SIGA SUA VIDA
por Iremione
Traduzida Tamie Honda
Três metros de pergaminho. Foi como tentou demonstrar algo, como tentou
demonstrar que tem o direito de estar nesta escola embora seja filha de trouxas.
Ela não quer ver que após sete anos todos nós estamos convencidos que ninguém
merece mais estar aqui do que ela.
Eu faço um esforço para tentar ler algo do pergaminho, mas eu não consigo. Eu
passei sete anos colocando as notas mais altas em todos seus trabalhos sem ao
menos lê-los. Sei que é perfeito, porque ela é própria perfeita,
horrivelmente perfeita.
Sei que muitos outros professores fazem o mesmo, mas para eles é a preguiça de
ler sua letra pequena e apertada. Para o mim, a única razão é que eu não
quero ver as letras do Lily em suas palavras. Porque tem ser tão odiosamente
igual a ela? Sei que é impossível, que cada um tem sua própria letra, mas eu
estou certo que Hermione Granger tem exatamente a mesma letra que Lily Evans. E
eu SEI que não sou o único que prestou atenção.
Quando eu a vi pela primeira vez eu tive que piscar muito. Tais gestos, tais
características, a mesma figura. A única diferença era a cor dos olhos e do
cabelo. Mas este era revoltado e ondulado, como o de Lily quando era nova. Era
como uma brincadeira de mau gosto, como se alguém tivesse feito mesmo um clone
mudando alguns detalhes insignificantes com a esperança de que ninguém desse
conta.
Correu dando plenos saltos até a mesa da Grifinória, como a vinte anos atrás
Lily tinha feito. E como a vinte anos atrás, franzi o rosto, desejando o impossível:
que ela fosse para a casa que eu estava condenado.
Mais logo, que Potter assentou a seu lado. Como vinte anos atrás. Quase tinha
me esquecido de seu pai. Quase. E se ele observa-se os olhares que lhe lacei
aquela noite, não acredito que ele relacionasse com o anjo assentado a seu
lado...Muito metido... Como seu pai, e como seu pai, odiei- lhe, por conseguir
facilmente o que eu não conseguia. O caso é que ao ver Lily e James na mesa da
Grifinória, eu procurei o Black. E o encontrei quase no fim da seleção. Um
por de olhos claros furou aos outros dois como um olhar. Então eu percebi que a
história estava se repetindo e eu procurei a mim mesmo. Por toda mesa da
Sonserina e eu encontrei a Remus: loiro, dos olhos tristes. Mas solitário e
aterrorizado. Cheio de problemas... Remus escondia um monstro. Draco se esconde
atrás de um monstro. Achei que tinha reconhecido Pedro na mesa da Grifinória...
Eu tenho que reconhecer que eu sempre odiei aquele pequeno rato, e o pobre de
Neville pagou a todas as frustrações que Pedro se livrou. E a verdade é que
eu não lamento. Neville é um grande mago, e tem demonstrado... Será um auror
magnífico, muito melhor que seu pai... E que embora seja pequena parte, isto se
deve mim também...
Eu procurei na mesa da Lufa-Lufa e na da Corvinal, mas logicamente, eu não
estava lá.
-Severus -disse a Alvo, pondo uma mão noo meu ombro-você está bem? Está muito
pálido.
E então eu entendi onde eu estava: Aqui mesmo. Em meu assento de professor, de
longe, observando tudo, com possibilidade de mudar tudo desta vez: de longe.
Os acontecimentos me sobrepuseram. Eu não pude me vingar de James através de
seu filho, nem fui eu quem guiou o filho do Lily. Seguiu seu próprio caminho
comigo ou sem. Em tempos me odiava, em tempos me admirava, e o resto do tempo
simplesmente me ignorava. Perdeu e recuperou as amizades, aprendeu a não julgar
pela casa em estavam. Descobriu o amor e a desilusão. Descobriu o valor
verdadeiro daquelas pessoas que o cercavam. O valor de sua família adotiva, os
Weasley. O valor dos companheiros e dos inimigos, a importância de permanecer
leal aos mesmos... em uma palavra: cresceu. E não necessitou de mim para isto.
