Relutei um pouco em escrever essa continuação pelas inúmeras criticas que recebi sobre meu trabalho. Críticas construtivas são boas, porém deve existir respeito pelo trabalho alheio, portanto repito: Se você não gosta deste tipo de história e sente-se ofendido ao lê-las: por favor, não continue. Se ao invés gosta, continue e se possível comente.
Na
semana seguinte eu fiz o possível para livrar-me
daquela sensação que se apoderava de meu íntimo. Por mais que tentasse não
conseguia esquecer aquela noite, não conseguia esquecer todas aquelas sensações
desconhecidas que haviam se apoderado de meu ser desde aqueles instantes,
naquela noite escura, naquela masmorra gélida. E como encará-lo?Não havia força
no mundo que me movesse a isso. Realmente poderia-se dizer que Snape fosse uma pessoa diferente das demais, mas
jamais pensara que tal diferença fosse tão relevante. Sim, era impressionante
refletir sobre o que havia vivido mas mãos daquele homem.. Não, não queria
repetir nada daquilo. Ainda lhe constrangia, lembra-se e ainda sentia leves
dores em alguns locais do corpo. Optara por faltar na próxima aula de Poções,
mesmo porque corria o risco de o professor ter gostado da noitada e quer
repeti-la. Já era bastante ruim ter que viver com Severo Snape constante em seu
pé e por isso não precisava tê-lo ao seu lado também na cama!
Não
poderia negar que aquilo que acontecera não a tivesse abalado. Estaria mentindo
se dissesse isso.. Eram sensações muito novas, a maioria delas desconhecidas,
mas por menos que quisesse admitir, todas eram muito interessantes. Ela sentia o
rosto ruborizar-se ao pensar nisso, ao pensar que de certa maneira
gostara daquilo tudo.. Era uma maneira
diferente de encarar a própria sexualidade.
Diferente e muito gostosa.
“Não
se brinca com fogo.” Como aquela frase era verdadeira. Quem mandara brincar
com fogo? E não que ele não houvesse lhe alertado, lhe avisado.
Ela
olhou-se no espelho, acariciou seus cabelos, seu rosto, refletindo sobre todo
aquele rio de sentimentos. Ela uma sensação muito estranha, pensava ela
enquanto via um par de olhos castanhos lhe observarem de dentro do espelho.
Naquele
dia não teria como escapar, teria que enfrentar novamente Severo Snape numa
aula. O jeito com uma fina zombaria que ele lhe olhava ultimamente, depois do
ocorrido, fazia com que suas pernas
tremesses e mesmo que não quisesse sentia na boca um gostinho de quero mais.
Ela
arrumou-se normalmente e tentando não deixar transparecer seu nervosismo.
Estava disposta a cumprir todas as regras possíveis e imagináveis para não
deixar nenhuma brecha e não sofrer mais nenhuma detenção junto àquele homem.
Sabia
que estava querendo mentir para si mesma, mas estava decidida a cumprir com que
se propunha.
Durante
aquela aula, tudo parecia correr normalmente, apenas Neville, o atrapalhado de
plantão tinha medo de adicionar algumas cerdas de vegetais carnívoros que eram
o último ingrediente daquela poção. Ele comentara com Hermione que achava
melhor ela mesma colocar aquele ingrediente, pois se errasse a detenção seria
algo certo. Só a palavra Detenção já fazia a moça tremer nas bases,
enquanto ela procurou fazer o trabalho com minúcia.
Acontece
que Neville, absolutamente sem querer trocara as cerdas e pegara de plantas
inofensivas. Quando as colocou no caldeirão, Hermione percebeu que algo estava
errado, pois não houve nenhum borbulho, nenhum cheiro, nem nada. Neville olhava
apalermando para Poção, surpreso que tudo estivesse dado certo e logo deu um
longo suspiro de satisfação.
-
Que bom que deu certo, Mione.
-
Não deu certo, você quer dizer Neville. – dissera Hermione, rubra e com as mãos
tremendo. Sabia que sem querer dera motivos para uma nova Detenção,e a partir
dali tudo poderia acontecer. Não se passou um segundo até que Snape surgisse
das sombras para admirar o grande erro
de Neville.
-
E então, mais uma Poção errada, srta. Granger! – ela fez o possível para
manter a cabeça abaixada. Seria torturante ficar olhando aquele homem lhe
zombando e pensando que ela fizesse
com que Longbotton errasse na escolha dos ingredientes com um único propósito...
O tom de voz era zombeteiro ao extremo, e parecia até mesmo que ele sorria um
de seus sorrisos gelados.
