidade
existente,
onde
suas
conexões
feitas
por
ISDN
(128
kbps)
ou
ADSL
(faixa
dos
megabits
por
segundo)
está
fazendo
que
se
incapacite
o
uso
para
transmissão
de
vídeo
e
áudio.
Outro
grande
fator
é
disseminação
da
internet
para
todos
os
lares
até
os
que
ficam
a
grandes
distancias,
com
o
uso
da
PLC
a
exclusão
tecnológica
deixará
de
existir
permitindo
que
a
mídia
cultural
eletrônica
possa
ser
de
uso
integral
na
cultura
moderna
existente.
PLC
no
Brasil
Um
dos
grandes
empecilhos
que
ainda
existem
para
a
ampla
disseminação
do
acesso
à
Internet
para
o
público
em
geral
é,
sem
dúvida,
a
falta
de
um
meio
de
transmissão
de
dados
de
baixo
custo.
Até
recentemente,
a
maioria
dos
esforços
públicos
e
privados
esteve
concentrada
na
montagem
de
uma
grande
infra-estrutura
de
comunicação,
capaz
de
suportar
o
tráfego
de
informações
na
Internet
por
meio
de
grandes
vias
de
dados,
os
chamados
"backbones".
O
passo
seguinte
consistiu
em
encontrar
uma
maneira
simples
e
prática
de
conectar
individualmente
cada
usuário
doméstico
ou
empresa
ao
"backbone"
principal,
um
trecho
normalmente
chamado
de
"the
last
mile"
(a
última
milha)
pelos
profissionais
da
área,
isso
até
hoje
tem
sido
feito
utilizando
infra-estruturas
já
existentes,
como
redes
telefônicas
ou
de
TV
a
cabo.
Entretanto,
esses
meios
se
concentram
em
zonas
urbanas
–
o
que
exclui
residências
de
regiões
afastadas
ou
de
difícil
acesso,
além
de
serem
relativamente
caros.
Crescimento
no
Brasil
Para
vencer
esta
última
milha
a
implementação
da
PLC
no
Brasil
está
sendo
avaliada
por
companhias
de
energia
como
CEMIG
de
Minas
Gerais,
COPEL
do
Paraná
e
a
ELETROPAULO
de
São
Paulo,
utilizando
a
própria
rede
elétrica
para
distribuir
acesso
contínuo
e
de
alta
velocidade
para
usuários
residenciais,
uma
tecnologia
conhecida
como
PLC
(Power
Line
Communication)
ou
comunicação
por
linhas
elétricas.
A
mesma
tomada
de
energia
que
faz
seu
computador
funcionar
pode
ser
usada
para
conectá-lo
à
grande
rede.
Os
primeiros
testes
dessa
nova
tecnologia,
a
Power
Line
Comunication,
foram
feitos
na
Inglaterra.
Em
termos
simples,
a
PLC
é
uma
tecnologia
capaz
de
transmitir
sinais
de
dados
e
voz
pela
rede
convencional
de
distribuição
de
energia,
usando
sinais
de
alta
freqüência.
A
promessa
é
de
acesso
em
banda
larga
e
automação
da
leitura
do
consumo
de
energia,
sem
falar
que
a
aparente
facilidade
de
instalação,
vem
enchendo
de
esperanças
os
adeptos
da
popularização
da
Internet.
De
concreto
mesmo,
apenas
os
testes
feitos
por
concessionárias
de
energia
elétrica
e
pesquisadores
em
universidades.
Mas
a
novidade
não
é
tão
simples,
nem
tão
barata
de
implantar.
A
expectativa
é
que
se
torne
realidade
e
a
Internet
via
rede
elétrica
seja
mais
uma
opção
além
dos
pares
de
cobre,
satélites,
cabos
coaxiais
e
sistemas
wireless
para
os
usuários,
dentro
de
cinco
anos.
Empresas
e
a
PLC
A
Cemig
iniciou
os
testes
do
acesso
à
internet
em
banda
larga
via
rede
elétrica,
no
final
do
ano
passado,
em
Belo
Horizonte.
