Os Dinossauros
A Extinção - Por quê a ciência só aceita as teorias mais recentes e não a mais antiga, documentada pelas civilizações milenares da mesopotâmia?
Até os anos 70, os cientistas achavam que os
dinossauros eram lagartos enormes, lentos, tolos e de sangue frio. Mas nos
primeiros anos daquela década, os paleontólogos John Ostrom e Bob Bakker
afirmaram que os dinossauros eram ativos, inteligentes e de sangue
quente.
Os primeiros esqueletos de dinossauros oficialmente registrados
foram descobertos no século XIX. Durante os últimos 150 anos surgiram cerca de
55 teorias sobre o seu desaparecimento como por exemplo a de uma epidemia
generalizada pelo planeta ou como sugere um grupo de cientistas, a explosão de
uma atividade vulcânica do Deccan Traps na Índia. Mas segundo Dale Russell, o
curador sênior de paleontologia do Museu de Ciências Naturais do Estado da
Carolina do Norte (EUA), a recente teoria de 1981 da extinção dos dinossauros
por uma causa extraterrestre (impacto de um asteróide ou cometa) se tornou a
mais popular, principalmente quando foi descoberta em 1991 uma cratera de cerca
de 300 km na península de Yucatan, no Golfo do México.
Assim, a teoria de
que viveram entre 65 e 200 milhões de anos também se tornou mais popular. No
entanto a cada década surgem novas teorias e a crença popular também muda ao
longo dos anos. Essas mudanças constantes geram dúvidas sobre a verdadeira época
(ou tempos variados) dos dinossauros e o que realmente teria provocado o seu
desaparecimento.
No entanto a extinção pode ter ocorrido ao longo dos séculos
e não de uma só vez. E ainda durante a mais famosa catástrofe universal cuja
descrição é encontrada esculpida em paredes, objetos de cerâmica e de pedras em
sítios arqueológicos das mais antigas culturas mesopotâmicas: o
dilúvio!
Evidências de Dinossauros ainda vivos ou recentemente extintos
Animais Aquáticos
É naturalmente aceitável que os dinossauros aquáticos tenham sido extintos por último. As descobertas de evidências de corpos de Plesiossauro no último século sugerem que este animal não foi extinto há milhões de anos mas que alguns ainda co-existem com o homem, como o "monstro do Lago Ness" visto por cerca de 11000 pessoas na Escócia ao longo de décadas, e cuja descrição é idêntica a do Plesiossauro. Infelizmente, décadas atrás alguns "fabricaram" fotos do animal confessando mais tarde a sua falsificação, levando muitos a duvidarem do depoimento das milhares de testemunhas.
Ainda hoje, há uma monitoração no lago com a utilização de câmeras controladas por sonar instaladas numa embarcação devidamente preparada para pesquisas de profundidade. Algumas fotos já foram liberadas pelos pesquisadores inclusive para a famosa publicação Readers Digest, como a foto abaixo.

Uma grande barbatana captada pela câmera!
Mas não é só no famoso Lago Ness que se viu um animal semelhante ao Plesiossauro. São várias notícias documentadas na imprensa e algumas até com fotos.
Um dos casos mais antigos e que vem se repetindo até os dias atuais é o do Monstro do Lago Champlain. Localizado entre os estados de Nova Iorque e Vermont, o lago é bastante profundo e tem acesso para o mar através do canal de Saint Lawrence. As aparições da criatura são registradas desde a época do índios Abenaqi sendo a primeira em julho de 1609, durante a expedição do explorador francês Samuel de Champlain quando notou "uma serpente de 6 metros, com uma cabeça assemelhada a de um cavalo e corpo tão grosso quanto um barril". O animal ganhou o apelido de "Champ" (obtido do nome Champlain) e desde então, aparições foram testemunhadas por mais de 300 pessoas, muitas documentadas no livro Champ--Beyond the Legend de Joseph Zarzynski, escrito em 1984.
John Kirk, autor do livro In the Domain of the Lake Monsters, nas páginas 132 e 133 relata as aventuras de Dennis Hall que encontrou a criatura em várias ocasiões fotografando-a e filmando-a, podendo ser a única pessoa que algum dia capturou uma espécime de "Champ". Na década de 70 Dennis viu um réptil de cerca de 30 centímetros perdido numa área pantanosa que limita o lago. Os cientistas da Universidade de Vermont não encontraram o animal no catálogo de répteis ainda vivos. Dennis então percebeu que num livro de répteis pré-históricos a criatura era parecida com o Tanistrofeus que é consideravelmente maior e com um pescoço bastante longo.
A fotografia abaixo foi tirada por Sandi Mansi. Ela, seu marido e duas crianças assistiram "Champ" durante 10 minutos em 1977.