-
Não adiantará ministrar uma detenção ao idiota do Longbotton, pois não
aprende nada mesmo, esse imbecil. – Portanto, srta. Granger. – mesmo com a
cabeça baixa ela pode sentir um sorriso em sua voz. – esteja aqui às 20:00hs,
hoje à noite.
Hermione
não ergueu mais o rosto, incapaz de encarar aquele homem. Maldição que não
atentara em observar os ingredientes escolhidos pelo Neville. Ao mesmo achava
que ele poderia selecionar os ingredientes corretamente,e mas parecia que
novamente se enganara.
Neville
desculpou-se durante todo o almoço, mas Hermione sabia muito bem o que lhe
esperava.. E mesmo que não quisesse estava curiosa por ver o que poderia e iria
acontecer.
Naquela
noite, Hermione relutou muito em descer até as Masmorras. Conhecia o caráter
implacável de Snape, se não fosse, poderia considerar-se expulsa da escola ou
ao menos seu cargo de monitora chefe lhe seria tirado, certamente. Mas ao mesmo
tempo se fosse, estaria novamente a mercê do professor de Poções. Era algo
como estar entre a Cruz e a espada.
Por
fim, relutando muito e descobrindo-se sem outra alternativa ela rumou as
masmorras.
Ao
entrar lá, tudo estava escuro e nebuloso como de praxe.
Ela entrou e encostou a porta. ao menos que não houvesse testemunhas, e
isso no decorrer dos acontecimentos já lhe servia de certo consolo.
A
moça apenas escutou uma voz vinda das profundezas da escuridão.
-
Seu trabalho esta em cima da mesa. – Hermione baixou os olhos e percebeu
algumas plantas a serem picadas, e logo iniciou seu trabalho, em total silêncio.
Os
minutos iam se passando e o silêncio continuava, e Hermione foi ficando
impaciente, com que poderia acontecer. Aquilo
deveria ser alguma espécie de tortura psicológica. Hermione foi ficando cada
vez mais amedrontada no meio daquela escuridão e já estava pronta a questioná-lo
sobre o que iria acontecer, pois não suportavam mais aquela sensação de
expectativa. Sim, qualquer ruído lhe sobressaltava pois poderia ser ele, mas
nada a acontecia, nenhuma palavra, nenhum ruído, nem nada.
Os
minutos se passavam e o silêncio ia se tornando mais e mais denso, e ela estava
cada vez com mais medo. O aspecto do lugar era lúgubre e impressionante. E
medo, o terror do escuro, de ver-se novamente a mercê daquele homem, das
barbaridades que ele lhe infligiria...
Num
citado instante, ela sentiu uma mão acariciando seus cabelos, mas ao virar-se
reconheceu ser mera impressão...
Mais
silêncio, mais medo....
Não suportava mais aquilo...
O que poderia acontecer? O que iria acontecer? Seu
coração estremecia e batia muito forte ao mais leve ruído.
Logo
depois ela, sentiu duas mãos quentes envolverem seu corpo pela cintura ao mesmo
tempo em que sentia beijos em seu pescoço. Ela fechou os olhos. Fosse o que
fosse, agora aconteceria. E a pior incerteza é aquela de não saber o que
poderia acontecer. Os beijos em seu pescoço tornavam-se mais intensos, e ela
virou-se, para olhar a pessoa que
lhe beijava. Obviamente ela sabia pelo toque quem era, mas algo ali estava
diferente, os olhos dele brilhavam em sua direção, contendo uma espécie de
afeição, de sentimento que lhe era totalmente estranho.
Antes
que a moça pudesse dizer alguma cosia, ele cobriu seus lábios com os dele, num
beijo forte e levemente repressivo. Ele abraçou a moça, enquanto sua língua
percorria todo a boca dela, gerando-lhe alguns espasmos de prazer. O beijo findou-se, e ambos se olharam.. Porém, desta
vez foi a moça que tomou a iniciativa. Aquilo era uma espécie de jogo de gato
e rato. Enquanto beijava-o, o homem percorria o corpo da moça com suas mãos
deliciadas... Detendo-se em cada parte daquela pele macia e sedosa.
Com
um gesto calculado ele começou a abrir os botões da capa dela...
Hermione
percebia as mudanças de nuances... Mas tudo parecia estar acontecendo de
maneira tão natural que qualquer interrupção poderia fazer com que ele
mudasse de idéia, não a respeito do que seguiria dali em diante, naquela
masmorra escura, mas da forma que seria feito.
Ela
sentia a capa da escola percorrer seu corpo e cair no chão... e
as mãos dele levemente, buscavam abrir sua camisa e os botões de sua saia. A moça mantinha os olhos fechados, somente em busca das sensações...
