 Epígrafes
O homem, oriundo de uma
mendeliana cultura genética, possui [...] raízes que se perdem na poeira dos tempos. A
determinação da sua ascendência [...] é fator importante para o seu próprio
conhecimento como ser livre, atuante e responsável numa sociedade em permanente
mutação.
Ilka NEVES, Adélia da Câmara Barcellos: genealogia e história (p. 9)

Todos sabem algo de sua
história; poucos, porém, a conhecem em profundidade na trama longínqua do tempo, na sua
relação com o universal da própria história. [...] Situar uma pessoa apenas, uma só
família, no rol da consciência histórica global é contribuir para a dimensão
antropológico-histórica de, pelo menos, um milhar de pessoas.
Rovílio COSTA, in: DOMINGUES,
Moacyr, Portugueses no Uruguai: São Carlos de Maldonado 1764, orelhas.

Com o objectivo de que meus
filhos e netos, não vivam sempre, na ignorancia da genealogia de sua familia ; cuja
ignorancia, considero muito censuravel, entre pessoas de certa ordem social ; motivo
porque, deliberei, já no ultimo quartel de minha existencia, a escrever esta
recordação, que peço conservem em lembrança, para que, nas ocasiões oportunas, não
tenham que, constrangidos dizer: nada sei dos antecedentes de minha família: Isto,
considero uma vergonha. [Ipsis litteris.]
Laudelino da Costa MEDEIROS, Descendentes da família Costa e Medeiros (p. 1, ipsis
litteris)

Fortes pela origem da raça de
que provinham, bons pela simplicidade de suas almas, mártires pela resignação com que
sofreram, descender dos ilhéus passou a ser para os rio-grandenses um penhor de honra que
cultuamos com reverência e carinho.
João Borges FORTES, Casaes, apud Henrique Oscar Wiederspahn, A colonização açoriana no Rio
Grande do Sul (epígrafe, p. 6)

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