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Em
apenas um século e meio, os Adventistas do Sétimo Dia tem crescido
de um punhado de indivíduos que, cuidadosamente estudavam a Bíblia
a procura da verdade, para uma ampla comunidade mundial de mais de
12 milhões de membros e milhões de outros que consideram a Igreja
Adventista como seu lar espiritual. Doutrinariamente, os Adventistas
são herdeiros do movimento Millerista em meados de 1840. Embora o
nome “Adventista do Sétimo Dia” tenha sido escolhido em 1860, a
organização não foi oficialmente organizada até 1863, quando o
movimento era composto de mais ou menos 125 igrejas e 3.500 membros.
Fatos
Históricos. Entre
1841 e 1844, William Miller – um orador Batista e capitão das forças
armadas combatente na guerra de 1812 – lançou o “grande
despertar do segundo advento” que eventualmente espalhou-se ao
longo da maioria dos cristãos do mundo. Baseado em seus estudos da
profecia de Daniel 8:14, Miller calculou que Jesus retornaria a
terra em algum dia entre 1843 e 1844. Outros, de dentro do movimento,
calcularam a data específica de 22 de Outubro de 1844. Quando Jesus
não apareceu, os seguidores de Miller experimentaram o que passou a
ser conhecido como “o grande desapontamento”.
O Movimento do Advento teve fundadores em vários lugares ao redor
do mundo. Exemplos: o jesuíta Manoel Lacunza(La Venida del
Messias) na América do sul; o judeu cristão José Wolf na
Europa e Oriente Médio.
A
maioria dos milhares que se uniram ao movimento, deixaram-no, em
profunda desilusão. Este movimento se fragmentou em vários grupos:
os que desanimaram e abandonaram a fé; um segundo, que continuou a
marcar datas para a vinda de Cristo; e o terceiro, formado por
estudiosos que, com "orações e lágrimas", descobriram
verdades bíblicas até então ignoradas. Poucos, entretanto, voltaram aos estudos bíblicos
para acharem a razão de seus desapontamentos. Logo, alguns desses
estudiosos do terceiro grupo descobriram
que a data de 22 de Outubro estava realmente correta. Eles ficaram
convencidos de que a profecia da Bíblia não prognosticava que
Jesus retornaria a terra em 1844, mas que Ele começaria, naquele
tempo, um ministério especial no Céu para os Seus seguidores. Eles
continuaram aguardando o breve retorno de Cristo, porém, assim como
fazem os Adventistas do Sétimo Dia ainda hoje.
Nossa
História. Deste
pequeno grupo dos que se recusaram a abdicar da fé depois do “grande
desapontamento” surgiram vários líderes que construíram os
fundamentos do que se transformaria na Igreja Adventista do Sétimo
Dia. Foi esse grupo que, em Maio de 1863, "tornou-se" a
Igreja Adventista do Sétimo Dia, e não uma "união" dos
três grupos mencionados anteriormente para formar a Associação
Geral das Igrejas Adventistas do sétimo Dia, como dito por algumas
pessoas que não participaram da história dos Adventistas. A Igreja
não surge de alguma briga de líderes por causa do poder
eclesiástico, mas de líderes sinceros que entendeu o chamado de
Deus para o evangelho, a mensagem bíblica cristocêntrica e
completa. A frente desses líderes estava um jovem casal –
James e Ellen White – e um capitão aposentado chamado Joseph
Bates. Este pequeno núcleo de “Adventistas” começou a crescer,
principalmente no estado americano onde o movimento Millerista começou.
Ellen G White, uma mera adolescente na época do “grande
desapontamento”, teve participação no desenvolvimento da
doutrina da IASD, embora não tenha sido ela quem lançou a base da
nossa fé. Pessoas piedosas estudaram profundamente AS ESCRITURAS
SAGRADAS, chegando a conclusões importantes sobre pontos
doutrinários. Ellen, com suas visões, apenas confirmou o que já
se havia estudado.
Num
primeiro momento, a IASD ficou confinada a América do Norte até
1874, quando J N Andrews, primeiro missionário da igreja foi
enviado até a Suíça. Depois veio rapidamente o continente
africano com Dr. H P Ribton, que veio da Itália até o Egito e
abriu ali uma escola. Em 1886 foi a vez do primeiro país
não-protestante ser penetrado - Rússia. Em 20 de Outubro de 1890,
missionários chegaram as ilhas do pacífico. Depois vieram os
países não-cristãos, em 1894, como Ghana e Matabeleland na
África, e a América do Sul, no mesmo ano. Em 1896 foi a vez do
Japão, e assim, hoje a Igreja está estabelecida em aproximadamente
209 países.

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