A Carta
por Regine Manzato
N/A: Primeiramente eu gostaria de agradecer a Sarah Snape pela oportunidade de mostrar algumas das minhas fics nesse site maravilhoso que é o SnapeMione, e dizer que é um site que eu gosto muito. Agora, falando da Fic... eu a compus quando estava num dos meus muitos momentos de tristeza, depressão e dor. Já compus uma que mostrava o Snape viúvo, e agora, não é muito diferente, apenas que é ele quem está morto. Devo admitir que matá-lo não é assim tão fácil quanto parece, mas, eu fiz o que podia. Já que ele está morto mesmo, Dumbledore e Hermione começam e arrumar alguns papéis dele e, num desses papéis, ela acaba encontrando um bem interessante. O que há de tão interessante escrito nele? QUERO REVIEWS!!!!!^^’ BJOS!
A carta
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tsk, tsk, tsk, meu caríssimo Severo, quer dizer então que durante todo
esse tempo você me traía friamente. Tudo, absolutamente tudo você contava
para aquele velho idiota, não é mesmo?
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Sim – respondeu Severo calmamente. – eu sempre passei todas as
informações para Alvo. Ele sim foi o meu mestre todos esses anos, e não você,
seu nojento, velho pervertido, verme, desgraçado.
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Meça suas palavras, Severo...
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Foda-se seu verme imundo!
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Crucio!!
Crucio!! Crucio!!
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AAAAAaaaaaaaaaaahhhhhhh!!!!!!!
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E agora, Severo? É o suficiente para você reaprender a me respeitar? Eu
não quero ter de matá-lo. A escolha é sua, afinal, ninguém nunca conseguiu
mesmo colocar alguma coisa nessa sua cabeça inútil. Então? Seja fiel
a mim novamente e eu lhe pouparei a vida.
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JAMAIS VOLTAREI A SER SEU SEGUIDOR SEU PORCO IMUNDO, CRETINO, DESGRAÇADO!!!!!!!
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Então.... Avada Kedavra!!!!!!!!!!!
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Sim, minha querida, infelizmente o nosso professor de Poções foi morto
por Voldemort - disse Dumbledore à Hermione.
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Diretor, que coisa horrível. Eu...eu sempre fui uma grande admiradora do
professor Snape. Ele sempre foi um homem com
muita coragem.
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Sim, minha querida. Um homem com tanta coragem como ele é quase impossível
de se encontrar hoje em dia. Severo sempre foi um ótimo amigo acima de tudo. E,
pode não parecer, mas ele era um apaixonado não só pelo trabalho, mas por um
alguém muito especial. Ele nunca me contou quem é, ou foi, a grande musa dele.
Mas, tenho cá minhas dúvidas. A amizade dele era maravilhosa. Eu o tinha como
um filho que eu nunca tive.
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Sim, professor, eu imagino. Sua estima pelo professor Snape era visível.
-
Sim, Hermione. Minha querida, será que você poderia me ajudar com
alguns documentos dele?
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Claro, diretor. Pode contar comigo.
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Ótimo. Então vamos. Creio eu que teremos muita coisa a fazer.
-
Vamos.
Enquanto
se dirigiam às masmorras, uma curiosidade imensa tomou conta de Hermione. Quem
seria essa tal “musa” do professor? Mas, afinal porque diabos estava tão
triste com a morte dele? E porque estava se sentindo enciumada com isso? Que ele
era charmoso, não poderia negar. Depois de sete anos sendo humilhada e
rejeitada, porque ela não conseguia sentir raiva dele? Seria esse o motivo de
tanta tristeza? Não... definitivamente não poderia..... mas... então o que
seria? Ora, Hermione, vamos!!! Ponha a cabeça no lugar, Severo era apenas seu odiado
professor de poções. Não poderia estar... estar... apaixonada...
eu disse apaixonada??? Não acredito!!! E, desde quando Snape virara Severo???
Sim... mas a realidade nua e crua era uma só. Estava definitivamente apaixonada
por ele. Mas, o que diria ele se tivesse sabido disso? Teria dito: “Srta.
Granger, você é uma trouxa. Jamais me envolveria com você.” Sim, ele
realmente teria dito isso.
-
Hermione? Hermione, chagamos.
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Ow, me perdoe diretor. Estava com o pensamento muito longe.
-
Eu percebi. Chamei-a cinco
vezes antes de responder.
-
Perdoe-me diretor.
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Tudo bem. Vamos entrar?
-
Vamos.
