A João Simões Lopes Filho, primo
remoto que me catapultou no mundo da genealogia, quando numa lista de discussão da
Internet lancei tímidas investigações. Esse genealogista pertinaz e de grande êxito
ensinou-me também o bê-a-bá genealógico e me pôs em contato com fontes e nomes que
descobri depois imprescindíveis à minha busca.

A Ilka Neves, genealogista do
Colégio Brasileiro de Genealogia, outra prima distante, que me estendeu jóias
inestimáveis, fruto de décadas de pesquisa e incansável percurso por bibliotecas,
arquivos de bispado, cartórios e registros públicos.

A Helder Oliveira, outro talvez
primo remotíssimo, genealogista de Faial, dos Açores, que pela Rede me passou
informações não menos relevantes.

A Cordélia do Amaral Peixoto, genealogista
ervalense residente nos Estados Unidos, que gentilmente me confirmou, retificou e
aprimorou vários dados.

A Douglas da Rocha Holmes, americano de
ascendência açoriana, cujo site me rendeu horas de pesquisa pelo valor que tem.

Aos irmãos Paulo e Nelson Medeiros Franke esses,
primos meus de ambos os lados, paterno e materno. Sendo também genealogistas natos, muito
contribuíram comigo com dados, estímulos e inspiração.

Ao primo Martin Romano Garcia, uruguaio, residente no Paraguai, apaixonado pela genealogia, que tem
sido para mim um exemplo de pesquisador apaixonado. Com certeza, ele está léguas a minha
frente!