TUBAL-CAIM E SEU SIGNIFICADO PARA A MAÇONARIA
pelo Ven.Irmão Fabio Codignoli
A.`.R.`.L.`.S.`. Guatimozin No 66
Grande Loja do Estado de Sao Paulo. |
1 Índice
Tubal Caim
*
1
Índice
*
2
Eu sou Tubal-Caim
*
3
Gênesis IV
*
4
Isaias 54
*
5
Livro de Jasher II
*
6
Brasil uma palavra muito curiosa
*
6.1
A antigüidade do conhecimento
do Brasil [8.] *
6.2
O ferro descoberto no oriente e
sua busca no ocidente *
6.3
História da raça
celta-irlandesa *
6.4
Os fomorianos invadem a Europa
*
6.5
Os Tuatha Daoine expulsam os
Fomorianos *
6.6
HY-BRASIL ou O. BRASIL: O último
reduto dos Fomorianos. *
6.7
AN DOMHAIN e HY-BRAZIL
*
6.8
O conhecimento mais moderno do
brasil *
7
Antiga canção Inglesa - O velho
Tubal-Caim *
8
Estória de Tubal-Caim
*
9
A Lenda de Tubal-Caim e Hiram
*
10
A Arte de Tubal Caim Arquitetura e
Metalurgia *
11
A Lenda de Hiram Abiff
*
11.1
Tradição maçônica
*
11.2
O Registro da Bíblia
*
11.3
A Conexão egípcia.
*
11.4
A lenda de Isis e Osíris
*
12
Analise das lendas
*
12.1
Comparação das Lendas de
Tubal-Caim, Hiram Abiff e Osiris
*
12.2
Conclusões das Autoridades maçônicas
*
13
Balcans
*
14
Vulcan na maçonaria
*
15
Ogun
*
15.1
Ogun dá aos homens o segredo do
ferro *
16
Govannon
*
17
Tyr, O Deus da Guerra.
*
18
A Fundação das Artes
*
18.1
Os dois Pilares
*
19
Tubal Caim na obra de Dante
aliguieri e o inferno *
20
Espada de São Jorge; Espada de
Ogum, Wootz *
20.1.1
A extinção dos dinossauros
*
21
Conclusões
*
22
Bibliografia
*
2 Eu sou
Tubal-Caim
Eu sou Tubal Caim, filho de Lamech e
Zillah, irmão de Jabal, Jubal, e Naamah. Nós fundamos o
começo de todas as ciências no mundo.
Jabal, meu irmão, a ciência da
geometria, e o primeiro a construir casas de pedra e
madeira.
Jubal, meu irmão, a ciência da música,
canções cantadas, música da harpa e órgão, e a composição.
Naamah, minha irmã, fundou a arte e a ciência
de tecer.
E eu fundei a arte e ciência da forjaria
do ouro, prata, cobre, ferro e do aço.
Eu excedi todos os homens na força e era
um guerreiro.
Eu também era conhecido como crisor
(NOTA 1) e trabalhador do fogo.
Meu nome significa maçons trabalhando em
busca da verdade.
NOTA 1
Crisor: Mitologia Chinesa - Uma das
divindades dos antigos povos orientais, identificada como Vulcano.
Vulcano: Mitologia Greco-Romana -
Hefasto dos gregos, deus dos vulcões, do fogo, das indústrias, das artes
metalúrgicas e de todas as matérias fusíveis, filho de Júpiter e de Juno.
Ogum: Mitologia africana - criador
das artes da forja pelos povos africanos, vivia na cidade de Irê (homofônico
de Irã), lugar não definido na África, mas, pode-se deduzir que pelas lendas
africanas também tem as suas origens na Suméria.
Nuada (Irlanda) / Goibniu
(Irlanda) / Gofannon / Govannon ou Gofannon (galês);
- Mitologia Celta - O nome é bretão; e significa "ferreiro". Este
deus é o Vulcano das tribos celtas insulares; fornece armas aos membros do clã
e aos aliados. Consideram-no, na Irlanda, arquitetos das altas torres redondas e
das primeiras igrejas cristãs. Tinha ainda o epíteto de «mão de prata».
Apocalipse XXI, 20, "o quinto, de
sardônica; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o
oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso;
o undécimo, de jacinto; o duodécimo, de ametista".
Crisólito = (Fe, Mg)2SiO4;
- topázio.
Crisópraso = SiO2;
variedade de quartzo. O verdadeiro crisópraso às vezes é achado na antiga
joalheria egípcia fixado alternadamente com pedaços de lápis-lazúli.
Outro nome é plasma (mencionado em Kim
do Ir.’. Rudyard Kipling). Este nome vem do grego
"plasma" algo moldado.
Este cristal era laminado / fatiado em
placas através golpes de um machete semicircular o ‘crisor’
o que etnologicamente representa hoje, o cinzel ou cutelo
– (cutelaria) que é um pequeno machado utilizado pelos
antigos mestres maçons.
TUBAL CAIM, FORJADOR DE INSTRUMENTOS
METALICOS DE CORTE: Um símbolo do despertar do intelecto
com seus poderes incisivos de análise e discriminação.
FERRO COBRE e o BRONZE: Simbolismo da
mentalidade, o plano mental; comparáveis aquilo o que é
firme e duradouro. Cobre significa bondade natural; ferro, a
verdade natural.
Gênesis IV, 22. Zillah também teve um
filho, Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante
de cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naamah.
INSTRUMENTOS CORTANTES DE COBRE E FERRO:
- Simbolismo dos poderes incisivos intelectuais de análise
e discriminação.
Incisivo = penetrante, direto e decisivo.
Sinônimo = contundente.
METAIS: -Símbolos de qualidades
superiores e inferiores; tais como:
Ouro: sabedoria; Prata: intelecto
superior; Ferro: intelecto inferior; Bronze ou latão: o
intelecto.
A verdade figurativa dos metais; ouro e
prata representam aqueles que são mais preciosos e
espirituais; Bronze e ferro representam aqueles de uma
classe inferior ligada com o mundo material.
FORJADORES, FERREIROS, OU TRABALHADORES
NO METAL: Simbolismo de qualidades intelectuais
disciplinadas pelo Espírito, e dirigidas e energizadas pela
percepção espiritual. (Fogo) e (Ar).
3 Gênesis IV
1. Conheceu Adão a Eva, sua mulher;
ela concebeu e, tendo dado à luz a Caim, disse: consegui
do Senhor um varão.
2. Tornou a dar à luz a um filho-a seu
irmão Abel. Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi
lavrador da terra.
3. Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto
da terra uma oferta ao Senhor.
4. Abel também trouxe dos primogênitos
das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor
para Abel e para a sua oferta,
5. Mas para Caim e para a sua oferta não
atentou. Pelo que se irou Caim fortemente, e descaiu-lhe o
semblante.
6. Então o Senhor perguntou a Caim:
Por que te iraste? E por que está descaído o teu
semblante?
7. Porventura se procederes bem, não
se há de levantar o teu semblante? E se não procederes
bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo;
mas sobre ele tu deves dominar.
8. Falou Caim com o seu irmão Abel. E,
estando eles no campo, Caim se levantou contra o seu irmão
Abel, e o matou.
9. Perguntou, pois, o Senhor a Caim:
Onde está Abel, teu irmão? Respondeu ele: Não sei; sou
eu o guarda do meu irmão?
10. E disse Deus: Que fizeste? A voz do
sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra.
11. Agora maldito és tu desde a terra,
que abriu a sua boca para da tua mão receber o sangue de
teu irmão.
12. Quando lavrares a terra, não te
dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na
terra.
13. Então disse Caim ao Senhor: É
maior a minha punição do que a que eu possa suportar.
14. Eis que hoje me lanças da face da
terra; também da tua presença ficarei escondido; serei
fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar
matar-me-á.
15. O Senhor, porém, lhe disse:
Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá à
vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não
o ferisse quem quer que o encontre.
16. Então saiu Caim da presença do
Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden.
17. Conheceu Caim a sua mulher, a qual
concebeu, e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade,
e lhe deu o nome do filho, Enoque.
18. A Enoque nasceu Irade, e Irade
gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael, e Metusael
gerou a Lameque.
19. Lameque tomou para si duas
mulheres: o nome duma era Ada, e o nome da outra Zila.
20. E Ada deu à luz a Jabal; este foi
o pai dos que habitam em tendas e possuem gado.
21. O nome do seu irmão era Jubal;
este foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta.
22. A Zila também nasceu um filho,
Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante de
cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naamá.
23. Disse Lameque a suas mulheres: Ada
e Zila ouviram a minha voz; escutai, mulheres de Lameque,
as minhas palavras; pois matei um homem por me ferir, e um
mancebo por me pisar.
24. Se Caim há de ser vingado sete
vezes, com certeza Lameque o será setenta e sete vezes.
25. Tornou Adão a conhecer sua mulher,
e ela deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Sete;
porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de
Abel; porquanto Caim o matou.
26. A Sete também nasceu um filho, a
quem pôs o nome de Enos. Foi nesse tempo, que os homens
começaram a invocar o nome do Senhor.
NOTA 2
O texto bíblico, nos versículos 22 e
23, não fazem referencia ao fato ou ligação de Tubal-Caim
ou de Lameque com a morte de Caim, há um "salto"
e perde-se a historia da vida de Lameque e de Tubal-Caim.
Esta estória é relatada no livro de Jasher, o qual foi
expurgado da bíblia por conter vários relatos que não
interessavam a classe mandante na época e motivos outro.
Segue-se à tradução mais correta que pude fazer do texto
original.
4 Isaias 54
Eis que eu criei o ferreiro, que assopra
o fogo de brasas, e que produz a ferramenta para a sua obra;
também criei o assolador, para destruir.
Não prosperará nenhuma arma forjada
contra ti; e toda língua que se levantar contra ti em juízo,
tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e
a sua justificação que de mim procede, diz o Senhor.
NOTA 3
Na Bíblia, o ferreiro e forjador são
tratados como uma profissão criada e instruída por Deus,
podendo ser até considerada dádiva divina aos seres
humanos.
5 Livro de
Jasher II
[ver NOTA 4]
1. E estava no trigésimo centésimo
ano da vida de Adão na terra, quando soube que Eva a
sua esposa, ela concebera novamente e deu a luz a um
filho na sua semelhança e na sua imagem, assim, ela
chamou-o pelo nome de Seth, dizendo, Porque Deus me deu
outra semente no lugar de Abel, que foi morto por Caim.
2. E Seth viveu cento e cinco anos, e
ele teve um filho; e Seth chamou o nome do seu filho
Enosh, dizendo, Porque naquele tempo os filhos dos
homens começaram a multiplicar-se, e afligir as sua
almas e corações transgredindo e se rebelando contra
Deus.
3. E estava pelos dias de Enosh que
os filhos dos homens continuaram se rebelando e
transgredir contra Deus, aumentar a raiva do Deus contra
os filhos dos homens.
4. E os filhos dos homens foram e
serviram outros deuses, e eles esqueceram do Deus que os
tinha criado na terra: e por esses dias os filhos dos
homens fizeram imagens de metal e ferro, madeira e
pedra, e eles se abaixaram e curvaram e os serviram.
5. E todo homem fez o seu deus e eles
se curvaram diante deles, e os filhos dos homens
abandonaram o Deus em todos os dias de Enosh e as suas
crianças; e foi ateada a raiva do Deus por causa dos
seus trabalhos e abominações que fizeram na terra.
6. E o Deus fez as águas do rio
Gihon os subjugar, e ele destruiu e os consumiu, e ele
destruiu a terceira parte da terra, e assim, todavia, os
filhos dos homens não desviavam dos seus maléficos
modos, e as suas mãos ainda estendidas ao demônio às
vistas de Deus.
7. E por esses dias lá estavam
semeando, mas não estavam colhendo na terra; e não
havia nenhuma comida para os filhos dos homens e a
escassez era muito grande por esses dias.
8. E a semente que eles semearam por
esses dias no chão se tornou espinhos, cardos e
roseiras bravas; como nos dias de Adão era esta
resposta relativa a terra, da maldição de Deus, pois
ele amaldiçoou a terra, por causa do pecado que Adão
pecou antes do Deus.
9. E era quando os homens continuaram
se rebelando e transgredindo contra Deus, e corrompendo
os seus modos, a terra também ficou corrupta.
10. E Enosh viveu noventa anos e ele
teve Caiman;
11. E Caiman cresceu e ele tinha
quarenta anos, e ele ficou sábio e teve conhecimento e
habilidade em toda a sabedoria, e ele reinou em cima de
todos os filhos dos homens, e ele conduziu os filhos dos
homens a sabedoria e conhecimento; para Caiman era um
homem muito sábio e compreensão tida em toda a
sabedoria, e com a sabedoria dele ele regeu sobre os espíritos
e demônios;
12. E Caiman soube pela sabedoria
dele que Deus destruiria os filhos dos homens para ter
pecado em terra, e que o Deus irá aos dias posteriores
trazer para eles as águas da inundação.
13. E nesses dias que Caiman escreveu
em tabletes de pedra, o que ira acontecer futuramente, e
ele os pôs nos seus tesouros.
14. E Caiman reinou sobre a terra
inteira, e ele transformou alguns dos filhos dos homens
ao serviço de Deus.
15. E quando Caiman tinha setenta
anos, ele teve três filhos e duas filhas.
16. E estes são os nomes das crianças
de Caiman; o nome do primeiro nascido Mahlallel, o
segundo Enan, e o terceiro Mered, e as suas irmãs eram
Adah e Zillah; estas são as cinco crianças que
nasceram de Caiman.
17. E Lamech, o filho de Methusael,
foi aparentado a Caiman através do matrimônio, e ele
levou as suas duas filhas como suas esposas, e Adah
concebeu e da a luz a um filho a Lamech, e ele foi
chamado pelo nome de Jabal.
18. E ela concebeu novamente e da a
luz a um filho, e chamou o de Jubal; e Zillah, a sua irmã,
era estéril por esses dias não teve nenhuma descendência.
19. Por esses dias em que os filhos
dos homens começaram a infringir contra Deus, e
transgredir as ordens que ele tinha comandado a Adão,
ser frutífero e multiplicar na terra.
20. E alguns dos filhos dos homens
fizeram as suas esposas beberem uma bebida que as faria
estéril, para que eles pudessem reter as suas figuras e
por meio do qual permaneceriam com sua bela aparência
sem a desmaecer.
21. E quando os filhos dos homens
fizeram algumas das suas esposas beberem, Zillah bebeu
com eles.
22. E as mulheres grávidas se
apareceram abomináveis como viúvas à vista dos seus
maridos, e os seus maridos ainda viveram, no estéril
deserto onde somente eles sobreviviam.
23. E no fim dos seus dias e anos,
quando Zillah ficou velha, Deus abriu o seu útero.
24. E ela concebeu e deu a luz a um
filho, e ela chamou-o pelo nome de Tubal-Caim, dizendo,
Depois que fora eu murchada eu o obtive do Deus
Todo-poderoso.
25. E ela concebeu novamente e deu a
luz a uma filha, e ela chamou-a pelo nome de Naamah,
porque ela disse, Depois que fora eu murchada eu obtive
prazer e delícia.
26. E Lamech era velho e avançado em
anos, e os seus olhos eram escuros de forma que ele não
pudesse ver, e Tubal-Caim, o seu filho, o estava
conduzindo e era um dia que Lamech entrou no campo e
Tubal-Caim o seu filho estava com ele, e quando eles
estavam entrando no campo, Caim o filho de Adão
caminhou para eles; como Lamech era muito velho e não
podia ver muito, e Tubal-Caim o seu filho era muito
jovem.
27. E Tubal-Caim pediu ao o seu pai
que puxasse o seu arco, e com as setas ele golpeou Caim
que ainda estava distante e ele o matou, porque ele
apareceu ser a eles um animal.
28. E as setas entraram no corpo de
Caim embora ele estava distante deles, e ele caiu ao chão
e morreu.
29. E o Deus equiparou o mal de Caim
de acordo com a sua maldade o que ele tinha feito ao seu
irmão Abel, conforme Deus havia dito.
30. E foram ao passo onde Caim tinha
morrido, Lamech e Tubal foram ver o animal que eles
tinham abatido, e eles viram, Caim o seu avô que estava
morto sobre o chão.
31. E Lamech ficou muito afligido ao
ter feito isto, e unindo as suas mãos ele golpeou o seu
filho e o matou.
32. E as esposas de Lamech ouviram o
que Lamech tinha feito, e elas tentaram matá-lo.
33. E as esposas de Lamech o odiaram
daquele dia, porque ele matou Caim e Tubal-Caim, e as
esposas de Lamech distanciaram-se dele, e não o
animaram por esses dias.
34. E Lamech veio às sus esposas, e
ele as forçou a escutá-lo sobre este assunto.
35. E ele disse a suas esposas Adah e
Zillah, Ouçam minha voz Ó esposas de Lamech, prestem
atenção em minhas palavras, pois agora vocês imaginam
e dizem que eu matei um homem com minhas setas, e uma
criança com meu cajado por eles não terem feito
nenhuma violência, mas seguramente sabem que eu sou
velho e de cabelos brancos, e que meus olhos são
pesados pela idade, e eu fiz esta coisa
inconscientemente.
36. E as esposas de Lamech o
escutaram sobre este assunto, e elas voltaram para ele
com o conselho do seu pai Adão, mas elas não deram
mais nenhuma criança a ele naqueles tempos, sabendo que
a raiva de Deus estava aumentando por esses dias contra
os filhos dos homens, os destruirá com as águas da
inundação pelas suas más ações.
37. E Mahlallel o filho de Caiman
viveu sessenta cinco anos e ele teve Jared; e Jared
viveu sessenta e dois anos e ele teve Enoch.
NOTA 4
[Translated to Portuguese by Codignoli,
Fabio, from "Book of Jasher Referred to in Joshua and
Second Samuel". Faithfully translated (1840) from the
Original Hebrew into English. A Reprint of Photo
Lithographic Reprint of Exact Edition Published by J.H.
Parry & Co, Salt Lake City: 1887].
NOTA 5
O Livro de Adão (II. 13) diz que Lamech
estava armado com um arco e setas grandes, e uma funda e
pedras. Uma seta perfurou um lado de Caim, e uma pedra da
funda de Lamech batida entre seus olhos. Lamech golpeou o
jovem sobre que o conduzia acidentalmente, mas depois ele
esmagou a cabeça dele com uma pedra. Há muitas versões da
história em árabe, etiopino, e hebreu, mas todos eles
concordam em detalhes essenciais. De acordo com o Livro da
Abelha (XVIII), a bigorna, martelo, pinças, esquadro e o
compasso foram inventados por Tubal-Caim e Jubal que também
construíram instrumentos musicais, harpas e flautas; diziam
os povos que demônios viviam nas flautas e faziam soá-las.