Em 1998, um artigo da revista Discover Magazine sobre o Lago Champlain afirmou que 58 passageiros a bordo do barco Ethan Allan viram uma criatura de uns 10 metros e com 3 a 5 corcundas durante aproximadamente 5 minutos. Nadou junto ao barco a uma distância aproximadamente de 60 metros.
Outros fatos documentados:
| 1925 - Baía de Monterey, Califórnia | 1977, Abril - Costa da Nova Zelândia | 1992 - Lago Erie, Ohio |
Esta cabeça com longo pescoço foi
encontrada na praia Natural Bridges State e media
cerca de 51 cm. No mundo marinho só se assemelha ao
Plesiossauro.![]() ![]() |
Esta carcaça não identificada encontrada presa
na rede do barco pesqueiro japonês Zuiyo-Maru pesava cerca de
duas toneladas. Apenas uma barbatana foi retirada antes de ser devolvida ao mar. As características apontam ser algum tipo de Plesiossauro mas alguns dizem ser o resto de um tubarão. ![]() ![]() |
Este filhote de 80 cm foi encontrado numa
praia do lago e empalhado por Pete Peterson. |
| Esqueleto em exposição em museu | Reconstituição do corpo |
![]() |
![]() Provável movimento natatório ![]() |
Uma carcaça de 35 toneladas de um animal marinho não identificado foi encontrado numa praia de Tecoluta no México em Março de 1969. O corpo parecido com o de uma serpente era coberto com uma rígida armadura articulada e um osso de 3 metros de cerca de 1 tonelada em sua cabeça. Os biólogos chegaram a pensar na possibilidade de ser um tipo de baleia porém o osso da cabeça incomodava-lhes o conhecimento científico.
A imprensa internacional informara que um monstro pré-histórico de algum tipo havia encalhado no México e o mundo esperava uma resposta científica. Uma comissão de 7 cientistas informou no dia 20 de abril de 1969 que o monstro de Tecoluta poderia ser uma baleia de Rorqual mas novamente, como os primeiros biólogos que tentaram identificá-lo, não conseguiram explicar o pesado osso de 3 metros na cabeça!

Um fato curioso ocorreu em 1962 em Pensacola,
estado da Florida nos EUA, quando cinco adolescentes foram mergulhar nadando até
um navio afundado cerca de duas milhas da costa. O único sobrevivente do
mergulho era Edward Brian McCleary. Eles viram um animal e ele descreveu como
era:
"O longo pescoço tinha aproximadamente 3,5 metros, verde-acastanhado
e liso. A cabeça era igual a de uma tartaruga marinha, mais prolongada e com
dentes... Apareceu uma barbatana dorsal quando mergulhou para o fundo na última
vez. Também, como melhor me recordo, os olhos eram verdes com pupilas
ovais."
Ele viu seus amigos sendo comidos pelo animal e até mesmo os
ouviu gritando. Finalmente após assistir tudo isso, passou a noite na parte do
navio que estava acima do nível da água. Pela manhã nadou até a costa onde foi
encontrado por uma equipe de resgate.
Pássaros
O explorador africano Melland tomou conhecimento através de nativos que vivem próximo aos pântanos do Congo, perto da Rodésia, de pássaros de aproximadamente 1,2 metro de asa o qual chamam de Kongomato. Descreveram o animal não exatamente como um pássaro mas como um lagarto com asas de pele semelhante a de um morcego e o identificaram ao verem um quadro com o desenho de um Pterodáctil. Segundo eles, o animal sai à noite e come carne em fase de apodrecimento (como o urubú e o abutre) mesmo que esteja um pouco enterrada no solo. Há relatórios sobre criaturas semelhantes na ilha Seram, ao largo da costa da Nova Guiné.
Pterodáctilos capturados vivos no século XVII foram documentados no livro The Illustrated Encyclopedia of Dinosaurs dos doutores David Norman e Peter Wellnhofer. As fotografias abaixo foram tiradas na época da Guerra Civil americana onde o animal foi abatido pelos Confederados. Os pássaros se assemelham aos abutres mas com diferença na forma da cauda cujo final tem o formato de uma ponta de lança ou flexa.


Um pássaro semelhante foi morto por volta de 1860 também nos EUA. Por ser uma foto antiga e de baixa definição não há como identicá-lo.

Remanescentes do Diplodoco?
Alguns animais semelhantes ao Diplodoco foram vistos no último século na África, na Amazônia e no México.
Em 1907, o Coronel Percy Fawcett do exército britânico foi verificar os limites de fronteira entre o Brasil e Peru. Era um oficial dos Engenheiros Reais e conhecido por registrar os fatos meticulosamente. Nos pântanos da floresta Amazônica, ele viu um animal parecido com o Diplodoco. Ao mostrar um desenho do animal pré-histórico aos nativos da região estes disseram, "Sim, nós temos um vivendo lá fora no pântano".
A foto abaixo foi tirada durante um vôo sobre uma região pantanosa no sul do México em 1956. Segundo o piloto parecia ser um grande animal mas mesmo na foto, bastante "tremida" decorrente da velocidade do avião, não há detalhes suficientes para identificá-lo. Algumas pessoas acreditam ser um elefante com apenas uma parte da cabeça e a tromba fora da água porém não existem elefantes selvagens no México. A silhueta do animal é perfeitamente semelhante a do Diplodoco. Até hoje o fato não foi desvendado e talvez o animal já esteja morto.

De todos o fato mais curioso é o que nos últimos anos tem levado pesquisadores e equipes de reportagem aos escondidos pântanos do continente africano.
No Congo há pântanos infestados de mosquitos onde a temperatura do ar é extremamente alta e a umidade do ar chega a 95%. Em 1980, um grupo liderado pelo Dr. Roy Mackal da Universidade de Chicago, visitou estes pântanos. Os nativos ao verem uma figura de um Diplodoco em um livro infantil para colorir imediatamente o chamaram de "Mokele Mbembe". Eles disseram que aquele animal vive no pântano e o descreveram como tendo aproximadamente 6 metros de comprimento, a maior parte sendo pescoço e cauda, com um corpo do tamanho de um hipopótamo. Ele vive principalmente debaixo da água e apenas ressalta o pescoço para agarrar as plantas. A sua planta favorita é o Malombo que tem uma fruta dura como uma maçã. As sua pegadas têm marcas de garra, de tamanho próximo a do elefante e do hipopótamo embora diferentes. Marcellin Agnagna, um biólogo do Congo, foi em uma das expedições ao pântano e diz ter visto um. Infelizmente a umidade elevada do ambiente dificulta extremamente a fotografia, assim ainda não há fotos.
No outono de 2000 uma expedição conduzida pelo pessoal do site Genesis Park realizaram pesquisas no sudeste da República dos Camarões trabalhando em pântanos sórdidos, em rios de selva flutuantes, viajando pelas virgens florestas tropicais e entrevistando pigmeus da floresta que nunca haviam falado anteriormente com um explorador. De aldeia em aldeia os informantes reconheceram a criatura (desenho abaixo) entre figuras de vários animais. O nome era sempre o mesmo: "Likela-bembe", cuja pronúncia é parecida com a dos nativos do Congo: "Mokele Mbembe". Testemunhas oculares os conduziram para lugares onde tinha sido visto, em alguns casos bem recentemente. Suas ações foram descritas em detalhes em fascinante harmonia com a informação do Dr. Roy Mackal no Congo. Recentemente, o desassossego político parou as expedições para o Congo

