Sou Cassiana Lestrange, e tive a idéia de escrever esse pequeno conto, ao ler as fanfics da Simone Snape, e fui autorizada por ela a aproveitar a idéia do Snape dominador-sadomasoquista. Agora temos aquelas recomendações de praxe: se você é menor de 18 anos e ou se ofende com esse tipo de fanfics, por favor não continue a leitura (embora ela não seja explicita). Muito Obrigado e espero e-mails.
Era tudo muito escuro, ela tinha impressão de conhecer aquele lugar, de conhecer aquelas achas.. mas tudo era muito impressionante, era como se estivesse flutuando no ar. Não, não podia ser verdade! Hermione acordou e abriu seus olhos, estava em seu quarto, em sua cama. Queria muito que tudo não tivesse passado de um sonho mau. Sua mão correu por seu corpo, e nas suas partes intimas deparou-se com aquele cinto de castidade. Aquela era o terceiro dia que passava encarcerada naquele cinto. Não sabia como aquilo surgira, não conseguia se lembrar.. e o pior é que não era a temática mais estimada discutir com as outras pessoas:
- Harry, Rony.. vocês sabem que colocou um cinto de castidade em mim? – não decididamente não era uma boa idéia.
Desperadamente ela, tentava lembrar, tentava recordar de qualquer coisa que fosse, qualquer ínfimo fragmento de conversas, de ações. Era terrível ficar com aquele cinto. Ele era apertado, era difícil fazer as necessidades fisiológicas com ele... na aula de vôo fora terrível, ficar montada numa vassoura com um cinto de castidade lhe apertando. Não sabia quem lhe impusera aquele castigo medieval, mas descobriria e o autor da façanha se arrependeria de ter feito isso. Ela sentia-se vulnerável naquele cinto. Sabia que possivelmente, se a pessoa que lhe impusera aquele castigo não resolvesse lhe dar a chave, lhe libertar ficaria um bom tempo assim. Não seria agradável pedir para outra pessoa tentar abrir aquele cadeado. Era algo incomodativo, doloroso... não tinha mais mobilidade. Deveria sair pela escola tentando descobrir o autor (a) da façanha, mas isso era dizer a todos que portava um cinto de castidade.
Era terrível caminhar com o cinto, tinha que esconder a dor, a humilhação, porque era mesmo muito humilhante ficar encarcerada num cinto de castidade, embora fosse excitante... se ao menos soubesse quem fizera isso. Seu sexo latejava de dor e de tesão, cogitando todas pessoas que poderiam ter feito aquilo. Era terrível ter que disfarçar a dor de estar sendo lacerada por aquilo.
Na hora do banho, ela continuava com aquele cinto horrível, que lhe privava de toda a mobilidade. Por sorte, as suas roupas da escola não eram justas então o cinto ficava convenientemente escondido. Mas havia alguém que sabia disso... quem seria?
Era estranho ter sido privada de todas as liberdades sexuais, não que fosse uma libertina, mas gostava de tocar-se, e a impossibilidade de fazer isso, estava lhe deixando frustrada, muito frustrada e toda aquela humilhação. No banheiro da monitora-chefe, ela ficava mirando sua imagem no espelho trajando aquela maldito cinto,e achava-se atraente, de uma maneira bizarra, mas não deixava de ter seu encanto,de uma forma estranha... era sensual usar um cinto daqueles, algo medieval. Tinha que descobrir quem lhe impusera esse castigo, e o que pediria como pagamento por abrir aquela prisão.
Ah, se pudesse escolher o autor da brincadeira!!!! – ela suspirou. Não, era certo que ele seria uma figura complicada, de difícil entendimento, mas não conseguia imaginá-lo fazendo algo dessa ordem.
Que lástima!
Bem, tinha que se resignar a continuar com aquele cinto e fingir a levar a vida normalmente.
No dia seguinte, porém, algo aconteceu, algo que fez com que ela mudasse todas as suas opiniões e idéias pré-concebidas , quando ao repentinamente virar-se para falar com Dumbledore, ela viu uma pequena chave brilhante presa no pescoço de um certo mestre de Poções. Era uma chave pequena e apropriada para abrir seu cinto,e a despeito de todas as preocupações, ela foi incapaz de conter um sorriso e uma excitação ímpar.
FIM