6 Brasil uma
palavra muito curiosa
Não há nenhum país no mundo que é
mais associado com o ferro do que o Brasil. Brasil contém
alguns dos depósitos de ferro mais ricos e mais extensos do
mundo. A relação, estranha e misteriosa, entre as palavras
ferro e Brasil foram observadas em vários estudos, por
varias gerações.
Há a possibilidade de que a palavra
"Brasil" seja mais velha que a Suméria e que os
anciões conheciam esta Ilha de Ferro. Esta possibilidade é
ilustrada nos achados arqueológicos que podem ser escavados
nas palavras escritas.
A conexão entre a palavra ferro e a
palavra Brasil não é provada, mas permanece como uma
possibilidade intrigante.
6.1 A antigüidade
do conhecimento do Brasil [8.]
Diodoro de Sicília (90-21 a.C.), 45 anos
antes da era cristã, escreveu grande número de livros
sobre os diversos povos do mundo; em seus escritos, designa
claramente a América com o nome de ilha, porque ignorava a
sua extensão e configuração. Essa expressão de ilha é
muitas vezes empregada por escritores da antigüidade para
designarem um território qualquer. Assim vimos que Sileno
chama ilhas a Europa, Ásia e África. Na narração de
Diodoro, não é possível o engano quando descreve a ilha
de que falamos: ‘Está distante da Líbia (ou seja, da
África) muitos dias de navegação, e situada ao ocidente.
Seu solo é fértil, de grande beleza e regado de rios
navegáveis. Esta circunstância de rios navegáveis não se
pode aplicar senão a um continente, pois nenhuma ilha do
oceano tem rios navegáveis.
Diodoro continua dizendo: ‘Ali se vêem
casas suntuosamente construídas; ’ ora, sabemos que a
América possui belos edifícios em ruínas e da mais alta
antigüidade. ‘A região montanhosa é coberta de
arvoredos espessos e de árvores frutíferas de toda
espécie. A caça fornece aos habitantes números de vários
animais; enfim, o ar é de tal modo temperado que as frutas
das árvores e outros produtos ali brotam em abundância
durante quase todo o ano.’Esta pintura do país e do clima
por Diodoro se refere de todo o ponto à América
equatorial. Este historiador conta depois como os Fenícios
descobriram aquela região:
‘Os Fenícios tinham-se feito à vela
para explorarem o litoral situado além das Colunas de
Hércules; e, enquanto costeavam a margem da Líbia, foram
lançados por ventos violentos mui longe no oceano. Batidos
pela tempestade por muitos dias abordaram enfim na ilha de
que falamos. Tendo conhecimento da riqueza do solo,
comunicaram sua descoberta a todo o mundo. Portanto os
Tyrrhenios (outra tradução os chama de Tyrios, a mesma
origem que a da cidade de Tiro do rei Hiram ou das tribos
nômades Tiberenes), poderosos no mar, quiseram também
mandar uma colônia; porém foram impedidos pelos
Cartagineses, que receavam que um demasiado número de seus
concidadãos, atraídos pelas belezas desta ilha, desertasse
da praia. [8.]
Esta descrição, como vemos, coincide
com os relatos do que ocorreu com a frota de Cabral 2500
anos depois, desviada pelas mesmas correntes até o
continente do Brasil. Na descrição mais completa do texto
do historiador romano vemos com exatidão a descrição do
continente americano há dois mil anos atrás:
"No mais profundo da Líbia, há uma
ilha de considerável tamanho que, situada como está no
oceano, se acha há vários dias de viagem à oeste da
Líbia. Seu solo é fértil, pois, ainda que montanhosa
conta com uma grande planície. Percorrem-na rios
navegáveis que se utilizam para a irrigação, e possuem
muitas plantações de árvores de todos os tipos e jardins
em abundância, atravessados por correntes de água doce.
Também há mansões particulares de dispendiosa
construção, e nos jardins construíram-se refeitórios
entre as flores. Ali passam o tempo seus habitantes durante
o verão, já que a terra proporciona em abundância tudo
quanto contribui para a felicidade e o luxo. A parte
montanhosa da ilha está coberta de densos matagais de
grande extensão e de árvores frutíferas de todas as
classes, e para convidar os homens a viverem entre as
montanhas há grande número de acolhedores vales e fontes.
Em poucas palavras, esta ilha está bem provida de poços de
água doce que não só a convertem num deleite para quem
ali reside senão também para a saúde e vigor de seu
corpo. Há igualmente excelente caça de animais ferozes e
selvagens de todo o tipo e os habitantes, com toda essa
caça para as suas festas, não carecem de nenhum luxo nem
extravagância. Pois o mar que banha as costas da ilha
contém uma multidão de peixes, e o caráter do oceano é
tal que tem em toda sua extensão peixes em abundância, de
todas as classes. Falando em geral, o clima desta ilha é
tão benigno que produz grande quantidade de frutos nas
árvores e todos os demais frutos da estação durante a
maior parte do ano, de modo que parece que a ilha, dada sua
condição excepcional, é um lugar para uma raça divina,
não humana". (observação em alertar para os povos
‘GIGANTES’ citados na Bíblia e os povos Formorianos das
lendas célticas tem também uma conotação de similaridade
entre si)
Na antigüidade, esta ilha não estava
descoberta devido à sua distância do mundo habitado, mas
foi descoberta mais tarde pela seguinte razão: os fenícios
comerciaram desde muito tempo com toda a Líbia, e muitos o
fizeram também com a parte ocidental da Europa. E como suas
aventuras resultaram exatamente de acordo com suas esperanças,
acumularam uma grande fortuna e planejaram viajar além das
Colunas de Hércules, para o mar que os homens chamam
Oceano. E, em primeiro lugar, à saída do Estreito, junto
às Colunas, fundaram uma cidade nas costas da Europa, e
como a terra formava uma península chamaram à cidade
Gadeira (Cádiz). Nelas construíram muitas obras adequadas
à natureza da região, entre as quais se destacava um rico
templo de Hércules (Melkarth), e ofereceram magníficos
sacrifícios que eram conduzidos segundo o ritual fenício.
Quanto ao porte dos navios para
semelhantes viagens nesta época, as trirremes fenícias em
nada deviam às caravelas de 25 séculos mais tarde. Seu
comprimento podia atingir de 60 a 70 metros, comportando até
180 remadores e uma tripulação de 200 a 300 soldados.
Pouco se comenta do esplendor das naus gregas ou romanas,
mas não se pode negar que Erik, o Vermelho, e seu filho,
Leif Erikson, seguiram estes antigos passos até mesmo no
estilo de seus knerrir (transatlânticos) e knorr (navios
menores que comportavam as colônias), no século X d.C.,
vencendo mares tão perigosos como os do Atlântico Norte
para atingir a Vinland, na América.
Segundo Cândido Costa, em sua obra de
1900: "Num escrito de Aristóteles (De mirab. auscult,
cap. 84) diz-se que foi o receio de ver os colonos sacudirem
o jugo da metrópole cartaginesa e prejudicarem o comércio
da mãe pátria que levou o senado de Cartago a decretar
pena de morte contra quem tentasse navegar para esta ilha.
Aristóteles descreve também uma região fértil,
abundantemente regada e coberta de florestas, que fora
descoberta pelos Cartagineses além do Atlântico".
6.2 O ferro
descoberto no oriente e sua busca no ocidente
A palavra para ferro na maioria dos
idiomas Semitas é BRZL (barzil ou barzel), mas não é uma
palavra Semita. Um fato enigmático para o Sumeriologistas
é que a palavra para ferro naquele idioma é PARZILLU ou
BARZILLU.
Há muito tempo esta palavra foi levada
para regiões ocidentais Atlânticas.
Nos municípios do centro da Inglaterra,
"brazil" significa "pirita de ferro", e
no idioma inglês, "hard as brazil" (duro como
brasil), significa literalmente "duro como ferro".
É curioso que conhecimento do irlandês arcaico fala de
"Hy Brazil" (em várias ortografias), como uma
outra palavra para "ultramarino ao oeste". E esta
ligada às lendas de formação dos povos celtas e
irlandeses.
6.3 História
da raça celta-irlandesa
Nas lendas celtas acreditava-se que uma
ilha fantasma Brâzil existia na costa suldoeste de Connacht
na Irlanda ocidental. Foi assim chamada, por causa de Bres,
o filho de Ériu cujo pai era Elatha um deus do mar dos
Formorianos.
Por conseguinte, de acordo com Michael
Dames "Bresil" era um reino mágico próximo às
terras do norte, mas, também de acordo com M. Dames o
"Brasil, da América do Sul, foi nomeado por causa
disto". (Irlanda Mítica; Thames e Hudson; Londres;
REINO UNIDO; 1992).
Aparentemente no início do século XX,
as pessoas que falam o Gaelico nas Ilhas Aran da Baía de
Galway disseram que o eles sabiam sobre a lenda da terra mítica
do Brasil era que ela era visível à cada sete anos.
Para as gerações mais antigas das
pessoas que vivem em Connacht (a província da qual Galway
é o capital), o Brasil era conhecido como a Ilha do
Bem-Viver, a Ilha da Verdade, da Alegria, de Mulheres belas
e puras, e de Maçãs.
Outras antigas lendas Célticas também
dizem que a ilha só se aparecia ao pôr-do-sol nas névoas
do Atlântico e eles chamaram-na de: "A Santa Ilha sem
tormentas"; onde todos os homens são bons e todas as
mulheres puras e onde Deus se retira para uma recreação do
resto de nós. (Summer of the Red Wolf; Niorris West;
William Heinemann Ltd, REINO UNIDO, 1971).
Em um conto do século XVII recontado por
Dames, o capitão John Nisbet da Cia Lisneskay Fermanagh,
reivindicou ter atracado em uma ilha e achou gado, ovelhas,
cavalos, coelhos pretos, e um forte. Nisbet bateu em vão na
porta - mas não havia ninguém. Quando a noite veio ele se
acomodou na praia com seus oito companheiros e acenderam o
fogo.
Então um "estrondo
ensurdecedor" aconteceu e eles fugiram para o barco.
Quando eles voltaram no dia seguinte,
encontraram na costa uns velhos cavalheiros escoceses e seus
criados, vestindo roupas antiquadas e falavam o "escocês
arcaico". O velho homem declarou ter sido preso por lá
por um mago e confirmou que aquela ilha realmente era
"O Brazile".
Alguns também acreditam que o Brasil era
uma ilha disputada em Rockall no Oceano Atlântico (uma
pequena ilha com uns 30 metros de diâmetro e uns 20 metros
de altura acima do nível do mar), ela foi anexada pelo
REINO UNIDO em 1955 e é reivindicada como território
irlandês, é considerada a última parte remanescente da
terra perdida do Brasil.
Outra hipótese é que monge irlandês -
São Brendan, tinha ido para uma terra que ele chamou de
"Hy Brasil". A ilha de São Brendan ou Brasil de São
Brendan era um dos nomes que poderiam ser vistos em mapas
achados da idade média em torno do século IX. Esta ilha
era um lugar mitológico: "Onde sinos soaram sobre o
velho mar e a ilha parecia desaparecer toda vez no horizonte
quando os marinheiros tentavam alcança-la".
(esta lenda tem sua lógica quando
modelamos a teoria do deslocamento dos continentes e placas
tectônicas, o deslocamento toma forma acelerada pela queda
do grande meteorito)
De acordo com esta versão da lenda, Hy
Brasil foi descoberto por São Brendan que deixou a Irlanda
em 565 d.C. se São. Brendan visitou qualquer ilha, ele também
pode ter achado a ilha de Rockall e a considerou parte da
terra mítica do Brasil da qual ele teve conhecimento por
ter sido mencionada em lendas irlandesas de uns 3000 anos
atrás.
Bres, afinal de contas, era o filho de
Eriu, a Deusa mítica que deu o seu nome para Eire (a
Irlanda), o que indica que esta lenda era um das lendas
irlandesas mais antigas.
A ilha Brasil era certamente bem
conhecida durante os tempos medievais, quando os
exploradores vindos da Europa, tinham a intenção de
descobrir o que eles chamavam de "O Novo Mundo":
No período de 1351 até próximo ao ano de 1731, o nome de
Hy Brasil poderia ser achado na maioria dos mapas de navegação
europeus, sempre mostrando como uma ilha no Oceano Atlântico.
De acordo com A Russell-Wood: Mapas do século
XIV tinham a referência de Insule Sancti Brandani, como
homenagem as viagens legendárias do monge irlandês do século
VI à procura da "Santa Terra Prometida" que
seriam registrados em prosa latina no século IX Navigatio
Brendani.
Estas ilhas 'migraram' do norte da Europa
para o oeste. Desde o inicio do século XIV, havia referências
de uma ilha chamada Brasil não tão distante e a oeste da
Irlanda.
O nome e ilha moveram para o oeste, sendo
transformada em um continente e reconhecido como tal, por
Duarte Pacheco Pereira no seu "Esmeraldo de situ orbis".
Já em 1325, a ilha mítica de Hy Brasil
apareceu no Atlântico oeste distante da Irlanda em mapas,
como também no famoso Atlas Catalão datado de 1375 e,
subseqüentemente, em numerosos mapas durante os próximos
200 anos, inclusive o mapa de Waldseemuller das Ilhas britânicas,
emitido em Strassburgo em 1513 e suas edições posteriores.
Isto também foi mostrado no mapa de
Toscanelli datado em torno de 1457, era dito que este teria
sido usado por Cristóvão Colombo na sua primeira viagem em
1492. Isto é altamente significante indicando que se o
Brasil fosse conhecido por Colombo, então é quase certeza
que também Pedro Alvares Cabral (1460-1526) o conhecia.
Para aumetar a confusão feita pelos
primeiros exploradores alguns mapas dos primórdios, também
mostravam a terra mítica do Brasil no meio do oceano e
distante, no meio do caminho para Zipangu (Japão).
Aparentemente o Brasil teria sido 'Avistado' tão freqüentemente
pelos navegadores que aqueles primeiros cartógrafos eram
relutantes em abandonar a possibilidade de sua existência.
Na realidade, ele não foi finalmente removido dos mapas do
Almirantado britânicos até os anos de1865.
Mas, como o pais chamado hoje de Brasil,
foi assim chamado?
Uma teoria diz que o Brasil foi
colonizado inicialmente por pessoas que vinham de Viana do
Castelo (norte de Portugal), e que tiveram conhecimento das
lendas Celtas na Galicia, eles teriam estado atentos ao
continente perdido do Brasil.
E não só o Colombo, mas outros
primeiros exploradors da Inglaterra conheciam sobre a terra
perdida do Brasil. De acordo com A Ilha do Brasil, um conto
contemporâneo escrito por William of Worcester (e publicado
ao final do século XVIII) relebrou que, quando a notícia
sobre "nova terra ao oeste" chegou em Bristol nos
anos de 1470 foi presumido que era o Brasil.
Em 1480, um mercador de Bristol John Jay
equipou aos grandes custos um navio de 80 ton para velejar
para a ilha do Brasil, descrito freqüentemente como
"um nome dado por contos europeus medievais a terra
longinqua ao oeste da Irlanda". Levantando velas em
julho de 1480 partindo de Bristol, o navio de Jay navegou
para o oeste, pretendendo atravessar os mares "Mas a
viagem terminou em fracasso".
As tripulações inglesas ainda tiveram
que aprender os novos métodos de navegação astronômica
inventada em Portugal e Espanha: por mar aberto ao invés da
cabotagem que faziam para a Islandia e Groelandia
Nos mitos de Cornish e galêses, Bresal
era um grande Rei que fez a sua casa no Outro-Mundo "
que às vezes é chamado Hy - ou I-Breasal em sua
honra". Assim como no mito irlandês, o mundo dele é
visível somente uma noite a cada sete anos". Assim,
está claro que os Celtas da Galicia, Cornwall, Gales,
Irlanda e marinheiros da Inglaterra, todos eles conheciam a
lenda da terra perdida do Brasil.
Seria então aceitável assumir que,
quando os exploradors portugueses chegaram a América do
Sul, eles erradamente pensaram que eles tinham atracado no
mundo de Breasal e teriam nomeado a terra que eles
descobriram de "Brasil " em sua honra?
Claro que, nós não sabemos se em 1500,
Cabral soube sobre as lendas da terra perdida do Brasil dos
celtas da Galicia quando ele reivindicou a terra do Brasil
para a Coroa portuguesa. É interessante especular se o próprio
Cabral era de origem Céltica.
Alguns escritores acreditam que a família
de Cabral em Portugal era originalmente da Galicia, de uma
das duas cidades com aquele nome, e que eles chegaram em
Portugal, presume-se que antes da conquista islâmica da península
ibérica.
Outra ligação são os registros a lenda
irlandêsa de que o povo irlandes é descendente dos
Milesianos, os quais com o seu rei Heber, e o Bardo Amergen,
chegaram a Galícia ao redor de 1268 AC e conquistaram a
Irlanda, como descrito por Robert Graves no seu clássico
livro "A Deusa Branca" (1961, 1972 Farrar, Strauss
e Giroux Nova Iorque, E.U.A.).
6.4 Os
fomorianos invadem a Europa
A mitologia céltica nos relata que os
gigantes marítimos Fomorianos, "agentes da escuridão
e do mal", emergiram do oceano ocidental logo após o
Dilúvio do Mundo. Eles vieram da "ilha flutuante"
de An Domhain *e ocuparam o litoral das pequenas ilhas próximas
da Escócia e da Irlanda. Seu reduto mais antigo foi a Ilha
Torry (seguidores de Thor), distante no sentido noroeste da
Ilha Esmeralda. Eram fisicamente mutantes e devoradores de
carne humana. Dizem as lendas-se que eles atravessaram o
Grande Oceano como criaturas marítimas em seus
"rabos-de-peixe" (caiaques ou canoas?), quando
vieram à praia. Segundo alguns estudiosos, eles teriam
provavelmente partido das costas orientais da América do
Norte, uma vez que a Corrente do Golfo cruza desde o Novo
Mundo em direção nordeste até a Grã-Bretanha. Estas
correntes são muito familiares aos habitantes das Highlands,
na Escócia.