E, QUASE todos eles... Mostraram-me ação pós ação que não são clones
daqueles que eu acreditava. Talvez Harry não seja um reflexo de James, talvez
seja a influência de Hermione, mas o menino já tem demonstrado pra mim e ao
mundo que não é cópia ninguém. Ronald... não é Sirius Black... apesar de
seu caráter de um amigo necessário uma sustentação constante, e confiado que
nunca cairá nos erros de seu predecessor... e tem uma forte família depois de
tudo.
Longbotton... foi uma verdadeira surpresa. Não é Pedro, nunca será. Eu não
sabia da traição de Peter quando lhes associei, e lhe vi tão desvaido... Mas
Neville... demonstrou porque é um Grifinório, tanto quanto ao apoio constante
a seus companheiros como no campo de batalha. Poderia os trair.
Draco... meu jovem aluno preferido. é meu favorito, se, e me envergonha dizer.
Talvez antes sim, quando não havia me dado conta que ao contrário de Remus,
pode escolher não ser um monstro. Está certo que o perigo será muito grande
para ele, mas ele tem a possibilidade de escolher... e até agora tem escolhido
bem. Sim. Eu sou orgulhoso dele.
Hermione... é a exceção. Não consigo encontrar nenhuma diferença. Nada. Eu
continuo vendo nela a imagem de Lily. E isto me faz odiar ao quero outro, a seu
filho. Porque é ele, porque tem seus olhos. E porque ela, a outra e é dele.
Porque lhe quis desde o primeiro momento. Como Lily amou James.
E ele, tonto cego presunçoso não a vê. Presta atenção às fotos de sua mãe...
mas não vê a igualdade. Copia os deveres de sua amiga, mas não distingue as
letras das cartas. Vê que... adora seu rosto, os gestos da menina, mas não
identifica nelas a mulher. Embora quis, nunca suspeitou que algo... jamais
poderia o fazer.
Sobre o pergaminho, eu seco bruscamente as lágrimas ao ouvir três toques
suaves e educados na porta de meu escritório. Sussurro tênue "Entre"
e eu agradeço que o escritório esteja escuro.
-Professor Snape, cenhos, a professora MMccGonagall me enviou para dizer-lhe que
um grupo de Sonserinos do quarto ano atacou um Grifinório do terceiro e...
Sua voz é suave e sedosa, conservava o tom de sabe-tudo de sua infância, mas
sua atitude mudou. Como a Lily.
E está horrivelmente responsável... por que eu votei sim na sua eleição para
Monitora-Chefe? Talvez porque eu queria saber até que ponto ela era tão
similar a Lily. Ou porque ansiava os momentos como este em que ela entra em meu
escritório para me dizer alguma travessura de meus selvagens Sonserinos.
Talvez, desejo ter Lily perto outra vez. Para poder sentir seu aroma. Outra vez.
Por que se calou? Eu sinto que ela está olhando pra mim, mas não estou seguro
de que ela possa me ler por dentro. O Lily lia minha alma em um único olhar,
sabia o que eu sentia melhor do que eu mesmo. Mas esta jovem não é Lily, não
pode ser ela. Não é justo. E assim mesmo eu não ouso lê olhar. Eu temo que o
contato de seus olhos escuros me domine e me consumam, como fizeram os olhos do
Lily. Feriram-me mais profundamente que os do Potter.
Que ilusão. Eu pensava que era aquele o verde tão sobrenatural dos olhos de
Lily que me dominou. Mas agora sei que não é assim. Ela também controla a mim
num único levantar de rosto.