Quando
começaram a mexer nas gavetas, haviam montes de papéis. Começaram a separá-los
por assunto. Trabalhos, rascunhos de poções, relatórios da Ordem, provas.
Depois
de várias horas trabalhando nos papéis de Severo, Dumbledore disse que
precisava deixá-la terminar sozinha pois tinha uma reunião na Ordem, sobre o
próprio Severo.
–
Tudo bem, professor. Eu já estou quase terminando mesmo. Pode ir.
Sozinha,
perguntava-se porque ainda estava ali. Não fora ele
seu carrasco por longos sete anos? Porque sentia aquela dor tão intensa dentro
do peito? Porque você o ama, sua idiota. Sim, somente depois que ele morreu é
você foi perceber que o amava? Agora é tarde!!! – dizia uma vozinha dentro
de sua cabeça.
Quando
estava quase terminando de arrumar os papéis, Hermione viu um que lhe chamou
muito a atenção. Era um pergaminho velho, com marcas profundas denunciando que
havia sido aberto e fechado muitas vezes, as marcas dos dedos de Severo bem
delimitados no meio do papel. Algumas manchas no meio das letras revelavam que lágrimas
haviam sido derramadas na leitura do pergaminho. Aquilo era uma carta. E, pela
maneira que estava guardada, denunciava ser uma carta de amor. Com uma certa
curiosidade, ela começou a ler. A cada linha, seus olhos marejavam, seu coração
se apertava e em sua garganta parecia que havia um nó. A carta dizia:
“Minha
querida, minha amada, como pude ser tolo e cair na cilada desse tal de amor? Não
seria eu o único homem da terra sem coração? Não seria eu o carrasco, o
malvado, sem piedade e alma, melhor comensal e sem escrúpulos? Como pude
imaginar que estava livre do único sentimento que jamais havia sentido na vida?
O amor. Sim, este mesmo. O amor que machuca, que fere, mas, que ao te ver, me
faz feliz. Ao ouvir sua voz, o dia parece mais claro, a vida mais bela. Este
mesmo sentimento tão belo, faz machucar ao te ver diariamente, tão linda, tão
bela, charmosa, responsável e tão jovem. sei que jamais amaria um homem como
eu. Talvez agora você esteja me achando um velho pervertido, um pedófelo sem
caráter, mas, nada posso fazer se, todas as vezes que te vejo meu coração
salta dentro do peito. Todas as vezes que seus lindos olhos cruzam com os meus,
sinto seu ódio por mim. Perdão. Perdão por todas as vezes que a fiz chorar,
que a fiz sofrer. Tentando afastá-la de mim só a fiz entristecer-se.
Revolto-me ao pensar em quantos erros cometi tentando esquecê-la. Todas as
vezes que te magoava, machucava meu próprio coração. Hoje sei o quanto fui
errado. Em meio à escuridão que é a minha vida, só consigo ver você. Ouso
dizer que você talvez seja a minha razão de viver, o amanhecer de minhas manhãs,
o brilho da lua cheia na minha escuridão, minha felicidade, o meu sorriso. É
meu prazer e minha tortura ouvir
sua voz. Me pergunto o que sente por mim. Se é que existe algum sentimento seu
em relação à mim. Talvez seus sentimentos sejam apenas raiva, ódio,
ressentimento, tristezas. Se forem esses, compreendo perfeitamente, pois, como já
disse tudo que fiz foi tentando mentir
para meu coração que não te amava. Tudo que eu sempre quis é poder tê-la em
meus braços, mostrar que o homem que conheces não é o homem que te ama. Quero
que conheça o meu coração, e que aposse-se dele. Jamais iria fazer que
sofresse novamente. Não sei se teria coragem suficiente para fazer com que esta
carta chegue às suas mãos, mas o propósito de tê-la escrito estas linhas é
mostrá-la o quanto eu a amo. Você é a razão da minha existência. Hermione
Granger, eu te amo. Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo.
Do
homem que te ama,
S.S.
Sem
acreditar no que acabara de ler,
Hermione secou as lágrimas que teimavam em cair de seus olhos. Ele também a
amava. Ele a amava...
FIM.
N/A:
oi gente!! :: Regine sem graça:: er.. espero que vocês tenham gostado... e, por favor, não me
crucifiquem!! geralmente eu fico triste, aí acabo separando de uma forma
definitiva nosso casal favorito. Quero reviews!!! Beijos à todos e até a próxima
fic!!!!!!!! Se vocês quiserem bater
um papinho comigo, meu MSN é [email protected]
é isso aí
pessoas... fui!!!!!!!!!