ENVELHECIMENTO

O processo de envelhecimento, como j� foi citado, � uma express�o da totalidade do organismo, sendo diferente em cada individuo, pode come�ar em qualquer �rg�o no sistema e partindo da�, afetar a totalidade. Em alguns casos a degenera��o inicia-se pelas art�rias, em outros, atrav�s do sistema nervoso, sistema respirat�rio ou pelos rins ou f�gado. O processo de envelhecimento em sua totalidade � de maneira que, regulado desde o hipot�lamo, que � o sistema coletor das emo��es. Neste sentido, o envelhecimento est� fortemente determinado pelos padr�es de resposta emocional.

        TEORIAS         PROPONENTES         FUNDAMENTA��O
1.Da auto-intoxica��o. Metchnikov A causa do envelhecimento do organismo humano, decorre dos produtos do metabolismo e da rea��o qu�mica  intestinal.
2.Do envenenamento natural. Catele Dunouy Todos os �rg�os t�m uma lei de crescimento e outra de diminui��o da atividade, na medida em que o tempo passa.
3.Celular. Child Admite que o processo de envelhecimento ocorre em conseq��ncia dos componentes celulares estarem ligados a sua carga el�trica, de modo particular aos ions negativos.
4.End�crina. Lorand Indica ser a causa mais importante do envelhecimento a exaust�o das gl�ndulas sexuais.
5.Capilarospatia senil. Bastai & Dogliotti Admite que os capilares da pele dos idosos apresentam uma certo n�mero de altera��es degenerativas da mesma natureza dos capilares de todo o organismo.
6.Bioqu�mica. Harnan   A velhice � atribu�da preferencialmente aos radicais livres e aos per�xidos end�genos, estando, pois, o envelhecimento devido a altera��es mais a n�vel celular que tecidual.
7.Programa��o gen�tica. Bourliere A velhice seria conseq�ente a acidentes geneticamente programados na cadeia dos ADN.
8.Do erro na s�ntese das prote�nas. Schock O ac�mulo de prote�nas deficientes � considerado a fonte mais importante de deteriora��o da capacidade fisiol�gica das c�lulas.
Os seguintes sistemas
podem ser afetados:

Neurol�gico
Motor
Circulat�rio
Respirat�rio
Digestivo
Genital
Imunol�gico
A disfun��o de um destes sistemas, afeta os demais com distintos graus de comprometimento. A forte tend�ncia ao sedentarismo, vai atrofiando o sistema motor, afeta o sistema circulat�rio e o respirat�rio. O envelhecimento dos tecidos pulmonares produzidos pelo tabagismo, afeta tamb�m o sistema circulat�rio e nervoso. O alcolismo ir� destruir a fun��o hep�tica atrav�s da cirrose, alterando todo o processo metab�lico e o sistema nervoso.

O envelhecimento, portanto � a pura express�o do estilo de vida, das atitudes frente ao mundo e as demais pessoas, enfim � a express�o final dos padr�es de resposta afetiva. A queda dos n�veis de energia do idoso, pode vir de origens muito diferentes: metab�lico, circulat�rio, respirat�rio, etc. A crise de fadiga e cansa�o se produz, geralmente, por um processo neurovegetativo que vai desde as fun��es trofotr�picas as ergotr�picas, sen�o se regula de novo quando se estabiliza em qualquer destes dois estados. A depress�o pode ter causas de fundo psicol�gico sendo principalmente circulat�rias e neurovegetativas.

� neste contexto que a Biodan�a tenta amenizar as limita��es decorrentes da idade n�o s� trabalhando no aspecto f�sico de cada um,  mas proporcionando aos seus praticantes a oportunidade de vivenciar emo��es que contribuem para aumentar a autoestima, o contato com o outro e com o mundo. A Biodan�a leva-os a perceber e,  principalmente,  a acreditar que a vida vale a pena ser vivida, de forma intensa, em todos os momentos.

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