Lentamente, covardemente, eu levanto para a vista do pergaminho borrado e
encontro com um leão pequeno da Grifinória nas vertes preta. Camisa e gravata
embaixo.Cabelo castanho com aspecto sedoso. Comprido liso amarrado na nuca,
quase avermelhado e espeço, ironicamente muito espeço. Eu umedeço os lábios
que subitamente estão secos, ao ver os dela. De aspecto macios, rosados, tão
apetitosos. Que nunca haviam sido maquiados. Ao sentir meu olhar lá, ela também
umedece os lábios...tornando-os mais apreciosos... oh, deus, como se já não
tivesse bastante problemas...
Reunindo toda minha força de vontade, eu fecho os olhos. E quando os abro de
novo me encontro com os dela, que me olham assombrados.
-Esta bem, Professor?-ela consegue dizerr,, com um fio de voz.
-Sim... -murmurei.
-É...este é o meu trabalho?
-Sim.
- Já o leu? - No. - Eu devo refazê-lo? -- No. Não entende. Como eu vou
qualificar seu trabalho se ele está ilegível? Sem duvida peguei minha pena com
tinta vermelha coloquei a letra A na parte de cima do se trabalho. Depois no meu
caderno.
Olho nos seus olhos outra vez. Cheio de lágrimas...por que?
-mas... isto... -Isto é o que eu faço deessde o momento que você entrou nesta
escola há sete anos atrás. E eu sou não o único.-Expliquei, o tranqüilizador
possível, com meu melhor sorriso.
Mas algo em seu rosto se rompe. Como se meu sorriso a aterrorizasse, como se
minhas palavras lhe dessem medo. Eu sinto como se seu coração se quebrasse.
Como é possível que lhe fizessem tanto dano demonstrar lhe a confiança que os
professores e eu tenho nela? Meu Deus... o que eu faço agora? Sei que minha
voz, com essa tendência arrastar as palavras, não é muito tranqüilizadora...
mas agora não quero assusta-la! E meu sorriso... foi o sorriso, seguro. Eu não
quero nem imaginar com que atrocidades parecia meu sorriso, o sorriso de um
Sonserino...
No... No... por favor...
-Eu... pensei que... que gostava... que eera boa na sala...
Hermione chorava. Agora eu compreendo o porque. Ela não sabia! Pensou que era
favoritismo, não acreditava que conseguiria tirar notas tão altas... pelo
menos não foi meu sorriso. Sempre soube que ela não era como os outros Grifinórios,
porque a Lily também não era.
-Mas se... - tentei explicar-lhe, mas ellaa deixou a nota que teve em cima da
minha mesa. Duvida que um segundo e deixam o corredor. Deixando pra trás a fita
dourada que prendia seu cabelo.
Eu sinto deveria ir atrás dela explicar-lhe. De explicar-me. Ser doce com ela.
Tratando da importância de seus problemas...
(nãofaznenhumadiferençanãofaznenhumadiferençanãofaznenhumadiferençanão...).
Oh cale-se! Isto foi um erro. Palavras mal escolhidas. Não quis fazer nada de
ruim a ela.
(sabetudointragavelsabetudointragavelsabetudointragavelsabetudointragavel)
Eu compreendo que me odeie. Eu odeio-me também. Mas nesse momento, nem a Casa
dos Gritos, ninguém poderia nem me tranqüiliza. Muito menos a mulher que eu
sempre quis, no corpo de uma menina de treze anos.
Algo reteve me na minha cadeira. Talvez é a certeza da rejeição. Fui obrigado
a ficar sentado. Observando, sem toca-la, a vista da professor McGonagall.
Se eu for atrás dela eu a alcançaria. E então eu lhe darei minha alma
enrolada em uma fita dourada, como um presente de Natal. Eu fugi de Lily durante
dez anos para não cair na armadilha de seus olhos. E eu sinto que se desta vez
eu for atrás dela, outro Potter levará minha alma no corpo de uma mulher. Eu não
sou estou disposto a isto.
