Relutei um pouco em escrever essa continuação pelas inúmeras criticas que recebi sobre meu trabalho. Críticas construtivas são boas, porém deve existir respeito pelo trabalho alheio, portanto repito:  Se você não gosta deste tipo de história e sente-se ofendido ao lê-las: por favor, não continue. Se ao invés gosta, continue e se possível comente.

Simone Snape

 

A escolha de Hermione ou

Detenções de Hermione II

 

Na semana seguinte eu fiz o possível para  livrar-me daquela sensação que se apoderava de meu íntimo. Por mais que tentasse não conseguia esquecer aquela noite, não conseguia esquecer todas aquelas sensações desconhecidas que haviam se apoderado de meu ser desde aqueles instantes, naquela noite escura, naquela masmorra gélida. E como encará-lo?Não havia força no mundo que me movesse a isso. Realmente poderia-se  dizer que Snape fosse uma pessoa diferente das demais, mas jamais pensara que tal diferença fosse tão relevante. Sim, era impressionante refletir sobre o que havia vivido mas mãos daquele homem.. Não, não queria repetir nada daquilo. Ainda lhe constrangia, lembra-se e ainda sentia leves dores em alguns locais do corpo. Optara por faltar na próxima aula de Poções, mesmo porque corria o risco de o professor ter gostado da noitada e quer repeti-la. Já era bastante ruim ter que viver com Severo Snape constante em seu pé e por isso não precisava tê-lo ao seu lado também na cama! 

Não poderia negar que aquilo que acontecera não a tivesse abalado. Estaria mentindo se dissesse isso.. Eram sensações muito novas, a maioria delas desconhecidas, mas por menos que quisesse admitir, todas eram muito interessantes. Ela sentia o rosto ruborizar-se ao pensar nisso, ao pensar que de certa maneira  gostara daquilo tudo.. Era uma maneira  diferente de encarar a própria sexualidade.    Diferente e muito gostosa.

“Não se brinca com fogo.” Como aquela frase era verdadeira. Quem mandara brincar com fogo? E não que ele não houvesse lhe alertado, lhe avisado.

Ela olhou-se no espelho, acariciou seus cabelos, seu rosto, refletindo sobre todo aquele rio de sentimentos. Ela uma sensação muito estranha, pensava ela enquanto via um par de olhos castanhos lhe observarem de dentro do espelho.

 

Naquele dia não teria como escapar, teria que enfrentar novamente Severo Snape numa aula. O jeito com uma fina zombaria que ele lhe olhava ultimamente, depois do ocorrido,  fazia com que suas pernas tremesses e mesmo que não quisesse sentia na boca um gostinho de quero mais.

Ela arrumou-se normalmente e tentando não deixar transparecer seu nervosismo. Estava disposta a cumprir todas as regras possíveis e imagináveis para não deixar nenhuma brecha e não sofrer mais nenhuma detenção junto àquele homem.

Sabia que estava querendo mentir para si mesma, mas estava decidida a cumprir com que se propunha.

 

Durante aquela aula, tudo parecia correr normalmente, apenas Neville, o atrapalhado de plantão tinha medo de adicionar algumas cerdas de vegetais carnívoros que eram o último ingrediente daquela poção. Ele comentara com Hermione que achava melhor ela mesma colocar aquele ingrediente, pois se errasse a detenção seria  algo certo. Só a palavra Detenção já fazia a moça tremer nas bases, enquanto ela procurou fazer o trabalho com minúcia. 

Acontece que Neville, absolutamente sem querer trocara as cerdas e pegara de plantas inofensivas. Quando as colocou no caldeirão, Hermione percebeu que algo estava errado, pois não houve nenhum borbulho, nenhum cheiro, nem nada. Neville olhava apalermando para Poção, surpreso que tudo estivesse dado certo e logo deu um longo suspiro de satisfação.

- Que bom que deu certo, Mione.

- Não deu certo, você quer dizer Neville. – dissera Hermione, rubra e com as mãos tremendo. Sabia que sem querer dera motivos para uma nova Detenção,e a partir dali tudo poderia acontecer. Não se passou um segundo até que Snape surgisse das sombras para admirar o grande erro   de Neville.

- E então, mais uma Poção errada, srta. Granger! – ela fez o possível para manter a cabeça abaixada. Seria torturante ficar olhando aquele homem lhe zombando e  pensando que ela fizesse com que Longbotton errasse na escolha dos ingredientes com um único propósito... O tom de voz era zombeteiro ao extremo, e parecia até mesmo que ele sorria um de seus sorrisos gelados.