(* NOTA: foneticamente An Domhain tem
similaridade com Adon-Hiram)
Apesar da extrema latitude norte, em
torno de 57o, as Highlands experimentam as
aquecidas correntes tropicais do golfo em sua costa, fazendo
com que sua temperatura média seja significativamente
superior a regiões em latitudes semelhantes, como a vizinha
Edinburgh e a distante Moscou. Tiree, a ilha próxima da mística
Iona, a sudoeste da Highland escocesa, localiza-se na
latitude 57oN e apresenta temperatura média
anual de 9oC, com mínima de 5oC em
janeiro. Pouco mais para o ocidente e mais longe das
correntes litorâneas, em Edinburgh, a temperatura média
anual já cai para 8oC e a mínima para abaixo
dos 3oC. Já em Moscou, a 55o N, a
temperatura mínima anual ocorre em janeiro (-10oC),
com uma média anual de 4oC. Estas mesmas
correntes aquecidas poderiam, muito provavelmente, confirmar
as notícias mitológicas da chegada do povo de An Domhain
na Irlanda e Escócia. A penetração a partir de domínios
setentrionais como a Islândia ou Groenlândia teria sido
muito improvável uma vez que as correntes oceânicas e os
ventos prevalecentes seriam contra o movimento do ocidente
para o oriente no extremo norte.
6.5 Os Tuatha
Daoine expulsam os Fomorianos
Segundo outras lendas célticas, a região
atualmente conhecida como Irlanda, fora invadido pelos
guerreiros-mágicos e o primeiro povo "humano"
chamado de os Tuatha Daoine. Com suas armas de bronze
superiores e sua magia para controlar o tempo, eles por duas
vezes se opuseram aos Fomorianos e, sob seu deus-herói Lugh,
dirigiram esses bárbaros de volta ao Atlântico, forçando-os
a se retirarem para seus redutos ao norte, para os subterrâneos
Irlandeses e as "colinas do vale" da velha terra
natal. Infelizmente, os Tuatha Daoine foram forçados a essa
mesma retirada por novos invasores: os Milesianos. Esses,
apesar de não possuírem poderes mágicos, tinham a
vantagem de afiadas armas de ferro. Eram celtas puros,
ancestrais dos Gaélicos da Irlanda, Escócia, País de
Gales e Cornwall.
Há a semelhança vocal e fonetica do
nome Tu`Va-Kaoine em celta com TuVal-Kaim para o nosso
Tubal-Caim, outro ponto de encontro entre as lendas é que
também ocorre na era do bronze
Na última batalha, em Magh Mell, os exércitos
terrestres e marítimos dos Fomorianos foram liderados por
Breas, um raramente garboso fomoriano que havia sido eleito
para o trono de Tuathan. Avarento e com um apadrinhamento
endêmico na alta corte em Tara, acabou por desencadear a
guerra!
6.6 HY-BRASIL
ou O. BRASIL: O último reduto dos Fomorianos.
Como já esclarescido anteriormente,
Hy-Brasil é a forma anglicanizada do gaélico Ard
Bres-eilean, a alta ilha de Bres, o último retiro dos
fomorianos de Breas. Não pode nos passar desapercebida a
relação desta High Island de Bres (Hy-Brasil ou, como
geralmente é escrito na língua inglesa, Hy-Brazil) com as
Highlands na Escócia, estas últimas tendo seu clima
aquecido graças às correntes tropicais provenientes da América.
No período anglo-normando, o nome anglicanizado Hy-Brazil
era representado nos mapas como Haut (alto) Brazil, a
primeira palavra sendo pronunciada "ho"; daí
alguns estudiosos atribuem a variante do antigo nome desta
terra ocidental: O. Brazil.
Alguns atribuem a esta denominação uma
referência à forma da Ilha do Brasil, enquanto outros
imaginam o ‘O’ como uma abreviatura de "old"
(antigo) ou "overcast" (enevoado). Assim como O
precedeu Fu Sang (a Revelação do Regresso), servindo de
abrigo aos budistas expulsos do Tibete, também O precedeu a
palavra Brazil, último reduto de Breas e dos fomorianos.
Como veremos, este regresso a Hy Brazil pode ser deduzido a
partir das indicações que a pátria original dos
fomorianos de Breas – An Domhain – se identificaria com
Hy-Brazil. O Regresso, então, seria explicado.
6.7 AN DOMHAIN
e HY-BRAZIL
An Domhain pode ser sinônimo de
Hy-Brasil, uma vez que teve diversas denominações no gaélico:
|
Magh Muir,
|
"a Grande Planície do
Oceano"
|
|
Magh Mell,
|
"a Planície de Prazer"
|
|
Tir-n-og,
|
"a Terra de Juventude"
|
|
Tir Tairnigri,
|
"a Terra Prometida"
|
Talvez Hy-Brazil nunca tenha sido
verdadeiramente uma simples ilha. Suas características
variavam no mito da tenebrosa terra Fomoriana conhecida como
Dun Scaith, ("a Fortaleza de Sombras") para
denominações mais aprazíveis como Tir na tSamhraidh
("a Terra de Verão"), Tir na mBeo ("a Terra
de Vida Perpétua"), Hy-falga ("Alta Ilha Auk"),
Magh da Cheo ("a Planície das Duas Neblinas") e a
estranha denominação Tir fo Thuinn ("a Terra sob
Ondas" ou "Abaixo do Horizonte"). Cada nome
sugere características individuais dos domínios Fomorianos,
mas essa foi, acima de tudo, "uma terra em que não há
verdade segura, e onde não há nem idade nem decaimento,
pena ou tristeza, nem inveja nem ciúme, ódio ou insolência".
Infelizmente, era também um lugar de pouca ação, e homens
invariavelmente cansados dos prazeres sensuais que a terra
oferecia. Contava-se que nas terras mortas, que albergavam
espíritos de pessoas desvirtuadas, estavam as raizes de An
Domhain e este lugar de sombras não era procurado!
Os heróicos Milesianos teriam se
dirigido a An Domhain pelo oceano, seja por aventura ("echtra")
ou por uma expedição ("immrama"). A viagem
aventuresca, considerada de cunho espiritual, era realizada
por guerreiros procurando vingança ou por homens
apaixonados que viam uma desejável mulher do outro mundo em
seus sonhos. Expedições eram organizadas para ganhos
mercenários. Às vezes, as viagens marítimas ocidentais
tinham um duplo objetivo: quando Bres e seus seguidores
foram afugentados, eles tiraram a Harpa Irlandesa do Norte,
um símbolo da soberania irlandesa bem como um implemento mágico.
Os Tuathans, sob seu patriarca, um deus-herói denominado
Dagda (o pai adotivo de Lugh), seguiram-nos, invadiram Na
Domhain e, com a ajuda de uma mulher residente (Mhorrigan)
invadiram a ilha. Eles recuperaram a Harpa mas devastaram
"reino submarino", levando consigo os
"catorze Tesouros da Bretanha", todos objetos
possuidores de elevados poderes mágicos. Como resultado, os
Fomorianos foram opostos por suas próprias armas (incluindo
o formidável Caldeirão das Profundezas) e não puderam
mais invadir o mundo de homens.
Os mundos ocidentais foram a princípio
governados por um patriarca conhecido como o Oolaithir, ou
"Pai de Todos". Este deus imortal criou o mundo de
oceano da "Fenda Primordial", e então colocou o
controle sob os deuses mortais, os primeiros desta linha
sendo Ler ou Lear, literalmente, "O Mar". Sua
descendência e seus segundo regente foi Manann mac Ler, e
um de seus descendentes foi Bres. Acreditava-se que cada um
destes gigantes Fomorianos reencarnasse o espírito de todos
seus ancestrais.
É interessante notar que os nórdicos
também conheciam o Ginnugugap, ou o "Local do Início",
e colocaram-no em seus antigos mapas marítimos, mostrando-o
no longínqüo oceano ocidental, a oeste da Groenlândia.
Alguns aborígenes canadenses têm indicados que a Terra
Nova, no Canadá, foi o lugar de criação da palavra. Se
for o caso, aquela ilha pode conferir com Hy-Breasil.
Existem outras possibilidades: alguns dos
povos nativos dão à Ilha Grand Manan uma reputação
parecida. Ora, Manann mac Ler foi comprovadamente o guardião
e guardião para as Terras da Sombra. Além disso, os
Abenakis dizem que existe um portão invisível ao mundo
subterrâneo e para as Terras Mortas neste lugar. Há número
de "High Islands" no lado ocidental do Atlântico.
Existem duas ilhas chamadas "Isle Haute" na Baía
de Fundy. Uma destas está próxima da costa de Maine, e foi
lugar de primitivos assentamentos franceses; a outra está
nos limites superiores de Fundy, a certa distância de
Advocate Harbour, na Nova Scotia, na divisão da Baía nas
bacias do Chignecto e Minas. Este lugar tem uma grande tradição
ligada às trevas.
Os Romanos nomearam o oceano ao norte da
costa de Oceanus Diu Caledonius Da Grã-bretanha, "O
Oceano do Duplo Caledon", num reconhecimento à sua
proeza marítima. As Caledônias Escocesas, tal como os
marinheiros missionários irlandeses da antigüidade,
residiam no lado ocidental da Bretanha, e habitavam as ilhas
ao noroeste. Não há dúvida que alguns destes povos, que
historicamente tocaram a Islândia, Groenlândia e norte da
Rússia, poderiam ter alcançado o Novo Mundo, e seus mitos
sugerem que o tenham feito! Como os modernos japoneses, os
antigos nórdicos eram cuidadosos observadores da tecnologia
alheia, e seus grandes barcos poderiam ter sido padronizados
seguindo os modelos celtas. Quando sua terra tornou-se
populosa, eles construíram barcos e emergiram como piratas
do mar. Ao visitarem as Faeroes, Iceland e Greenland, esses
nórdicos encontraram o povo céltico já em residência.
Como seria de se esperar, esses sagrados eremitas reagiram,
movendo-se em direção ao ocidente. Já haviam rumores de
terras habitadas por homens brancos até mesmo entre os índios
encontrados pelos nórdicos. Seriam, talvez, os
remanescentes de Hy Breasil?
6.8 O
conhecimento mais moderno do brasil
Sobre a palavra Brazil: "A primeira
vez que esta palavra acha empregada, segundo Muratori, é no
anno de 1128 n’um tractado entre os povos de Bolonha e
Ferrara, no qual figura n’uma resenha de mercadorias a
grana de Brazile. Parece que esta madeira vinha então das
ilhas Malaias, e era um dos artigos do comércio do Mar
Vermelho. Os tupis chamão a arvore Araboutan, e com
lavadura da sua cinza sabem dar uma cor vermelha mui duravel".
"Segundo Muratori, em 1193 e 1316
apareceu notícia de uma droga que tingia os tecidos de
encarnado, dando-se-lhe na Itália o nome de Brezil,
Brecillis, Bracire, Brasilly, Brazilis e Brazili. O nome
Brazil já era conhecido muito antes do descobrimento da América
por Colombo, e as tarifas da alfândega de Ferrara
compreendiam esta mercadoria em um de seus artigos".
A participação ampla dos fenícios no
conhecimento das terras ocidentais explica a grande
participação dos judeus nas grandes navegações. Desde o
tempo de Salomão, as Casas de Hirã e do grande soberano
judeu se uniu de tal forma que a construção do templo de
Jerusalém foi feita por arquitetos e pedreiros fenícios, e
as misteriosas viagens para descobrir ouro e madeiras para a
construção do templo foram feitas conjuntamente. Este
vasto conhecimento dos judeus sobre a ciência da
navegação não passou desapercebido por alguns soberanos
à época da Diáspora, especialmente D. Manoel. Em 1412 foi
fundada a Escola de Sagres, primeira academia portuguesa de
navegação. Portugal, à época, tornara-se o último
reduto dos judeus na Europa. A proteção concedida pelos
soberanos portugueses aos judeus visava declaradamente
atrair os largos conhecimentos hebreus nas matemáticas, na
geografia e na astronomia, para calcar os grandes
desenvolvimentos levados a cabo nas pesquisas náuticas para
lançar Portugal como potência mundial. "Assim, para a
direção da Escola de Sagres, (...) foi escolhido um dos
mais famosos cartógrafos do século XV, o judeu Jehuda
Crescas, cuja missão especial era ensinar aos pilotos
portugueses os fundamentos da navegação bem como a
produção e o manejo de cartas e instrumentos náuticos.
Mais tarde, outros judeus de renome científico prestaram
sua colaboração à escola de Sagres, destacando-se os
sábios José Vizinho, Mestre Rodrigo e, sobretudo, Abraham
Zacuto, autor do ‘Almanaque Perpétuo de todos os
Movimentos Celestes."
Em 1418 "Bartholomeu Perestrello,
levado para o sudoeste por uma tempestade, descobre a terra
a que dá o nome de Porto Santo, trazendo depois a boa nova
desse acontecimento ao infante D. Henrique, que se exalta
ante tão memorável sucesso. Em seguida outras terras são
descobertas, e ao príncipe se deve o apoio dos
empreendimentos". (Cândido Costa, As Duas Américas,
p.69) Neste ano de 1418 o infante mudou sua residência para
Sagres, para melhor acompanhar os desenvolvimentos
referentes à navegação e a partida das expedições. Em
Sagres encontravam-se os maiores doutos da época, sendo
onde foi fundada a primeira escola náutica assim como o
primeiro observatório.
Em 1439, "Hervas (T.1, p.109) faz
menção d’um mappa da bibliotheca de S. Marcos em Veneza,
feito em 1439 por André Blanco, no qual se indica na
extremidade do Atlântico uma ilha com o nome de Ilha do
Brazil; outra, chamada Ilha da Antilha; e uma terceira, na
posição do Cabo de Sancto Agostinho, na Florida, com a
extranha cognomenação de Isla de la mano de Satanaxio."
1445-1448 - "Está averiguado por
uma carta de André Biancho, escrita em 1448, que a América
foi descoberta pelos Portugueses entre os anos de 1445 a
1448, tempo em que o famoso infante D. Henrique estava todo
entregue ao estudo da navegação e preocupado com os
descobrimentos já feitos na costa africana. O já citado
Sr. Yule Oldham assevera que na carta de Biancho estão
indicadas as descobertas feitas pelos Portugueses, além das
ilhas de Cabo Verde, havendo um tópico que diz: esta ilha
está a 1500 milhas ao leste, referindo-se à América,
sobre a qual em 1447 foi arrojado um navio português, como
se vê nos Descobrimentos do Mundo, obra publicada por
Galeano. Pelo que fica exposto, fácil é de explicar a
existência de João Ramalho, Português, natural de Vianna,
na capitania de S. Vicente (Brasil) desde 1490, dois anos
antes de ter Colombo descoberto a América!" (Cândido
Costa, As Duas Américas, pp.69-70, citado em A. Franco, op.cit.,
pp. 414-415)
O conhecimento das terras do Brasil por
Salomão e por Hiram, conforme a explanação feita por Cândido
Costa, é difícil de ser refutada. A manutenção desta
antiga tradição, milenar e sem pátria, pertencendo à própria
humanidade, fez com que se desse à América a antiga
denominação do mítico grego Merope, e ao Brasil a antiga
denominação nórdico/céltica de Hy-Brasil, referente às
terras do gigante roncador. Esta denominação de Brasil,
que supostamente deveu-se à madeira que deu origem à tinta
vermelha, já era utilizada para designar a tintura vermelha
comercializada em Ferrara no século XII (vide 1128 d.C.), e
era muito conhecida antes das Grandes Navegações. Embora
os verdadeiros autores destas antigas denominações sempre
tenham se mantido em segredo, sua intenção de creditar a
descoberta destas antigas e conhecidas terras à tradição
antiga e não à dominação católica foi muito clara. Não
foi por outro motivo que, tão logo foi possível, o nome
das terras descobertas por Cabral mudaram de Ilha de Vera
Cruz e Terra de Santa Cruz para o antigo nome de Brasil.
A palavra Brazil não é irlandesa, mas
está bastante ligada com os termos fenícios.
Antigamente como também nos dias atuais,
as regiões foram nomeadas de acordo com os depósitos de
metais lá encontrados. Assim Núbia é a palavra egípcia
para ouro; Hatus, a capital da Hittita, significa Cidade
Prateada; Chipre é a palavra antiga para cobre, e Brasil,
como nós mostramos, era a Terra do Ferro.
Há três relações com possível
significação.
A Primeira, a associação entre o Brasil
e ferro pode retornar ao Gênese 4:22: "Zillah (a
esposa de Lamech) teve o filho Tubal-Caim; ele era o
forjador de todos os instrumentos de bronze e ferro".
Em muitas sociedades a criança é filho
da mãe, não do pai. Assim Tubal-Caim também era conhecido
como BarZillah. A palavra para ferro em ambos, Hebreu e Sumério,
poderia ser uma relação ao filho de Zillah.
A seguinte observação confirma a
anterior.
Em 1882 um estudante pensou que aquele
Barzil que quer dizer ferro em hebreu tem sua origem de
"Bar", a palavra para filho no idioma Caldeu
antigo, no hebreu atual utiliza-se o termo "Ben".
Enquanto a segunda sílaba "zil" significa
despejar, e também contribui para uma palavra indicativa de
calor violento.
Segunda, os estudantes notaram as ligações
muito antigas entre as palavras derivadas de Tubal-Caim com
o ferreiro ou artífice do ferro.
Na antiguidade uma tribo associada com
trabalho em metal era conhecida como os "Tibareni"
(uma forma modificada da palavra Tubal). Em uma aldeia no
Oriente-Médio era notado que as faíscas que saíam do
ferro foram chamadas de "tubal".
Há também uma correlação entre tubal,
como as faíscas que saem do ferro, quando se passa o
esmeril, com o rastro de um cometa ou meteorito que cai do céu.
O deus romano do Tiber (que também pode
significar Tubal-Caim) era Vulcan cuja forja é o vulcão.
Vulcan está primeiramente associado com
fogo e com trabalhos no metal.
Curiosamente, era dito que o Vulcan era
um aleijado jogado fora de céu pelo seu pai Júpiter como
castigo por tomar o lado da sua mãe em uma disputa. {uma
estranha conexão com o livro de Gênese, porque lá há uma
razão para acreditar que Tubal-Caim é o jovem em quem o
pai dele, Lamech, se vingou, como contado em Gênese 4:23}
"Disse Lameque a suas mulheres: Ada
e Zillah ouvi a minha voz; escutai, mulheres de Lameque, as
minhas palavras; pois matei um homem por me ferir, e um
jovem por me pisar."
Terceira, há o fato interessante que a
última parte do nome, Tubal-Caim, é a palavra hebréia
para ferreiro.
Outro modo de soletrar o Caim é o Ken. O
Ken é uma forma da palavra hebréia para uma lança de
cobre, e os Kenitas eram umas tribos de ferreiros vagantes,
os quais faziam Instrumentos de metal.
Desta forma nós recuperamos três
caminhos lingüísticos relacionados a Tubal-Caim, o
primeiro ferreiro, ao país Brasil, um dos nomes mais
antigos de um lugar do mundo, o qual pode ter sido bem
conhecido por antigos navegantes. (fenícios talvez)
A estirpe de Caim e Tubal-Caim terminou
com o dilúvio, mas nós podemos deduzir que aquele Noé e
os seus filhos colecionaram a tecnologia do mundo Pré-Diluviano,
inclusive a metalurgia, e então ensinaram-na aos seus
descendentes na era Pós-Diluviana. (mesmo porque, para
construir a arca necessitavam de ferramentas, pregos,
parafusos, etc.).