Foram
investidos
R$
200
mil
para
instalação
dos
equipamentos
em
40
pontos
da
capital
mineira.
O
projeto
está
sendo
feito
em
conjunto
com
a
Infovias
(joint-venture
formada
pela
estatal
e
a
AES,
para
transmissão
de
dados,
voz
e
imagem)
e
a
suíça
Ascom,
idealizadora
dos
equipamentos.
Segundo
informações
da
assessoria
de
comunicação
da
Cemig,
o
canal
de
acesso
usado
no
projeto
piloto
tem
uma
velocidade
de
2
Mbps,
o
que
corresponde
a
uma
velocidade
quase
50
vezes
maior
que
o
acesso
via
rede
telefônica.
O
objetivo
das
empresas
envolvidas
no
programa
é
identificar
os
serviços
agregados
para
viabilizar
a
proposta
comercialmente.
Quanto
mais
serviços
forem
oferecidos
via
rede
elétrica,
maior
será
o
retorno.
Por
isso,
estão
sendo
estudados
processos
que
vão
permitir
a
leitura
remota
e
em
tempo
real
dos
relógios
de
luz
e
das
curvas
de
cargas
das
residências,
além
de
disponibilizar
serviços
de
TV
a
cabo
e
televigilância.
Outra
distribuidora
de
energia
que
vem
testando
o
sistema
PLC
é
a
Copel
Telecomunicações,
do
Paraná.
A
Copel
gastou
R$
1
milhão
para
levar
o
sistema
elétrico
de
banda
larga
a
50
domicílios
e
estabelecimentos
comerciais
de
Curitiba.
Os
experimentos
demonstraram
que
a
tecnologia
funciona,
mas
o
custo
de
sua
infra-estrutura
é
alto,
corresponde
a
quase
50%
da
instalação
de
uma
rede
de
linhas
telefônicas
digitais
(ADSL).
Outro
problema
identificado
é
a
distância.
O
recurso
funciona
em
aparelhos
instalados
em
circuitos
curtos,
onde
a
distância
entre
a
fonte
do
sinal
de
dados
e
a
residência
do
usuário
é
de
cerca
de
300
metros.
Nessas
condições,
a
Copel
conseguiu
taxas
de
transferências
de
até
1,7
Mbps.
A
concessionária
de
energia
elétrica
Eletropaulo
Metropolitana
também
iniciou
testes
práticos
de
viabilidade
da
tecnologia
PLC
na
região
metropolitana
e
no
interior
do
estado
de
São
Paulo.
A
empresa
deve
seguir
os
mesmos
moldes
do
projeto
da
Cemig,
o
projeto
de
oferta
da
PLC
em
alta
velocidade
segue
a
estratégia
do
grupo
norte-americano
AES,
conglomerado
de
geração
e
distribuição
de
energia,
que
detém
ações
de
ambas
as
distribuidoras
de
energia.
O
grande
desafio
na
implantação
da
PLC
é
a
adaptação
de
suas
condições
ao
sistema
elétrico
brasileiro,
na
Europa
e
nos
Estados
Unidos,
a
rede
é
subterrânea,
ou
seja,
não
sofre
interferências
do
meio
ambiente.
ASCOM
–
A
ASCOM
Powerline
Communications
(APC)
é
uma
subsidiária
da
ASCOM
Holding
e
foi
estabelecida
em
1999.
Tem
tecnologia
já
comprovada
para
trazer
a
Internet
de
banda
larga
(até
4.5
Mbps
hoje,
com
possibilidades
de
até
40
Mbps
dentro
de
3
anos)
e
telefonia
às
casas
e
às
empresas
via
linhas
elétricas
comuns.
A
APC
está
em
fase
de
expansão
e
colabora
com
algumas
das
maiores
empresas
de
serviços
de
utilidade
pública
no
mundo
na
área
de
energia
elétrica,
no
caso
Brasil
atuando
com
a
Cemig
Companhia
Elétrica
de
Minas
Gerais.
