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Estudos comprovam que leite ajuda a provocar
osteoporose e outras doenças graves
Introdução:
O ser Humano é o
único animal no planeta que continua a ingerir leite depois de se tornar
um adulto. No entanto, o organismo adulto humano já não está preparado
para ingerir leite, muito menos o leite de outras espécies que não está
adaptado para o corpo humano, mas sim para o organismo da sua espécie.
Ao contrário do
que a indústria dos lacticínios dá a indicar em seus anúncios mediáticos
(televisão, jornais, revistas, rádio, etc) e, através de alguns médicos
e nutricionistas enganados (por desinformação) ou "comprados" (por
corrupção) pela propaganda dessa mesma indústria, o leite de origem
animal não só não é um bom "alimento" para humanos, como não ajuda a
evitar a osteoporose e, pelo contrário, ajuda a provocar a mesma, para
além de outras doenças graves como alguns tipos de cancros.
Para saber
porque o leite provoca problemas de saúde, leia os artigos científicos
abaixo indicados e conheça a verdadeira realidade deste "alimento" e os
profundos interesses económicos por detrás do mesmo.
![]()
Ética - A
extrema crueldade feita para com os animais para a produção de leite
Saiba mais vendo
estes vídeos:
Não beba leite, pela sua saúde!
Tem-se
verificado que existe uma relação estreita entre o consumo de produtos
lácteos (leite, manteiga, queijo, etc.) e vários tipos de cancro,
diabetes, osteoporose, doença coronária e outros
problemas relacionados com intolerâncias e alergias graves. Tanto o
cancro da mama como o da próstata estão relacionados com o consumo deste
produto.
Esta íntima relação
explica-se através de um aumento da quantidade, no organismo humano, de
uma substância designada de factor de crescimento semelhante à
insulina-I (IGF-I) encontrada no leite de vaca. Esta substância pode
também ser encontrada, em elevadas quantidades, na corrente sanguínea de
indivíduos consumidores regulares deste tipo de leite. Estudos recentes
comprovam que homens com elevadas concentrações sanguíneas de IGF-I,
apresentam quatro vezes mais probabilidades de virem a sofrer de
cancro da próstata do que outros indivíduos com concentrações
sanguíneas de IGF-I mais baixas. Também o cancro do ovário está
relacionado com o consumo de produtos lácteos: o açúcar do
leite, quando desdobrado no organismo humano, dá origem a outro açúcar
mais simples, designado por galactose, que, por sua vez, é também
desdobrado por várias enzimas. Quando o consumo destes produtos excede a
capacidade destas enzimas para desdobrarem a galactose, esta pode
circular na corrente sanguínea, o que poderá, a longo prazo, afectar os
ovários. Mulheres consumidoras de leite de origem animal
apresentam três vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro
nos ovários.
A diabetes
insulino-dependente está também relacionada com o consumo de leite e
produtos lácteos. Pesquisadores encontraram uma proteína
característica dos produtos lácteos que provoca uma reacção auto-imune,
que, por sua vez, afecta as células do pâncreas, afectando, por isso,
também, a capacidade do organismo de produzir insulina.
O leite e seus
equivalentes e derivados são frequentemente recomendados para prevenir a
osteoporose. Contudo, pesquisas e estudos demonstram que o risco de
fractura óssea é igual em consumidores de leite de origem animal e em
não consumidores deste produto. Assim, ficou provado por vários estudos
que, na prevenção da osteoporose, é fundamental reduzir os
factores descalcificantes, tais como o consumo de sal e de proteína
animal – em vez de manter ou aumentar o consumo de cálcio
através de lacticínios (que contêm proteína animal).
A doença
cardiovascular é uma das doenças que está mais relacionada com o consumo
de produtos lácteos, pois têm elevadas quantidades de gordura
saturada e colesterol, aumentando imenso as probabilidades de quem
consome estes produtos vir a sofrer de doença coronária.
Os sintomas da
intolerância à lactose são diarreia, flatulência e distúrbios
gastrointestinais, e surgem devido à ausência, no organismo humano, de
enzimas capazes de actuar na digestão do açúcar do leite. Esta ausência
é um processo natural que ocorre no organismo, pois os humanos
são mamíferos e os mamíferos não necessitam de consumir leite durante a
vida adulta (menos ainda de outras espécies). Humanos que
insistem em consumir leite após o seu desmame forçam o organismo a
continuar a produzir estas enzimas, daí ser tão comum encontrar pessoas
intolerantes à lactose.
O consumo de
lacticínios não está só relacionado com doenças e alergias – os agentes
contaminantes encontrados em várias amostras de leite são um grave
problema para a saúde humana. A indução artificial da produção de leite
conduz a inflamações graves nas glândulas mamárias dos animais, que
requerem tratamento à base de antibióticos. Vestígios destes
antibióticos, bem como de pesticidas e outros medicamentos, são
encontrados em leites e outros produtos derivados.