O exemplo acima ilustra o tipo de
tentativas lingüísticas feitas procurando o que foi o
passado.
O fato, não documentado, de que os
cavaleiros templários, na época das cruzadas, tiveram
acesso ao conhecimento dos povos orientais, para uma época
de barbarismos europeus, tiveram o conhecimento de que em
uma "ilha além-mar" continha um grande meteorito
de ferro, suponho que talvez, através de mapas das rotas
fenícias, estivesse indicado o "Brasil" como
terra aonde retiravam as piritas de ferro para compor a liga
do aço de wootz, que foi perdido por volta dos anos 1200
E.V. também coincidindo com a retirada dos templários do
oriente.
Ao retornar a Europa iniciou-se a casada
aos templários, onde somente Portugal, Espanha e Inglaterra
deram hospedagem a estes guerreiros, na forma de divisão
eclesiástica. Como em Portugal, criou-se a ORDEM DE CRISTO
e a ORDEM DA SANTA CRUZ. (ver livro A ordem de cristo e o
Brasil de Tito Lívio Ferreira).
Estas ordens por sua vez, responsáveis
pela administração das primeiras escolas
"faculdades" tinham por sua responsabilidade a
Escola Naval de Sagres. Onde se supõe que os mapas dos fenícios
foram parar.
Assim patrocinados por Don Sebastião e
do cardeal Rei Don Henrique, e sabendo das descobertas das
índias ocidentais por Colombo, foi dado a Ordem de Santa
Cruz o direito e posse das terras "além-mar".
No inicio o Brasil chamou-se "terra
de Santa Cruz" como referencia ao direito de posse da
ordem.
A adequação do nome Brasil foi imposta
pelos próprios membros sucessores da ordem, pois eles
sabiam que o direito de conhecimento destas terras pertencia
aos extintos "fenícios" e "sumérios".
(de qualquer forma não mais reclamariam o direito de
posse). Mas foi a forma que estes descendentes dos
conhecimentos templários, encontraram para perpetuar o
sentido original do nome que foi dado a "ilha do
meteorito de ferro".
Não como dito no conto da carochinha que
nos foi dado nos estudos primários que a origem é do
pau-brasil...
Desta forma vos digo:
Sou Tubal-Caim, filho de Zillah,
BarZillah, BarZilleiro, Brasileiro, forjador (como o que
molda o aço da mesma forma que moldamos nossas esperanças
e ideais) com muito orgulho.
7 Antiga canção
Inglesa - O velho Tubal-Caim
Há uma canção que os ingleses cantam
para suas crianças e jovens dando um alerta ao que era
Tubal-Caim como força de trabalho e o que pode acontecer,
em um momento de distração, o fato de poder arruinar sua
vida. É uma alegoria a morte da "motivação á
vida" com relação figurativa a destruição de Tubal,
Lameque e suas esposas.
|
OLD TUBAL CAIM
|
VELHO TUBAL-CAIM
|
| |
|
|
Old Tubal Caim was a man of might,
|
Velho Tubal-Caim era um homem
potente,
|
|
In the days when the earth was
young,
|
Nos dias quando jovem era a
terra,
|
|
By the fierce red light, of the
forge so bright,
|
Pela feroz luz vermelha, da forja
tão luzente,
|
|
Heavy strokes on his anvil rung.
|
Golpes pesados na sela da
bigorna.
|
| |
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
|
Hurrah, hurrah for Tubal Caim,
that mighty man of old:
|
Hurrah, hurrah para Tubal-Caim o
velho homem poderoso:
|
|
Hurrah, hurrah for sword and
spear, he made for warriors bold.
|
Hurrah, hurrah para espada e a
lança, por ele forjadas para bravos guerreiros
|
| |
|
|
(Repeat)
|
(Refrão)
|
|
Up-lifted high was his brawny
hand,
|
Para o alto era erguida a sua mão
musculosa,
|
|
And the glow of the flames was
clear,
|
E o brilho das chamas era claro,
|
|
And the sparks rushed out in a
scarlet glow,
|
E as faíscas espirravam em um
brilho escarlate,
|
|
As he worked on the sword and
spear.
|
Era como ele forjava a espada e a
lança.
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
|
{Begin page}
|
{inicio}
|
|
And he sang hurrah for my handy
work,
|
Eles cantavam hurrah para o meu
trabalho,
|
|
Hurrah for the spear and sword;
|
Hurrah para a lança e a espada;
|
|
Hurrah for the hand that shall
wield them well,
|
Hurrah para as mãos que podiam
as brandir bem,
|
|
For be shall be king and lord.
|
Para que o rei e senhor posa
imperar.
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
| |
|
|
WHERE IS YOUR BOY TONIGHT?
|
ONDE SEU MENINO ESTÁ HOJE À
NOITE?
|
|
Life is teeming with evil snares,
|
Vida abunda com as armadilhas do
mal,
|
|
The gates of sin are wide
|
Os portões de pecado são vastos
|
|
The rosy fingers of pleasure wave
|
Os dedos róseos das curvas do
prazer
|
|
And beckon the young inside.
|
E acena a jovem lá dentro.
|
|
Man of the world with open purse,
|
Ao Homem vulgar de bolso aberto,
|
|
Seeking your own delight,
|
Buscando seu próprio deleite,
|
|
Pause [ere?] reason is wholly
gone, W.
|
Pare [antes que?] perca a razão,
PORQUE.
|
|
Where is your boy tonight?
|
Onde seu menino está hoje à
noite?
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
| |
|
|
Where, O where is your boy
tonight?
|
Onde, O onde seu menino esta à
noite?
|
|
Where is your boy tonight?
|
Onde seu menino está à noite?
|
|
Pause ere reason in wholly gone,
|
Pare antes de perder o juízo,
|
|
Where is your boy tonight?
|
Onde seu menino está hoje à
noite?
|
|
(Repeat)
|
(Refrão)
|
|
Sirens are singing on ev'ry hand
|
Sirenes estão cantando em todo
lugar,
|
|
Luring the ear of youth,
|
Encantando o ouvido dos jovens,
|
|
Gilded falsehood with silver
notes
|
Ouro falso em moedas de prata
|
|
Drowneth the voice of truth,
|
Deturpando a voz da verdade,
|
|
Dainty lady in costly robes,
|
Senhora delicada em caros roupões,
|
|
Your parlors gleam with lights
|
Suas salas de estar resplandecem
em luzes
|
|
Ease and beauty your senses steep,
|
Facilidade e beleza seus sensos
excitam,
|
|
Where in your boy tonight?
|
Onde em seu menino à noite?
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
| |
|
|
Tempting whispers of royal spoil,
|
Sussurros tentadores de espólio
real,
|
|
Flatter the youthful soul
|
Lisonjeie a alma jovem
|
|
{Begin page} WHERE IS YOUR BOY
TONIGHT?
|
{inicio} ONDE SEU MENINO ÉSTA À
NOITE?
|
|
Eagerly entering into life,
|
Mergulhando na vida,
|
|
Restive of all control,
|
Atribulando todo o controle,
|
|
Needs are many and duties stern,
|
Desejos são muitos e poucos os
deveres,
|
|
Crowd on the weary sight,
|
Concentrando na visão cansada,
do
|
|
Father buried in business cares,
|
Pai entediado dos negócios,
|
|
Where is your boy tonight?
|
Onde seu menino está à noite?
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
| |
|
|
Turn his feet from evil paths
|
Desvie seus pés dos maus
caminhos
|
|
E'er they have entered in,
|
Antes que eles entrem,
|
|
Keep him unspotted while yet you
may,
|
Os mantenha incólumes enquanto
ainda pode,
|
|
Earth in so stained with sin
|
Terra tão manchada com o pecado
|
|
Ere he has learned to follow
wrong,
|
Antes que eles aprendam a seguir
errados,
|
|
Teach him to follow right,
|
Ensine-os a seguir direito,
|
|
Watch, ere watching in wholly
vain,
|
Assista-os, antes que tu assistas
tudo em vão,
|
|
Where in your boy tonight?
|
Onde estará seu menino à noite?
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
| |
|
|
DON'T GO OUT TONIGHT, MY DARLING
|
NÃO SAIA HOJE À NOITE, MEU BEM,
|
|
Don't go out tonight, my darling,
|
Não saia hoje à noite, meu bem,
|
|
Do not leave me here alone,
|
Não me deixe aqui só,
|
|
Stay at home with me, my darling,
|
Fique em casa comigo, meu bem,
|
|
I am lonely when you're gone,
Though the wine-cup may be tempting,
|
Eu fico só quando você vai,
enquanto a taça de vinho pode estar tentando-o,
|
|
And your friends are full of glee
|
E seus amigos estão cheios de
encanto
|
|
I will do my best to cheer you,
|
Eu farei meu melhor a te
contentar,
|
|
Darling, won't you stay with me?
|
Bem, você não fica comigo?
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
| |
|
|
Don't go out tonight, my darling,
do not go,
|
Não saia hoje à noite, meu bem,
não vá,
|
|
Do not leave me here alone, all
alone,
|
Não me deixe aqui só, toda só,
|
|
Stay at home tonight, my darling,
|
Fique hoje à noite em casa, meu
bem,
|
|
I am lonely when you're gone.
|
Eu fico solitaria quando você
vai.
|
| |
|
|
(Repeat) {Begin page}DON'T GO OUT
TONIGHT; MY DARLING
|
(Refrão) {inicio} NÃO SAIA HOJE
À NOITE; MEU BEM.
|
|
O my darling, do not leave me,
|
O meu bem, não me deixe,
|
|
For my heart is fill'd with fear,
|
Meu coração está cheio do
medo,
|
|
Stay at home tonight, my darling,
|
Fique à noite em casa, meu bem,
|
|
Let me feel your presence near;
|
Deixe-me sentir sua presença;
|
|
O my God, he's gone and left me,
|
O meu Deus, ele foi e me deixou,
|
|
With a curse upon his lips,
|
Com uma maldição nos seus lábios,
|
|
Who can tell how much I suffer
|
Que pode contar quanto eu sofro
|
|
From the accurs'd cup he drinks!
|
Da taça amaldiçoada ele bebe!
|
|
Chorus:
|
Coro:
|
| |
|
|
Hear the tread of heavy
footsteps,
|
Ouço o pisar de passos pesados,
|
|
Hear that rap upon the door,
|
Ouço aquele toque na porta,
|
|
They have bro't me home my
husband,
|
Eles trazem para casa meu marido,
|
|
There he lays upon the floor,
|
Lá ele se deita no chão,
|
|
No caress of mine can wake him,
|
Nenhuma carícia minha o pode
despertar,
|
|
All he craves is rum, more rum
|
Tudo que ele quer é rum, mais
rum,
|
|
And the fondest hopes I
cherished,
|
E as esperanças mais fortes que
eu tanto quis,
|
|
All have faded, one by one.
|
Todas ruíram, uma por uma.
|
8 Estória de
Tubal-Caim
[4.]
Tubal-Caim, árduo trabalhador,
trabalhava duro na sua forjaria quando um guerreiro entrou
pela porta.
Nesta época, a sétima geração dos
descendentes de Adão, a guerra então, não tinha sido
aperfeiçoada. Pensava-se que o primeiro combate, entre Caim
e Abel, tinha sido tão horroroso que uma guerra nunca
aconteceria novamente.
Mas Seth-Abel era um inovador...
— No que você está trabalhando? Ele
perguntou.
O ferreiro virou o objeto na sua forja.
Uma picareta.
— Será que você poderia me fazer uma
dessa, só que mais comprida, reta, sem o buraco no meio, e
um dos lados afiado?
— Claro que eu posso.
Tubal-Caim ergueu uma barra de metal
ardente da forja.
— Este comprimento está bom?
— Sim, mas eu prefiro mais fino... Como
uma cunha...E, por favor... Ponha um cabo na ponta, com um
pequeno flange de metal entre o cabo e a picareta.
Amavelmente, Tubal-Caim pos a barra de
bronze contra a sua bigorna e com o martelo e o cinzel
cortou o metal em excesso.
Então ele martelou a barra novamente, e
pos de volta na forja.
— Colheita estranha essa que você
está planejando. Observou.
— Sim, e enrubesceu.
— O guerreiro apanhou a toa uma barra
de metal cinzento.
— O que é isto?
— Zinco, é o que dá para o bronze a
sua dureza. O cobre dá a cor, mas o zinco é que dá a
resistência.
— É a resistência que me
importa...Resistência e a habilidade para manter o fio.
— Seu pai é que lhe ensinou como
misturar os metais?
— Não, isto é minha própria
invenção.
— Você o único é que sabe fazer o
metal, então?
— Eu e os meus filhos.
— Assim se morrerem vocês três, não
haverá ninguém que poderia fazer mais algumas ferramentas
de metal?
— Por que? isso é que é um pensamento
estranho! Acho que isso seja verdade.
O guerreiro gargalhou.
— Está Bem, eu volto amanhã, então.
— Tenha certeza que seus meninos
estarão aqui. Faz muito tempo que não os vejo.
Ele partiu.
Tubal-Caim pensou durante algum tempo.
Ele não gostou da direção das idéias dele, mas ele as
seguiu para onde elas iam. Então pôs mais duas barras de
bronze na forja.
Quando as picaretas estavam terminadas,
ele as estudou cuidadosamente. Elas pareciam perigosas.
Ele achou que elas não romperiam muita
terra, mas elas poderiam ser boas para outros fins.
No dia seguinte ele chamou os seus dois
filhos, e deu a cada um instrumento de metal. Eram ambos,
bons e fortes rapazes.
— Escondam-se no quarto de trás. ele
disse.
— Vejam pela fresta e não façam
nenhum barulho.
Desconfiado, o filho primogênito disse:
— Do que você suspeita, Pai?
— Eu não sei como se chama isto
mas...é muita loucura.
— Agora vão.
Os filhos dele fizeram como ele ordenara.
Tubal-Caim voltou à sua forja, e para os seus pensamentos.
Se ele estivesse errado, tudo estaria bem. Se estiver certo,
então ele morreria, mas não os seus filhos. Eles eram
fortes e inteligentes. Eles saberiam o que fazer. Duas
mortes seria uma coisa terrível. chocante, mas nada tão
brutal como três. Ele esperava estar errado.Ele tinha a
esperança de que se ele tivesse razão, esta coisa poderia
terminar por aqui e agora.
Então o guerreiro entrou, assobiando. .
. . . . . . . .
9 A Lenda de
Tubal-Caim e Hiram
[5.]
Tal como exposto pelo Grão Mestre Robert
Ambelain em sua obra O segredo maçônico, "A lenda de
Hiram" constitui a alma da maçonaria desde o século
XVIII. A lenda da ordem é resumida nesta obra, onde dá a
conhecer uma série de revelações históricas.
Salomão, filho de Davi recebe de Deus a
missão de construir o templo seguindo as instruções
deixadas pelo profeta Natan, ao qual o Senhor deu sonhos com
as indicações necessárias. Hiram, rei de Tiro, amigo de
seu pai, concede ajuda em materiais e trabalhadores. E envia
o fundidor Hiram, Um belo dia este ultimo Hiram se dispõe a
efetuar a fundição do mar de bronze, na presença de Salomão
e da Rainha de Sabá (Balkis), a qual Salomão queria
seduzir, a fim de se casar com ela. O povo de Israel
assistirá a fundição.
Benoni, ajudante e fiel discípulo do
mestre de obras, surpreendeu, na calada da noite, a três
obreiros, Fanor o Sírio, pedreiro, Anru o Fenício,
carpinteiro e Metusael o judeu, mineiro, sabotando o molde
do futuro mar de bronze. Benoni adverte Salomão sobre a
traição dos três cúmplices, mas o rei, enciumado da
admiração que Balkis sentia por Hiram, deixa que continuem
os preparativos.
Ao por do sol, Hiram dá a ordem de se
iniciar a verter o metal. E o gigantesco molde em que deve
fundir-se o mar de bronze, que tinha sido fragilizado se
rompe. O metal em fusão verte bruscamente para fora do
molde e salpica a multidão horrorizada. Benoni, desesperado
por não haver alertado pessoalmente a Hiram, se atira para
o metal adentro.
Pouco depois, sozinho, e abandonado por
todos, Hiram suspira diante de sua obra destruída. Naquele
momento do metal ainda enrubescido, no meio da noite escura,
se levanta uma sombra luminosa. O fantasma avança até
Hiram, que o observa estupefato. Seu peito enorme está
revestido com uma dalmática sem mangas; aros de ferro
adornam seus braços desnudos; sua cabeça bronzeada,
envolta por uma barba quadrada, com varias tranças, está
coberta por uma mitra com bordas (prata e dourada); segura
em uma mão um martelo de ferreiro. Seus olhos grandes e
brilhantes olham com doçura para Hiram e com uma voz que
parece ser arrancada das profundezas do bronze lhe diz:
—Reanima a tua alma, levanta-te meu
filho, Vem e me segue. Vi os males que assombram a minha
raça e me compadeci.
—Espírito, quem sois?
—A sombra de teus pais, o antepassado
daqueles que trabalham e que sofrem. Venha! Enquanto minha
mão estiver a tua frente, respirarás nas chamas. Nada
temas. Nenhum mal sofrerá...
—Onde estou? Qual seu nome? Aonde me
levas? Pergunta Hiram.
—Ao centro da terra, na alma do mundo
habitado. Ali se construiu o palácio subterrâneo de Enoch,
nosso pai, que no Egito era chamado de Hermes e na Arábia
pelo nome de Edris...
—Poderes imortais! Exclama Hiram.
Então é verdade? Vós sois...?
—Teu antepassado, homem, artista... Teu
amo e teu patrono. Eu fui Tubal-Caim.
Conduzindo-o como um sonho às
profundezas da terra, Tubal-Caim instrui a Hiram as bases
essenciais da tradição dos Caimitas, ferreiros e donos da
forja.
No centro da terra, Tubal Caim apresenta
a Hiram a seus antepassados: Enoch, que ensinou aos homens a
construir edifícios, a unir-se em sociedade, a entalhar a
pedra; Hirad que soube desde então a represar as fontes e
conduzir as águas fecundas; Maviel que ensinou a arte de
trabalhar o cedro e todas as madeiras; Matuzael, que
idealizou os caracteres das escritas; Jabel que levantou a
primeira tenda e ensinou os homens a costurar a pele dos
camelos; Jubal o primeiro a tocar as cordas da citara e da
harpa, extraindo deles sons harmoniosos... E por ultimo eu,
que ensinei os homens à ciência do preparo dos metais, as
artes da paz e da guerra, de martelar o bronze, de acender
as forjas e insuflar o fogo.
