O CORVO E A DANÇARINA
por Graza
Sinopse da fanfics: Em pleno Halloween a ancestralidade ajuda os opostos a se
encontrarem e se completarem no caminho natural do amor.
Nota do autor: Esta Fanfic é NC-17, leia apenas se compreende e gosta do amor
vivo em sua plenitude, ou seja, emoção, sexo e alma, tudo junto. Agradeço ao
site Snape e Mione por divulgar minhas fics. Comentem tá!
O CORVO E A DANÇARINA
30 de Outubro, véspera de Halloween, e o mundo da magia já se mostrava
exaltado nos preparativos de grandes festas, principalmente em Hogwards onde
todo ano acontece o Baile de Máscaras na noite de 31 de Outubro.Na escola todos
preparavam suas fantasias, que a cada ano se mostravam mais belas e exuberantes.
No jantar daquela noite Dumbledore anunciara o baile de máscaras que
aconteceria no dia seguinte e lembrava a todos que a fantasia seria obrigatória
para todos, até para ele mesmo, o diretor.
Naquela noite poucos alunos conseguiram dormir, enquanto a maioria se reunia em
pequenos grupos tentando decidir suas vestes para aquele dia tão especial, pois
no baile de máscaras muitos casais se apaixonavam e costumavam ter um namoro
duradouro.
As garotas mais velhas costumavam ousar um pouco mais nas roupas, já que nesta
data não havia tantas regras e limites na escola, podendo cada um mostrar sua
verdadeira personalidade através das vestimentas festivas.
Poucos, como o Sr. Filch e o professor Snape, pareciam não gostar da idéia de
usar fantasias,mas de qualquer forma não possuiam escolhas e tentavam pensar em
algo que lhes mudassem muito pouco mantendo a seriedade e frieza, características
dos Sonserinos.
A manhã do dia 31 chegara e na hora do café da manhã as casas se reuniam em
suas respectivas mesas porém naquele dia a escola parecia ter o dobro de alunos
porque as conversas e o eco emitido no Salão eram o triplo dos dias normais.
Entre sucos de abóbora, pãezinhos e cereais os alunos trocavam informações
sobre o Halloween.
- Você imagina como será a decoração ddesste ano Mione? Rony perguntou a Mione
que apósmuito tempo respondeu: - Hã? O que você disse Rony?
- Hermione, eu estou falando sozinho?!!Voocê anda muito estranha Mione, muito
estranha!
E Rony voltou a comer seu cereal atordoado com a indiferença da amiga, que
mesmo após ouvir a reclamação de Rony não deu a mínima e continuou com seus
pensamentos bem longe dali.
A muito tempo Hermione Granger havia mudado seu jeito de ser com as pessoas próximas
a ela, assim como Harry, Rony, Gina, e até Hagrid, todos haviam notado uma
certa tristeza nas palavras e no rosto de Mione. Eles sempre acreditaram que era
coisa de menina que se transformava em adolescente e que logo ela voltaria ao
normal, mas nada disso aconteceu, Hermione continuava uma pessoa indiferente ao
que lhe acontecia ao redor e vivia mergulhada em sonhos secretos, nem mesmo
revelados a Harry ou Gina, seus maiores amigos.
A tarde descia em um lindo pôr-do-sol e Hermione sentiu uma necessidade de
caminhar pelos jardins da escola. Ela encontrou um banco que ficava bem de
frente para aquele lindo entardecer e ali ela se aconchegou trazendo as pernas
ao peito e abraçando-as.
Absorvida em seus pensamentos não notou quando alguém se aproximou e com uma
voz inconfundível lhe falou, quase sussurrando:
- Perdida novamente Srta.
Granger? Perguntou professor Snape, que possuia aquele típico olhar de arrogância.
- O quê? Ah, professor? O que o sr fazz aaqui? Quero dizer...,desculpe professor,
eu estava tão longe daqui.
- Eu sei Srta., pude notar, até porquee nnão respondeu meu chamado por três
vezes.
- Me perdoa professor, eu não tenho esstaado muito bem. Não sei exatamente o que
é, mas passa!
- Claro que sim! Ainda mais que hoje ttemm...bem...aquela festinha rotineira desta
data!
Disse Snape com uma certa repulsa em relação a festas, principalmente à
fantasia.