Atualmente
operando
na
Europa,
na
Ásia
e
na
América
Latina
(até
agora
só
no
Chile).
O
sistema
está
funcionando
atualmente
em
16
países.
Para
implementar
estas
soluções
precisa-se
da
colaboração
entre
uma
distribuidora
de
energia
elétrica,
uma
companhia
telefônica
e
um
provedor
de
serviços
Internet.
A
ASCOM
está
contemplando
o
estabelecimento
de
uma
fábrica
de
modens
e
outros
equipamentos
especializados
no
Brasil
para
servir
o
mercado
brasileiro,
do
MERCOSUL
e
da
América
Latina.
A
PLC
pode
ser
a
solução
chave
para
levar
a
Internet
(com
seus
governos
eletrônicos)
e
a
telefonia
para
qualquer
casa
com
uma
conexão
elétrica,
uma
solução
de
acesso
popular
quando
combinada
com
o
uso
de
uma
caixa
pequena
tipo
WebTV
usada
com
um
aparelho
comum
de
televisão.
Em
breve,
deve
chegar
também
ao
Brasil,
por
intermédio
da
distribuidora
PI
Componentes
–
novo
nome
da
União
Digital
–,
o
Power
Packet,
circuito
integrado
dotado
de
um
chip
para
ser
integrado
a
aparelhos
como
telefones,
decodificadores
de
TV
a
cabo,
televisores,
câmeras
de
vídeo
e
outros
eletrodomésticos.
Funciona
como
um
modem
e
sua
função
é
captar
sinais
de
dados,
voz
e
imagem
recebidos
por
qualquer
meio
como
cabos
de
cobre
elétricos
ou
de
telefonia,
fibras
ópticas
ou
cabos
coaxiais
de
TV.
Produzido
pela
norte-americana
Intellon
Corp.,
o
Power
Packet
tem
como
público-alvo
os
fabricantes
de
modens,
de
sistemas
de
automação
residencial
e
comercial
e
as
distribuidoras
de
energia
elétrica.
O
primeiro
alvo
dos
desenvolvedores
de
PLC,
na
verdade,
será
o
público
residencial.
Mas
o
mercado
corporativo,
representado
pelos
provedores
de
acesso,
de
data
centers,
Web
sites,
é
o
que
apresenta
o
maior
potencial
de
rentabilidade.
A
tecnologia
PLC
seria
uma
solução
perfeita
se
não
fosse
pelo
fato
de
as
linhas
de
força
–
assim
como
a
rede
telefônica
no
passado
–
não
serem
consideradas
meios
ideais
para
a
transmissão
de
dados.
Dentro
e
fora
de
casa,
a
rede
elétrica
está
sujeita
a
todo
tipo
de
interferência
e
ruídos
gerados
por
fontes
chaveadas,
motores
e
até
dimmers.
Outro
fator
negativo
das
redes
elétricas
é
sua
oscilação:
características
como
impedância,
atenuação
e
freqüência
podem
variar
drasticamente
de
um
momento
para
o
outro,
à
medida
que
luzes
ou
aparelhos
conectados
à
rede
são
ligados
ou
desligados.
Além
disso,
se
a
intenção
for
transmitir
informações
a
longas
distâncias,
os
transformadores
de
distribuição
são
verdadeiras
barreiras
para
a
transferência
de
dados.
Apesar
de
permitirem
a
passagem
de
corrente
alternada
a
50
Hz
ou
60
Hz
com
quase
100%
de
eficiência,
os
transformadores
atenuam
seriamente
outros
sinais
de
maior
freqüência.
Para
atender
às
suas
próprias
necessidades,
as
distribuidoras
de
energia
elétrica
ocasionalmente
criam
soluções
que
fazem
com
que
esses
sinais
contornem
ou
até
atravessem
os
transformadores
por
meio
de
redes
especiais
de
alta
freqüência.