Então transmitiu a Hiram a tradição
luzidia.
No início dos tempos, dois deuses
dividem o universo. Um, Adonai, senhor da matéria e do
elemento terra, o outro Iblis, senhor do espírito e do
elemento fogo.
Adonai cria o primeiro homem de barro e
lhe dá a vida. Movido a compaixão pelo bruto e
incomprensivo de que Adonai o queria convertê-lo em seu
escravo e seu joguete, Iblis e os Eloins (os deuses secundários)
despertaram seu espírito, e lhe dotaram a inteligência e a
compreensão.
Entretanto Lilith, a irmã de Iblis, se
tornava a amante oculta de Adão, o primeiro homem, e lhe
ensinava a arte do pensamento, Iblis então seduzia a Eva,
surgida do primeiro homem, e a fecundava, junto com o germe
que gerou Caim, este portava uma centelha divina. Com
efeito, pelas tradições talmúdicas, Caim nasceu dos
amores de Eva e Iblis, (Samael – o veneno supremo). Abel
nascera da união de Eva e Adão.
Mais tarde, Adão não sentia mais do que
desprezo e ódio por Caim, que não era seu verdadeiro
filho.
Aclinia, irmã de Caim, a qual a amava,
será entregue como esposa a Abel. E apesar disso dedica a
sua inteligência inventiva que vinha dos Eloins, para
melhorar as condições de vida da sua família, que fora
expulsa do Éden, tornando-se errante pela terra. Mas um dia
cansado de sentir a ingratidão e a injustiça como resposta
aos seus esforços, se rebelara e matara seu irmão Abel.
Para justificar-se, Caim responde
pessoalmente a Hiram. Insiste sobre a sua sorte dolorosa.
Somente ele trabalhava a terra, arando, semeando e colhendo,
efetuando todos trabalhos penosos, enquanto Abel,
comodamente sentado debaixo das arvores, vigiava sem esforço,
os rebanhos. Quando lhes tocava por oferecer os sacrifícios
prescritos a Adonai, amo exterior da esfera terrestre, Caim
elegia uma oferenda com: frutos, espigas de trigo. Abel ao
contrário oferecia em olocausto os primogênitos de seus
rebanhos. E, preságio funesto, a fumaça do sacrifício de
Abel subia reto e orgulhoso no espaço, enquanto que, a fumaça
do fogo de Caim caia até o solo, mostrando o rechaço de
Adonai.
Caim explica então a Hiram que, no curso
das eras, os filhos nacidos dele, os filhos dos Elohim,
trabalharão sem cesar para melhorar a sorte dos homens, e
que Adonai, e que Adonai, pleno dos céus, ainda tenta
aniquilar a raça humana com o dilúvio, viu seu plano
fracassar graças a Noé, que fora por sua vez, advertido em
sonhos pelos Filhos do Fogo sobre a catástrofe iminente.
Ao devolver Hiram aos limites do mundo
tangível, Tubal Caim revela que Balkis pertence também à
linhagem de Caim e que é a esposa que lhe esta destinada
por toda a eternidade.
Depois da partida da Rainha de Sabá,
Hiram e Balkis se uniram em segredo a pesar da zelosa
vogilancia de Salomão. Hiram, descendente das Inteligencias
do Fogo, e Balkis, descendente das Inteligencias do Ar, mão
podiam permanecer unidos. Hiram será assassinado por tres
Companheiros, desejosos de conhecer indubitavelmente a
contrasenha dos Mestres, con objetivo de receber o mesmo
salario que eles. O crime terá lugar dentro do templo de
Jerusalém em construção, deserto nesse momento. E Balkis
ao retornar ao país de Sabá, sem nunca haver sido a esposa
de Salomão, cruzará, sem vê-los, com os três assassinos,
que levam o cadáver de Hiram para enterrá-lo em segredo.
Somente se estremecera, em seu seio o
menino que irá nascer dos seus amores fugitivos com o
Mestre Obreiro, esse menino que mais adiante será o
primeiro dos filhos da viúva.
Tal é a lenda de Hiram, que não aparece
no seio da maçonaria especulativa até aproximadamente
1723. a maçonaria especulativa dos séculos anteriores a
ignorava. Ate este momento Hiram não gosava de maior importância
nos relatos iniciáticos que Nemrod, Noé, Abraham ou Moisés.
È fácil de se compreender, já que na bíblia
Hiram aparece reduzido no seu papel de fundidor, sem
aparecer em nenhum momento como o arquiteto do templo de
Jerusalém. Se quiserem precisar a verdadeira identidade
desse arquiteto, tem de atentar para o relato bíblico,
segundo o qual foi o mesmo Deus quem comunicou os planos a
Davi, por meio do profeta Natan, durante uma visão ou
sonho.
Como se vê, a lenda de Hiram, procedente
das tradições próprias dos ferreiros Caimitas dos
arredores do Sinai, está parecida com as tradições
tantricas índias.
Com ela se associam outras tradições
como a de Prometeo, a rebelião dos Titans, a queda dos
anjos no monte Hermom, narradas no livro de Enoch. Como se
diz, todas ensinaram aos homens conhecimentos tão diversos,
novos, mas sucetiveis de causar a sua perdição. (Gênesis,
VI, 1-7).
10 A Arte de
Tubal Caim Arquitetura e Metalurgia
[5.]
Nós, como Pedreiros, sabemos que Tubal
Caim é descrito como um ferreiro. Nós não sabemos quando
ele viveu, mas provavelmente nos dias quando o homem
primitivo necessitou utilizar ferramentas de pedra ou pedra
lascada para trabalhar, acontecimento natural, pedaços de
ouro; prata; cobre e ferro meteórico tranformados em armas,
ferramentas e ornamentos para uso na guerra ou paz.
Em alguma fase, homem utilizou fogo para
purificar os metais dos seus resíduos, echegou o momento mágico,
alguns milhares de anos atrás na Mesopotâmia, quando minérios
de cobre e estanho eram fundidos; estes lançaram primeira
liga de metais a Idade de Bronze, um grande passo adiante na
ascensão do homem.
Esta metalurgia primária promoveu a
primeira explosão no comércio internacional, como a
cunhagem do bronze formou os meios modernos de troca, e o
berço da civilização no Oriente.Na área mediterrânea e
assim difundiu para a Europa.
Está definida uma corrida na área da
metalurgia por nossa maçonaria. Nós fomos despidos do
dinheiro e substâncias metálicas sempre antes que nós
entrássemos na Loja.
Nas Conferências Maçônicas, há uma
forte insinuação para a metalurgia extrativa com a menção
do calcario, carvão e do barro como os simbolos de
liberdade, fervor e zelo.
Barro é nossa 'Mãe Terra', provendo com
os metais e os materiais refratários para conter as altas
temperaturas; do carvão, nós retiramos a energia do calor
para fundir e os refinar; e do calcário, o fluxo para ligar
os minerais e separa-los da escória.
O que há sobre os metais hoje?
Minha carreira, como um metalúrgico, foi
abraçada com a gusa, trabalhando e fabricando metais. E os
leitores de hoje podem se interessar por uma breve descrição
dos cinco métodos principais de moldar os metais.
1. Fundição: envolve a fabricação
de um molde, uma cavidade da forma requerida, em um material
plástico, normalmente areia, e preenchendo-a com o metal líquido
fundente; isto constitui a indústria da fundição,
2. Trabalhado: inclui a forja,
rolagem, extrusão, por barra e fio, prensando o metal de
muitas formas.
Ambos, a fundição e a forja de perfis
datam dos dias de Tubal Caim.
3. Usinagem: só tem 200 anos
aproximadamentegeralmente, inclui torneamento, perfuração,
laminação, a moldagem e lixamento, são processos de
acabamento para peças trabalhadas, que foram primeiramente
fundidas em uma forma bruta.
4. Fabricação: através da
montagem e soldagem, com parafusos e rebites, como nas
pontes Pensils, também feitas por soldas e brasagem.
5. Sinterização Metalurgia: é
um espetacular desenvolvimento dos últimos 50 anos, e
envolve a compactação de pós de metal em um cubo, seguido
pela sinterização a uma alta temperatura para fundir o
metal em cristais. Muitas peças podem ser produzidas por métodos
de produção em massa, prontas para uso sem a necessidade
da usinagem.
Se Tubal Caim foi o primeiro artifice na
metalurgia, os seus discípulos hoje são conhecidos como
engenheiros ferramenteiros que provêem as habilidades para
projetar e inventar as máquinas, métodos e ferramentas a
serem usados.
Não é surpreendente! Que quase todas as
Ferramentas operaçionais apresentadas a nós em nossos
Graus da Maçonaria são ferramentas essenciais na fabricação
de metais; eu não posso imaginar um engenheiro
ferramenteiro sem o benefício do lápis e a regua, o
esquadro e o compasso.
Metais correm como linhas brilhantes
sobre toda a malha da historia humana; além da invenção
da era da moeda, eles tiveram um papel crítico na invenção
da imprensa, comprimindo o vapor e as máquinas de combustão
interna, a descoberta e o uso da eletricidade, a realização
do vôo à propulsão e a energia nuclear.
A arte de Tubal Caim, hoje chamada de
metalurgia, consiste em descobrir os segredos de natureza e
da ciência.
O G.’.A.’.D.’.U.’. proveu os
materiais abaixo do firmamento, e o homem inspirando-se
neles os transformou em ferramentas, e espero que possamos
reproduzir em nossos próprios trabalhos, o seu trabalho
divino, forjando nos próprios os princípios de retidão e
nos aperfeicoarmos à ideia do G.`.A.`.D.`.U.`..
11 A Lenda de
Hiram Abiff
[7.]
O cerne de Maçonaria é a Loja Azul com seus três graus. O
grau máximo (e o último para a maioria dos Pedreiros) na Loja Azul é o
Terçeiro, ou Grau de Mestre Mason.
O cerne do Grau de Mestre Mason, o que dá
a ele significado e substância, é sem nenhuma dúvida, a
reconstituição da Lenda de Hiram Abiff.
É esta figura central na lenda, este
Hiram o "Filho da Viúva", o "Arquiteto de
Tiro", este "Primeiro Grande Mestre" que é
personificado por todo homem quando é iniciado como um
Mestre Mason.
É Hiram que está em cada cerne da base
de toda a Maçonaria.
A verdadeira identidade e a sua natureza
se tornam, então, assuntos de extremo significado.
Quem...E o que...Era este homem, Hiram
Abiff?
11.1 Tradição
maçônica
De acordo com a lenda maçônica, Hiram
Abiff era um homem de Tiro, o filho de uma viúva, e o
arquiteto principal do Templo construido pelo Rei Salomão.
Ele era o personagem principal na construção
do Templo e um de três lideres principais junto com Rei
Salomão e Hiram, Rei de Tiro.
Hiram Abiff, A Maçonaria ensina, era o
único na Terra que sabia "os segredos de um Mestre
Mason", inclusive o segredo mais importante de tudo, a
"Grande Palavra maçônica", o nome de Deus (o
"nome inefável"). Desde que, no conhecimento
oculto, sabendo o nome de um espírito é a chave para ter
seu poder, teria um grande poder quem conhecia esta palavra.
Conhecendo os outros "segredos de um
Mestre Mason" habilitariam o operário- maçomque
trabalhava no projeto do Templo para ir além do seu próprio, trabalho como
Mestre Masons e recebendo os "salários de Mestre Mason".
Este Hiram havia prometido revelar os
"segredos de um Mestre Mason", inclusive o nome de
Deus ("Grande Palavra maçônica"), na conclusão
do Templo, e fazer os trabalhadores Mestres Maçons,
habilita-los para ir alem do seu íntimo como mestres (eles
eram, apenas, Companheiros Maçons"). Um dia, ao
meio-dia em ponto, Hiram foi, como era o seu costume, ao
inacabado Sacro dos Sacros para trabalhar e preparar os
planos de trabalho (na sua "prancheta") para os
trabalhadores proseguirem no próximo dia.
Os trabalhadores estavam fora do Templo
para a sua pausa de almoço ("… o que era o chamado
do trabalho para a distração…")
Quando Hiram estava deixando o Templo ele
foi abordado por três "rufiões", em sequencia
que exigiram que ele desse os segredos imediatamente (sem
esperar pela conclusão do Templo). Ele foi abordado
asperamente pelo primeiro rufião (Jubela), mas escapou.
Abordado e seguro asperadamente pelo
segundo rufião (Jubelo), ele se recusou a divulgar os
segredos novamente e novamente escapou.
O terceiro rufião (Jubelum) então o
abordou e, quando Hiram recusou-se novamente a divulgar os
segredos, ele o matou com um golpe violento na fronte.
O corpo foi escondido apressadamente
debaixo de algum entulho no Templo até a meia-noite quando
foi tirado para o topo de uma colina e foi enterrado.
A sepultura foi marcada por um broto de
Acácia (uma árvore perene comum no Oriente Médio), e os
três rufiões tentaram escapar do país.
Foi-lhes negada a passagem em um navio
para fora do país, então, se refugiaram nas colinas.
Enquanto isso, voltando ao Templo, foi
notado que Hiram estava desaparecido e foi informado ao Rei
Salomão. Salomão ordenou uma busca imediatamente dentro e
em torno do Templo, porém, sem sucesso...
Neste momento, doze
"companheiros" informaram ao Rei que eles e mais
três outros (os três "rufiões") tinham
conspirado para extorquir os segredos de Hiram Abiff, mas,
eles tinham se arrependido e se recusado a realizar o plano
assassino.
Eles informaram que eram esses outros três
que tinham assassinado o Grande Mestre Hiram, então, o Rei
Salomão os mandou sair, em grupos de três, para procurá-lo
em todas as direções.
Depois de questionar o capitão do navio,
o qual tinha se recusado a dar passagem para os assassinos,
três dos buscadores seguiram a trilha deixada pelos
assassinos e descobriram então, uma sepultura com uma acácia
à cabeça.
Cavando e reconhecendo o corpo, eles
voltaram e informaram a Salomão.
Solomão lhes mandou de volta para que
localizassem a sepultura, identifiquem o corpo positivamente
como Hiram e tentem eleva-lo da sepultura com o aperto de mão
de um Aprendiz. Eles localizaram de novo a sepultura, mas, não
puderam elevar o corpo porque a decomposição tinha feito a
carne soltar dos ossos.
Retornando, e informando o que acontecera
a Salomão, este lhes disse para voltar à sepultura e
tentar elevar o corpo com o aperto de um companheiro. Quando
isto falhou, porque a pele escapuliu, eles retornaram e
informaram a Salomão, então, ele proprio, foi para a
sepultura e levantou o corpo com o aperto de um Mestre
Mason, o "Forte Aperto da Pata de um Leão".
Hiram não só foi tirado para fora da
sepultura, mas também retornou a vida.
A primeira palavra que ele disse foi à
substituição para a "Grande Palavra maçônica"
perdida na sua morte e aquela palavra é a passada para os
Mestres Masons até estes dias.
(1) esta, então, é a lenda maçônica
de Hiram Abiff, e a maioria dos Pedreiros das Lojas Azuis
acreditam que é um acontecimento, efetivo, bíblico e histórico.
Geralmente se acredita, apesar de que as
autoridades maçônicas e escritores da doutrina concordam
que não só é um mito, sem assistência por fatos, mas
reconhecem que é mais um re-conto da estória de Isis e
Osiris.
11.2 O
Registro da Bíblia
A Bíblia registra Hiram Abiff como
pessoa?
Definitivamente não, embora parte da sua
identidade é narrada na Bíblia.
A Bíblia registra dois homens chamados
Hiram relativamente à construção do Templo do Rei Salomão;
um é Hiram, Rei de Tiro que era o patrocinador de Salomão
e quem forneceu materiais e trabalhadores para o projeto. O
outro Hiram, chamado de o "filho da viúva" da
tribo de Naftali, era um artezão no bronze, não o
arquiteto do Templo inteiro. Ele fez as colunas de bronze, o
mar de bronze, as pias e lavabos.
A Bíblia registram que este Hiram, o
filho da viúva, completou todos os trabalhos, aos quais,
tinha vindo fazer no Templo.
Presume-se, que ele voltou então a sua
casa em Tiro, são e salvo (não há nenhuma indicação na
Bíblia ou qualquer coisa ao contrário). (2) Relativo à
reivindicação maçônica que Hiram, o filho da viúva, era
o arquiteto chefe do Templo, na Bíblia está claramente
estabelecido que ele não era nada disto.
A Bíblia revela que aquele Deus, Ele próprio,
era o projetista e arquiteto do Templo, que Ele deu os
planos em detalhes minuciosos para Davi, e Davi os deu a
Salomão, (3) junto com a maioria dos materiais.
Reivindicar que Deus era o Arquiteto
Principal do Templo é infundado e, suponho, blasfêmia!
11.3 A Conexão
egípcia.
Há consenso de opinião entre as
autoridades maçônicas, filósofos e escritores da doutrina
que a lenda de Hiram Abiff somente é uma versão maçônica
de uma lenda muito mais antiga de Isis e Osiris, com base
nos Mistérios egípcios. O que se segue é um breve resumo
desta lenda, e uma comparação com a lenda maçônica de
Hiram Abiff. Esta comparação é apoiada, sem dúvida,
pelas conclusões das autoridades maçônicas.
No dia 16 de fevereiro de 2001, arqueólogos
descobriram um sarcófago de granito, numa tumba localizada
a 30 metros de profundidade, próxima às pirâmides de Gizé,
no Egito. Segundo o arqueólogo egípcio Zahi Hawass, o sarcófogo
pertence a Osíris.
Um dos fatos mais admiráveis sobre a
civilização egípcia é o cuidado que dedicavam ao
sepultamento de seus mortos. Na verdade as múmias egípcias
são quase como um símbolo do tempo dos faraós, e a prática
milenar do embalsamamento fez chegar aos nossos dias, junto
com os registros nos templos e nas paredes das tumbas, as
marcas da vida que levavam os egípcios do mundo antigo.
Qualquer sociedade humana tem nas suas práticas
um reflexo do seu universo mental. Não seria diferente com
os egípcios. Eles eram extremamente ligados ao rio Nilo e
à agricultura que as cheias lhes permitia fazer, vinculando
muitos dos seus símbolos míticos a elementos aquáticos e
a fenômenos que podiam ser observados no seu próprio
"em torno". Isso poderá ser mais bem notado ao
longo da nossa narrativa.
No cerne das práticas funerárias está
embutida uma lenda, explicativa de um ideal que já esteve
preso à realeza com exclusividade até a quarta dinastia egípcia.
Posteriormente os ritos foram estendidos a membros da corte
até serem difundidos por toda a população. Esta lenda é
a do deus Osíris.