Uma dieta
alimentar diária livre de produtos lácteos contribui para a
redução da perda de cálcio, diminuindo o risco de osteoporose. A
alimentação vegetariana oferece todo o cálcio necessário, a partir de
alimentos ricos em antioxidantes, fibra, ácido fólico, hidratos de
carbono complexos, ferro e outras vitaminas e minerais importantes, que
não são encontrados em lacticínios.
Leite de
vaca - Um perigo de saúde
O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito comulativo prejudicial. Com 59 hormonas activas, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares.
Combustível do cancro
Das 59 hormonas do leite, uma é um poderoso auxiliar do crescimento, de seu nome IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Factor de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico entre vacas e seres humanos. Segundo especialistas em medicina, é concensual que o IGF-1 é um factor-chave na aceleração do crescimento e na proliferação dos cancros da mama, da próstata e do cólon. Provavelmente actua também como catalisador no desenvolvimento de outras formas de cancro.
O IGF-1 é um constituinte de
todo o leite de vaca, visto que se é desejável que o recém-nascido
cresça com rapidez. Evidentemente que, se entrarmos em linha de conta
que uma percentagem significativa da população (50% nos USA) se debate
com problemas de obesidade, a presença de IGF-1 no leite pode já não ser
vista com tão bons olhos.
Um caso flagrante sobre este
assunto é o da indústria química Monsanto, fabricante de produtos como
DDT, agente laranja, Roundup e outros. Esta empresa gastou cerca de meio
bilião de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas
produzir mais leite.
Infelizmente o produto final (Posilac, rbGH, injectável) revelou cinco erros que levaram à proibição do uso de rbGH no Canadá. Ainda assim, o relatório que os descrevia (Richard, Odaglia & Deslex, 1989) foi oculto pela lei de Segredo Comercial de Clinton. Os canadenses puderam, em bom tempo, ler deste relatório o bastante para proibir o rbGH em seu país. O Posilac da Monsanto leva a um acréscimo de IGF-1 no leite até 80%.
A FDA (Food and Drugs
Administration - Departamento de Alimentos e Remédios dos Estados
Unidos) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Por outro lado,
estudiosos da questão insistem que nesse caso a amamentação não faria
sentido, por não ter qualquer eficácia. A afirmação da FDA é ridícula,
porque é o IGF-1 que faz o bezerro crescer a uma taxa tão elevada nas
primeiras semanas de vida.
Aumento do IGF-1 A fim de se entender melhor o papel deste químico, foi realizado um estudo com dois tipos de consumidores: um bebendo 360g de leite por dia, outro a porção recomendada pela USDA (recomendação nutricional diária dos Estados Unidos) de 720g (três chávenas). Neste estudo observou-se que os participantes que consumiam 360g de leite pro dia tiveram um aumento de 10% no nível de IGF-1. Quantidade: Todos os lacticínios em geral, por derivarem do leite, podem ser fonte do mesmo problema. O queijo, por exemplo, contém os mesmos constituintes do leite numa proporção de 10 para um. São necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. E quanto à manteiga, conta com cerca de 21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura da mesma quantidade de leite. Gordura: Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura, mas não tem idéia de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios. Os produtos que usam derivados do leite (caseína, soro, lactose) são provavelmente uma causa importante de problemas de peso e saúde.
Leite integral: 49% das
calorias vêm da gordura.
Leite meio-gordo (2%): 35% das calorias vêm da gordura. Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura. Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura. Cálcio: Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.
O cálcio do leite de vaca é
basicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11%
do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente,
para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que
nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações
com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior
nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por
78.000 enfermeiras num período de 12 anos.
Segundo a USDA, 240g (uma
xícara) de leite contém:
Cálcio (Ca) - 291,336 mg Magnésio (Mg) - 32,794 mg
A USDA recomenda 1200 mg de
cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias recomendadas pela USDA
só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do
magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1.
Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1
de cálcio, então apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio seria utilizável.
Se, na verdade, a proporção for de 1:1... só 98,38mg do cálcio é
aproveitável.
Proteínas: O leite pode ser considerado "carne líquida", pelo seu alto conteúdo de proteína. Na realidade, o excesso de proteínas pode que, em conjunto com outras proteínas, pode provocar a perda de cálcio do corpo. Países que consomem dietas ricas em proteínas (carne, leite e laticínios) têm as taxas mais altas de osteoporose.
80% da proteína do leite é
caseína. A caseína é um aglutinante poderoso. Um polímero usado para
fazer plásticos e uma cola óptima para mobílias resistentes ou rótulos
de cerveja. É usada como aglutinante em milhares de alimentos
industrializados, como "caseinato de _qualquer_ coisa_".
Bactérias: Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de bactérias, como não poderia deixar de ser. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de chegar à tua mesa - cada vez durante 15 segundos à temperatura de 72°C. Por contraposição, para esterilizar a água exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários minutos. Por outro lado, à temperatura ambiente o número de bactérias no leite duplica a cada 20 minutos. Pus: Um centímetro cúbico de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (mais conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado. Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias bem vivinhas e a 750 milhões de células por litro.