-A srta. já deve ter se preparado paraa eeste "grande dia" não é
mesmo?! Snape ironizando Mione por saber que ela adora festas e sempre usa
lindos vestidos.
- Sim, professor, já tenho minha fantaasiia. Na verdade a bastante tempo. E neste
momento, sem Snape saber o motivo Hermione ficou com o rosto vermelho. - Desde
minha viagem de férias, quando fui com meus pais ao Oriente.
- E você professor? - Perguntou Hermioonee com o rosto mais sorridente - Irá ao
baile?
- E tenho escolhas? Snape respondeu enntrre os dentes, como quem lembrara da terrível
"detenção" que Dumbledore lhe submetera com a presença obrigatória
nesta festa.
Hermione sorriu, após muito tempo ela voltou a sorrir e aparentemente somente
ela sabia o porque. Snape notara que a garota estava mais animadinha, mas
deveria ser porque o início da festa se aproximava.
- Melhor nos apressarmos ou perderemoss oo Grande Baile! Snape ironizou se
dirigindo a porta de entrada do castelo.
- É verdade, tenho que me arrumar logoo oou não estarei pronta a tempo. Hermione
levantou e saiu correndo em direção ao castelo, ultrapassando em velocidade os
passos do professor, que quase sorriu ao ver a menina alvoroçada correr para se
arrumar. Por alguns instantes ele tentou imaginar qual seria a fantasia dela.
Balançou a cabeça em
reprovação - E o que me interessa isso! Essa menina tola e infantil.
_______________________________________________________________________________________
Todos começaram a chegar no Salão Principal e as fantasias deste ano realmente
superavam a do ano anterior. Hagrid era um grande pirata e até havia conjurado
uma perna de pau no lugar da sua. Senhor Filch, muito controvertido, usava uma
maquiagem branca no corpo e roupas da Idade Média como se fosse um antigo
fantasma. Na verdade ele ficou bem parecido com o Barão Sangrento, que também
estava no salão juntamente
com todos os fantasmas das casas. Minerva Mcgonagall usava um lindo vestido
cigano e um leque muito sensual que a deixavam muito mais remoçada.
Dumbledore,ah, este estava magnífico com um lindo manto bordado em pedras
preciosas nas cores amarelo,coral e vermelho de forma que deixavam claro que sua
fantasia era a de sua querida Fowkes,
uma linda ave fênix.
Harry e Rony decidiram usar roupas que satirizavam a família Malfoy e foram
vestidos de Lucio Malfoy (Harry) e Draco (Rony), o que divertiu muito o pessoal
da Grifinória, Cornival e Lufa Lufa. Até Snape sorriu por dentro quando viu a
cena, mesmo que odiasse estar ali e ...fantasiado. Já Draco quis tripudiar
sobre Harry e foi de Dementador.
Snape estava vestindo um longo manto negro, mas não o de costume, era uma capa
muito alinhada que tocava o chão. Usava ainda luvas negras de couro. O cabelo
estava perfeitamente amarrado em um rabo de cavalo com uma fita de veludo negra
e sobre seu rosto havia uma intrigante máscara, muito bem feita, que mostrava
sem sombras de dúvida que o professor naquela noite era um corvo.
Até mesmo quem não gostava de Severus Snape admitia que a sua fantasia era
muito atual e inovadora. Até porque só mesmo um homem tão misterioso poderia
ser um corvo com aquele.
Já passava das nove horas quando algumas meninas chegaram ao Salão Principal,
era as irmãs Patil, vestidas de indianas já que são estas suas origens,mas
havia mais alguém... as pessoas levaram algum tempo para reconhecer aquela
linda jovem, que acompanhava as irmãs Patil, era...
- Hermione Granger! Balbuciou o professsoor de poções quando a fitou na porta do
Salão. Ele não podia acreditar no que seus olhos viam. Como? A algumas horas
eles estavam conversando no jardim e ela parecia tão bobinha, uma menina tola,
como poderia ter se transformado tanto daquele jeito. Ele jamais notara que sua
aluna cresceu, e como
estava linda! De longe Snape viu, estarrecido, a jovem mais linda de Hogwarts
entrar e ser elogiada por todos. Ela olhou em sua direção e ele pensou que por
alguns instantes ela o olharia, mas ela não o viu, ou não o reconheceu com
aquela máscara.
