| Claude Lévi-Strauss |
| "...Mais j´ai vivement goûté les savoureuses évocations de la vie à Fortaleza, et j´ai suivi avec plaisir un Cearense dans ses promenades parisiennes. Quand l´occasion s´en présentera, aurez-vous lá bonté de fair part à Mr. Lustosa da Costa de mon estime e et de ma sympathie?" |
| Alice Raillard |
| "Oui, j’ai lu avec délectation, effroi et admiration, selon les moments, votre étonnant "Vida, Paixão e Morte de Etelvino Soares". Quel personage et quel roman! Je vous en remercie très sincèrement. Cette 'saga de la liberté de la presse à Sobral' est magnifique et passionante". |
| Rachel de Queiroz |
| "...Queria lhe mandar um abraço de agradecimentos pelo seu livro "Vida, Paixão e Morte de Etelvino Soares". Estou começando a leitura: até aqui vai tudo ótimo!" |
| José Sarney |
| "Parabéns pela carta do Lévi-Strauss sobre o "Vida, Paixão e Morte de Etelvino Soares". É um aval que consagra aquilo que todos sabemos: o grande escritor Lustosa da Costa." |
| Jorge Medauar |
| "Foi muito bom você me mandar seu "Vida, Paixão e Morte de Etelvino Soares". Comecei a ler - mas parei para recomeçar a leitura com mais vagar para sentir melhor o sabor de tudo, tanto da linguagem, que é muito sua, como do próprio enredo, que prende e gruda como visgo. Com mais vagar a gente sente na boca do espírito o paladar da melhor literatura." |
| Dário de Castro Alves |
| "O vocabulário é grande aliciante do texto como ocorre com escritos de Camilo Castelo Branco. A linguagem é uma grande protagonista dessa obra. Lustosa fixou o vocabulário do Ceará, de forma verdadeiramente deliciosa". |
| Francisco Carvalho |
| "Lustosa é igualzinho àqueles mágicos de circos que tiram da cartola pombas e fitas de todas as cores e fazem com que pedaços de jornais se transformem em rosas vermelhas aos olhos da platéia". |
| Iaponan Soares |
| "O Etelvino Soares é um grande personagem brasileiro, cuja grandeza se iguala a Quincas Berro D’Água, a um Ponciano de Azevedo Furtado, a um Sargento Getúlio e outros tantos que engrandecem nossa ficção". |
| Antônio Torres |
| "É um livro que dá para ler rápido, o texto desliza. Em meio aos tiroteios dos 'revólveres vomitando fogo', causos e ditos populares engraçados. A estrutura do folhetim dá agilidade à leitura". |
| Germano Almeida, o romancista de "O Testamento do Senhor Napomuceno" |
| "Recebi hoje o seu livro "Vida, paixão e morte de Etelvino Soares" que quero agradecer com amizade. Já antes tinha recebido "Clero, Nobreza e povo de Sobral" que adorei pela forma ironicamente maravilhosa como você fez crescer os personagens quase que perante os olhos do leitor. Um grande abraço de agradecimento." |
| João de Melo |
| "Muito grato pela gentil oferta de seus livros (o romance de Etelvino Soares e as crônicas de todos nós) cuja leitura iniciei de imediato. Estou encantado. Trata-se de duas obras excelentes, cujo fino recorte estilístico envolve de prazer e encanto o leitor temporal deste Brasil a um tempo histórico e quotidiano. Aprecio a energia e a simplicidade da sua prosa. Envolvem-me os sentimentos fortes do humor, do riso e das tragédias que povoam os seus mundos narrados. E julgo reconhecer nestes retratos a corpo inteiro de um Brasil em duplo (o reacionário e o combativo da mudança) não apenas os tipos sociais que caracterizam, como também a memória de quase toda a nossa literatura. Desejo vivamente felicitá-lo". |
| Malcolm Silverman, da Universidade da Califórnia |
| "Li e gostei imensamente. Os elementos irônicos, cômicos e trágicos misturam-se num mélange tocante e simpático. É de um fatalismo desses que a gente (leia: o leitor) tem vontade de quebrar, de reescrever tanto o envolvimento com o que está se passando "na tela". Tem toda razão: merece ser (e seria) uma telenovela como poucas!" |
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