1 chávena = 236,5882 cm3
(centímetros cúbicos) ~ 177.441.150 células de pus e 4.731.600 bactérias
A ingestão diária "recomendada" para um adulto é de três vezes esta quantidade.
A Comunidade Europeia e o
Canadá só permitem 400.000.000 (quatrocentos milhões de) células de pus
por litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas PODEM chegar a
este nível e ainda assim chegar à tua mesa.
Colesterol: O conteúdo de colesterol de três chávenas de leite é igual ao de 53 fatias de bacon. Não muito dietético, concerteza! Vitamina D: A vitamina D (essencial à fixação do cálcio nos ossos) é geralmente derivada de um animal. A reação à luz do sol que converte 7-dehidroicolestero A vitamina D-3 vem, tipicamente, de quatro fontes diferentes: pele de porco, pele de ovelha, fígado de peixe cru e cérebro de porcos. Na maior parte dos casos a vitamina D-3 é extraída da pele de porcos e vendida a fábricas de laticínios. Existe também vitamina D-2, produzida em laboratório, que pode ser ou não de origem animal. Constituição do leite: água: 87% gordura: 3,25% (se for leite completo, ou gordo) caseína: 4% outras proteínas: 1% outras substâncias: 4,75% Referências: http://www.notmilk. http://www.notmilk. http://www.notmilk. http://www.notmilk. http://www.notmilk. http://www.notmilk. http://www.notmilk.
Marian Herbert, da Workshop
de Vitamina D da Universidade da Califórnia
Leite e
Osteoporose: os ossos da controvérsia
Contrariamente à onda
publicitária do meio médico, na verdade os hormônios sintéticos, os
laticínios e a maioria dos suplementos de cálcio enfraquecem os ossos e
têm outras influências negativas sobre a saúde.
Extraído de
Nexus Magazine, volume 5, número #6 (outubro-novembro de 2000). PO Box
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UMA NOVA DOENÇA, UMA
NOVA OPORTUNIDADE COMERCIAL
Hoje em dia, a osteoporose é
notícia - e negócio. Como doença, saiu da obscuridade há apenas duas
décadas para tornar-se uma preocupação das mulheres de todo o mundo
industrializado. Campanhas publicitárias nos meios de comunicação e
folhetos nas salas de espera dos médicos e nas farmácias alertam as
mulheres o tempo todo para o perigo do sumiço da massa óssea.
A onda de propaganda anuncia
que uma em cada duas mulheres com mais de 60 anos vai provavelmente
esfarelar-se com uma fratura osteoporótica (mas um homem de cada três
também terá osteoporose)
As estatísticas também dizem
que, nos Estados Unidos, mais de 20 milhões de pessoas têm osteoporose e
cerca de 1,3 milhão por ano sofrerão fratura óssea em decorrência da
doença. Em 1993 os Estados Unidos sofreram a perda estimada de 10
bilhões de dólares devido à perda de produtividade e ao custo do
tratamento de saúde relativos à osteoporose. Contudo, é importante
examinar estas estatísticas dentro de seu contexto. Embora seja verdade
que ocorram mortes de homens e mulheres que sofreram fraturas de
quadril, em geral essas pessoas são muito idosas e fracas. As pessoas
que morrem de fraturas de quadril não só são as mais fracas como também
sofrem de outros problemas.
As mulheres são bombardeadas
o tempo todo com a mensagem de que a guerra à perda óssea deve incluir
suplementos de cálcio e o consumo diário de alimentos ricos neste
mineral, principalmente laticínios. Os médicos recomendam
insistentemente às mulheres que passaram pela menopausa o uso a longo
prazo de estrogênio (sintético) e, se mais ajuda é necessária, indicam o
uso de drogas que estimulam a formação óssea, como o Fosamax. Assim,
asseguram à mulher que, armada com este arsenal poderoso, ela poderá
andar ereta, sem risco de fraturas, até o fim de sua vida. Infelizmente,
isto está longe da verdade.
Na verdade, os tratamentos
mais populares para a osteoporose são perigosos para a saúde da mulher.
Sabe-se que o estrogênio sintético é uma droga carcinogênica. A maioria
dos suplementos de cálcio é não só ineficaz na reconstrução óssea como
podem levar realmente a deficiências minerais, à calcificação das
articulações e a pedras nos rins. E, ao contrário da crença popular, já
se provou que os laticínios são uma das causas principais de perda
óssea.
A INDÚSTRIA DA
OSTEOPOROSE: UMA ALIANÇA IMORAL
A osteoporose fez brotar uma
indústria de crescimento fenomenal. A venda de um único remédio à base
de estrogênio, o Premarin, atingiu 940 milhões de dólares em 19963. A
indústria americana de laticínios floresce com sua receita anual de 20
bilhões de dólares4. E a venda de suplementos de cálcio está numa
espiral ascendente rumo às centenas de milhões de dólares.