Novas
técnicas
são
capazes
de
recuperar
sinais
fortemente
atenuados,
entretanto
somente
as
grandes
empresas
tem
acesso
a
essa
tecnologia.
Outra
desvantagem
vem
do
fato
de
a
PLC
ser
uma
mídia
compartilhada
e
estruturada
de
modo
paralelo.
Assim,
todas
as
casas
conectadas
numa
mesma
subestação
local
estarão
compartilhando
a
largura
de
banda
disponível.
Isso
significa
que
o
desempenho
da
conexão
pode
variar
de
acordo
com
o
número
de
pessoas
que
estiverem
navegando
ou
baixando
arquivos
simultaneamente.
Apesar
desses
revezes,
a
PLC
também
possui
outras
características
interessantes,
além
do
aproveitamento
de
uma
infra-estrutura
já
existente.
A
principal
delas
é
ter
a
Internet
sempre
à
disposição,
24
horas
por
dia.
A
atual
velocidade
máxima
de
4,5
Mbps
é
bem
maior
que
a
de
uma
conexão
ISDN
(128
kbps)
ou
ADSL
(faixa
dos
megabits
por
segundo).
Outra
característica
interessante
da
PLC
é
a
possibilidade
de
transformar
toda
a
infra-estrutura
elétrica
de
uma
residência
ou
edifício
em
uma
rede
local
de
dados,
onde
cada
tomada
pode
ser
encarada
como
um
ponto
de
acesso
que
pode
ser
usado
de
maneira
simples
e
descomplicada.
Essa
idéia
de
transmitir
dados
sobre
rede
elétrica
também
poderia
ser
aplicada
para
interconectar
dispositivos
inteligentes
dentro
de
uma
casa.
No
início
de
2000,
a
empresa
Sunbeam
–
por
meio
de
sua
subsidiária
Thalia
Products
–
anunciou
uma
linha
de
eletrodomésticos
inteligentes
que
trocavam
informações
no
momento
em
que
eram
ligados
à
tomada.
Batizada
de
HLT
(Home
Linking
Technology),
a
iniciativa
pretendia
lançar
produtos
como
despertadores,
detectores
de
fumaça,
cafeteiras,
cobertores
elétricos,
medidores
de
pressão
arterial,
capazes
de
se
comunicar.
Por
exemplo,
o
despertador
poderia
ser
programado
para
mandar
uma
ordem
à
cafeteira
para
começar
a
preparar
o
café
um
pouco
antes
do
pessoal
da
casa
sair
da
cama.
Num
futuro
próximo,
até
será
possível
colocar
um
filme
em
DVD
no
PC
da
casa
e
transmitir
o
som
e
a
imagem
para
uma
TV
compatível
pela
fiação
interna.
A
Rede
PLC
A
topologia
da
rede
será
a
mesma
da
usada
para
distribuição
de
energia
elétrica,
tornando
cada
tomada
um
ponto
potencial
para
transmissão
de
dados,
transformando
desta
maneira
a
rede
elétrica
de
prédios
e
residências
em
uma
verdadeira
LAN.
A
Tecnologia
O
Padrão
da
PLC
está
baseado
no
conceito
de
"aproveitamento
da
rede
elétrica".
A
conveniência
é
até
mesmo
mais
óbvia
neste
caso
porque
enquanto
nem
todo
cômodo
tiver
um
telefone
para
conectar,
você
sempre
terá
uma
saída
elétrica
perto
de
um
computador.
Com
a
PLC,
você
conecta
seus
computadores
a
um
ao
outro
pela
mesma
saída.
Porque
não
requer
nenhuma
instalação
elétrica
nova,
e
a
rede
não
soma
nenhum
custo
a
sua
conta
elétrica,
PLC
é
o
método
mais
barato
de
conectar
computadores
em
cômodos
diferentes.
Rede
elétrica
Rede
Telefônica
Rede
Wireless
Rede
Ethernet
Passport
&
PowerPacket
Há
duas
tecnologias
de
PLC
competindo.