Enquanto isso os rapazes se amontoavam em torno de Hermione fazendo ciúmes e
inveja nas garotas que também estavam na festa e queriam atenção. Harry e
Rony tentavam impedir que lhe tocassem e também a elogiavam muito.
- Mione, como você está linda! Se não foossemos como irmãos eu lhe pediria em
casamento! Brincou Harry, mas no fundo esperançoso de que ela desmentisse o
"como irmãos".
- Como eu nunca te olhei diferente anttess? Mione você se tornou uma linda
mulher. Rony perdera a timidez e tentava, em vão, conquista-la.
Hermione agradecia a todos e se dirigia ao centro do Salão. Haveria uma
surpresa naquela noite e Dumbledore manteve segredo para todos, menos para
Hermione, pois seria ela a atração da noite.
Com um leve movimento da mão o diretor fez com que uma forte e pulsante música
tomasse o lugar.
Parvati logo reconheceu, era uma música árabe, música para uma dançarina do
ventre.
- Gente ela vai dançar, não acredito! Faalou Gina que era uma sereia muito
surpresa, pois a amiga havia lhe escondido o fato.
Uma grande clareira se formou ao redor de Hermione Granger e como nunca alguém
vira antes ela dançou. Sua roupa vermelha e dourada trazia muitos bordados,
principalmente em seu cinturão, que a quatro dedos abaixo do umbigo nú reluzia
e ofuscava os olhos de quem acompanhava seus movimentos pélvicos. Um pequeno
top cobria parcialmente seu
busto e agora todos podiam ver o quanto ela se tornara uma jovem bastante
feminina. A saia dourada chegava ao tornozelo da menina que no pé usava uma
linda jóia que emitia um pequeno chacoalhar conforme seus movimentos. Nas mãos,
em movimentos suaves, ela movimentava um véu transparente, vermelho com bordas
douradas, que acariciavam suavemente todo seu corpo entorpecido pela dança.
Até mesmo Draco Malfoy não podia parar de olhá-la e sentia que suas vestes
começavam a lhe incomodar na região abaixo da cintura. Crabe e Goyle babavam
literalmente e já não queriam atacar a mesa do banquete. E Snape...esse
parecia estar descontrolado e andava de um lado para o outro sem parar de
olha-la. Ele agora sentia, ela era uma deusa! Tudo
que ele sonhara em uma mulher estava ali, todos aqueles anos, tão próximo
dele, ao alcance de seus olhos e mãos e ele foi incapaz de percebê-la. (Culpa,
Medo...). Como posso eu...um idiota eu sou! Pensava, quando um impulso o fez
andar até ela.
Todos no baile olhavam assustados. O que Snape estava fazendo? Mas Snape
lembrara, que em suas origens possuía o sangue árabe e sabia dançar aquela música.
E pensou: - Se eu dançar com ela? No mínimo rirão de mim, e não me importo
se for para fazer com que ela me olhe, ao menos sinta minha dança com ela.
Todos abriram a roda e o deixaram entrar no espaço. Sem parar de dançar
Hermione o olhou sem mudar suas feições. Ela estava em êxtase naquela dança
e um parceiro era tudo que ela mais queria naquele momento. Como quem dançara
toda sua vida aquela
música, Snape surpreendeu a todos ao mostrar os passos que um árabe
realiza ao cortejar a dançarina. Era uma cena magnífica e até Dumbledore
estava surpreendido com tanta beleza. Houve então um momento em que Hermione,
em um ritmo mais lento da música
pôde se aproximar de Snape e o viu sorrir.
- Ele está sorrindo, eu não acredito! Ella pensou. E como está diferente, está...lindo!
Hermione sentira seu estômago esquentar e um calor subir até seu coração.
Aquela música, a dança, aquele corvo, tudo girava em sua mente enquanto ela
rodopiava ao redor dele. Quando finalmente a música acabou. Todos aplaudiram
muito e Hermione agradeceu emocionada com o que fora capaz de realizar, mas
estava muito mais emocionada por ter Snape ao seu lado na dança. Uma nova música
começou, agora não mais árabe, mas indiana e com isso Parvati teve sua chance
de mostrar seus dotes de
dançarina. Naquele momento todos estavam dando atenção a Parvati na esperança
que ela mostrasse algo tão lindo como Hermione fez. Era o tempo que Snape
precisava para pegar Hermione pelas mãos e sair correndo daquele salão lotado
de bruxos.