A indústria da osteoporose
criou não só um imenso mercado para seus produtos; foi também
especificamente projetada para atingir as mulheres. É óbvio que a
amedrontadora campanha publicitária da osteoporose como "ladrão
silencioso" que ataca os ossos das mulheres já se pagou. Infelizmente,
as mulheres, inocentes, não sabem que, na verdade, estão sendo atacadas
por uma aliança imoral das empresas farmacêuticas, dos profissionais da
medicina e da indústria de laticínios, que orquestraram uma das manobras
propagandísticas mais bem sucedidas e planejadas da história.
Ao distorcer os fatos,
manipular as estatísticas e ocultar pesquisas científicas na busca do
lucro, mais uma vez esta poderosa aliança pôs vidas em perigo ao expor
as mulheres à incidência crescente de doenças como câncer de mama e
ovário, derrames, males do fígado e da bexiga, doenças coronarianas,
alergias, pedras nos rins e artrite.
AS RAÍZES DO EMBUSTE
A Segunda Guerra Mundial
anunciou um importante ponto de virada na medicina. Antes da guerra, as
empresas farmacêuticas eram, em sua maioria, pequenos negócios
envolvidos principalmente na fabricação de fórmulas à base de ervas. O
surgimento de uma ciência mais sofisticada depois da guerra mudaria para
sempre a face da medicina. Segundo Sandra Coney, autora de The Menopause
Industry (A indústria da menopausa): "Utilizando o poder e o prestígio
da ciência, a medicina entrou numa nova era 'moderna', tornando obsoleta
a abordagem das 'mãos que curam'. A medicina poderia desenvolver uma
tecnocracia na qual os especialistas estivessem armados com a química e
a maquinaria."
O desenvolvimento de
hormônios sintéticos acompanha o crescimento da indústria farmacêutica.
A criação do primeiro estrogênio sintético, o dietil-estilbestrol (mais
conhecido como DES), seguida de perto pela descoberta de um processo
para sintetizar hormônios esteróides a partir da urina de éguas grávidas
(o remédio é conhecido nos Estados Unidos como Premarin), trouxe
finalmente ao mercado uma fonte barata de estrogênio.
A introdução de
anticoncepcionais orais em 1960 deu início ao primeiro uso disseminado
dessas drogas por mulheres. Poucos anos depois, em 1966, as mulheres em
menopausa tornaram-se o foco da indústria que não parava de crescer. O
mito infeliz de que todas as mulheres na menopausa sofreriam destruição
e ruína totais de seus corpos e mentes sem suplementação de estrogênio
espalhou-se como fogo de palha nos países industrializados. Foi o
paraíso para a indústria farmacêutica, pois as mulheres acorreram a
tomar esta suposta pílula da "fonte da juventude".
Embora tenha havido alertas
esporádicos a respeito do estrogênio durante quase 30 anos, na prática a
corrida ao lucro ignorou-os. Sabia-se, em especial, que a estrona, forma
de estrogênio contida no Premarin, podia ser associada ao
desenvolvimento de câncer do endométrio (revestimento do útero).
Sandra Coney escreve: "Já em
1947, um jovem pesquisador da Columbia University, dr. Saul Gusberg,
relatou que havia um fluxo constante de usuárias de estrogênio fazendo
curetagem para diagnóstico de sangramentos anormais. Os resultados
patológicos das curetagens mostraram superestimulaçã
A bolha explodiu em 1975 com
a publicação de um estudo importante na prestigiosa revista New England
Journal of Medicine que demonstrava que o risco de câncer do endométrio
aumentava 7,6 vezes em mulheres que usavam estrogênio. Usuárias de longo
prazo corriam risco ainda maior. As mulheres que usavam estrogênio há
sete ou mais anos tinham probabilidade de desenvolver câncer do
endométrio 14 vezes maior do que as que nunca usavam o hormônio.
Naquele mesmo mês, dados do
registro de câncer da Califórnia confirmaram a descoberta. Entre as
mulheres brancas com 50 anos ou mais, houvera um aumento de mais de 80%
do câncer de endométrio entre 1969 e 1974.8
Cresciam as provas dos
perigos do estrogênio. Além do câncer de endométrio, o estrogênio foi
ligado também ao câncer de mama e de ovário, aos males do fígado e da
bexiga e ao diabetes. Surgiram mais questões a respeito de outros
possíveis efeitos colaterais.
O Premarin, estrela em
ascensão da fábrica Ayerst, começou a sofrer um sério declínio, assim
como o lucro da empresa. Houve uma queda dramática das indicações de uso
de hormônios no mundo todo. O uso de estrogênio caiu 18% de 1975 a 1976
e mais 10% de 1976 a 1977.9
A ARTE DE MANIPULAR A
PERCEPÇÃO
Algo tinha de ser feito para
salvar um mercado tão lucrativo. Como o estrogênio isolado era acusado
de causador do câncer de endométrio, as empresas farmacêuticas,
reconhecendo o erro da recomendação de estrogênio isolado às mulheres
com úteros intactos, tentaram consertar o fiasco adicionando-
Contudo, as mulheres
começavam a questionar a sério o problema do uso de hormônios
sintéticos, e assim a indústria farmacêutica precisou encontrar uma
razão irresistível para atraí-las de volta aos hormônios. A osteoporose,
doença de que 77% das mulheres da época jamais tinham ouvido falar,
estava à espera nos bastidores. Como explica Sandra Coney: "Com o
objetivo de reabilitar a TRH, as mulheres foram sido submetidas a uma
'campanha cuidadosamente orquestrada' para advogar o estrogênio como
forma de prevenção da osteoporose.