A
tecnologia
original
é
chamada
Passport,
criada
pela
Intelogis,
a
outra
tecnologia
se
chama
PowerPacket,
desenvolvida
pela
Intellon,
deste
modo
escolhida
pela
Aliança
HomePlug
como
o
padrão
de
redes
PLC.
Aqui
são
as
vantagens
de
uma
rede
PLC:
É
barato;
Utiliza
instalação
elétrica;
Todo
quarto
de
uma
casa
típica
tem
várias
saídas
elétricas;
É
fácil
instalar;
Uma
impressora,
ou
qualquer
outro
dispositivo
que
não
precisará
ser
conectado
diretamente
a
um
computador,
não
tendo
que
estar
fisicamente
perto
de
qualquer
computador
em
rede;
Não
requer
que
uma
placa
PCI
seja
instalada
no
computador
(embora
há
companhias
que
trabalhem
com
sistemas
baseados
em
PCI);
A
nova
tecnologia
PowerPacket
provê
outras
vantagens
bem
como:
É
rápida,
avaliada
a
14
Mbps.
Esta
velocidade
permite
aplicações
novas,
como
fluir
áudio
e
vídeo
e
estar
disponibilizando
para
toda
casa;
Há
algumas
desvantagens
ao
conectar
a
linha
de
força
a
tecnologia
de
PASSPORT
mais
antiga:
O
desempenho
pode
ser
alterado
se
a
energia
for
utilizada
Só
trabalha
com
computadores
baseados
no
Windows;
Usa
grandes
dispositivos
de
parede
para
acessar
uma
saída
elétrica;
Pode
usar
só
110V
como
linha
de
força
padrão;
Requer
que
todos
os
dados
sejam
codificados
para
uma
rede
segura;
Instalações
elétricas
mais
antigas
podem
afetar
o
desempenho;
Produtos
novos
estão
se
baseado
no
Padrão
de
PLC
como
a
tecnologia
da
PowerPacket
e
da
Intellon;
De
acordo
com
a
Intellon,
a
tecnologia
de
PowerPacket
elimina
muitas
destas
preocupações,
enquanto
citando
as
vantagens
seguintes:
É
muito
rápido.
Avaliado
a
14
Mbps;
"Evita"
rompimentos
na
energia,
enquanto
mantém
as
conexões
da
rede
e
velocidades;
Não
limita
as
características
de
sua
impressora;
Pode
ser
compatível
com
outros
sistemas
operacionais
(dependendo
de
disponibilidade
de
drive);
Pode
ter
o
circuito
se
necessário
embutido
dentro
do
dispositivo,
enquanto
só
necessita
de
um
cabo
de
força
padrão
para
acessar
uma
saída;
Trabalha
independente
de
voltagem
de
linha
e
freqüência
de
corrente;
Inclui
encriptação;
Em
testes,
não
mostrou
nenhuma
degradação
notável
devido
a
condições
de
uma
velha
instalação
elétrica;
Produtos
novos
estão
se
baseado
no
Padrão
de
PLC
como
a
tecnologia
da
PowerPacket
e
da
Intellon.
Agora
observemos
como
cada
uma
destas
tecnologias
trabalha.
Métodos
Intellon
e
Intelogis
usam
métodos
diferentes
para
estabelecer
redes
PLC.
Intellon
A
tecnologia
de
PowerPacket
da
Intellon
que
serve
como
a
base
para
o
Aliança
HomePlug
Powerline
padrão
que
usa
uma
forma
aumentada
de
multiplexação
de
divisão
freqüêncial
orthogonal
(OFDM)
com
correção
de
erro,
semelhante
à
tecnologia
achada
em
modem
de
DSL.
OFDM
é
uma
variação
da
multiplexação
de
divisão
freqüêncial
(FDM)
usado
em
redes
de
linha
telefônica.