Osíris é, miticamente, a primeira de
todas as múmias, dando assim justificativa à prática do
embalsamamento. Ísis, sua esposa-irmã, opõe-se à catástrofe
da sua morte com a prática da magia, o recurso da mumificação
e a milagrosa concepção de Hórus.
A lenda não nos chegou através de
documentos egípcios, a não ser por fragmentos textuais,
vinhetas e algumas cenas em tumbas, mas já relacionadas às
exéquias de alguma personagem. Quem nos revela Osíris é
Plutarco, beócio da Queronéia, nascido por volta da
primeira metade do século I d.C.
Essa lenda, mais que qualquer outra,
exerceu uma enorme influência no espírito egípcio. Fica
claro para os estudiosos do Egito, a antiguidade do culto a
Osíris que tomou pujança no Médio Império quando foi
explicitamente refletido nas práticas funerárias,
independentemente do culto ao próprio deus em templos específicos.
11.4 A lenda
de Isis e Osíris
Existem diferentes versões a respeito da
lenda do deus Osíris, o deus do Além. A mais conhecida,
entretanto, é a que provém da cosmogonia de Heliópolis.
O deus Aton teria criado Chu, o ar, e
Tefnut, a umidade. Da união destes, vieram Nut, o céu, e
Geb, a Terra. Estes dois últimos elementos originaram
quatro deuses: Set (Tifon), Néftis, Ísis e Osíris.
Set, ao nascer, rasgou o ventre de sua mãe,
demonstrando toda sua maldade. Ísis e Osíris se amavam
desde quando habitavam o ventre de Nut.
Osiris, tanto Rei dos egípcios e como
seu deus, seguiu em uma longa viagem para abençoar as nações
vizinhas com o seu conhecimento das artes e das ciências. O
seu irmão ciumento, Set (Tifon deus do Inverno) conspirou
em o assassinar e roubar o seu reino, assim o fez...
Osíris era o primogênito e,
consequentemente, herdaria o trono de seu pai na Terra. Set,
por inveja, uniu setenta e dois conspiradores e, com eles,
elaborou um plano para acabar com o irmão mais velho.
Construiu uma caixa com as medidas certas
de Osíris e o convidou para um banquete. No banquete,
prometeu dar a caixa a quem coubesse exatamente dentro dela.
Osíris entrou na mesma e foi trancado. A caixa foi jogada
no rio e levada pela correnteza até as proximidades da Fenícia.
Prendeu-se a uma planta, uma acácia e, tempos depois, já
fazia parte do caule desta.
Ísis a sua rainha (como também a deusa
Lua do Egito) foi atrás do irmão-esposo e partiu à Fenícia
em procura do corpo, fazendo investigações a tudo e a
todos que ela encontrava. Depois de certas aventuras, ela
achou o corpo com uma árvore de Acácia à cabeça do caixão.
Após retornar a sua casa no Egito, ela
enterrou o corpo secretamente em meio a uma plantação de
papiro, pretendendo dar a ele um enterro apropriado assim
que fossem feitos os arranjos. Quando Set por deslealdade
descobriu, mutilou o corpo de Osíris em catorze pedaços e
os espalhou pelo país.
Então, Isis e Néftis fizeram uma
segunda procura e localizaram todos os pedaços menos um; o
pedaço perdido era o falo. Ela fez um falo substituto,
consagrou-o, e este se tornou um substituto sagrado, e
objeto de adoração.
Preparou o novo funeral com todas as
honras... Com seus poderes mágicos e o auxílio do deus Anúbis,
embalsamou Osíris, transformando-o na primeira múmia da
história do Egito. Ísis se fez falcão e assim conseguiu
ser fecundada por Osíris. Como fruto dessa união, surgiu Hórus,
que aparece quase sempre representado coma cabeça de falcão.
A tríade osiríaca é então composta por Osíris, sua
esposa Ísis e seu filho Hórus.
A lenda de Osíris e Ísis
O principal Deus egípcio era Amon-Rá
(Aton ou Rá). Diz a lenda que Amon-Rá enviou a Terra, a
fim de pacificar os conflitos humanos, Ísis e Osíris que são
irmãos, mas também esposos, e também Seth e Nefth, que
também são irmãos e esposos.
Ísis e Nefth eram gêmeas, por isso
certa noite, Osíris confundiu Nefth com sua verdadeira
esposa e dormiu com ela.
O resultado disso foi um filho: Anúbis,
o Deus chacal. Produto de uma relação ilegal, Anúbis foi
rejeitado por sua própria mãe e jogado no rio Nilo. O bebê
foi encontrado e adotado por Ísis. Anúbis passou a amá-la
e tornou-se seu maior amigo. Osíris, que era muito sábio,
decidiu levar seus conhecimentos ao resto do mundo e confiou
a regência do seu trono a Ísis. Durante a ausência de Osíris,
seu irmão Seth tentou apossar-se do trono mas foi frustrado
em suas intenções por Ísis. Quando Osíris voltou, Seth,
que sentia uma grande inveja da virtude e da fama de Osíris
e o odiava pela traição da mulher com Osíris, resolveu
mata-lo: tirou as medidas do corpo de irmão, em segredo, e
mandou fazer uma bela arca, adornada e realçada com pedras.
Deu uma festa em comemoração ao retorno de Osíris e propôs
que presentearia com a arca a quem nela entrasse e a
ocupasse com o próprio corpo. Todos os convidados entraram
na arca mas ela sempre resultava grande. Chegou a vez de Osíris
cujo corpo, de grande estatura, adaptou-se perfeitamente à
arca. Seth e seus cúmplices fecharam a arca lacrando-a e
lançando-a no rio Nilo. Desolada, Ísis procurou seu marido
por todo o planeta, e achou a arca onde Osíris estava.
Quando chegou ao seu país, escondeu a arca nos pântanos.
Enquanto caçava à luz da lua, Seth encontrou a arca,
abriu-a e viu os restos do irmão. Furioso, despedaçou o
corpo em catorze pedaços e os espalhou pelo Egito. Anúbis
tomou a forma de um chacal negro para farejar os restos de
Osíris. Em cada local que Ísis e Anúbis descobriu uma
parte do corpo de Osíris, foi levantada uma capela.
Recomposto o corpo de Osíris, Ísis e ele tiveram um filho:
Hórus, o Deus falcão. Osíris se integrou ao Tribunal dos
Mortos e Hórus permaneceu na Terra para derrotar Seth que
tomara o trono de Osíris.
Hórus reuniu todos os fiéis a Osíris e
partiu sobre Seth para vingar a morte do pai, mutilando-o e
esterilizando-o. Seth, por sua vez, transformou-se num
grande porco negro e devorou o olho esquerdo de Hórus e,
assim, a lua parou de iluminar. Ísis suplicou a seu filho
que pusesse fim ao massacre mas Hórus, num ímpeto de ódio,
decepou a cabeça da mãe. Thot curou-a colocando uma cabeça
de vaca em lugar da sua. A batalha recomeçou sem vencedores
ou vencidos. Thot curou Seth mas impôs que este restituísse
o olho de Hórus. A lua, então, voltou a brilhar. Os deuses
levaram a questão a julgamento e o processo durou oitenta
anos. Seth acusou Hórus de ilegitimidade. Hórus acusou
Seth pelo assassinato do pai. Por fim os deuses decidiram
que Hórus ficaria como rei do Baixo Egito e Seth como rei
do Alto Egito
Esta é, na forma extremamente abreviada,
a "lenda egípcia de Isis e Osíris". Sem dúvida
nenhuma, é a base para a lenda maçônica de Hiram Abiff.
12 Analise das
lendas
Para reforçar a "conexão egípcia",
vamos considerar dois fatos: uma comparação dos elementos
básicos das histórias e as conclusões escritas por
autoridades maçônicas.
12.1 Comparação
das Lendas de Tubal-Caim, Hiram Abiff e Osiris
A semelhança fundamental entre as duas
histórias pode ser vista em muitos aspectos; o que se segue
são alguns dos mais importantes:
(1) Ambos os homens foram para as
terras estrangeiras para compartilhar o seu
conhecimento nas artes e ciências.
(2) Em ambas as lendas algo
precioso é possuído:
a. Hiram tem a palavra secreta;
b. Osiris tem o reino.
(3) Em ambas as lendas há uma
perda de algo precioso:
a. Na morte de Hiram, a palavra
secreta está perdida;
b. Na morte de Osiris, o falo está
perdido.
(de qualquer forma o falo e a palavra
perdida são alegorias ao poder de criação divino)
(4) Em ambas as lendas há uma
conspiração má por homens em tomar algo precioso.
(5) Em ambas as lendas há uma luta
e o assassinato do líder virtuoso.
(6) Ambos são assassinados pelos
seus irmãos (Osiris por Tifon e Hiram por Jubelum, o
seu irmão Maçon).
(7) Ambos os corpos são enterrados
apressadamente, com a intenção deliberada de
enterros posteriores.
(8) Os locais dos corpos são ambos
marcados por uma Acácia à cabeça.
(9) Em ambas as lendas, há duas
procuras em separado para os corpos.
(10) Em ambas há a substituição
para o algo precioso que esteve perdido;
a. Com relação a Hiram é
substituida a palavra secreta;
b. Com relação a Osiris o falo
é substituido.
12.2 Conclusões
das Autoridades maçônicas
Algumas declarações dos escritores maçônicos
mais autenticos serão suficientes para expressar os
consensos doutrinais:
(1) "a lenda e tradições de Hiram
Abiff formalizam a consumação da ligação entre Maçonaria
e os Mistérios Antigos".- Pierson, Tradições de Maçonaria,
pág. 159,
(2) "nós reconhecemos prontamente
em Hiram Abiff o Osiris dos egípcios…" - Pierson,
pág. 240,
(3) "Osiris e o Arquiteto de Tiro
(Hiram Abiff) é um unico e o mesmo".Sickles, Daniel, o
Guia de Maçom pág. 236).
(4) "aquela parte do rito
(iniciação do Mestre maçon) que está ligado com a lenda
do Artista de Tiro (Hiram Abiff)…deveria ser estudado como
um mito e não como um fato…alem da tradição maçônica
não há nenhuma prova que um evento como já está
relacionado ao "Construtor do Templo" aconteceu e,
além de, a cerimônia é mais antiga do que mil anos que a
era de Salomão… é completamente egípcio." - 95
Sickles, Daniel, The Ahiman Rezon, pag. 195
(5) (a Lenda de Hiram Abiff) é
completamente egípcia, e se aproxima em muito ao Rito
Supremo (grau altissimo) dos Mistérios Isianicos (religião
do Mistério de Isis e Osiris). " - Mackey, Albert,
Dicionário de Maçonaria, pág. 195,
CONCLUINDO:
Assim, parece claro, o Hiram Abiff da Maçonaria
não é um personagem histórico e certamente não é um bíblico.
Entretanto, ele na verdade representa Osiris, o Sol-deus egípcio,
e a representação da Lenda de Hiram Abiff é de fato a
representação da lenda de Isis e Osiris.
Assim, cada homem sincero que é iniciado
no terceiro (Mestre Mason) Grau de Maçonaria personifica
Osiris, o Sol-deus do Egito, e entra na sua vida de boas ações,
a sua morte, o seu enterro e levanta-se na ressurreição
dos mortos.
Com este compreeção, é fácil de
entender a declaração no Monitor de Kentucky (manual para
toda a Maçonaria da loja Azul na Grande Loja de Kentucky)
que, enquanto o Messias do Christianismo é chamado de
Jesus, o Messias do maçon é chamado de Hiram (Monitor de
Kentucky, "O Espírito da Maçonaria", XV).
(1) me confunde que ninguém questionou a
necessidade por um "substituto" para a Grande
Palavra maçônica perdida. Se a tivesse perdido na morte de
Hiram porque só ele a conhecia, então por que, somente
quando Hiram foi renacido para a vida?
Salomão não lhe perguntou como era a
realmente a palavra original?
Tudo o que Salomão precisava fazer era
dizer algo como, "Hiram…agradeça a Deus pois você
não esta mais entre os mortos!.Agora, me diga qual era
aquela palavra pela qual todo este espalhafato ocorreu?
(2) I Reis 7:13-47
(3) I Crônicas 17;1-15; 22:11-29:9
(especialmente 28:19)
13 Balcans
Balcan é uma variação fonética da
palavra fenícia T’Baal-Caim, Em turco "balcan"
significa montanha. Esta deu origem ao topônimo Balcans,
designativo de uma península européia reunindo, por ora,
oito países, aos quais se costuma juntar a Rumânia, mais
caracterizadamente danubiana, e a Turquia Européia. O
antigo sentido filosófico da montanha é comparável a
força da bigorna que apóia e faz o contra-molde para o
forjador. Também há o sentido dado pelos gregos ao vulcão
como a forja do deus Vulcan.
Mas nesta região é onde a amalgama de
culturas foi iniciada. Como ponto geográfico de encontro de
diversas tribos dos primórdios da humanidade, pode-se supor
que foi a região onde ocorreu grande parte do fluxo de
informações interculturais.
No norte, entre os mares Adriático e
Negro, a Península Balcânica, a mais oriental no Mediterrâneo,
forma um largo território contínuo; enquanto o contraste
no sul vem por conta da ramificada Grécia com numerosas
ilhas, vizinha do setor europeu turco.
Dos 767.119 km2 da Turquia,
apenas 23.485 km2 estão na Europa. É aí que se
encontram e entrecruzam as rotas marítimas e terrestres
entre o mar Mediterrâneo; Negro e continentes europeu e asiático.
O setor também conhecido como Ásia Menor ou Anatólia é
banhado pelo Mar negro ligado pelo Estreito de Bósforo ao
Mar de Marmara que, por sua vez, se conecta com o Egu via
Dardanelos.
Esse espaço é de grande importância
geoestratégica e, com a tomada de Bizâncio (atual
Constantinopla) pelos turcos (1453) fechava o Mediterrâneo
ao comércio cristão (especiarias) dos genoveses e
venezianos, abrindo o caminho da conquista para o islamismo
na Europa. Esse pequeno rincão na Europa foi o que restou,
como parte integrante da Turquia, do vasto Império Otomano.
Na Península Balcânica o relevo
montanhoso ocupa todo o interior. Do setor Adriático os
Alpes Dináricos se estendem até a Grécia com altitudes de
quase 3.000 metros; na Bulgária a cadeia de montanhas já
tem o nome genérico de Balcans. Além dos Alpes Dináricos
e Balcans se estendem as planícies por onde correm o Sava e
Morava e Danúbio
Nesse corredor plano se instalaram Zagreb
e Belgrado e Bucarest, o sítio preferido para a movimentação
dos exércitos que demandavam o Oriente via Mar negro.
A Rumânia, que nesse mar já possui um
litoral bem maior, é elo de transição entre os setores
central e oriental europeu. Detendo apenas a Valáquia, suas
perdas territoriais foram de 66.000km2, ao
entregar à Bulgária o setor meridional da Dobrudja e a
Bessarábia para a União Soviética.
Os Balcans se caracterizam como área
geopolítica de ajustes territoriais, daí ter ficado
bastante fragmentada, enquanto seu posicionamento a tornava
bastante cobiçada, donde sua conquista e integração em
grandes impérios.
Gregos, macedônios, romanos, godos,
hunos, ávaros, eslavos, magiares, bizantinos, tátaros,
turcos, venezianos, austro-húngaros transformariam os
Balcans num campo de batalha durante sucessivos séculos. Em
conseqüência, o esfacelamento geopolítico seria a tônica
nesta península de conexão Europa e Ásia. Daí o autêntico
universo em miniatura coexistir na História dos Balcans
numa sucessão de povos que conquistam e são conquistados,
corroborando para a implantação de um panorama étnico dos
mais complexos.
Povos entre os quais têm destaque:
· Os
gregos, descendentes assimilados dos seus ancestrais ou
cruzados com outros grupos;
· Os
albaneses relacionados com os antigos ilírios, usando a
designação própria "shquiptare", significando
homem do país das águias; relação a aguia de duas cabeças.
· Os
valacos ou rumenos em constante nomadismo...
· Os
sérvios, autênticos eslavos chegados nos séculos VI e
VII;
· Os
búlgaros de origem mongólica, porém fortemente
eslavizados, vindos no século VII;
· Os
turcos otomanos invasores do século XIV;
Considerados os verdadeiros colonizadores
dos Balcans, os eslavos aos poucos se diferenciaram nos sérvios,
croatas e macedônios. As constantes ondas migratórias
levaram alguns desses povos a se acomodarem cercados por
fronteiras geohistóricas, mas não políticas. Foi o caso
dos macedônios, com seu habitat dividido entre Iugoslávia
e Bulgária e Grécia.
14 Vulcan na maçonaria
Há muitas histórias sobre os
descendentes de Caim, e especialmente sobre os descendentes
de Tubal Caim, mas estas são invenções; eles não são bíblicos.
De acordo com várias fontes, a
contra-senha maçônica para o terceiro grau é o nome o
Tubal Caim.
De acordo com uma fonte, o escritor
maçônico Manly P. Hall. Declarou que, "O maçon deve
‘seguir nos passos do seu antepassado, Tubal Caim que com
a força poderosa do deus da guerra forjou a sua espada a
partir de uma picareta".
"No Livro de Dúvidas maçônicas,
ao candidato é feito esta pergunta": "Quem era
Tubal Caim?".
Resposta: "Ele é o Vulcan dos pagãos".
[William P. Peterson, Editor, Masonic
Quiz Book: e também "Ask Me Brother", Chicago,
Illinois, Charles T. Power Company, 1950, pag. 18, 88, 131,
213];
Uma Revisão da sua Origem na
Antiguidade:
Com uma História Geral da Maçonaria e
Sua Relação para com os Mistérios Científicos e Filosóficos
Teosóficos, Belfaste, Irlanda, William Tait, 1909, pág.
30, também achado em A. R. Chambers, Editor, Questions and
Answers, 1972, p. 237. Outro site da Web cita a Enciclopédia
Revisada Mackey de Maçonaria que relaciona os dois:
A "Enciclopédia Revisada
Mackey" da Maçonaria diz que... Tubal Caim é nenhum
oultro alem do deus romano Vulcan como é realmente
relacionado a Hefestos, dos gregos e que foi chamado pelos
romanos de Vulcan... E a semelhança aparente de nomes como
também ocupações, conduziu alguns escritores do último,
e até mesmo do presente, século para não derivar o Vulcan
de Tubal Caim por um processo, muito estranho, e familiar
somente a etimólogos.