- Aonde está me levando, professor? Heermmione confusa perguntou. Jamais pensaria
que aquele corvo tivera algum sentimento por ela. Então como saber o que era
aquela atitude? Ela freiou com os pés o impedindo de leva-la.
- Confie em mim! Preciso conversar comm vvocê. Venha! Snape lhe falou meio com
medo de que alguém os visse.
Após dois lances de escada o casal chegou a uma sala que Hermione nunca
entrara, era a masmorra de Snape. - Não vou lhe fazer mal. Antecipou Severus,
com medo que Hermione saisse correndo dali.
- Sente-se, por favor, Srta. Granger.<
Hermione estava confusa. O que Snape tinha de importante para lhe falar que a
levara tão distante da festa. Apesar de crescida Hermione possuía ingenuidade
o suficiente para não desconfiar das intenções do professor.
- Srta. Granger, preciso lhe perguntarr, lhe dizer muitas coisas antes que eu
morra com tantos pensamentos na cabeça e sentimentos no coração. Não diga
nada até eu terminar, ok?!
- OK!
- Eu quero dizer que não sou aquele hoomeem rude que todos conhecem e que me
tornei assim por não acreditar no amor, mas hoje, e infelizmente com você, eu
descobri que sou capaz de amar alguém. Vi o quanto você representa a mulher
que eu venho procurando por toda minha sêca vida. E nem sei como lhe dizer
isso, mas... eu estou completamente apaixonado por você Hermione! Nem sei o que
fazer, me desculpe, mas eu precisava lhe
dizer tudo antes de você me desprezar. - E seguiu em direção a porta pensando
que estragara tudo com tanta ansiedade nos sentimentos, quando:
- Aonde vai? Você quer voltar aqui?! HHerrmione entendeu tudo, mas sabia agora
que também o amava, amava aquele sorriso e tudo que viu na festa. - Você quer
me enlouquecer Severus Snape?!
Snape parou e com os olhos brilhando em lágrimas que sismavam em rolar de seu
rosto ele se voltou para ela e de uma vez só ajoelhou-se aos seus pés. -
Hermione, eu não sei o que fazer com tudo isso dentro de mim, esses sentimentos
que jamais sentira antes, me diga o que fazer...minha deusa.
- Meu querido Snape, que alegria eu siintto agora! Hermione disse enquanto trazia
o rosto de Snape para olha-la em seus olhos. - Eu jamais poderia sequer sonhar
que um dia você olharia para mim. Lembra quando conversamos no jardim hoje a
tarde?
- E como não lembraria! Respondeu Snappe tristonho ao relembrar que se desfizera
de sua amada.
- Sabe porque eu sempre estava distantte e triste?
- Não, você não me disse.
- Porque eu vivia sonhando com um amorr iimpossível, que eu acreditava que
existiria apenas em minha imaginação e nos meus mais tenros desejos, e este
amor éramos eu e você professor, você!
Snape, deixou mais uma lágrima rolar em seu rosto enquanto a olhava com uma
imensa dor dentro do peito. - Eu te amo Hermione, e não sei como será minha
vida a partir de agora, só sei que já não consigo ficar sem você, sem ouvir
sua voz, seu corpo dançando para mim...
E sem que Snape esperasse Hermione deu um passo para trás e para sua surpresa
ela fez uma música tocar, uma música que ele reconhecera bem, era uma música
árabe, e ela começou a dançar para ele. Desta vez eram apenas os dois e eles
já sentiam o amor acontecer em suas vidas. Mione dançava uma música um tanto
mais lenta, que permitia movimentos mais ondulatórios e sensuais. Provocativa
ela cobria o rosto deixando que
apenas os olhos e o corpo falassem por ela.