FDM
insere
dados
de
computador
em
freqüências
separadas
de
sinais
de
voz
levados
pela
linha
telefônica,
enquanto
separando
o
espaço
notável
extra
em
uma
linha
telefônica
típica
em
dados
distintos
dividido
em
pedaços
uniformes
da
largura
da
banda.
No
caso
de
OFDM,
é
avaliado
o
alcance
da
gama
disponível
de
freqüências
no
subsistema
elétrico
(4.3
MHz
à
20.9
MHz).
OFDM
envia
vários
pacotes
de
dados
simultaneamente
com
as
freqüências
transportadas,
permitindo
velocidade
e
confiança.
Se
barulho
ou
uma
oscilação
de
energia
em
uso
romperem
um
das
freqüências,
o
PowerPacket
sentirá
falta
de
um
pedaço
do
pacote
e
trocará
os
dados
para
outro
transporte.
Este
sistema
adapta
a
taxa
de
transmissão
permitindo
que
o
PowerPacket
mantenha
uma
conexão
da
Classe
Ethernet
ao
longo
da
rede
de
linha
de
força
sem
qualquer
perda
de
dados.
Esta
Placa
PCI
em
seu
computador
e
uma
saída
de
energia
em
sua
parede
pode
criar
uma
rede
PLC.
A
mais
recente
geração
de
tecnologia
de
PowerPacket
é
avaliada
a
14
Mbps
que
são
mais
rápidos
que
linha
telefônica
existente
e
soluções
sem
fios.
Porém,
como
o
acesso
à
banda
larga
e
o
conteúdo
baseado
na
Internet
como
áudio,
vídeo
e
voz
por
IP
tornam-se
cada
vez
comuns,
exigências
de
velocidade
continuarão
aumentando.
Ao
longo
destas
linhas,
o
OFDM
da
Intellon
se
aproxima
de
um
suporte
em
redes
PLCs
em
alta
escala,
permitindo
que
a
eventual
tecnologia
possa
ultrapassar
100
Mbps.
Intelogis
A
tecnologia
de
linha
de
força
mais
antiga
usada
pela
Intelogis
confia
a
troca
de
chave
de
freqüência
(FSK)
enviar
dados
em
cima
dos
fios
elétricos
em
sua
casa.
FSK
usa
duas
freqüências,
um
para
1s
e
o
outro
para
0s,
para
enviar
informação
digital
entre
os
computadores
na
rede.
As
freqüências
usadas
há
pouco
está
em
uma
faixa
estreita
anterior
o
nível
onde
a
maioria
do
barulho
na
linha
acontece.
Embora
deste
método
funcionar,
é
um
pouco
frágil.
Qualquer
coisa
que
encontra
em
qualquer
freqüência
pode
romper
os
dados
que
são
transmitidos,
isto
é,
enquanto
o
computador
transmitir
e
receber
os
dados.
Isto
pode
afetar
o
desempenho
da
rede.
Por
exemplo:
quando
você
estava
usando
mais
eletricidade
em
sua
casa,
como
ligar
a
lavadora
ou
o
secador,
o
que
faz
reduzir
a
velocidade
na
rede.
Intelogis
inclui
proteção
na
linha
de
força
e
em
seu
equipamento
de
rede
forçando
que
você
os
insira
entre
a
saída
da
parede
e
seu
equipamento
ajudando
a
reduzir
a
quantidade
de
barulho
na
linha
elétrica.
Como
Instalar
uma
Rede
de
PLC
Distribuição
do
PLC
em
um
domicilioA
conexão
física
entre
cada
computador
e
a
Intelogis
na
rede
de
energia
usa
a
porta
paralela
do
computador.
Um
dispositivo
é
fixado
diretamente
na
saída
elétrica
encontrada
na
parede
(não
funcionará
corretamente
se
utilizar
um
protetor
de
oscilação).

Um
cabo
paralelo
é
fixado
no
dispositivo
da
parede
e
no
conector
paralelo
do
computador.
A
rede
de
energia
deve
ser
o
último
equipamento
conectado
a
porta
paralela.