Em "No rastro de um dinossauro dos dias atuais", história originalmente publicada no The Concord Monitor por Sarah Earl em 2/3/2001, é relatada as pesquisas de David Woetzel, presidente e CEO da CCR Datasystems.
Em novembro de 2000, Woetzel entrou nas florestas virgens da República dos Camarões atrás do "Likela-bembe". Colheu dúzias de depoimentos de testemunhas oculares de nativos acima e abaixo dos rios Boumba e Loponji, com muitas evidências da existência do animal enviadas para a BBC e para um grupo de cientistas de uma expedição para a misteriosa região.
Woetzel manteve a sua viagem em segredo até o fim de fevereiro de 2001, quando a equipe da BBC foi para Camarões. "Porque este é verdadeiramente um mundo perdido", diz Woetzel. Estes nativos nunca foram incitados por repórteres ou foram oferecidas promessas de fama e dinheiro. Na realidade, foi dito para Woetzel e seu companheiro, William Gibbons, que eles foram os primeiros brancos a entrar na floresta e nos pântanos ao longo dos rios Boumba e Loponji.
Woetzel e Gibbons, com suas próprias finanças, voaram à República de Camarões, ultrapassaram a fronteira até um povoado chamado Welele onde guias pigmeus foram então contratados para conduzi-los. Dormindo em barracas e cabanas, Woetzel e Gibbons andaram por pântanos fundos até a cintura e por densa vegetação para chegar ao rio. Eles comeram bananas, lutaram contra toda sorte de estranhos insetos sem beber a água local. Conheceram os Baka, nativos familiarizados intimamente com o aquele ambiente e totalmente fascinados pelos homens brancos. "Era como se uma nave alienígena tivesse pousado", disse Woetzel.
O que não pegou de surpresa os aldeãos foi o esboço do dinossauro que Woetzel havia levado. Para testar a sua credibilidade, Woetzel lhes mostrou primeiro esboços de animais que sabe-se da sua existência naquela região, como crocodilos e hipopótamos. Depois lhes mostrou esboços de animais com que eles não estariam familiarizados, como os ursos pardos. Finalmente, ele lhes mostrou o esboço do longo herbívoro pré-histórico descrito anteriormente pelos outros nativos como "Likela-bembe".
Os aldeãos passaram em todos os testes, identificando as criaturas familiares, deixando passar os animais estrangeiros e pronunciando "Likela-bembe" ao verem o desenho do brontossauro. Era aproximadamente tão grande quanto um elefante, eles disseram, com uma cobra "como cabeça" e um rabo longo e poderoso. Os nativos temiam-no por causa da sua ferocidade para com as outras criaturas, e contaram histórias do animal destruindo canoas à procura de comida. "Não havia dúvidas em suas mentes sobre a existência desta criatura", disse. "Constantemente, de aldeia em aldeia, eles escolhiam o 'Likela-bembe', chamando-o e descrevendo-o do mesmo modo".
Woetzel acredita que a existência de um dinossauro vivo, se provado, forçaria mudanças nos principais parques nacionais, museus prestigiosos e praticamente todo livro e artigo sobre dinossauros.
As Estatuetas de Acambaro
Eis a descoberta que incomodou alguns arqueólogos e
laboratoristas e que ficou "esquecida" por mais de 40 anos. Ela foi feita
acidentalmente em 1944 por Waldemar Julsrud na localidade de Acambaro, no México
e tem sido uma "pedra no sapato" para todas as teorias da extinção dos
Dinossauros até agora registradas! Até hoje esta descoberta tem sido evitada por
contrariar as 3 principais hipóteses teóricas apresentadas pela maioria dos
cientistas. Aqui começa a impressionante história dos dinossauros de
Acambaro!
Acambaro atualmente 
Acambaro localiza-se no sul do Estado de
Guanajuato, cerca de 280 Km da Cidade do México e próximo da Represa de
Solis.
Acambaro está centralizada entre os
oceanos Pacífico e Atlântico (ponto vermelho no mapa abaixo) a uma altitude de
1864 metros no início de uma região de montanhas (planaltos)
que se estende até os EUA. Certamente, subir para esta região (toda a parte cor
de areia no mapa) seria a única opção de refúgio no caso de uma grande inundação
resultante da elevação dos níveis de água dos oceanos.

Nas montanhas de El Toro e El Chivo foram
encontrados mais de 33.500 objetos de cerâmica, pedras, facas (mais afiadas do
que as de aço utilizadas em cirurgia do coração!) entre outros. Os artefatos são
semelhantes aos achados na área com a Cultura de Chupicuaro Pré-clássica (entre
800 AC 200 DC).
As montanhas de El Toro e El Chivo. Segundo
geólogos, no passado a região foi um grande lago.