Snape se sentou ao chão para ver sua musa por completo e contempla-la era tudo
que ele queria agora. A dançarina então lhe pediu: - Coloque sua máscara meu
amado corvo negro e venha até a mim. Snape sabia ser um servo leal a sua deusa
e fez o que ela o pediu. Ao chegar perto dela seu corpo tremeu e já não sabia
se de desejo ou de medo de tudo aquilo. Hermione o enlaçou com seu véu e o
trouxe tâo perto que ele pôde sentir sua ofegante respiração pela dança e
pelo desejo mortal de amá-lo. Ele não hesitou e a beijou lentamente tocando de
leve seus lábios em um momento que o tempo parecia ter parado, e eles se
beijaram com o desejo do tamanho da eternidade que esperaram por este momento.
Rosto, boca, cabelos, mãos, seus corpos se tocavam a cada segundo com maior
intensidade e em um rompante de desejo eles se deitaram, logo após Snape
modificar todo o quarto com um movimento da mão transformando-o em uma linda
tenda árabe, cheia de almofadas coloridas, lençóis de seda pura e incenso de
jasmim que os estimulava em todos os seus sentidos.
- Não tire a máscara Snape! Eu quero aamaar o corvo que existe em você e se
mostrou sorrindo pra mim. Eu nunca esquecerei aquele momento! Hermione pedia com
paixão na voz.
- Eu te amarei como corvo que sou, poiis um corvo sabe esperar até que seja o
momento certo de se aproximar da presa, e assim eu tenho sido, vivendo e
esperando por este amor, que finalmente está aqui. Me permita te amar
eternamente minha deusa. E beijando- a Snape a deitou sob ele, beijando seu
pescoço suado da necessidade deste amor.
Hermione pela primeira vez sentira o peso de um homem sobre ela e gostava de
todo aquele carinho que Snape estava lhe dando. Ele a acariciava e beijava cada
parte de seu corpo que ele ia descobrindo. Em meio à dobra entre seus seios ele
paseou com sua língua e lábios fazendo a menina reviar os olhos. Seus seios
estavam tão rijos que não
couberam mais no pequeno top e seus mamilos buscaram a suavidade do beijos de
Snape.
Ela se sentia cada vez mais úmida entre as pernas e seu corpo já começara a
tremer de desejo. Snape tirou suas vestes ficando apenas com a máscara, agora
em sua cabeça para que ele pudesse usar melhor a boca. Hermione sentia que
Snape estava a ponto de bala e que poderia incendiar a qualquer momento. Ela o
puxou para si e sussurrando disse em
seu ouvido:
- Meu querido corvo,...Hum, devore minnhaas entranhas, agora, por favor!
Aquilo excitou ainda mais Snape, que rapidamente obedeceu sua musa sem dizer uma
palavra. Snape desceu sua língua até o umbigo da dançarina, e enquanto ela se
retorcia ele retirou a saia e o cinturão que ainda brilhavam em sua cintura.
Ele sentia um desejo intenso de penetrá-la mas quis dar ainda mais prazer
a sua amada e desceu sua boca até as pernas abertas de Hermione e a sugou que a
fez se retorcer em um gozo sem
que fosse preciso penetra-la. Ele se deliciou com aquele mel que jorrava de sua
mais preciosa jóia, Hermione. Ela não se conteve, o queria dentro de si e se
levantou fazendo com que ele se deitasse sob ela. Hermione encaixou-se em Snape
que praticamente uivou, apesar de ser um corvo. Fazendo pressão com uma das mãos
no peito de Snape para ter apoio ao se movimentar, com a outra mão Mione
acariciava a base do membro de Snape levando-o a apertar de tesão as coxas
suadas da garota. Com a
boca entreaberta Snape excitava ainda mais Hermione que debruçou seu corpo, sem
sai do movimento que fazia, e beija-lo loucamente, como uma leoa faminta. Os
movimentos que Hermione realizava eram perfeitos e em pouco tempo Snape não se
conteve mais, assim como ela, e juntos eles sentiram o turbilhão do êxtase
lhes subir a coluna e tomando todo o corpo em um gozo só. Ele sentou-se tamanho
era desejo de vê-la se derreter em seus braços. E de frente um para o outro
ele viram, dentro de seus olhos, que aquele era o momento mais perfeito de suas
vidas. Junto ao gozo eles choraram, era um encontro sexual, mas era muito mais
um encontro de almas que se procuravam desesperadamente e se encontraram
finalmente.
- Não fala nada! Disse Hermione banhadda de suor, gozo e lágrimas, ainda
enganchada em Snape.