Para alterar a percepção dos
hormônios pelo público e exonerar seus efeitos ameaçadores sobre a vida,
foi preciso criar algumas pré-condições: a gravidade da osteoporose
tinha de ser imposta; as mulheres precisavam compreender que ela era a
"sua" doença; a menopausa tinha de ser definida como causa principal; e
as mulheres tinham de considerar trivial o risco de câncer, quando
comparado aos benefícios.
Na literatura médica, a
osteoporose era originalmente considerada um problema dos ossos, e não
das mulheres. Examinando-se as fraturas de quadril em termos de efeitos
sobre o indivíduo e custos para o país, os homens têm metade das
fraturas das mulheres e maior probabilidade que as mulheres de morrer em
decorrência delas. Mas pouco se fala sobre homens e osteoporose. O
"fator masculino" foi intencionalmente deixado de lado porque não se
ajustava à redefinição do mal como doença feminina causada por falta de
estrogênio. Esta estratégia foi necessária para promover a TRH.
Para conseguir isso, a Ayerst
contratou uma grande empresa de relações públicas para vender a
osteoporose. Eles tinham muito trabalho a fazer. Foi lançada uma grande
campanha publicitária dirigida às revistas femininas. Médicos
especialistas foram enviados para pregar o evangelho da TRH e da
osteoporose em programas de rádio e televisão. Trabalhadores da saúde
foram alistados para passar a mensagem a médicos e consumidores. Uma
velha desfigurada, corcunda e curvada, foi o símbolo da tática de choque
da campanha, e conseguiu instilar o medo no coração das mulheres.
Comentários como "A invalidez que a osteoporose pode causar é muito mais
grave que o suposto risco de câncer do endométrio"11 e "Mesmo que você
tome estrogênio sem progesterona, tem 15 vezes mais chance de morrer de
fratura de quadril que de câncer do endométrio"12 foram usadas para
seduzir as mulheres a voltar aos hormônios.
A campanha inspirada pela
indústria farmacêutica para revender o estrogênio com uma imagem mais
limpa foi espantosamente bem sucedida. Sandra Coney observa: "Na década
de 90, é total a reorientação da osteoporose como doença feminina. Hoje
é obrigatório incluir a osteoporose como "sintoma" importante em
qualquer discussão da menopausa. Ao convencer o público e os médicos de
que a osteoporose é um distúrbio incapacitante e 'assassino' e que o
estrogênio é a única cura, a TRH imbuiu-se de um tipo de santidade. A
TRH oferece a salvação onde ela não existe, resgatando as mulheres de um
destino impensável de velhas caducas e deformadas. Em vista disso, como
alguém seria ingrato a ponto de levantar a questão do risco?"13
O bom senso foi jogado pela
janela no caso da terapia hormonal. Não houve discussão da sabedoria ou
da ética de medicar um número imenso de mulheres saudáveis e
assintomáticas com drogas à base de estrogênio, reconhecidas entre "as
drogas mais potentes da farmacopéia"14. O fato de que este enfoque
jamais fora recomendado para nenhum outro remédio ou para a prevenção de
nenhuma outra doença não tinha importância. A passagem da TRH de
tratamento a terapia preventiva de longo prazo aconteceu sem debate ou
justificativa.
A osteoporose tornou-se um
tema de alto nível porque vende coisas. Além de ressuscitar a TRH e
garantir sua posição de frente no conjunto de tratamentos, a indústria
de laticínios e as empresas farmacêuticas que produzem suplementos de
cálcio pegaram carona no trem da osteoporose. A osteoporose atendia a
vários interesses. Veio em socorro da indústria de laticínios numa época
em que as vendas caíam por causa da ansiedade das pessoas quanto ao
consumo de alimentos que contivessem gorduras saturadas. Foi adicionado
cálcio ao leite desnatado, transformando assim o leite num produto que
poderia ser vendido como saudável - como prevenção da osteoporose.
Alertaram às mulheres que seus ossos ficariam quebradiços caso não
tomassem cálcio a mais com os novos laticínios fortificados15.
Os fabricantes de suplementos
de cálcio também alegaram que seus produtos poderiam impedir a perda
óssea, apesar do fato de não existir provas absolutas de que isto seja
verdade. Em 1986, os consumidores americanos gastaram 166 milhões de
dólares com suplementos de cálcio. Antes da mania do cálcio, e
contribuindo para ela, o National Institute of Health (Instituto
Nacional da Saúde, ou NIH) dos Estados Unidos recomendou, em 1985, que
as mulheres aumentasse sua ingestão diária de cálcio. Em 1989, o NIH
avisava que os promotores do cálcio "prometem mais cálcio do que
vendem"16.
