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Ética
hacker!
Existe uma ética
hacker. Equivocadamente é usado referindo-se a pessoas
relativamente sem habilidade em programação e sem
ética, como criminosos que quebram a segurança de
sistemas, agindo ilegalmente e fora da ética hacker. O
problema é quando os crackers e script kiddies são
referidos como hackers pela imprensa, por falta de conhecimento,
e com isto gerando uma discussão sem fim.
Nesse sentido, os
hackers seriam as pessoas que criaram a Internet, fizeram do sistema
operacional Unix o que ele é hoje, mantêm a Usenet,
fazem a World Wide Web funcionar, e mantém a cultura de
desenvolvimento livre conhecida atualmente. É comum o uso
da palavra hacker fora do contexto eletrônico/computacional,
sendo utilizada para definir não somente as pessoas ligadas
a informática, mas sim os especialistas que praticam o
hacking em diversas áreas.

Cultura
hacker
É importante
lembrar que existe toda uma cultura por trás desse sentido
da palavra hacker. A Cultura hacker define diversos pontos para
estilo e atitude e, por mais que pareça estranho, muitas
das pessoas que se tornam os chamados programadores extraordionários
possuem esse estilo e atitude naturalmente e casual.
O termo hoje também
é usado para representar todos os que são bons naquilo
que fazem, como os artesãos que usavam como principal ferramenta
de trabalho o machado, ou Picasso com sua arte fabulosa, eles
foram os primeiros hackers. Atualmente o termo indica um bom especialista
em qualquer área. Este termo adquiriu esta definição
somente após seu uso na informática, designando
especialistas em computação.
Os hackers e crackers
são indíviduos da sociedade moderna, e possuem conhecimentos
avançados na área tecnológica e de informática,
mas a diferença básica entre eles é que os
hackers somente constróem coisas para o bem e os crackers
destróem, porém constróem somente para fins
pessoais.
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