- Não adiantará ministrar uma detenção ao idiota do Longbotton, pois não aprende nada mesmo, esse imbecil. – Portanto, srta. Granger. – mesmo com a cabeça baixa ela pode sentir um sorriso em sua voz. – esteja aqui às 20:00hs, hoje à noite.

Hermione não ergueu mais o rosto, incapaz de encarar aquele homem. Maldição que não atentara em observar os ingredientes escolhidos pelo Neville. Ao mesmo achava que ele poderia selecionar os ingredientes corretamente,e mas parecia que novamente se enganara.

Neville desculpou-se durante todo o almoço, mas Hermione sabia muito bem o que lhe esperava.. E mesmo que não quisesse estava curiosa por ver o que poderia e iria acontecer.

 

 

Naquela noite, Hermione relutou muito em descer até as Masmorras. Conhecia o caráter implacável de Snape, se não fosse, poderia considerar-se expulsa da escola ou ao menos seu cargo de monitora chefe lhe seria tirado, certamente. Mas ao mesmo tempo se fosse, estaria novamente a mercê do professor de Poções. Era algo como estar entre a Cruz e a espada.

Por fim, relutando muito e descobrindo-se sem outra alternativa ela rumou as masmorras.

Ao entrar lá, tudo estava escuro e nebuloso como de praxe.  Ela entrou e encostou a porta. ao menos que não houvesse testemunhas, e isso no decorrer dos acontecimentos já lhe servia de certo consolo.

A moça apenas escutou uma voz vinda das profundezas da escuridão.

- Seu trabalho esta em cima da mesa. – Hermione baixou os olhos e percebeu algumas plantas a serem picadas, e logo iniciou seu trabalho, em total silêncio.

Os minutos iam se passando e o silêncio continuava, e Hermione foi ficando impaciente, com que poderia acontecer.  Aquilo deveria ser alguma espécie de tortura psicológica. Hermione foi ficando cada vez mais amedrontada no meio daquela escuridão e já estava pronta a questioná-lo sobre o que iria acontecer, pois não suportavam mais aquela sensação de expectativa. Sim, qualquer ruído lhe sobressaltava pois poderia ser ele, mas nada a acontecia, nenhuma palavra, nenhum ruído, nem nada.

Os minutos se passavam e o silêncio ia se tornando mais e mais denso, e ela estava cada vez com mais medo. O aspecto do lugar era lúgubre e impressionante. E medo, o terror do escuro, de ver-se novamente a mercê daquele homem, das barbaridades que ele lhe infligiria...

Num citado instante, ela sentiu uma mão acariciando seus cabelos, mas ao virar-se reconheceu ser mera impressão...

Mais silêncio, mais medo....

Não suportava mais aquilo...

O que poderia acontecer? O que iria acontecer? Seu coração estremecia e batia muito forte ao mais leve ruído.

Logo depois ela, sentiu duas mãos quentes envolverem seu corpo pela cintura ao mesmo tempo em que sentia beijos em seu pescoço. Ela fechou os olhos. Fosse o que fosse, agora aconteceria. E a pior incerteza é aquela de não saber o que poderia acontecer. Os beijos em seu pescoço tornavam-se mais intensos, e ela virou-se, para olhar  a pessoa que lhe beijava. Obviamente ela sabia pelo toque quem era, mas algo ali estava diferente, os olhos dele brilhavam em sua direção, contendo uma espécie de afeição, de sentimento que lhe era totalmente estranho.

Antes que a moça pudesse dizer alguma cosia, ele cobriu seus lábios com os dele, num beijo forte e levemente repressivo. Ele abraçou a moça, enquanto sua língua percorria todo a boca dela, gerando-lhe alguns espasmos de prazer.   O beijo findou-se, e ambos se olharam.. Porém, desta vez foi a moça que tomou a iniciativa. Aquilo era uma espécie de jogo de gato e rato. Enquanto beijava-o, o homem percorria o corpo da moça com suas mãos deliciadas... Detendo-se em cada parte daquela pele macia e sedosa.

Com um gesto calculado ele começou a abrir os botões da capa dela...

Hermione percebia as mudanças de nuances... Mas tudo parecia estar acontecendo de maneira tão natural que qualquer interrupção poderia fazer com que ele mudasse de idéia, não a respeito do que seguiria dali em diante, naquela masmorra escura, mas da forma que seria feito.