Quando lhe foi arrancado o sutiã ela, apenas sentiu a língua dele, percorrendo
seus mamilos rosados, deixando-os intumescidos... Um primeiro e após o outro..
Mas ao contrário da outra vez...Apenas a língua acariciava seus mamilos. E ele
lhe dava leves mordiscadinhas, com a intenção de deixa-la louca de tesão, e
conseguia isso.. ela queria gritar para que ele lê mordesse mais forte, fizesse
caricias mais intensas mas receava fazer isso.
Ela sentiu-se ser levantada do chão e carregada até a cama macia do
professor...
Naquele
instante ela pensou que era uma grande mentira dizer que aquele ambiente não
lhe trazia ótimas recordações...
Hermione
ajeitou-se na cama, enquanto ao mesmo tempo também buscava tirar a camisa
branca do professor, enquanto este lhe arrancava a saia e a calcinha,deixando a
moça nua na cama...
Como
se tudo tivesse sido previamente combinado, a masmorra ficou inundada no mais
completo breu, enquanto a moça sentia sua intimidade ser invadida pelos dedos
dele... Primeiro um e depois outro num continuo vai-e-vem.. Que a deixavam cada
vez mais excitada... E o vai e vem dos dedos dele continuavam... Ela já tinha
os quatro dedos dentro de sua vagina... E isso lhe causava um misto de dor e
prazer... Ele continuava forçando a abertura dela, que ia se alargando e ela
estava se habituando com a dor.. E então ela sentiu que ele queria colocar toda
a mão dentro de si... A dor era grande, mas ela ajeitou-se melhor de maneira a
facilitar seu trabalho... Ela sentia cada dedo dele, lhe acariciando por dentro,
e num impulso ele fechou a mão dentro dela e empurrou-a para dentro até seu
punho... A dor foi tão intensa que ela gritou... Mas ele parecia gostar do que
estava fazendo, e não parou.. deixou a mão
onde estava apenas deu lhe um tapa com força nas pernas dela...
A
moça sentiu-se acuada, e a vontade de gritar foi sendo cada vez mais enquanto
ele entrava e saiu dela com a mão... Aos poucos toda aquela dor de ser
arrombada foi sendo substituída por um grande tesão.. Cada vez maior, cada vez
mais enlouquecido, enquanto ela sentia-se totalmente aberta pela mão daquele
homem. Totalmente indefesa.
Quando
o professor percebeu que a moça ia gozar ele parou instantaneamente .. Aquilo
era uma espécie de tortura, de sensação... Suas mãos voltaram a percorrer o
corpo da moça, enquanto ela, mesmo de olhos abertos não conseguia ver o que se
escondia ou o que poderia acontecer por detrás daquele breu.
Ela
apensas sentiu algo entrando em sua boca e começou a chupar o membro do
professor com total volúpia.. E chupava cada vez com mais vontade, com a
maestria de uma profissional no ramo... Ele procurava socar seu pênis dentro da
boca, dela, como que querendo possuí-la por inteiro. Ela sentia o corpo dele,
contrair-se de prazer, enquanto sua língua percorria doto o membro, fixando-se
em sua cabecinha com maior lentidão, fazendo o sorver cada instante.... Um
certo instante ele, tirou-lhe o Pênis do controle, e ela ficou sem saber o que
iria acontecer até que sentiu ele adentrando sua intimidade, com força...
As
estocadas foram fortes, intensas e iam
se repetindo naquele forte e ritmado vai e
vem.. Ela gemia de prazer, enquanto ele aumentava ainda mais o ritmo, e ela
gemia mais...Tudo aquilo estava deixando-a louca... Até que ela sentiu um gozo
intenso ir se aproximando a galope, e ela sentiu-se um segundo nas nuvens e
voltou a seguir... O ritmo frenético continuou e ela sentia-se totalmente
entregue a volúpia daquele homem... Dentro em pouco ela sentiu o gozo dele
dentro de si... E de alguma maneira sentiu-se realizada por poder proporcionar
aquele homem, tanto prazer...
O
que ela achou mais estranho foi que ele deitou-se a seu lado na enorme e
cheirosa cama, e aninhou-se em seu peito. Ela sentiu-se protegida ali, e sem
querer o abraçou-o, enquanto sua mão pousava no meio do peito do professor.
Ele acariciava com carinho os cabelos da moça enquanto dizia no ouvido dela:
-
A senhorita pode escolher com quer ter as detenções, minha cara. Comigo, ou
com o professor do outro dia...