Pela omissão em Tubal Caim do T inicial
que é o artigo de Fenício e sua vogal sem valor, nós
adquirimos BalCaim que, pela natureza trocável de B e V, é
transformado facilmente a Vulcan "(Vol 2., 1060). Ele
escreve mais adiante, "poderia parecer aquele Tubal é
um atributo composto da partícula definida T e a palavra
Baal, significando "O Deus". Desta forma Tubal
Caim significaria o "Deus Caim" ou "O Deus de
Caim"
Novamente, Dhu ou du, em árabe,
significam Deus, e nós localizamos o mesmo significado
disto anexe em suas várias formas trocáveis de Du, Tu, e
Di, em muitas "palavras de Semitic (Ibid.). Mackey avançam
revela que era Tubal Caim que fez os instrumentos afiados de
guerra".
"Vulcan, claro que, é nomeado na
Arte, enquanto se aparecendo como Tual-Caim ou, como dizemos
nós, o Tubal Caim que, seja isto particularmente notado,
entra a nós no disfarce particular dele como o Primeiro
Artificer em Metais, carregando o mesmo significado como
aquele outro título famoso", o primeiro entre muitos
irmãos" e, como tal, o primeiro em ter sucesso
naexperiência principal de transmutação, com que, em seus
vários aspectos nós teremos que negociar mais
completamente no tempo devido."
A famosa ocultista, a Senhora Blavatsky,
compara o Tubal Caim com o falso deus o Vulcan em várias
passagens nos seus trabalhos.
Como por exemplo: [[Vol. 2, Página]] 390
A DOUTRINA SECRETA.
... * * O Tubal Caim é um Kabir,
instrutor de todo artificer em bronze e ferro"; ou--se
isto agradará melhor--ele é o mesmo que Hephaestos ou
Vulcan;
Jabal é levado dos Kabiri os instrutores
em agricultura, "como teria gado", e Jubal é
"o pai de todos esses que tocam harpa", ele, ou
eles que fabricaram a harpa para Kronos e o tridente para
Poseidon. * * *
Blavatsky também oferece pelo menos uma
possível etimologia para o nome o Vulcan (também soletrou
VulCaim ou VolCaim) como derivado de Caim ou Tubal Caim.
Alexander Hislop, Em Duas Babilonias,
liga Vulcan e a forma grega do seu nome, Hefesto, com Caim,
com Tubal Caim, com a rebelião dos anjos, e com o espalhar
depois da torre de Babel.
Se for ou não o nome Vulcan derivado
lingüisticamente do nome Tubal Caim, está claro que pelo
menos alguns Maçons e outros ocultistas associam os dois, e
este não é uma ligação difícil para se fazer
considerando a profissão compartilhada dos dois.
Nós sabemos da Biblia que Tubal Caim era
um forjador de metais e um artesão das ferramentas. Nós
sabemos que o Vulcan é o falso deus da forja.
Há muito mais a se tratar no
conhecimento maçônico sobre Tubal Caim e na história
romana de Vulcan, porém, isso amarra os dois ao espírito
por trás da Maçonaria e de um para o outro.
(É importante para nós como cristãos e
como pesquisadores continuar distinguindo entre a informação
muito limitada que nós temos na Bíblia sobre a realidade
da pessoa de Tubal Caim e os mitos ou mentiras sobre ele que
são contadas em outras fontes.)
De acordo com esta história que
provavelmente se origina no século XIX, o escritor francês,
ocultista e portador Grand Nautonnier do Priorado de Sion,
de Gerard Nerval, Tubal Caim era o antepassado de Hiram de
Tiro que construiu o Templo de Salomão.
Este local maçônico associa a história
com o Rosacrucianos e com uma conferência dada algum dia
por Rudolf Steiner na Alemanha entre 1904-1906:
O poema por Richard Realf, "Hino de
Pittsburgh", citado a seguir, também identifica o
Vulcan com Tubal Caim, e com a maldição da terra que é o
resultante da queda do homem.
"Meu pai era o poderoso Vulcan
Eu sou o Forjador da terra e do mar,
O espírito atento de Tubal
Caim...".
"Eu gotejo os suores da labuta,
Eu suprimo e separo as impurezas
selvagens
E embelesa a forma da terra... "
Nota: que neste verso é feita a falsa
tradução da reivindicação que o Vulcan encanta a maldição
da terra e quando a idéia original é de Dar forma para o
metal que vem da terra.
A forma no solo era um resultado direto
da queda dos anjos e homens na terra.
As conseqüências desta diretiva inclue
a exigência para trabalhar a terra com o suor do rosto para
transformá-lo em renda e comida.
Porém, havia uma maldição adicional no
próprio Caim, que o chão já não renderia todas as suas
colheitas.
Isto não é uma pessoa real, Caim ou
Tubal Caim, nem um falso deus, Vulcan ou qualquer outro demônio
que pode remover a maldição do pecado original, mas sómente
o "sangue de Jesus Cristo".
O falso deus o Vulcan e a sua irmã
Minerva são juntos os falsos deuses protetores do reino do
trabalho, de todas as artes, e muitos outros domínios do
conhecimento humano, inclusive o artesanato do metal, mineração,
arquitetura, engenharia, de toda ciência, e tradição
feminina ou as artes domésticas como tecer e coser. Eles
normalmente não são associados diretamente com a
agricultura. A Maçonaria parece se identificar com o próprio
Vulcan.
Vulcan especificamente não é associado
com os artífices da pedra, mas é o demônio nomeado como
governante de toda a arquitetura e engenharia.
Cada um de nós é individualmente o
Templo do Santo Espírito, mas nós também sabemos que
junto a nós estamos sendo providos de um edifício em
energia.
Cada um de nós é uma pedra viva,
enquanto permarnecermos juntos cuidadosamente unidos pelo
Construtor que conhece tão bem cada um denos.
Pedras vivas não são lapidadas
igualmente. Elas não são idênticas; elas não são
tijolos. O Templo do próprio Salomão era um tipo destes
edifícios nós estamos sendo encaixados em. Em um certo
senso, o Templo de Salomão tinha uma falha como um lugar de
adoração.
Até mesmo durante o reinado do próprio
Salomão, a idolatria retornou. Em um período posterior, nós
lemos na visão de Ezequiel sobre os ídolos montados no próprio
templo.
Esta fixação no templo físico e na
construção deste tem muitos aspectos. Porém, parece que a
diretiz principal é desviada do ponto real, do Templo real.
A centralidade da cerimônia da pedra
fundamental em ritos maçônicos é uma variação da
centralidade da Pedra Fundamental REAL, Jesus Cristo, no
templo REAL que Deus está construindo.
A parede de pedras vivas crece para cima
com Jesus, e Ele é amoldado deste modo por causa da sua
natureza, por causa da sua retidão, não porque Ele foi
lapidado na sua forma pelas mãos dos homens.
O "G.`.A.`.D.`.U.`." não é o
Yahweh da Bíblia, não é o Jesus, e não é o construtor
que está aglutinando, a de pedras vivas lapidadas em um
Templo vivo do santo Espírito.
Vulcan e sua irmã Minerva também têm
uma longa história nas raízes da Civilização Ocidental
como elescreceram na Grécia antiga e Roma.
A imagem do ferreiro é mencionada duas
vezes no livro de Isaiah.
No Capítulo 44 ele é listado junto com
outros artesãos que fazem ídolos.
No Capítulo 54, Deus declara que Ele é
o que criou até mesmo o inimigo, mas a Lei do inimigo está
limitada, e no final das contas não prevalecerá:
"16 Eis que eu criei o ferreiro, que
assopra o fogo de brasas, e que produz a ferramenta para a
sua obra; também criei o assolador, para destruir.
17 Não prosperará nenhuma arma forjada contra ti; e toda língua
que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta
é a herança dos servos do Senhor, e a sua justificação
que de mim procede, diz o Senhor." Isaias 54:16-17
15 Ogun
Nas tradições do Candomblé, Ogun é
identificado com São George. Isto é fácil entender, nos
quadros São George é visto normalmente como um cavaleiro
em uma armadura, portando uma lança e subjugando um dragão.
Nós imaginamos que vendo um santo católico todo em metal,
um dos atributos de Ogun faz uma identificação deste
Orisha com São George.
Desde que ele está levando uma lança de
metal na sua mão e superando o seu inimigo obviamente, também
reforça o raciocínio de identificar Ogun com São George.
Nenhum santo católico é igual ao Orisha.
Estas são sómente conveniências que
praticantes da adoração do Orisha no Novo Mundo
desenvolveram para esconder as sua verdadeiras convicções
e impedir que caiam em perseguição. Deste modo foi possível
para os antepassados, inventarem um sistema que basicamente
permitiu a continuação da adoração dos Orishas no Mundo
Novo. É verdade que nenhuma imagem católica é necessária
para a adoração correta do Orishas.
Ogun é força bruta, o poder para
derrotar os inimigos. Ele é de extrema importância na
religião por muitas razões. Ele é o Deus do sacrifício,
sendo o dono do aço e a lâmina que são usados para fazer
os sacrifícios aos Orishas.
Por isso, é dito que Ogun sempre come
primeiro antes de qualquer outro Orisha, como o sangue de
qualquer sacrifício sempre toca a faca sacrificatória
primeiro antes de cair no Orisha a quem o sacrifício é
destinado.
Ogun luta, para nós, nossas batalhas com
os nossos inimigos. Seria muito agradável se não houvesse
nenhuma guerra no mundo, e nenhum inimigo para negociar, mas
a Realidade dita o contrário. Devido à natureza humana,
haverá sempre discussão e diferenças.
Até mesmo se não são lutadas as
guerras que nós temos em um nível físico, guerras psíquicas
e espirituais sempre vão existir. E, claro que, há a
batalha eterna do bem contra mal. Deixar o mal florescer em
nome da paz é freqüentemente um engano sério. Ogun é
considerado como nossa defesa contra nossos inimigos.
Repito, defesa apenas, desde que a pessoa não deva
trabalhar com o Orishas para atacar os outros
agressivamente. Nós contamos com Ogun para nos defender das
perseguições injustas de nossos inimigos.
Ele está lá para lutar para esses que
tem o direito, aos olhos de Olofi, e pedem que a Justiça
seja feita.
São Pedro é o santo católico associado
com Ogun na tradição de Lucumi. Este fato não é muito
certo, pois, com exceção do fato que o São Pedro segura
as chaves ao reino e certos "caminhos" de Ogun
tenham uma grande chave que é colocada no caldeirão.
Indiferentemente, é seguida a tradição dos ancestrais e
também é associado Ogun com a imagem de São Pedro.
Considerando que a Santeria e Candomblé
e Vodôo têm sempre existido lado a lado com a religião
católica, não há nenhum dano em correlacionar as "idéias"
de Orishas com as "idéias" dos Santos católicos.
Certamente esta correlação, em séculos
passados, ajudou a evitar em muito as perseguições.
Ogun no Haiti é chamado Ogou. Há muitos
caminhos diferentes de Ogou, da mesma maneira que há no
Regla Lucumi. Há o Ogou Fer, Ogou Bhatala, Ogou Feraille,
Ogou Shango, Ogou Balendyo, etc. Ogou é um ser extemamanete
importante. Ele é encontrado no rito ("Loas") de
Rada e os ritos de Petro.
O Rada Loas são os Loas branco ou frio
que correspondem a Obatala, Ochun etc. O Petro Loas têm
mais calor e são associados com a cor vermelho e tem muita
influência do Congo e ritos de Bantu. Embora lá é
iniciado como o filho de Ogun na tradição de Lucumi, se
aparece que há muitos mais iniciados de Ogou no Haiti. Supõe-se
que é devido ao fato que Ogou foi muito favorecido nos dias
quando os escravos do Haiti derrotaram o exército de Napoleão!
No Brasil, há um número maior de filhos
de Ochossi do que na tradição cubana. É tido como à
influência de grandes áreas de floresta tropical no
Brasil, o que faz Ochossi se sentir em casa.
15.1 Ogun dá
aos homens o segredo do ferro
Na terra criada por Obatalá, em ifè
(lembrando que ‘Ifé’ e ‘Ire’ para os dialetos
africanos correspondem à região da cidade de Ür na
Suméria), os orixás e os seres humanos trabalhavam e
viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando
frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal
mole. Por isso o trabalho exigia grande esforço. Com o
aumento da população de ifé, a comida andava escassa. Era
necessário plantar uma área maior. Os orixás então se
reuniram para decidir como fariam para remover as árvores
daquelas terras para aumentar a área da lavoura. Ossain, o
orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro e limpar o
terreno. Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem
sucedido. Do mesmo modo que Ossain, todos os outros orixás
tentaram, um por um, e fracassaram na tarefa de limpar o
terreno para o plantio.
Ogun, que conhecia o segredo do ferro, não
tinha dito nada até então. Quando todos os orixás tinham
fracassado, Ogun pegou seu facão, de ferro, foi até a mata
e limpou todo a área que eles precisavam para o plantio. Os
orixás admirados, perguntaram a Ogun de que material era
feito o tão poderoso e resistente facão. Ogun respondeu a
todos que seu facão era feito de ferro e que ele mesmo
havia forjado, e que era um segredo que ele recebeu de
Orunmilá. Os orixás invejavam Ogun pelos benefícios que o
ferro trazia não só à agricultura, como à caça e até
mesmo à guerra. Por muito tempo os orixás importunaram
Ogun para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o
segredo só para si. Os orixás decidiram então lhe
oferecer o reinado em troca de que ele lhes ensinasse tudo
sobre aquele metal tão resistente. Ogun então aceitou a
proposta. Os humanos também vieram a Ogun pedir-lhe o
conhecimento do ferro. E Ogun lhes deu o conhecimento da
forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro
tiveram sua lança de ferro. Mas, apesar de Ogun ter
aceitado o comando dos orixás, antes de qualquer coisa ele
era um caçador.
Certa ocasião saiu para caçar e passou
muitos dias fora numa difícil temporada. Quando voltou da
mata, estava sujo e maltrapilho. Os orixás não gostaram de
ver seu líder naquele estado.
Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo
do reinado. Ogun se decepcionou com os orixás, pois, quando
precisaram dele para conhecer o segredo da forja, eles o
fizeram rei e agora diziam que não era digno de governá-los.
Então Ogun banhou-se, vestiu-se com folhas da palmeira do
dendezeiro desfiadas, pegou suas armas e partiu. Num lugar
distante chamado Irê, construiu sua nova moradia, embaixo
da árvore de acocô e lá permaneceu.
Os humanos que também receberam de Ogun
o segredo do ferro, não o esqueceram. Uma vez por ano,
celebram a festa de Iudê-Ogun. Caçadores, guerreiros,
ferreiros e muitos outros fazem sacrifícios e oferendas em
memória de Ogun.
Que será o senhor do ferro para sempre.
16 Govannon
Govannon - Deus Ferreiro, com vários
nomes dependendo do país e da região celta ou viking,
chamado de Nuada (Irlanda) / Goibniu (irlandês, galês) /
Gofannon / Govannon (galês) Gofannon;
Significa "ferreiro". Este deus
é o semelhante a Vulcano das tribos celtas insulares;
fornece armas aos membros do clã e aos
aliados.Consideram-no, na Irlanda, arquitetos das altas
torres redondas e das primeiras igrejas cristãs, tinha
ainda o epíteto de «mão de prata».
Govannon era a contraparte galesa do deus
ferreiro Danann de Goibhniu.
Govannon era o ferreiro de mestre e deus
das habilidades.
Govannon era o filho de Beli ou Epona e
Don ou Cuchulainn.
Govannon também era o irmão de Amathon,
Aranrhod, Gilvaethwy, Gwydyon e Nudd.
Govannon era o tio de Lleu e Dylan. Ele
era responsável pela morte de Dylan, possivelmente por
inveja da habilidade do seu sobrinho para nadar como um
peixe.
O nome de Govannon se apareceu como um
das indagações que o Gigante Ysbaddaden tinha dado para
Culhwch.
"O grande Ferreiro"; um da tríade
de artesãos, juntamente com Luchtaine, o escriba, e Credne,
o caldeireiro. Forjou todas as armas dos Tuantha; estas
armas atingiam sempre o alvo e toda a ferida por elas
infligida era fatal. A sua cerveja conferia a
invulnerabilidade de Tuantha. Deus dos Ferreiros, dos
fabricantes de armas, ourivesaria, fabricação de cerveja,
fogo, artesão dos metais.
Condenado a viver à luz da lua
eternamente. Foi transformado em vampiro pelos inimigos de
Cuchulainn, seu pai. A menos que bebesse sangue do teu
sangue, e matasse um irmão a luz do sol, sua maldição
perduraria para sempre. Mas Govannon era proficiente
ferreiro e, com a ajuda dos poderes mágicos de Dagda,
forjou uma armadura capaz de protegê-lo do sol. Assim
poderia livrar-se de sua maldição.
Além da sua habilidade com metais, ele
é tambem conhecido como o provedor do Oculto Goibnenn, um
Banquete Sagrado. Associado, entre outras coisas, com o
fabrico de uma bebida fermentada, é dito que ele teria
criado uma bebida fermentada que dava a imortalidade em
batalha, e também livrava de doenças e da morte para quem
a absorvesse.
Nota: a semelhança com o Hefesto ou
Vulcan Greco-romano, um ferreiro divino que também era um
cervejeiro. O seu nome foi dado ao o Rio de Goibhniu em
Abergavenny - Inglaterra
Govannon é o Deus de Conhecimento e das
Artes. Há ligações óbvias entre o fim artístico da Arte
e a arte de decoração Artística, e há forte semelhança
na adoração entre de Govannon e Brigit. Os adoradores de
Govannon tendem para excelência em um campo em lugar de ser
Mestre dos negócios, isto é refletido no seu papel
espiritual normal na sociedade. Govannon reflete a
necessidade para entender completamente e profundamente, e
desenvolver o conhecimento pessoal ao máximo. Este é um
desejo de humano profundamente arraigado, e reflete
obviamente em ego-conhecimento e entendimento profundo isso
permite a pessoa a entender as relações entre gênero
humano e os Deuses. Em um senso mais prático, Govannon
reflete também a habilidade do gênero humano para alterar
o seu próprio ambiente que é equilibrado pelo interconnecções
de toda a natureza que são refletidas na adoração de
Cernunnos e Epona.
17 Tyr, O Deus
da Guerra.
Tyr sempre foi considerado um dos Deuses
mais corajosos da Egrégora Nordica. Este foi o único Deus
que teve coragem de colocar suas mãos nuas na boca do lobo
Fenris (Fenrir), assim permitindo que os demais deuses o
acorrentassem. Todavia teve sua mão direita dilacerada.
Muitos Clãs Vikings clamavam à si de "Tyr".
Fazendo clara alusão à si como Guerreiros Corajosos e
Nobilíssimos como o referido Deus. Estes interpretavam a
História como sendo por sua vez, Tyr uma encarnação de
Força e do Guerreiro Honroso, aquele que se Sacrifica por
seu Povo e um Destino melhor para estes.