Ela sentia a capa da escola percorrer seu corpo e cair no chão... e  as mãos dele levemente, buscavam abrir sua camisa e os botões de sua saia. A moça mantinha os olhos fechados, somente em busca das sensações... Quando lhe foi arrancado o sutiã ela, apenas sentiu a língua dele, percorrendo seus mamilos rosados, deixando-os intumescidos... Um primeiro e após o outro.. Mas ao contrário da outra vez...Apenas a língua acariciava seus mamilos. E ele lhe dava leves mordiscadinhas, com a intenção de deixa-la louca de tesão, e conseguia isso.. ela queria gritar para que ele lê mordesse mais forte, fizesse caricias mais intensas mas receava fazer isso.   Ela sentiu-se ser levantada do chão e carregada até a cama macia do professor...

Naquele instante ela pensou que era uma grande mentira dizer que aquele ambiente não lhe trazia ótimas recordações...

Hermione ajeitou-se na cama, enquanto ao mesmo tempo também buscava tirar a camisa branca do professor, enquanto este lhe arrancava a saia e a calcinha,deixando a moça nua na cama...

Como se tudo tivesse sido previamente combinado, a masmorra ficou inundada no mais completo breu, enquanto a moça sentia sua intimidade ser invadida pelos dedos dele... Primeiro um e depois outro num continuo vai-e-vem.. Que a deixavam cada vez mais excitada... E o vai e vem dos dedos dele continuavam... Ela já tinha os quatro dedos dentro de sua vagina... E isso lhe causava um misto de dor e prazer... Ele continuava forçando a abertura dela, que ia se alargando e ela estava se habituando com a dor.. E então ela sentiu que ele queria colocar toda a mão dentro de si... A dor era grande, mas ela ajeitou-se melhor de maneira a facilitar seu trabalho... Ela sentia cada dedo dele, lhe acariciando por dentro, e num impulso ele fechou a mão dentro dela e empurrou-a para dentro até seu punho... A dor foi tão intensa que ela gritou... Mas ele parecia gostar do que estava fazendo, e não parou.. deixou a  mão onde estava apenas deu lhe um tapa com força nas pernas dela...

A moça sentiu-se acuada, e a vontade de gritar foi sendo cada vez mais enquanto ele entrava e saiu dela com a mão... Aos poucos toda aquela dor de ser arrombada foi sendo substituída por um grande tesão.. Cada vez maior, cada vez mais enlouquecido, enquanto ela sentia-se totalmente aberta pela mão daquele homem. Totalmente indefesa.

Quando o professor percebeu que a moça ia gozar ele parou instantaneamente .. Aquilo era uma espécie de tortura, de sensação... Suas mãos voltaram a percorrer o corpo da moça, enquanto ela, mesmo de olhos abertos não conseguia ver o que se escondia ou o que poderia acontecer por detrás daquele breu.

Ela apensas sentiu algo entrando em sua boca e começou a chupar o membro do professor com total volúpia.. E chupava cada vez com mais vontade, com a maestria de uma profissional no ramo... Ele procurava socar seu pênis dentro da boca, dela, como que querendo possuí-la por inteiro. Ela sentia o corpo dele, contrair-se de prazer, enquanto sua língua percorria doto o membro, fixando-se em sua cabecinha com maior lentidão, fazendo o sorver cada instante.... Um certo instante ele, tirou-lhe o Pênis do controle, e ela ficou sem saber o que iria acontecer até que sentiu ele adentrando sua intimidade, com força...

As estocadas foram fortes, intensas e  iam se repetindo naquele forte e ritmado vai  e vem.. Ela gemia de prazer, enquanto ele aumentava ainda mais o ritmo, e ela gemia mais...Tudo aquilo estava deixando-a louca... Até que ela sentiu um gozo intenso ir se aproximando a galope, e ela sentiu-se um segundo nas nuvens e voltou a seguir... O ritmo frenético continuou e ela sentia-se totalmente entregue a volúpia daquele homem... Dentro em pouco ela sentiu o gozo dele dentro de si... E de alguma maneira sentiu-se realizada por poder proporcionar aquele homem, tanto prazer...

O que ela achou mais estranho foi que ele deitou-se a seu lado na enorme e cheirosa cama, e aninhou-se em seu peito. Ela sentiu-se protegida ali, e sem querer o abraçou-o, enquanto sua mão pousava no meio do peito do professor. Ele acariciava com carinho os cabelos da moça enquanto dizia no ouvido dela:

- A senhorita pode escolher com quer ter as detenções, minha cara. Comigo, ou com o professor do outro dia...





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