Waldemar Julsrud, comerciante de ferragens e
imigrante alemão, estava descendo com seu cavalo no mais baixo declive da
montanha de El Toro em uma manhã ensolarada de julho de 1944. De repente ele
avistou algumas pedras cortadas parcialmente expostas e um objeto cerâmico
enterrado pela metade na lama. Desmontou e cavando o solo retirou as pedras como
também algumas peças cerâmicas. Julsrud tinha noções de arqueologia e
imediatamente percebeu que essas peças eram diferente de tudo que já havia
visto. Ele estava familiarizado com as culturas Tarascan, Asteca, Toltec, Maia,
Chupicauro, Inca e civilizações de índios pré-incas. Em 1923 Julsrud e Jose
Marie Martinez foram os descobridores da cultura Chupicauro a 13 Km do local mas
os objetos agora eram distintamente diferentes de qualquer outra cultura
indígena conhecida na região.
Waldemar Julsrud e sua loja

Ele também achou estátuas que variavam de 2
centímetros a 1,8 metros de comprimento de grandes répteis, alguma delas em
ASSOCIAÇÃO ATIVA com humanos - geralmente os comendo (mordendo), mas em algumas
estatuetas estranhas foi indicada uma associação erótica. Cerca de 10% destas
criaturas se assemelham a dinossauros e foram encontradas protegidas por areia
em grupos de 20 a 30 peças.
Várias espécies de dinossauros moldadas com
perfeição.
Julsrud tinha 69 anos e estava na beira de
fazer uma descoberta arqueológica que poderia ser a maior já feita. Contratou o
fazendeiro mexicano Odilon Tinajero para escavar na área onde as estatuetas
cerâmicas foram achadas e trazer qualquer outro objeto semelhante para ele. Logo
Tinajero teve um carrinho de mão cheio de peças cerâmicas. Tinajero teve muito
cuidado com o processo de escavação para não quebrar as peças, mas colou as
quebradas antes de entregá-las.
Julsrud encheu os doze cômodos de sua
mansão com esta coleção de cerca de 33.500 peças onde estão incluídos
instrumentos musicais, máscaras, ídolos, ferramentas e utensílios que tiveram
conexões culturais com os egípcios, sumerianos entre outros, bem como estatuetas
esculpidas em barro e em várias cores de humanos de várias raças como esquimós,
asiáticos, africanos, barbudos caucasianos, Mongóis, polinésios, como também de
criaturas monstruosas, aquáticas, misturas estranhas de humanos com animais, e
muitas outras criações inexplicáveis.
Parte da coleção. Muitas estatuetas
desapareceram.
Também foram encontrados dentes de
Equus Conversidans Owen (um cavalo americano da Era do Gelo) bem como sua imagem
gravada em panelas de cerâmica e suas duas estatuetas, o esqueleto de um mamute,
e vários crânios humanos foram achados no mesmo local com os artefatos
cerâmicos. Figuras inconfundíveis do camelo curvado americano da Era do Gelo,
como também de animais que se assemelham a rinocerontes de espécies extintas. Há
muitas estatuetas de macacos gigantescos de fato como existiram na América do
Sul no período Pleistoceno. A banheira foi o único local que sobrou para ele
dormir, enquanto não tivesse tudo devidamente organizado.
Eqüinos

Os objetos eram feitos de barro e pedra que
variam em tamanho de alguns centímetros, para estátuas de 90 centímetros de
altura e dinossauros de até 1,5 metros de comprimento. Haviam algumas duplicatas
na coleção. Cada das peças de barro tinha sido feita individualmente, sem
moldes, habilmente esculpida, e cuidadosamente decorada. Eram centenas de
estátuas de dinossauros onde foram identificadas cientificamente muitas
espécies. Dinossauros como o de bico de pato Tracodonte, Gorgossauro, Monoclonio
de chifre, Ornitolestes, Titanossauro, Triceratopes, Estegossauro, Diplodoco,
Podocossauro, Estrutiomimos, Plesiossauro, Maiassaura, Ramforinco, Iguanodonte,
Braquiossauro, Pteranodonte, Dimetrodonte, Ictiorne, Tiranossauro Rex,
Rinococefalia e outros desconhecidos ou espécies ainda não identificadas.
Incluso estava o Leviatã, a serpente semelhante ao dragão das culturas antigas
como a da China. Muitas dessas figuras demonstram um bom nível de inteligência
nesses animais, concordando com a teoria dos paleontólogos John Ostrom e Bob
Bakker.


Essas fantásticas estatuetas de dinossauros
ameaçavam os conceitos ortodoxos e escalas de tempo em muitos campos de estudos.
O Dr. Ivan T. Sanderson estava pasmo em 1955 ao achar que existia uma
representação precisa de seu dinossauro americano, o Braquiossauro, quase
totalmente desconhecido àquele tempo pelo público geral. Sanderson escreveu
sobre este dinossauro na coleção de Julsrud. "Esta é uma estatueta muito
delicada, de cor preto-carvão e cautelosamente polida. É o último de uma série
alta. O principal é ser uma representação absolutamente perfeita de
Braquiossauro, só conhecida da África Oriental e da América do Norte. Há vários
esboços dos esqueletos na literatura padrão mas há apenas um com a sua carne
reconstituída que eu tenha visto. Esta é exatamente como ele!".
Barossauro
Foram realizadas datações por rádio-Carbono nos
laboratórios da Universidade da Pennsylvania (EUA) e testes adicionais que usam
o método de termoluminescência para datar a cerâmica para determinar a idade dos
objetos. Resultados indicaram que os objetos foram feitos há aproximadamente
6.500 anos atrás, ao redor de 4.500 AC, ou seja, época anterior ao dilúvio
universal. Um grupo de peritos de outra universidade selecionou algumas das
amostras de Julsrud, mas não provou as suas origens, acreditando na
possibilidade de terem sido produzidas recentemente. Porém, eles não responderam
sobre a fonte de sua controvérsia.