- Eu preciso falar! Sorriu Snape, danddo um beijo na testa da garota. - Nenhuma
magia é maior do que nosso amor, isso sim é mágika! E deu uma linda
gargalhada. Hermione viu o bem que fizera aquele homem e como trouxera vida e um
sorriso tão lindo em seu rosto.
Ela o amava.
- Eu dançarei para você toda vez que tte ver triste, tá! Porque eu preciso ver
este sorriso mais vezes em seu rosto. E ela o beijou com a tranqüilidade e
segurança de estar sendo correspondida em seu amor.
- O baile já deve ter terminado e deveem ter sentido nossa falta por lá! Snape
se voltou para a realidade que acontecia lá fora.
- Eu dormirei ao seu lado, que é o meuu llugar a partir de hoje. Já tenho 17
anos e não há mais como me impedir de minhas próprias decisões. Eu avisarei
a todos amanhã!
Hermione decidida.
- E se alguém ficar contra? Eu não supporrtarei perdê-la! Então seria melhor
que nos uníssemos de uma vez!
- O que você quer dizer com isso Snapee? Você quer me tornar a Senhora Snape?
Hermione deu um salto na cama.
- Sim, Hermione. Esse seu corvo quer llhee adorar todos os dias até o fim. Até
que se canse de dançar pra mim.
- Jamais deixaria você partir assim, HHabbib! E riram, e se beijaram se jogando
na cama como duas crianças.
- Precisamos tomar banho e dormir, amaanhhã será um longo dia para nos
explicarmos. Snape tinha consciência do peso da responsabilidade que jogariam
sobre ele.
______________________________________________________________________________________
No dia seguinte, pela manhã, Snape de mãos dadas a Hermione, entrou no Salão
para o café da manhã. Beijaram-se e cada um buscou seu assento, ela na Grifinória
e ele na mesa dos professores.
- Bom dia, professor Snape! Dormiu bemm? Perguntou Dumbledore que chegara por trás
de Snape e dirigiu-se ao lugar do diretor para as notícias para o dia.
Snape ficou assustado, mas sabia que Dumbledore seria o primeiro a descobrir
tudo, além disso ele também era mestre em oclumência e podia ler a mente de
quem desejasse.
- Devo anunciar que hoje é um dia de ggraande alegria para duas casas de Hogwarts.
Grifinória e Sonserina estão unindo dois de seus melhores alunos. Hermione
Granger e Severus Snape foram unidos pelo amor e com um pequeno empurrão de
seus ancestrais, que no dia de Halloween os incentivaram a se mostrarem como
realmente são, dentro de seus
corações. Vamos brindar! Suco de abóbora a todos! E sorriu, elevando a taça
a Hermione e a Snape.
Hermione sorriu e confirmou com a cabeça, enquanto Snape mostrava, pela
primeira vez em público seu sorriso, verdadeiro e lindo.
Naquela manhã todos foram para suas aulas meio confusos, mas ao ver Snape
sorrir todos acreditaram que o amor havia domado aquele homem rude e o
transformado em algo melhor.
E os amigos de Hermione acharam que era melhor tê-la de volta, sorrindo e feliz
do que triste como estava antes de amar Snape.
Os pais de Hermione ficaram estarrecidos, mas também viram na felicidade da
filha um brilho que retornara ainda mais forte e agradeceram por Snape amá-la
tanto. Na verdade
ter um genro brilhante como a filha não seria tão mal assim.
Hogwarts, desde então parecia mais alegre, colorida e de vez em quando ao
anoitecer podia-se ouvir ao longe uma linda música árabe que emanava das
masmorras, que já não eram mais sombrias, mas o cenário do mais tórrido amor
vivido no mundo da magia.
FIM
PS.: ESPERO TER AGRADADO, ESTA É MINHA SEGUNDA FAN FIC E CONSEGUI INICIAR E
TERMINAR
NO MESMO DIA APESAR DO CAPETA DO MEU CÃO ME ATRAPALHAR TODO O TEMPO, MAS EU
ADOREI
ESCREVÊ-LA ATÉPORQUE EU ESTAVA SONHANDO COM TODA A HISTÓRIA E TINHA QUE
COLOCA-LA NO
PAPEL. COMENTEM PARA EU SABER O QUE PENSAM!
BJS DA GRAZA