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Firewall
Conceito de Firewall
Firewall ou barreira de fogo é um artifício largamente usado
em redes. A sua função é proteger o sistema de tentativas
indevidas de acesso, principalmente vindas da Internet. Ele controla o
tráfego, permitindo ou negando acesso a certas portas de serviços.
Geralmente se deixa apenas a porta 80 (www) ativa para que as pessoas
consigam acessar o website da empresa. Resumidamente o firewall é
o seguinte: um HD que possui duas placas de rede, sendo uma ligada à
rede corporativa e outra ligada à Internet. A partir disto pode-se
implementar uma tentativa de segurança, que consiste em um pacote
que determina o que é ou não permitido passar de uma rede
à outra.

Exemplo do firewall blackice rodando.
Eficiência
Existem 2 tipos de firewall: um que analisa a camada de rede, o pacote
IP, e outro que analisa a camada de aplicação, dentro do
pacote IP.
Firewall analizando a camada de rede
Estes se limitam ao nível de IP. Decidindo o destino dos pacotes
(aceito ou não), tendo como base: remetente, porta IP utilizada
e endereço do destinatário. Qualquer roteador pode ser configurado
para firewall, mas será um firewall simples. Isto fará com
que ele fique protegido contra crackers iniciantes, mas pode ser vítima
de ataques comuns e bem clássicos. Como por exemplo: o IP Spoof
Em máquinas bem configuradas, a barreira de fogo concede acesso
apenas a computadores considerados de confiança (endereços
conhecidos). Para introduzir-se a uma máquina bem configurada é
necessário fazer com que ela o considere confiável. Isto
se chama spoofing. Consiste em mandar pacotes com o endereço legítimo
de uma máquina da rede interna. A vítima acreditará
que o invasor é de confiança e responderá enviando
pacotes para o endereço do remetente. No entanto o cracker deve
tomar precauções:
- Certificar-se que a máquina legítima não responda
aos pacotes. Isto é feito garantindo-se que ela esteja off-line(
desconectada).
- Garantir que aqueles pacotes sejam enviados para a Internet, já
que a máquina legítima encontra-se dentro da rede interna.
Para isto é usado o "source routing", que consiste em
uma técnica criada para testes. Ela permite que o computador que
inicia a comunicação especifique qual a rota de todos os
pacotes de uma certa conexão. Isto faz com que os pacotes sejam
expelidos da rede pra a internet (veja em anonimidade uma explicação
mais simples do IP Spoofing).
Firewalls mais novos não permitem a uso do spoofing e do souce-routing,
pois eles, além de rotear os pacotes para seus destinos também
mantém informações sobre o estado das conexões
e sobre o conteúdo do pacote, o que permite impedir que um pacote
pertencente à rede interna seja mandado à Internet. O firewall
irá caracterizar isto como um ataque e tomará as devidas
providências.
Sofisticados, ou não, eles são transparentes e rápidos
pois roteiam tráfegos diretos mas é exatamente isso que
o impede de analizar o conteúdo efetivo do pacote e também
exige que as máquinas na rede interna possuam um endereço
IP válido
Firewall analizando a camada de aplicação
Estes normalmente são CPUs de uso geral de rede que rodam programas
chamados: "proxy servers" . Este tipo de firewall não
permite comunicações diretas entre duas redes, pois requerem
o estabelecimento de duas conexões. Uma delas do remetente proxy
e a segunda entre o remetente e o destinatário. Uma característica
que vale averiguar é a de que todo pacote antes de ser ecoado e
analizado pelo proxy server. Este irá decidir se o pacote deve
ou não ser descartado.
Vale saber q devido a estas caracteríscas o firewall de aplicação
oferece uma segurança maior do que o firewall de rede, pois consegue
perceber perigo em um pacote que o de rede não conseguiria.
Dois exemplos de coisas que este tipo de defesa pode filtrar são:
- O primeiro é DEBUG
do SMTP que é usado para pedir a um servidor de correio que forneça
algumas informações de controle. O que é considerado
risco.
- Um segundo exemplo são os Proxys FTP, que vedam o acesso de usuários
externos, mas mesmo assim, permite que os funcionários copiem arquivos
da NET para a rede.
Cada uma dessas vantagens dependem do funcionamento do protocolo de defesa,
sendo que estes não poderiam ser colocados nos firewalls de rede,
já que não são capazes de analizar o conteúdo
do pacote IP. Firewalls de rede são mais transparentes do que os
de aplicação, já que os de aplicação
exigem a existência de um proxy, além de proibir a comunicação
direta entre o servidos e o cliente. É necessário que o
programa cliente saiba que deve estabelecer com o proxy e determinar ações.
Então basta configurar o browser corretamente.
Muitas vezes os clientes não são sofisticados o suficiente,
e necessitam de conexões diretas com o servidor. Neste caso utiliza-se
o seguinte artifício: o usuário se loga no proxy e este
em vez de solicitar nome e senha (como seria de esperar), solicita o nome
do servidor com o qual se deseja a conexão e a partir daí,
tudo funciona normalmente.
Conclusão
Os firewalls são essenciais e importantíssimos, quando bem
configurados. Possuem falhas (como visto anteriormente) assim como qualquer
tipo de programa, e essas devem ser corrigidas. Nenhum firewall é
100% seguro, mas ajuda muito (ô como ajuda). Compre djá !
Ou use a nova moda fashion: soft livre. Cheque alguns firewalls em www.superdownloads.com.br
(o pessoal do superdownloads têm que me agradecer, o link deles
mais aparece aqui do que tudo ? ).
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