Como, alguns clãs também julgavam e
analisavam o Mito a partir do momento da perda da mão
direita por Tyr e pelas significâncias que isto poderia de
ter. Segundo alguns nórdicos, o ato de dar a mão direita a
outro é um sinal de confiança e de garantia de empreender
algo (promessa),assim como também um sinal de que a pessoa
está desarmada e por sua vez digna de confiança.
Tudo isto a partir da análise do
referido Mito. Para os nórdicos o uso de armas na mão
esquerda era um sinal de que a pessoa era por sua vez
deveras traiçoeira, pois poderia utilizar sua mão sinistra
enquanto mostrava a destra em um ato da mais vil covardia
digna dos fracos e traiçoeiros.
Alguns outros nomes para Tyr seriam: Tiw
e Tiu. Tyr habitava os palacetes enormes e atemporais de
Odin ou Odhinn como um dos mais nobres e impávidos Deuses.
Muitos Nórdicos antes de adentrar no
Estado de Berserker ou em Batalhas clamavam por Tyr em
brados com punhos e espadas aos ares de forma selvagem.
Quando os Normandos (que possuíam cerne
genético Viking) instalaram-se nas rochosas costas da
Bretanha, estes possuíam um calendário de Dias utilizando
seu Panteão Norse. E um destes dias traduzido para o inglês
chamava-se Tyr Day ou "Dia de Tyr". Com as influências
gramáticas ortográficas da língua saxônica e o Tempo que
passou por sua vez, o dia transmigraram-se para Tuesday. Um
fato comprobatório de tal afirmação é quando
pronunciamos ambas as formas designativas dos dias (Tyr Day
e Tuesday) vemos que ambas possuem igual valor fonético.
18 A Fundação
das Artes
O início da história, depois da criação
e antes do dilúvio, começando com Lamech, um descendente
de Adão por Caim. Isto nos leva de volta ao livro do
genesis
"Lamech se casou com duas esposas,
Adah e Zillah".
Adah teve Jabal que era o antepassado dos
pastores que vivem em tendas; e o irmão dele era Jubal;
este era o antepassado dos que tocam a harpa e flauta.
Zillah teve Tubal Caim, o mestre de todos
os caldeireiros e ferreiros, e sua irmã era Naamah.
A exposição bíblica é ampliada dentro
a história tradicional incluindo a tradição hebréia que
Jabal, enquanto pastoreava suas ovelhas nos campos, foi o
primeiro em construir paredes e depois casas de pedra,
fundando a arte de construção.
Também foi dada a fundação da arte de
tecer a Naamah, completando assim as exigências para o
crescimento da civilisação e habitação urbana.
No século passado os cronologistas
calcularam as datas do Velho Testamento somente baseados nas
genealogias registradas das quais não fornecem todos os
detalhes necessários.
Estava nestes registros que em 1650 o
Arcebispo Ussher datou a criação do mundo e o aparecimento
de Adão por volta de 4004 AC, da qual data, o Ano Luz na maçonaria
especulativa foi derivado, se somado 4000 anos para a data
da Era Vulgar.
As pesquisas modernas, baseadas em
descobertas arqueológicas, indicam que os primeiros
registros bíblicos relacionam o homem à aproximadamente
10.000 AC ou possivelmente antes, com o dilúvio.
Provavelmente antes de 5000 AC, ocorreu a formação dos
descendentes de Noé em nações ao redor 5000 AC, a construção
da torre de Babel ao redor 4800 AC e o primeiro grande edifício
na Babilônia logo em seguida.
Como a escrita foi inventada, muitos séculos
depois, que os eventos e as gerações estavam se baseando
na tradição oral, era esperado que ocorresse uma diferença
de datas. É de interesse particular notar que as investigações
arqueológicas revelam que algumas cercas de pedra e
baldrames de casas foram primeiramente usadas na Palestina,
Síria e Mesopotâmia há aproximadamente 12000 anos atrás,
quando também ocorreu a domesticação das ovelhas e cabras
selvagens, coincidindo então, o lugar e época dos filhos
de Lamech.
18.1 Os dois
Pilares
A lenda original dos pilares e tratativas
para a preservação das artes e ciências. A lenda não é
de origem de masonica e não contém nenhuma relação aos
dois pilares erguidos à entrada do templo de Salomão.
O historiador grego Berosus transcreveu a
lenda ao redor 300 AC, supostamente de um conto Sumerio que
tinha sido registrado em escrita cuneiforme ao redor 1500
AC.
Flavius Josephus, o autor que viveu no
primeiro século e escreveu em grego, também incluiu a
lenda dentro da sua história sobre o início do mundo.
Ranulf Higden, monge de Chester que
morreu em 1364, copiou a lenda de Josephus quando ele
escreveu a sua história universal.
"Policronicon".
Não se sabe se a lenda foi incluída
dentro dos velhos conceitos, antes desse tempo, mas ao ver
da maçonaria, está próxima às conexões eclesiásticas,
nessa época parece provável. A lenda já não se refere na
arte da maçonaria especulativa, mas ainda é uma parte do
tradição do Arco Real e Rito Antigo e aceito.
A tradição registra que os quatro
filhos de Lamech de que eram os fundadores as artes,
"sabiam bem que Deus faria vingança para o pecado dos
homens, ou através de fogo, ou da agua", assim,
prevendo o dilúvio do tempo de Noé. Eles então,determinados
a preservar as sete artes liberais e ciências contra tal
calamidade as inscreveram em dois pilares, um que
sobreviveria ao fogo e o outro que sobreviveria ao dilúvio,
contos sobre o uso de dois materiais variam.
Alguns dizem que o mármore é que não
pode ser queimado e laternes (laterite - uma pedra formada
de barro) não pode ser destruído através da água. Ainda
outros dizem, mais corretamente, que os tijolos resistem ao
fogo e o mármore e o bronze resistem à água.
Descobertas de escavações arqueológicas
revelam que o cobre fundido e lingotes do forno que queimava
a louça de barro estavam sendo usados ao redor 7000 anos
atrás, que provavelmente seria o período anterior ao dilúvio,
desta forma, qualquer método de preservação teria sido
possível.
A tradição relata que o conhecimento,
assim preservado, era providencialmente recuperado, após o
dilúvio, por Hermes, chamado de "pai de
sabedoria" e supostamente um descendente de Noé por
Shem que utilizou isto para o benefício do ser humano.
A moral deste lenda ancestral é que o
conhecimento e a verdade devem ser preservados, mas a corrupção
será castigada.
Um problema aparente com esta tradição
é que as inscrições cuneiform mais antigas presentemente
conhecidas datam de aproximadamente 5200 anos atrás e os
hieróglifos um século depois do período provável do dilúvio.
Mas algumas inscrições de
pre-diluvianas foram achadas, inclusive um tablete de
pictografico achado por Dr Langdon debaixo de uma camada
depositada do dilúvio em Kish, selos achados por Dr Schmidt
debaixo da camada do dilúvio em Fara e selos de
pre-diluvianos achados por Dr Woolley em Ur.
Um dos reis babilônicos antigos,
Hammurapi, que promulgou o famoso código de leis ao redor
de 1750 AC, registrou que "ele amava ler as escritas da
idade antes da inundação". Hammurapi era um contemporâneo
de Abraão e normalmente é identificado como Anrafel, rei
de Sinar em Gênese 14:1.
Quando Assur-ban-apli fundou a grande
biblioteca de Nineveh ao redor 600AC, ele também recorreu
as "inscrições antes do tempo da inundação".
Ao redor 300AC, o historiador grego Berosus registrou uma
tradição dos contos Sumerios que diziam que antes da
inundação Xisuthrus, o babilônico, equivalente de Noé,
enterrou as Escritas Sagradas em Sippar, em tabletes de
barro assado e os desenterrou depois do dilúvio.
Finalmente, há uma tradição comum entre os árabes e os
judeus, de que Enoque inventou a escrita e deixou vários
registros.
19 Tubal Caim na
obra de Dante aliguieri e o inferno
Dante Alighieri
Encontramos na Itália, Dante Alighieri,
*1265 a +1321, que era chamado de "o mais famoso
iniciado da idade média".
Opositor violento ao papado parece que
ele desempenhou um papel decisivo nas sociedades secretas
daqueles dias. Ele é o interprete do esoterismo em sua obra
"A Divina Comédia" e expôs ao mesmo tempo a
seqüência de passos para o iniciado obter a imortalidade.
Todas estas fraternidades tem vários pontos em comum, bem
como os sinais de reconhecimento, ritos de iniciação e de
filiação, tradição, as origens do que foi perdido na
antiguidade, e na qual encontramos vários pontos da
maçonaria moderna. (por exemplo a lenda da construção do
templo por Hiram) então nos unimos com uma das mais belas
lendas da idade média, sobre o Santo – Graal.
Abaixo trasncrevo o primeiro canto do
inferno, onde Dante relata a situação do profano que
encontra e se inicia na ordem, ....Nel mezzo del cammin di
nostra vita.... Em um ponto no meio da nosa vida, podemos
encontrar a um irmão, dentre tantas atribulações e
caminhos perdidos....
Também na seqüência transcrevo o canto
3, onde Dante encontra Virgilio, que representa Tubal-Caim
com o nome de Virgilio Dante quis apresenta-lo como ser puro
o que não foi corrompido com o pecado original....
LA DIVINA COMMEDIA
di Dante Alighieri
INFERNO
Inferno • Canto I
Nel mezzo del cammin di nostra vita
mi ritrovai per una selva oscura,
ché la diritta via era smarrita.
Ahi quanto a dir qual era è cosa dura
esta selva selvaggia e aspra e forte
che nel pensier rinova la paura!
Tant’ è amara che poco è più morte;
ma per trattar del ben ch’i’ vi
trovai,
dirò de l’altre cose ch’i’ v’ho
scorte.
Io non so ben ridir com’ i’ v’intrai,
tant’ era pien di sonno a quel punto
che la verace via abbandonai.......
Quando vidi costui nel gran diserto,
«Miserere di me», gridai a lui,
«qual che tu sii, od ombra od omo certo!».
Rispuosemi: «Non omo, omo già fui,
e li parenti miei furon lombardi,
mantoani per patrïa ambedui.
Nacqui sub Iulio, ancor che fosse tardi,
e vissi a Roma sotto ’l buono Augusto
nel tempo de li dèi falsi e bugiardi.
Poeta fui, e cantai di quel giusto
figliuol d’Anchise che venne di Troia,
poi che ’l superbo Ilïón fu combusto.
Ma tu perché ritorni a tanta noia?
perché non sali il dilettoso monte
ch’è principio e cagion di tutta
gioia?».
«Or se’ tu quel Virgilio e quella
fonte
che spandi di parlar sì largo fiume?»,
rispuos’ io lui con vergognosa fronte.
«O de li altri poeti onore e lume,
vagliami ’l lungo studio e ’l grande
amore
che m’ha fatto cercar lo tuo volume.
Tu se’ lo mio maestro e ’l mio
autore,
tu se’ solo colui da cu’ io tolsi
lo bello stilo che m’ha fatto onore.
Vedi la bestia per cu’ io mi volsi;
aiutami da lei, famoso saggio,
ch’ella mi fa tremar le vene e i
polsi».
«A te convien tenere altro vïaggio»,
rispuose, poi che lagrimar mi vide,
«se vuo’ campar d’esto loco
selvaggio;
ché questa bestia, per la qual tu gride,
non lascia altrui passar per la sua via,
ma tanto lo ’mpedisce che l’uccide;
e ha natura sì malvagia e ria,
che mai non empie la bramosa voglia,
e dopo ’l pasto ha più fame che pria.
Molti son li animali a cui s’ammoglia,
e più saranno ancora, infin che ’l
veltro
verrà, che la farà morir con doglia.
Inferno • Canto III
‘Per me si va ne la città dolente,
per me si va ne l’etterno dolore,
per me si va tra la perduta gente.
Giustizia mosse il mio alto fattore;
fecemi la divina podestate,
la somma sapïenza e ’l primo amore.
Dinanzi a me non fuor cose create
se non etterne, e io etterno duro.
Lasciate ogne speranza, voi ch’intrate’.
Queste parole di colore oscuro
vid’ ïo scritte al sommo d’una
porta;
per ch’io: «Maestro, il senso lor m’è
duro».
Ed elli a me, come persona accorta:
«Qui si convien lasciare ogne sospetto;
ogne viltà convien che qui sia morta.
Noi siam venuti al loco ov’ i’ t’ho
detto
che tu vedrai le genti dolorose
c’hanno perduto il ben de l’intelletto».
E poi che la sua mano a la mia puose
con lieto volto, ond’ io mi confortai,
mi mise dentro a le segrete cose.
Quivi sospiri, pianti e alti guai
risonavan per l’aere sanza stelle,
per ch’io al cominciar ne lagrimai.
20 Espada de São
Jorge; Espada de Ogum, Wootz
Há ainda algumas relações no nosso dia a dia que são
pertinentes a Tubal-Caim, ou melhor, ao conceito que ele
representa.
Uma pequena planta, comum nas nossas casas, que chamamos
de espada de São Jorge. Esta plantinha tem suas folhas
estrias rajadas em verde escuro, e verde claro e tem também
um formato longelíneo, que lemba as primeiras espadas
forjadas em bronze, e até hoje algumas tribos africanas se
utilizam deste formato em suas armas. Quanto as estrias elas
lembram uma liga de aço que foi perdida na época das
cruzadas, o aço de damasco, tem este nome devido a cidade
de damasco ser o ponto de divulgação e criação deste aço,
era composto de varias fontes de minério de ferro, forjado
em camadas e caldeando-se formavam laminas onde podia se ver
as diferentes composições químicas do ferro dispostas em
estrias claras e escuras. O nome hoje deste aço e damasco
de WOOTZ, pois o woots é uma variante do termo indiano para
o aço,
O aço de Wootz e tido como incorruptível,
pois apesar de ser feita com ligas de ferro que oxidam com o
tempo, este aço forma uma pequena película de oxido
imperceptível
que o
protege
das condições mais abruptas
de tempo. Prova disto é uma coluna de quase 2500 anos feita
em um só bloco com 30 metros de altura na cidade de Nova
Delhi na Índia.
Outro fato comum está nos meteoritos, a maioria deles,
são de ferro, caem as centenas todo mês no planeta
inteiro, há uma teoria de que a primeira lamina feita pelo
homem tenha sido retirado o material de um meteorito que
caiu no deserto. A história da faca de aqedah dá as
orientações de que Tubal-Caim tenha a forjado com o aço
de um meteorito, este aço de meteorito também tem estrias
similares ao aço damasco, pois como o minério esta em
fusão ao entrar na atmosfera e a baixa gravidade os
cristais de ferro formam uma longa cadeia de acordo com os
outros componentes minerais contidos no meteorito, material
que o G.`.A.`.D.`.U.`. providenciou abaixo do firmamento, e
que ela tenha sido usada por Abraão quando ia sacrificar
seu filho à D’us...
Hoje há a hipotese de que os fenícios e sumérios
vinham as Américas buscar piritas de ferro, sabendo que
este minério provinha de um grande meteorito.
|
Ablação:
|
Nome que se dá ao fenômeno de
incandescência e som gerado pela entrada de um
fragmento de cometa na atmosfera terrestre
(meteoro).
|
|
Aerólito
|
Corpo metálico ou rochoso que
provém do espaço. O fragmento deste corpo que cai
sobre a Terra é mais conhecido como meteorito.
|
|
Cometa
|
Astro que percorre uma órbita
geralmente muito excêntrica. Está constituído por
partículas relativamente pequenas (sobre tudo
fragmentos de gelo) junto com gases bem tênues. A
parte mais sólida de um cometa é o núcleo, que
costuma ter vários quilômetros de diâmetro. A
cauda de um cometa aponta sempre em direção contrária
ao Sol, devido ao efeito do vento solar. Há alguns
cometas com períodos curtos, mas todos eles são
escassamente brilhantes. O único cometa brilhante
com um período inferior a um século é o Halley.
Os cometas mais brilhantes têm períodos tão
longos que ainda não se podem predizer.
|
|
Cratera de Impacto
|
Buraco que é impresso na superfície
de um astro, por exemplo, um planeta ou um satélite,
pela colisão de um meteorito.
|
20.1.1 A extinção
dos dinossauros
Quando uma rocha gigante se chocou com a
Terra a 65 milhões de anos atrás perto de um vilarejo hoje
conhecido por Chicxulub na península do Yucatan, que
significa em Maya "rabo do diabo" não apenas
extinguiu os dinossauros mas também deixou uma cratera
gigante e um mistério ainda maior.
Cientistas acharam a cratera a uma década
atrás usando um equipamento de monitoramento sísmico com o
objetivo de "caçar" óleo (petróleo).
Agora, estes cientistas, criaram um
modelo em animação computadorizada que mostra como a
cratera pode ter sido formada e como o impacto deixou um
inexplicável anel interno ao anel maior (o anel da
cratera).
21 Conclusões
Dúvida que ainda persiste é sobre o primeiro filho da
viúva, se é hiram ou o filho dele com a rainha de sabá.
Tubal, ogum, vulcan crisor. Todos têm, em varias
culturas, a expressão que deus deu ao homem o conhecimento
dos metais, todos na idade do bronze.
Todas as lendas contem a idéia da criação, preservação
e transmissão do conhecimento aos homens.
Todas as lendas estão ligadas ao renascimento, assim
como a da Phenix..... que renasce do fogo....
É importante distinguir os elementos acima dos deuses da
guerra e do fogo que são corruptelas do conhecimento
original das artes e ferramentas para o falso belo e distorção
de vaidades.
Espero que com este trabalho, possa estabelecer, um novo
nível de discussões entre nós... Meu ir.`..
22 Bibliografia
[1.] SPADING UP ANCIENT WORDS; Erich
von de A. Fange; 1984; http://www.creationism.org/vonfange/index.htm
[2.] Canção Old Tubal-Caim, registros
de Mrs. George W. (Ida) Bates Dakota City, 1980
[3.] A ordem de Cristo e o Brasil, Tito
Lívio Ferreira, IBRASA, 1980
[4.] Tubal Caim;
elementos alquímicos; Michael Swanwick; SCIFI.COM; 2002.
[5.] O segredo
maçônico; a lenda de Hiram; Robert Ambelain;
[6.] Arte de Tubal Caim Arquitetura e
metalurgia; Maçom de NSW (Austrália); Dez/1992;
[7.] A LENDA DE
HIRAM ABIFF A Conexão egípcia, Jim Shaw & Tom
McKenney,
[8.] IDADE DAS
LUZES; Arthur Franco, WODAN Editora Ltda.
[9.] OS BALCANS NO JOGO DOS GRANDES IMPÉRIOS;
Prof. Therezinha de Castro; http://www.esg.br/publicacoes/artigos/a032.html
[10.] Centenas de paginas e buscas a
rede Internet......
|
|
|
|