De 1945 a 1946, Carlos Perea era o Diretor de
Arqueologia do Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México. Em uma
entrevista gravada ele alegou que as escavações de Julsrud eram sem autorização,
e como eram muitas descobertas semelhantes feitas por fazendeiros locais ele não
teve nenhuma dúvida que os achados eram autênticos. Ele reconheceu ao examinar
as estatuetas, inclusive dinossauros, de muitos locais diferentes. Ele estava
presente quando as escavações oficiais foram administradas pelo Museu Nacional e
pelo Museu de História Natural americano. Eles acharam muitas estatuetas,
inclusive dinossauros que ele descreveu em detalhes!


Em 1947 Julsrud tentou ganhar a atenção da
comunidade científica mas ficou conhecido com indiferença e silêncio acadêmico.
Considerando que os arqueólogos, paleontólogos, historiadores, e antropólogos
escolheram o ignorar, Julsrud publicou seu próprio livro "Spanish Enigmas Del
Pasado" (Enigmas Espanhóis Do Passado). Teorizou que a coleção colossal de
cerâmica e artefatos de pedra tinham sido enterrados por pessoas com algum
conhecimento de catástrofes. Mas ele foi ridicularizado pelas autoridades quando
seu livro foi publicado.


Em 1950 o jornalista americano Lowel Harmer se
aventurou a inspecionar a coleção. Foi para o local da montanha El Toro e
fotografou Julsrud escavando enquanto algumas estatuetas de dinossauro estavam
sendo retiradas debaixo das raízes de uma árvore em uma nova escavação. Ele
afirmou "Qualquer um perceberia que esses grandes saurios só puderam ser criados
por artistas que os conheceram bem".
William W. Russell, um jornalista de Los
Angeles fotografou as escavações e notou que os objetos deviam ter estado por
muitos anos no chão para que as raízes da árvore se desenvolvessem ao redor
deles a uma profundidade de cerca de 1,5 metros. Russell afirmou que isso era
uma evidência que os objetos eram muito velhos.

Plesiossauro
Em junho de 1952, em um esforço para
desmascarar essa estranha coleção que estava ganhando fama, o arqueólogo
americano Charles C. DiPeso da Fundação Amerind alegou ter examinado
minuciosamente as 32.000 peças em cerca de 4 horas na casa de Julsrud. Afirmou
que alguma família que vive na área de Acambaro fez as estatuetas durante "os
meses de inverno enquanto os campos estavam improdutivos". As estatuetas não
podiam ser falsificadas somente por causa das formas de vida que representam
répteis do Mesozoico.
Pterodactil

Dipeso acreditou que a coleção de Julsrud era
uma fraude. Antes dele voltar à América para escrever os artigos que
denunciariam a coleção, Julsrud declarou: "O Sr. Dipeso declarou que lhe tinham
convencido completamente da autenticidade de minha descoberta. Ele quis comprar
para o seu museu uma certa quantia de peças de origem Tarascana". Julsrud não
vendeu nenhum dos artefatos mas indicou outro homem que negociava antigüidades.
Aquele negociante contou para Dipeso que as cerâmicas de Julsrud vieram de um
homem e de suas três crianças que viviam a trinta minutos da cidade perto das
"Máquinas de Irrigação de Solis". Juisrud disse, "Por que então Dipeso não foi
lá para descobrir a verdade? A obrigação de um cientista sério é de investigar e
não de crer no primeiro que lhe conta algo".
Em primeiro lugar, era
contra o código de ética arqueológica e ilegal adquirir artefatos indígenas para
tirá-los do país. Em segundo, o negociante do mercado negro de antigüidades que
vendeu os artefatos teve motivos óbvios para não querer que ele comprasse de
Julsrud, por isso é fácil entender porque inventara a história da
família.
Humanos (orientais?) com animais (filhotes?) de
estimação

