SM 4.1
oblicuaesq1.jpg (3411 bytes) A Santa oblicuadir1.jpg (3155 bytes) oblicuaesq.jpg (3411 bytes) Apresentação oblicuadir.jpg (3155 bytes) oblicuaesq.jpg (3411 bytes) Manuais oblicuadir.jpg (3155 bytes) oblicuaesq.jpg (3411 bytes) Fotos oblicuadir.jpg (3155 bytes) oblicuaesq.jpg (3411 bytes) Tecnologia oblicuadir.jpg (3155 bytes) oblicuaesq.jpg (3411 bytes) Links oblicuadir.jpg (3155 bytes) oblicuaesq.jpg (3411 bytes) Dúvidas oblicuadir.jpg (3155 bytes) oblicuaesq.jpg (3411 bytes) Classificados oblicuadir.jpg (3155 bytes)

APRESENTAÇÃO

Equipado com motor seis cilindros do Opala, o SM 4.1 foi mostrado pela primeira vez no salão do automóvel de 1976(Protótipo)* como um dos automóveis mais caros e luxuosos do país na época. Entre os equipamentos oferecidos estavam rádio AM/FM com toca-fitas, pára-choques retráteis, cintos de segurança especiais que permitiam ampla liberdade de movimentos, vidros elétricos, antena embutida e ar condicionado. O carro surgiu do projeto do engenheiro e industrial Humberto Pimentel Duarte, da Cia. Industrial Santa Matilde(Três Rios - RJ 0XX24 2255-5130 - Luiz Mario), e do ex-piloto e preparador de carros de corrida Sr. Renato Peixoto, assinado pela filha do Dr. Humberto, Ana Lídia( e não seguiu o desenho de nenhum carro pré-existente,a não ser alguns detalhes que possivelmente foram derivados do Porsche)*. Atualmente a produção do carro está interrompida(mas sempre há a expectativa de retomar a produção do carro)*, sendo que os últimos modelos em série foram feitos em 1986, porém foram feitos alguns modelos sob encomenda até 1996. O alto custo do carro e a entrada dos importados no mercado brasileiro acabaram por inviabilizar, pelo menos temporariamente, a produção do carro.

O Santa Matilde tem carroceria em fibra de vidro reforçado com poliéster, pesando apenas 66 quilos. É do tipo 2+2, com espaço confortável para dois passageiros atrás, enquanto os bancos da frente têm regulagem milimétrica. A potência de 210 CV é obtida com o uso de um coletor especial de descarga e carburação diferente no motor Opala. (Alguns poucos modelos saíram da fábrica com motorização quatro cilindros e turbo)*.

Na frente, o carro tem lanternas embutidas (que ainda podem ser conseguidas na fábrica) nos extremos, faróis duplos também embutidos e grade vertical personalizada. Abaixo do pára-choque estão os faróis de neblina e uma outra grade. A traseira é no estilo fast-back, com grande área envidraçada. As lanternas traseiras são grandes e de desenho exclusivo (que ainda podem ser conseguidas na fábrica).

O painel (lembra o do Porsche)*, bem a frente do motorista, tem marcadores de temperatura de água, pressão do óleo, velocímetro com odômetro total e parcial, conta-gíros, marcador de combustível e relógio. Nas extremidades, as entradas de ar servem tanto para os dutos de ar condicionado como para os de ar direto. O interior recebeu acabamento cuidadoso, com bancos de estofamento especial, tapetes de buclê e veludo sintético e revestido de material isolante. Todos os vidros são verdes com exceção do para-brisa que é degradê.

O SM 4.1 foi concebido para oferecer muita segurança ao motorista( foi idealizado como um carro não muito grande nem pesado , mas foi dada ênfase a segurança mas com potência)*. Assim, além dos pára-choques retráteis feitos de liga de borracha com cintas de aço embutidas e dos faróis duplos e de neblina com foco dirigido, tem também estrutura de deformação progressiva em caso de choque.

O SM 4.1 foi fabricado até 1979(os primeiros modelos foram fabricados em série no final do ano de 1978)* são com o mesmo modelo e adiante sofreu pequenas mudanças anuais que foram arredondando o carro e dando o estilo de três volumes.

O SM 4.1 vem com freios a disco nas quatro rodas, os da frente, fornecidos pela General Motors, já os traseiros foram desenvolvidos pela equipe da Santa Matilde (utilizando pinças da Brasília) e suspensão com pontos de fixação modificados, para maior estabilidade.

No mais, só quem já teve o prazer de dirigir um SM 4.1 para poder descrever a sensação de liberdade e conforto oferecidos pelo carro.

*Informações adquiridas em conversa diretamente com o Dr. Humberto Pimentel, em 31 de agosto de 2001.

Home

This page hosted by

Get your own Free Home Page

Hosted by www.Geocities.ws

1