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MÉTODO PRÁTICO DBW

ENSINO DE MÚSICA

ORIGEM:

Em 1991, Danielson Bruck Warpechowski, músico auto-didata – então com 16 anos, recém registrado na OMB na categoria como músico de quadro -, começa a dar aulas particulares de violão na cidade de Guarani das Missões – RS. Seu método de ensino era baseado nas características pessoais e demandas específicas de cada aluno, montando o plano de aula de acordo com o que o aluno gostava e a partir do que já sabia. As aulas eram ministradas individualmente. Era seu costume anotar em um caderno todas as dúvidas de seus alunos, para posterior pesquisa.

A partir desse caderno de notas, em 1992, montou um programa de aulas que objetivava ensinar de forma rápida as principais técnicas de acompanhamento e solo ao violão. Passou a ministrar aulas em pequenos grupos, de 3 a 8 pessoas, sem deixar de dar aulas individuais. Ainda que as aulas fossem grupais, cada aluno tinha um programa específico, de acordo com suas características. Em 1994, tendo já ministrado aulas para dezenas de alunos, montou a primeira apostila do já chamado “Método Prático DBW de Violão”, cujo curso de 3 meses foi ministrado no então Centro de Apoio à Criança e ao Adolescente, em Santo Ângelo – RS. Após isso, foi aperfeiçoando sua apostila, que além de conter os instrumentos específicos do Método DBW, também passou a ter fundamentos de teoria musical e de sonoplastia.

Adaptou o Método DBW de Violão para o ensino de teclado e contra-baixo, e uma nova adaptação do Método DBW para Teclado permitia o ensino de música para crianças pré-escolares. Agrupou todos esses métodos sob o nome de “Método Prático DBW de Música”, sob o qual se tornou mais conhecido.

Até o ano de 2000, já havia ministrado aulas para dezenas e dezenas de alunos da região Noroeste do RS, em municípios tais como: Guarani das Missões, Sete de Setembro, Santo Ângelo, Entre-Ijuís e Catuipe.

Danielson foi, então, convidado a ministrar aulas de música no Instituto de Educação Cenecista Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, onde fundou e regeu a Orquestra Cenecista Sepé Tiaraju entre 2000 e 2001, quando se afastou do ensino de música para se dedicar à Psicologia Clínica. No entanto, ainda hoje é freqüente as solicitações para que Danielson retorne com seu Método.

Dos aprendizes do Método DBW, muitos se tornaram músicos profissionais, outros até mesmo instrutores de música, ou ainda há aqueles que mantiveram a música como hobby. Todos, entretanto, elogiam a eficiência e rapidez do método criado por esse auto-didata de música, atualmente psicólogo.


O QUE É O MÉTODO DBW

É um sistema de representação de tons musicais de instrumentos através de vetores alfanuméricos, e de ritmos através de gráficos, associados a uma metodologia de ensino que toma por princípio:

1.      As características do aprendizando: forma específica de aprendizado, conhecido já adquirido e campo de interesse;

2.      Um esquema psicomotor: exercícios progressivos de complexidade psicomotora;

3.      Arte: desenvolver a sensibilidade estética e a expressão artística do aprendiz;

4.      Independência: incentivar o aprendiz a desenvolver seus próprios esquemas e soluções.

Para violão, guitarra e contrabaixo, os tons são representados como uma relação alfanumérica entre corda e casa. Para teclado, as notas são identificas por suas posições e representadas por sinais que marcam suas oitavas. Os ritmos são representado por gráficos que ilustram os movimentos das mãos e dos dedos sobre o instrumento. Além disso, apresenta diversas outras ferramentas especiais, tais como: tabela de montagem de escalas, tabela de construção de acordes, tabela de transposição, etc. A tudo isso, soma-se noções de teoria musical.

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