E foi a lembrança de Lily que me impulsava para me levantar. Eu fugi dela dez
anos, e quando eu cansei de correr, era muito tarde. Eu não permitirei que isto
aconteça a Hermione. Não deixarei que ela desapareça da minha vida sem começar
ouvir as palavras que ela sabe estão lá. Que ela necessita ouvir.
Eu assino a nota (desta vez com escrita firme), recolho a fita dourada que
enfatiza em cima da mesa, sentindo que meus derretiam como manteiga.
Eu alcanço a metade do corredor de transformações. Eu acredito tenha parado lá
ao perceber que não tinha a nota. Ou talvez quando observou que seu rosto
estava afogado em lágrimas.
Eu toco suavemente em seu ombro e ela se assusta. Passa a mão nos olhos e fica
olhando meus pés. Eu separo seus sedosos e úmidos cachos castanhos de seu
rosto suavemente e tratou de sorrir.
- você esqueceu-se disto - ela recolheu aa nota de McGonagall de minha mão,
rasgando a com as pontas dos dedos. Eu estremeci. Passou outra vez as mãos nos
olhos se virou para entrar na sala.
Seu cabelo castanho me golpeou lisamente como um reflexo do pesado e incontrolável
que foi um.
Sem poder evitar, eu estico as mãos prendo-os.
(suavementesuavementesuavemente)
Com a fita dourada, em um gesto muito atipicamente paternal.
Ela ficou paralisada por alguns segundos até que eu terminasse. Lentamente ela
se vira e me olha fixamente através de seu olhos úmidos.
-Obri... obrigada... -.-titubeia. Só... ssó Harry faz isto... toca meu
cabelo... os outros não ousam... acham que se toca-lo talvez ele volte ao seu
estado selvagem de antes. Só Harry confia... só Harry... A tristeza se vai.
Sorrio. Pior para eles que não sabem o que estão perdendo. (E não obstante
sabem. Tornou-se a confundir, pequeno crente. Ela já tinha visto a nota na sua
presença. De nada serve que você lhe dá fragmentos dos ingredientes inflama a
alma. Ela se levará a mansão, e protegerá a seu filho... um outro maldito
Potter para este meu mundo...).
Cala-te!
Meu rosto se contraía sobre a sua vista. Certamente eu pareço um menino. Um
menino assustado e tímido. A esfera gorda que o Lily conheceu, esta outra vez
aqui, ante a segunda dona da sua alma.
Por favor, vá te, entre na sala afaste-se de mim antes que esteja tarde.
Mas ela não se vai. Continua lendo a mim com seus olhos dos castanhos.
-Professor... porque não lê meus trabalhhoos? São muito aborrecedores?
- Não, eu sou certo que são muito bons, MMinerva está muito orgulhosa de seus
trabalhos.
- Então... porque não os lê?
- Não... Eu não posso...
Ela titubeia. Algo intui algo muito pessoal atrás dessa incapacidade. Mas
necessita sabê-la. Sabe que tem direito de saber.
- Porque lhes põe sempre a nota máxima?<
-Eu não sei. Eu suponho que sinto que é oo que você merece.
- não pode saber se não os ler, professoorr.
- Porque se preocupa tanto com eu os leiiaa?-subitamente fiquei chateado.Porque
você não pode o aceitar sem mais? Porque você me obriga a falar - você sabe
que aquela é a nota que você merece, então... qual é o maldito problema?
Ela se cala por alguns segundos, e finalmente olha firmemente nos olhos, com uma
sinceridade insuportável. - Por algum tempo eu briguei com Ron... - Que
novidade!-grunhiu, irônico.Não sei porque eu me sinto culpado com este...
menino quando eu sempre soube que era meu inimigo verdadeiro.
-... Fiquei irritada com Ron porque disssee que não lia meus trabalhos. Que
poderia chamar lhe de... bom, isso poderia insultar-lhe, e você não ligaria.