OSSOS A OLHO NU
Para compreender os muitos
mitos sobre a osteoporose e os tratamentosrecomend
Quando se destrói mais osso
velho do que se constrói osso novo,acontece a perda óssea.A troca dos
ossos nunca pára completamente. Na verdade, depois dos 50anos a taxa
aumenta, embora não seja bem coordenada. As células quefabricam osso, os
osteoblastos, tornam-se cada vez menos capazes depreencher completamente
os espaços abertos pelos osteoclastos18. Aquantidade máxima inicial de
osso e a taxa de perdas determinam adensidade de nossos ossos. A
densidade varia muito entre osindivíduos, culturas, raças e sexos.Como
explica a dra. Susan Love, autora de Dr Susan Love's Hormone Book(O
livro dos hormônios da dra. Susan Love): "... o termo correto parabaixa
densidade óssea é 'osteopenia'
Até que ponto é real a
"síndrome da corcunda"? Segundo o dr. BruceEttinger, endocrinologista e
professor assistente de clínica médica na Universidade da Califórnia:
"... as mulheres não deveriam preocupar-secom a osteoporose. A
osteoporose que causa dor e invalidez é umadoença muito rara. Só 5% a 7%
das pessoas de 70 anos apresentamcolapso vertebral; só metade dessas
terão duas vértebras envolvidas; etalvez um quinto ou um sexto
apresentarão sintomas. Tenho uma longaprática e pouquíssimos pacientes
curvados. Tem havido muitobla-bla-
Mais recentemente ela foi
redefinida como "doençacaracterizada por reduzida massa óssea e
deterioraçãomicro-
Embora a nova doença tenha
dois componentes, a massa óssea e amicro-arquitetura, esta última é
praticamente ignorada. O problema éque, hoje em dia, somente a densidade
óssea pode ser medida. Alémdisso, nem todo mundo com baixa densidade
óssea sofrerá fraturas. Porexemplo, as mulheres asiáticas têm baixa
densidade óssea, mas taxa baixíssima de fraturas.A suposição
generalizada tem sido que, quando o osso chega a certonível de
porosidade, torna-se mais sujeito a fraturas. Agora que seconhece melhor
a fisiologia óssea, fica claro que isso não é tudo. O osso não se quebra
somente por causa da porosidade. Especialista importante em ossos e
autora de Better Bones, Better Body (Ossosmelhores, corpo melhor), Susan
E. Brown, PhD, afirma: "A osteoporosesozinha não causa fraturas ósseas.
Isso é documentado pelo simplesfato de que metade da população com ossos
osteoporóticos nunca sofrefraturas.
Lawrence Melton, da Clínica
Mayo, observou já em 1988: "A osteoporosesozinha pode não ser suficiente
para produzir tais fraturasosteoporó
Por que hoje parece haver
mais mulheres com osteoporose do que nopassado? Como explica a dra. Love:
"... parte deste aumento nada maisé do que mudança de definição... Não é
preciso dizer que quanto maisamplos os critérios usados para definir a
osteoporose mais mulheresficarã
AS CAUSAS MÍTICAS DA
OSTEOPOROSE
Há muitas culturas no mundo
em que as mulheres, depois da menopausa,têm boas condições físicas e são
ativas e saudáveis até o fim da vida.Também é verdade que as mulheres
destas culturas não sofrem deosteoporose. Se a menopausa sozinha fosse
na verdade uma das causas daosteoporose, todas as mulheres do mundo
estariam inválidas por causade fraturas. É claro que este não é o
caso.As mulheres maias vivem 30 anos depois da menopausa mas não
contraemosteoporose
Uma equipe de pesquisadores
analisou seus níveishormonais e densidade óssea e descobriu que seu
nível de estrogênionão era mais alto que o das mulheres americanas
brancas - e em algunscasos era ainda mais baixo. Os testes de densidade
óssea mostraram quea perda óssea ocorria nestas mulheres no mesmo ritmo
que em suascolegas americanas26.
Um dos estudos, que usou
exames de urina paramedir a perda de cálcio, descobriu que algumas
mulheres são"eliminadoras rápidas" enquanto outras são "eliminadoras
normais".Se a osteoporose deve-se à deficiência de estrogênio,
deveríamosencontrar níveis de estrogênio mais baixos nas mulheres
comosteoporose do que nas que não apresentam a doença. No entanto,
osestudos mostraram que o nível de hormônio sexual depois da menopausa
ésemelhante em mulheres com ou sem osteoporose28.