Francisco Aguitar Sanchaz, o Superintendente
das "Máquinas de Irrigação Nacional de Solis" disse, "Em quatro anos de
conhecimento amistoso dos habitantes da área de atividade arqueológica posso
negar haver qualquer produção cerâmica na redondeza". O Presidente Municipal de
Acambaro, Juan Terrazaz Carranza, emitiu no dia 23 de julho de 1952, a
declaração oficial No.1109 que refuta a alegação de Dipeso: "Esta Presidência
sob a minha direção ordenou uma investigação sobre o assunto, e chegou à
conclusão que nesta área municipal não existe qualquer pessoa que faz esses
tipos de objetos".
Há muitos outros problemas associados com as alegações
espúrias de Dipeso. Ele não menciona que os artefatos cerâmicos variam na
composição do barro e dos estilos e que tinham sido feitos individualmente e não
em moldes. Não só haviam peças cerâmicas mas também de pedra.
A coleção
cerâmica tem variedade e beleza que ganha a admiração de artistas profissionais.
Nenhuma família de camponês poderia fazer milhares e milhares de esculturas não
duplicadas possivelmente com tal habilidade e sutileza artística.
O famoso Earle Stanley Gardner era patologista
forense e advogado de distrito na cidade de Los Angeles há mais de 20 anos. Sr.
Gardner examinou a coleção e disse que se um grupo de falsificadores tivesse
feito todas as peças, o seu estilo seria reconhecível na coleção: "Todo
criminoso, toda gangue criminal tem seu próprio método de operações. A polícia
pode identificar freqüentemente um criminoso ou gangue pelo método de um crime.
É óbvio que ninguém individualmente ou em grupo poderia ter feito as
peças".
Charles DiPeso insistiu que a coleção fosse uma brincadeira
elaborada com os escavadores fazendo covas, enterrando os objetos, e os
desenterrando depois. Dipeso terminou seu relatório em 1953 confiante: "Nossa
investigação provou conclusivamente que as estatuetas não são pré-históricas e
não foram feitas por uma raça pré-histórica superior associada com
dinossauros".
O relatório de Dipeso era absolutamente infundado ou mera
conjetura. Qual seria o motivo para falsificar os objetos? Economicamente, a 12
centavos uma figura, para alguém fabricar os objetos, não dizer nada dos custos
adicionais, os enterrar e desenterrar novamente, Tinajero, um pobre fazendeiro
mexicano, nunca poderia estar disposto a fazer 33,500 figuras nestas
circunstâncias!
A coleção não só é feita habilmente mas contém espécies
de dinossauro que só uma pessoa altamente estudada que tivesse escavado
profundamente durante as férias do curso de literatura paleontológica poderia
ter conhecido as raras formas de vida. Odilon Tinajero não teve a competência
artística nem base educacional para falsificar. Tinajero deixou a escola na
quarta série e apenas poderia ler ou escrever.
Acambaro é uma área seca,
árida, e relativamente desarborizada, contudo todos os objetos cerâmicos tinham
sido assados em fogo aberto. Isto requereria muitos carregamentos de lenha o que
é muito caro em Acambaro. Teria sido consumido constantemente. A fumaça não
poderia ter deixada de ser notada pela comunidade.
O Estegossauro crescia até 4 m de
altura!
O Professor Ramon Rivera da Faculdade de
História de Escola Secundária de Acambaro fez um mês de longa investigação,
entrevistando pessoas de todas as idades e ocupações. Professor Rivera teve um
conhecimento vasto da história da área e contatos com os habitantes de
Acambaro.
Rivera arquivou este relato: "A verdade é que não há a suspeita
de idéia mais remota de quem tem vivido em Acambaro, ou próximo ou longe daqui,
qualquer um que fez em quantidade ou pouco a pouco tais peças. Este fato foi
investigado por todos os meios, cobrindo mais de um século atrás até agora. Há
pessoas idosas que vivem aqui que ainda podem dar detalhes não registrados da
data da independência deste país".
Outra consideração que é ignorada
freqüentemente no debate sobre a autenticidade dos artefatos é que muitos deles
são feitos de pedras duras e não de cerâmica. Estes objetos de pedra mostram
todos os efeitos da erosão e são do mesmo estilo dos objetos de cerâmica e o
fator erosão é praticamente impossível falsificar.
Mais tarde em um
livro, continuando a investigação de DiPeso, o investigador arqueológico John H.
Tierney que estudou o caso durante décadas afirmou que DiPeso teria que ter
inspecionado 133 peças por minuto durante quatro horas continuamente,
considerando que na realidade, seria necessário semanas somente para separar e
organizar corretamente o conjunto de peças para fazer uma avaliação
válida.
Tierney, que colaborou mais tarde com o Professor Hapgood,
William N. Russell e outros na investigação, acusa a Instituição Smithsonian e
outras autoridades arqueológicas de administrarem uma campanha de desinformação
contra as descobertas. O Smithsonian abandonou a coleção de Acambaro afirmando
ser uma brincadeira. Tierney também descobriu que praticamente todos os
documentos sobre o caso estão sendo perdidos.
As figuras de animais com humanos causaram
polêmicas
Em 1954 o governo mexicano enviou ao local
quatro arqueólogos reconhecidos. Dr Eduardo Noquera, diretor de Monumentos
Pré-hispânicos do Instituto Nacional de Antropologia e Historia, era o
investigador líder. Dr. Noguera foi acompanhado por Rafael Orellana, Ponciano
Salazar e Antônio Pompa y Pompa. Eles inspecionaram a coleção e foram para El
Toro para selecionar locais ainda não escavados.
Um local diferente mas
próximo foi selecionado e uma escavação meticulosa foi iniciada. Foram
encontradas estatuetas que segundo os arqueólogos tinham sinais que comprovam
que foram enterradas há muito tempo, isso na presença de várias testemunhas como
o pessoal das escolas locais e membros da Câmara do Comércio. Imediatamente os
arqueólogos felicitaram Juisrud pelas suas descobertas notáveis. Dois dos