Olhe, por uma vez que o cabeção falou algo certo...
-Está absolutamente certo. Mas você nunccaa você faria algo assim verdade?
Ela olha pra baixo.Sei que gostaria de gritar, de poder me insultar e seguir com
o consciência limpa, como os outros dois. Que gostaria de ser rebelde, mas também
sei que não pode. Ela é o sentido comum da equipe. Sem ela, Potter. E todos nós
estaríamos perdidos.
(Que de todos nós nenhum presta... sabemos muito bem que ela é única faz por
ele... assuma Severus! Ela jamais será sua, como a outra não também não
foi... Nunca. Nunca. Nuncanuncanuncanuncanunca...).
Estamos calados, olhando chão. Eu acredito que que ela deveria estar a muito
tempo na sua sala. E se não me engano, Corvinals e Grifinórios do segundo ano
estarão comemorando minha morte. O malvado professor Snape nunca chega tarde na
sua sala.
- Severus... meu nome. Em seus lábios. MMúúsica - porque você chora em meus
trabalhos?
Abaixei os olhos até suas mãos e pegando um daqueles tesouros dourados entre
as minhas, grandes e pálidas.
- Porque... você tem a mesma letra de Liilly.-falou quase inaudível.
Levantei meus olhos de suas mãos e a olhei nos olhos.
- você não pôde esquece-la - murmurou suuaavemente- você ainda a quer.
- como esquecer da outra metade do seu aallma? Entretanto com Potter, vou ver se
posso.
Minhas lagrimas caem em sua mão.
Permanece calada, pensando, relembrando minhas palavras, como sete anos atrás,
ao resolver o enigma que minha mente lhe propôs a dela, consciente ou o
inconscientemente. Não mais por muito tempo.
Ela solta sua mão úmida da minha e me acaricia suavemente minha bochecha.
-Siga a sua vida, Severus. Tudo a fizeraamm. Você é jovem. Você pode encontrar
o amor, redescobrir ele. Você pode seguir adiante.
- minha vida terminou o 31 de julho dos 779, quando ela disse que sim a James...
- Severus...
- me enterraram em 80, quando nasceu um mmenino de olhos verdes...
- Severus, por favor...
-Fui para o inferno em 81, quando morreuu a única mulher a quem eu quis
realmente em toda minha vida...
- Severus... não...
-... E... Eu ressuscitei há sete anos.... quando VOCÊ chegou em minha vida.
Hermione sorriu, complacida. Deixa cair mala e colocou a outra mão no rosto do
professor. E lentamente se aproximou do professor.
- Hermione... E te qu...-foi interrompiddoo pelos lábios da menina, aquela que se
apoderou de seus olhos.
Muito, muito lentamente, eles se separaram.
(E ela te deixará só. Você não vê? Está acontecendo de novo. É o que você
merece fazer danos a ela.)
Não é que esta vez é diferente. Será diferente.
(Patético. Patético velho iludido. PATETICO).
Você pode dizer como quiser, na língua que você quer, eu agora sei que é
verdade.
(pateticopateticopateticopatetico...).
Enquanto a voz desaparecia na mente de Severus, a menina sorriu-lhe. Ele Sorriu
também. Ela se virou e entrou na sala.
Deixou pra trás sua infância, aquele estava vindo abaixo a sete anos. Agora é
uma mulher. Deixa pra trás aquela vida do atormentada, a alma destruída de um
homem a quem odiou durante anos, e a que agora aparece em seu furtou com um novo
rosto. Uma luz radiante.
Seguiram seu caminho.Seriam amigos. Talvez confidentes. Ou pode ser que cheguem
ao grau de amantes. Eu acredito que não. Talvez encontra realmente algo melhor
(pouco provável) ou se apaixone por outra (quase impossível). Mas continuam
sendo amigos.
E tudo será diferente esta vez.
FIM