Por
isto,
se
você
tem
qualquer
outra
coisa
conectada
a
porta
paralela,
como
um
scanner,
isto
é
que
tenha
que
passar
pela
porta
paralela,
a
menos
que
você
tenha
uma
segunda
porta
paralela
em
seu
computador,
sua
impressora
deve
ser
conectada
à
rede
por
um
dispositivo
de
parede
próprio.
Algo
para
lembrar-se
de
que
aquela
rede
de
energia
não
apóia
impressões
bidirecionais.
Isto
é,
dados
que
são
enviados
em
ambas
as
direções,
permitindo
sua
impressora
enviar
informações
a
seu
computador,
como
a
quantidade
de
tinta
e
papel.
Isto
não
impedirá
que
sua
impressora
trabalhe,
mas
você
perderá
o
uso
de
tal
característica.
Dispositivos
de
PowerPacket
conectam-se
por
uma
porta
USB
ou
Ethernet
utilizando
o
cabo
de
seu
computador
a
um
adaptador
na
parede.
Dispositivos
subseqüentes
terão
o
circuito
embutido,
isto
significa
para
ter
a
conexão
é
somente
utilizado
cabo
de
força.
Uma
vez
que
as
conexões
físicas
são
feitas,
a
instalação
do
software
é
descomplicada.
O
software
encontra
automaticamente
os
computadores
e
impressoras
na
rede.
Se
sua
conexão
de
Internet
é
feita
por
modem
ou
cabo,
DSL
ou
modem
normal,
o
software
servidor
de
procuração
permite
compartilhar
a
Internet
com
seus
outros
computadores.
Você
pode
adicionar
computadores
facilmente
utilizando
um
novo
adaptador
e
instalando
o
software.
Podem
ser
incluídas
impressoras
adicionais
usando
a
adaptador
de
impressoras.
Arquivo
e
impressora
podem
ser
compartilhados
no
Windows.
Há
dois
tipos
comuns
de
redes
de
casa:
a
rede
ponto-a-ponto
e
cliente/servidor.
As
redes
de
cliente/servidor
têm
um
sistema
administrativo
centralizado
que
provê
informação
a
todos
outros
dispositivos.
Os
meios
da
rede
ponto-a-ponto
faz
com
que
cada
dispositivo
possa
se
comunicar
diretamente
com
um
ao
outro
dispositivo
na
rede
sem
consultar
primeiro
um
sistema
central.
A
Intelogis
Passport
usa
tecnologia
de
uma
rede
de
cliente/servidor.
O
primeiro
computador
que
você
instala
o
software
se
torna
o
Servidor
de
Aplicação.
Enquanto
controla
o
fluxo
de
dados,
contata
cada
dispositivo
de
rede
onde
pode
achar
outros
dispositivos.
A
tecnologia
de
PowerPacket
da
Intellon
usa
uma
rede
de
ponto-a-ponto
semelhante.
Conclusão
Nosso
grupo
visa
difundir
este
novo
conceito
de
transmissão
de
dados
no
meio
acadêmico,
já
que
este
assunto
não
é
muito
conhecido
e
já
está
em
fase
de
testes
aqui
no
Brasil.
Sabendo-se
que
a
tecnologia
PLC
(Power
Line
Communication),
ou
comunicação
por
rede
elétrica,
vai
nos
permitir
aplicações
sofisticadas
que
estarão
disponíveis
por
uma
simples
tomada
elétrica.
Isso
quer
dizer
que
a
tecnologia
PLC
vai
transformar
cabos
de
cobre
das
redes
convencionais
de
distribuição
de
energia
elétrica
em
potentes
meios
de
transmissão
de
dados,
voz,
imagens,
que
poderão
ser
enviados
de
qualquer
lugar
onde
existir
uma
tomada
elétrica,
com
isso
seriamos
beneficiados
com
um
custo
bem
menor
do
que
existe
hoje
no
mercado
de
comunicações.
Todos
os
dados
e
figuras
utilizadas
foram
extraídos
da
Internet