arqueólogos prometeram escrever sobre a descoberta em um diário
científico.
Noquera percebeu que as estatuetas de dinossauro fixaram um
problema que poderia arruinar a sua carreira profissional. Os arqueólogos
enfrentaram um dilema: contar a verdade que qualquer um poderia pensar que eles
tinham escolhido um local e tinham desenterrado figuras de dinossauro ou
esconder a verdade em alguma explicação alternativa.
Noquera voltou para
a Cidade do México e três semanas depois fez um relatório com os seus
subordinados afirmando que a coleção deveria ser uma brincadeira por causa das
formas de vida envolvendo dinossauros. Dr. Noquera escreveu: "De fato apesar da
legalidade científica aparente com que estes objetos foram achados, é um caso de
reprodução e dizer falsificação, feito em uma época relativamente recente. Em
minha opinião está composto de três tipos de objetos e um deles são de
estatuetas que imitam animais extintos há milhões de anos; possivelmente o
fabricante destes objetos foi inspirado por alguns livros de paleontologia que
estava em moda ao término do último século ou o começo do presente".
No
verão de 1955 Charles Hapgood, o professor de história e antropologia da
Universidade de New Hampshire, chegou em Acambaro e depois de vários meses
gastos administrou uma investigação muito detalhada da coleção. Charles Hapgood
se destacou como o autor de vários livros incluindo "A Terra está Trocando a
Crosta" (1958), "Mapas dos Reis do Mar Antigo" (1966), e "O Caminho do Polonês"
(1970).
Hapgood escavou vários locais e acharam muitos pedaços de
estatuetas cerâmicas como as de Julsrud. Para eliminar qualquer possibilidade de
fraude de Tinajero ou qualquer um que tivesse fabricado a cerâmica, Hapgood
obteve permissão para escavar em baixo de uma casa construída em 1930, cujo
proprietário era o chefe de polícia. Eles cavaram uns 1,8 metro de concreto duro
da sala de estar, encontrando dúzias dos controversos objetos! Considerando que
a casa tinha sido construída vinte cinco anos antes de Julsrud ter chegado no
México, eliminou-se a hipótese de falsificação e o relatório de Dipeso foi
negado como também os relatórios de Noquera em todos os pontos
importantes.
Em 1968 Charles Hapgood voltou a Acambaro acompanhado por
Earle Stanley Gardner. O Sr. Gardner não só foi treinado em criminologia mas
também era investigador de casos arqueológicos. Ele ficou impressionado
supremamente com a imensidade e a variedade da coleção.
O método de
datação do Carbono 14 ainda estava em seu início, mas Hapgood adquiriu espécimes
para testar o C14. Gardner e Andrew Young (o inventor do Helicóptero Bell)
financiou o teste.
Três testes de radiocarbono foram executados pela
empresa Isotopes Incorporated de Nova Jersey que resultou nas datas de 1640 AC,
4530 AC e 1110 AC. Datas até 4500 AC para Carbono faz a coleção de cerâmicas ser
a mais antiga do ocidente!
Depois das duas expedições ao local em 1955 e
1968, Professor Charles Hapgood, registrou os resultados da investigação de 18
anos em Acambaro em um livro privadamente impresso intitulado MYSTERY IN
ACAMBARO (MISTÉRIO EM ACAMBARO).
Em 1972, Arthur Young enviou duas
estatuetas ao Dr. Froelich Rainey, diretor do Museu da Pennsylvania, para a
datação por termoluminescência. O Masca Lab. tinha obtido datas de até 2700 AC.
Em uma carta datada de 13 de setembro de 1972, encaminhada ao Sr. Young, Dr
Rainey disse que este método apresentava erros de 5 a 10% da data absoluta mas
estava preocupado sobre as datas extraordinariamente antigas das figuras,
que levou o laboratório a fazer uma média de 18 testes em cada uma das quatro
amostras!
Mas quando o labotatório da Universidade da Pennsylvania
descobriu que os dinossauros eram parte da coleção, eles retrataram a
termoluminescência. Afirmaram que as cerâmicas emitiram sinais claros
regenerados e poderiam ter no máximo 30 anos.
Um técnico em
termoluminescência admitiu que nenhuma outra cerâmica existiu, em sua
experiência que tenha produzido sinais claros regenerados e nenhuma outra
datação de cerâmica por termoluminescência que alguma vez tenha sido terminada
por utilização de um sinal claro regenerado. Em resumo, a prova era um "hocus
pocus", truque de laboratório para evitar a conclusão óbvia que
dinossauros e homens viveram juntos.
Por causa da incredulidade dos
cientistas que dataram as peças, John Tierney decidiu enviar para datação, ao
invés das figuras de dinossauros, apenas dois fragmentos das peças de cerâmica
ao Dr. Victor J. Bortolet, Diretor de Pesquisa do Daybreak Nucleari
Archaeometrics Laboratory Services. O Dr. Bortulot calculou o limite superior
das peças em 2000 anos!
Do mesmo modo enviou meia dúzia de amostras das
cerâmicas com composições de barro diferentes para uma equipe da Universidade do
Estado de Ohio. A equipe de peritos consistia no Dr. J.O. Everhart (o Presidente
do Departamento de Engenharia Cerâmica), Dr Earle R Caley, (um dos arqueólogos
químicos mais respeitados do mundo) e Dr Ernest G Ehlers (o mineralogista no
departamento de geologia da universidade). Eles informaram que os artefatos não
foram feitos em tempos modernos e que não foram feitos por algum amador. Ao
serem notificados que tinham autenticado os artefatos de Julsrud permaneceram em
profundo silêncio.
Numa noite de 1978, escavações ilegais estavam sendo
realizadas por Jaime Aquirre e Raul Hernandez na montanha de El Chivo. Eles
encontraram mais de 3000 artefatos parecidos com os de Julsrud e estavam sendo
trocados por pistolas, rifles, metralhadoras e outras armas no mercado negro e
levados para a fronteira com os EUA na região de Laredo, Texas. O chefe de
Polícia Federal local, Ernesto Narrvete Marines os prendeu com cerca de 3300
peças entregando-as ao prefeito Dr. Luis Moto. O Tribunal Federal do México