Obviamente, dizer que a
osteoporose é uma doença isolada e inevitávelque ocorre em todas as
mulheres na menopausa é uma simplificaçãogrosseir
Embora ambos os grupos de
mulheres menstruassem,
Embora o estrogênio tenha
papel importante e complexo na manutenção dasaúde dos ossos, a
osteoporose não pode simplesmente ser atribuída aonível baixo de
estrogênio que ocorre na menopausa. Numerosos fatores dietéticos,
cotidianos e endócrinos contribuem para o desenvolvimentoda perda
excessiva de tecido ósseo. A osteoporose não é produzida simplesmente
pela falta de um único hormônio.A intenção de transformar a menopausa e
a deficiência de estrogênionas principais causas da osteoporose deu à
TRH nova legitimidade comotratamento preventivo de longo prazo desta
doença. Ainda que se tenha provado que o estrogênio tem alguma eficácia
no retardamento da taxade perda óssea por reduzir o ritmo em que as
céluas ósseas sãoreabsorvidas, ele não pode reconstruir o osso.
Infelizmente, este benefício
não atinge todas as mulheres. Para ter alguma eficácia nasmulheres em
maior risco após a menopausa - as que têm 70 anos oumais - elas deveriam
tomar estrogênio continuamente durante décadas.Este, então, torna-se um
dilema bastante sério para as elas. Sabe-sehoje que a TRH aumenta o
risco de câncer de mama em 10% ao ano paracada ano de uso. Dez anos de
TRH aumentam o risco em 100%32. É óbvioque os numerosos riscos da TRH
ultrapassam em muito os efeitosbenéficos bastante limitados para os
ossos, principalmente quanto hátantas alternativas mais seguras e
eficazes. O aumento do risco de umadoença mortal vale realmente a pena?
O MITO DA DEFICIÊNCIA
DE CÁLCIO
Quando perguntamos as causas
da osteoporose, a maioria das pessoasrepetirá
Os japoneses ingerem em média
540mg por dia, mas as fraturas vertebraisda pós-menopausa tão comuns no
Ocidente são quase desconhecidas noJapão. No total, sua taxa de fratura
vertebral é metade da dos EstadosUnidos. Tudo isso é verdade, embora os
japoneses tenham uma dasexpectativas de vida mais longa dentre todos os
povos. Estudos depopulações da China, Gâmbia, Ceilão, Suriname, Peru e
outras culturasapresentam descobertas semelhantes de baixa ingestão de
cálcio e taxasreduzidas de osteoporose34. O antropólogo Stanley Garn,
que estudou aperda óssea durante um período de 50 anos em povos do norte
e docentro da África, não conseguiu encontrar relação entre a ingestão
decálcio e a perda óssea35.Embora todos concordem que a ingestão
adequada de cálcio sejaabsolutamente necessária para o desenvolvimento e
a manutenção deossos saudáveis, não há padrão de ingestão ideal de
cálcio. Tambémfica óbvio em todos esses estudos que a ingestão elevada
de cálcio nãoé necessária para se ter ossos saudáveis.Há, certamente, um
problema com a saúde óssea nas culturas ocidentais.No entanto, outros
fatores vitais que determinam o processo complexoda saúde óssea devem
ser compreendidos.
Os ossos são afetados pela
ingestão de outros nutrientes constitutivos dos ossos, pelo consumo
desubstâncias potencialmente prejucidiais como o excesso de proteínas,
osal, a gordura saturada e o açúcar; pelo uso de algumas drogas,álcool,
cafeína e tabaco; pelo nível de exercícios físicos; pelaexposição ao sol
e a toxinas ambientais; pelo impacto do estresse;pela remoção dos
ovários e do útero; e por muitos fatores que limitamo funcionamento das
glândulas endócrinas.Há pelo menos 18 nutrientes fundamentais na
construção óssea,essenciais para a saúde ótima dos ossos. Se a dieta de
alguém fordeficiente em qualquer destes nutrientes, os ossos sofrerão.
Entreeles, estão fósforo, magnésio, manganês, zinco, cobre, boro,
silício,flúor, vitaminas A, C, D, B6, B12, K, ácido fólico, ácidos
graxosessenciais e proteínas.
O corpo só usa os sais
minerais quando estão no equilíbrio correto.Por exemplo, meninas que
consomem dietas ricas em carne, refrigerantese alimentos
industrializados com alto teor de fósforo apresentam perdaalarmante de
massa óssea36. A proporção elevada demais de fósforo emrelação ao cálcio
provocará a retirada de cálcio dos ossos paracompensar.
Contudo, ainda assim, não há
prova de que o aumento deingestão de cálcio depois da menopausa, por
meio de suplementos ou dadieta, impeça fraturas. Na verdade, vários
estudos indicam que issonão parece reduzir de forma alguma a incidência
de fraturas. No númerode agosto de 1978 da revista Science afirmou-se
que "o vínculo entrecálcio e osteoporose foi feito com bases
insuficientes" e que osanunciantes estava muito à frente das provas
científicas. Mas umadieta rica em cálcio na primeira infância e os anos
anteriores àmenopausa realmente fortalece os ossos, reduzindo o risco de
suaporosidade depois da menopausa.Os piores suplementos de cálcio são
farinha de osso, conchas edolomita, porque não podem ser absorvidos com
eficiência e talvezcontenham chumbo. A ingestão excessiva de cálcio
também causa prisãode ventre e, pior, pedras nos rins e calcificação das
articulações.