comprovou que os artefatos eram genuínos, condenando os acusados.
Em 1997
a empresa B.C. Vídeo realizou o programa Jurassic Art (Arte Jurássica) com um
segmento sobre
Acambaro, que originalmente parece ter sido o especial da rede
de TV NBC "The Mysterious Origins of Man" (As Origens Misteriosas do Homem). O
programa foi apresentado por Neil Steede, Presidente do Early Sites Research
Society West e da Sociedade Epigráfica Mexicana, tentando desmascarar a coleção,
dizendo ser de fabricação recente. No fim do programa, foi revelado que ele
enviara duas amostras das cerâmicas de Juisrud (uma figura humana e uma de
dinossauro) para um laboratório particular de Carbono 14, sem nenhum vínculo com
cientistas. Os resultados foram surpreendentes: A figura humana foi datada em
4000 anos atrás e a do dinossauro em 1500 anos! Steede ficou embaraçado dizendo
que para a estatueta humana poderia ser aceita mas o laboratório deveria ter
errado com relação a do dinossauro! Na realidade a do dinossauro cria uma
"pertubação" para a ciência ortodoxa e Steede teve que "achar uma saída",
descartando a sua datação.
A companhia japonesa, Nissi, patrocinou uma
equipe de TV para ir a Acambaro e produzir um programa para a TV japonesa
relativo às estatuetas. O programa "Os antigos viram os Dinossauros?" foi ao ar
no dia 2/2/1997 no Japão. Há um momento em que o narrador japonês aparece
examinando uma figura de uma das estatuetas, e diz ser parecida com uma no livro
dos dinossauros japoneses. Incrivelmente, a figura é semelhante ao desenho
colorido no livro de um Amargasaurus cazaai. O narrador apanha outra figura que
é bem parecida com o Sauraloplus osborni também no livro. O narrador afirma
perplexo que os antigos devem ter visto dinossauros há aproximadamente 4500 anos
atrás porque não poderiam imaginá-los vendo somente os esqueletos no solo. O
narrador afirmou que quando o homem moderno achou esqueletos de dinossauro, como
o Sr. Richard Owen, os tamanhos de Megalossauro, Iguanodonte e Hilaeossauro eram
ridiculamente inexatos.
Após a morte de Julsrud, sua casa foi vendida e a
coleção foi guardada e não ficou disponível ao público. Mas em 1999 o Dr. Dennis
Swift e Dr. Don R. Patton viajaram para Acambaro para explorarem seu mistério
pessoalmente. A coleção de Julsrud estava trancada em um depósito. Depois de uns
dois dias negociando com o prefeito, o Secretário de Turismo e o Diretor do
Museu de Acambaro foi dada permissão para ver uma parte da coleção. Dois
policiais mexicanos em pé vigiavam armados com rifles AK-47 e pistolas enquanto
o Dr. Swift desembrulhava as estatuetas que estavam envolvidas com jornais e o
Dr. Patton as fotografava. Um pouco mais de oitocentas estatuetas cerâmicas
foram desembrulhadas. Tinham sido esvaziadas quatorze caixas e entre os artigos
estavam aproximadamente 75 primorosas peças de dinossauro.
Ao
desembrulharem uma estatueta de Iguanodonte, que foi um dos primeiros esqueletos
de dinossauro descobertos, os Drs. Swift e Patton ficaram admirados pois só se
tomou conhecimento da sua forma na posição natural dos quadrúpedes nos últimos
anos! Ninguém poderia ter feito este modelo na década de 40 pois na época os
paleontólogos achavam que o Iguanodonte vivia em posição ereta, com apenas as
patas traseiras no solo! A característica mais surpreendente da coleção era a de
dinossauros com humanos. Infelizmente parte dos objetos desapareceram após a
morte de Julsrud.
Iguanodonte na sua postura real com detalhes no
dorso 
Diplodoco
A coleção evidencia a existência de uma vasta
cultura na antigüidade. Os objetos apontam para um bosque e que a região de
Acambaro já foi uma área fortemente arborizada em vez de um vale seco como é
hoje. Geólogos acreditam que o vale esteve cheio de água como um grande lago,
até aproximadamente cinco ou seis mil anos atrás. O local dos esconderijos dos
objetos de cerâmica seria como uma praia do lago. Originalmente os objetos foram
enterrados na areia.
Os Drs. Swift e Patton conheceram o Dr. J. Antonio
Villia Hennejon, praticante de medicina em Guadalajara e Acambaro, que escavou
nas montanhas durante o período de 1950 a 1955. Ele relatou que durante a década
de 40 e nos primeiros anos da década de 50 nada era conhecido sobre dinossauros
no México. Não haviam livros, folhetos, desenhos em caixas de fósforos, filmes
ou qualquer outra informação sobre dinossauros. Herrejon afirmou que o único
esqueleto de dinossauro no México nos anos 40 era de um brontossauro próximo da
estação ferroviária de Chupa, na Cidade do México. Além disso, Acambaro era uma
pequena cidade interiorana.
Hennejon viu as estatuetas e ficou surpreso
ao notar que não haviam duplicatas entre elas. Eram todas individualmente
distintas! Outros que examinaram a coleção de perto também observaram este fato.
Hennejon comentou, "Se havia uma fabricação, quem foi o artista?". Um único
artista não poderia fazer 33.700 estatuetas diferentes! Se era uma brincadeira
deveria ter havido muitos artistas. Como tal conspiração poderia ser mantida em
silêncio todos esses anos? Seguramente alguém teria tomado conhecimento sobre
tais atividades.
Hoje, graças aos arqueólogos Dr. Dennis Swift e Dr. Don
R. Patton, as estatuetas estão em exposição ao público no novo Museu Julsrud de
Acambaro.
Comparação das estatuetas de 1944 com a
reconstituição científica em 1991 e 2000
"Pereceu toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de animais domésticos e animais selváticos, e de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e de todo homem." Gênesis 7.21
"Eu era jovem com idéias sem base. Lançava dúvidas, sugestões, sempre questionando tudo. Para meu espanto, as idéias pegaram como fogo no mato seco. Fizeram delas uma religião." Charles Darwin nos últimos dias de sua vida, falando sobre evolução com a sua amiga Lady Hope