A forma mais eficiente de
suplementação é a hidroxiapatita(
Na sabedoria do corpo, a
prioridade máxima é manter o equilíbrioapropriado entre ácidos e bases
no sangue. Uma dieta rica em proteínasda carne e dos laticínios
apresenta alto risco de osteoporose porquetorna o sangue muito ácido. O
cálcio, então, precisa ser extraído dosossos para restaurar o equilíbrio
correto. Como o cálcio do sangue éusado por todas as células do corpo
para manter sua integridade, oorganismo sacrifica o cálcio dos ossos
para manter a homeostase.Num estudo de um ano de duração com 22 mulheres
que já haviam passadopela menopausa, não houve melhora significativa do
nível de cálcioquando sua dieta foi suplementada diaramente com três
copos de 300mlde leite magro (equivalente a 1.500 mg de cálcio). Os
autoresafirmaram que este resultado deveu-se ao "aumento médio de 30%
daingestão de proteínas durante a suplementação com leite." Como o
leitemagro contém quase o dobro de proteínas do leite integral, promove
umataxa ainda maior de eliminação de cálcio.Num estudo de doze anos
recentemente publicado, com quase 78.000mulheres, concluiu-se que o
consumo de leite não protege de fraturasde quadril ou antebraço. Na
verdade mulheres que tomam leiteapresentaram risco significativamente
ampliado de fratura e o consumode leite na adolescência não protegeu da
osteoporose41.
Ainda há outros problemas nos
laticínios. Eles contêm antibióticos,
O ENGODO DAS DROGAS
QUE FORMAM OSSOS
As empresas farmacêuticas
propagandeiam mais outra arma em seu arsenalcontra a osteoporose:
remédios que prometem deter a perda óssea. Umadas drogas preferidas é o
Fosamax, único remédio não hormonal aprovadopela FDA norte-americana
para o tratamento da osteoporose. Estudossobre esta droga foram
espertamente interrompidos depois de quatro aseis anos. É justamente
este o ponto em que a taxa de fraturas demulheres que tomam drogas
semelhantes começa a crescer. Assim, emborao Fosamax pareça à primeira
vista aumentar a densidade óssea, naverdade ele reduz a resistência dos
ossos. O Fosamax é um venenometabólico que, na verdade, mata os
osteoclastos necessários paramanter o equilíbrio dinâmico dos ossos.
Além disso, ele pode causar
danos severos e permanentes ao esôfago e ao estômago. Também
sobrecarrega os rins e pode provocar diarréia, flatulência,
urticária,dores de cabeça e dores musculares. Ratos que receberam
dosagenselevadas desenvolveram tumores da tireóide e das supra-renais.
OFosamax também causa deficiências de cálcio, magnésio e vitamina
D,essenciais para o processo de construção óssea44.
PARA CONSTRUIR OSSOS
SAUDÁVEIS
Está claro que os tratamentos
mais recomendados às mulheres pelosmédicos - TRH, suplementos de cálcio,
laticínios e remédios - comcerteza beneficiaram principalmente a
sociedade médica e a indústriafarmacê
Segundo a dra.Susan Brown, as
seis áreas de intervenção que formam o programa maisvigoroso e confiável
para a construção e manutenção dos ossos incluem:maximizar a ingestão de
nutrientes, aumentar o vigor digestivo,minimizar a ingestão de
antinutrientes, exercitar-se (principalmentecom pesos), desenvolver uma
dieta alcalina e promover a vitalidadeendó
A tendência vitalícia da
mulher a fazer regime para emagrecer tem sido causa nãoreconhecida de
perda óssea. Pelo menos sete estudos bem controladosdemonstr
Sobre a autora: Sherrill
Sellman é autora de Hormone Heresy: What Women MUST KnowAbout Their
Hormones (Heresia hormonal: o que as mulheres DEVEM sabersobre seus
hormônios). Devido à grande demanda de aconselhamento quanoà saúde
hormonal e alternativas hormonais naturais por parte demulheres de toda
a Austrália e para referência de profissionais desaúde interessados,
Sherrill fundou o Serviço de Aconselhamento e Referência sobre Saúde
Hormonal Natural. Desde 16 de novembro de 1998o serviço está disponível
pelo telefone 1902 211 191 (na Austrália).
Notas:
1. Royal Australasian College of Physicians, Grupo de Trabalho sobreOsteoporose, relatório, 1991. 2. USA Health Facts, www.MedicineNet. 3. Agência de notícias Reuters, 5 de novembro de 1996. 4. Transcrição de entrevista coletiva à imprensa de Robert Cohen, 10de junho de 1998, website www.notmilk. 5. Coney, Sandra, The Menopause Industry, Spinifex, Victoria,Austrá 6. op. cit., p. 164.7. Ziel, H. e W. Finkle (1975), "Increased risk of endometrialcarcinom
MAIS
SITES PARA PESQUISAR INFORMAÇÃO:
www.MedicineNet.
www.notmilk. www.DumpDairy. www.PCRM.org www.StrongBones. www.drmcdougall. Fonte:
http://groups.
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